quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Sem susto, mas sem inspiração

Foi um jogo morno, duro de assistir, sem susto, mas também sem nenhuma inspiração. Precisando da vitória, a Chapecoense não teve competência para nos ameaçar, enquanto o Corinthians parecia satisfazer-se com o empate. Nem parecia ser um jogo decisivo. Ao final, Jadson brilhou em cobrança de falta, o Timão venceu o jogo, classificou-se para a fase semi final e disputará com o Flamengo uma das vagas para a final. 
Sobre o desempenho corinthiano, o time deixou muito a desejar. Loss errou ao manter Clayson no time e ao colocar o Sheik para substituir o Pedrinho, mesmo tendo Matheus Vital e Araos como opções. E demorou muito para fazer as substituições, pois Clayson e Emerson não entraram bem no jogo. 
Gol
O único gol da partida aconteceu aos 30 minutos da etapa final numa bela cobrança de falta do  lado esquerdo  pelo Jadson. Na batida, a bola encobriu o goleiro Jandrei e entrou no ângulo. Um golaço. 
Com 52,6% de posse de bola, mas com muitos erros de passe (64), o Corinthians finalizou 10 vezes, 4 certas e 6 erradas. Mesmo precisando da vitória, a Chapecoense finalizou apenas 4 vezes, uma certa e 3 erradas. Em compensação, bateu bastante, cometendo faltas duras contra os jogadores do Timão. O Corinthians melhorou na etapa final, principalmente após as entradas de Ralf e Mateus Vital. 
Foi um jogo tecnicamente fraco e difícil de assistir. O Corinthians administrou a pequena vantagem e o time catarinense não teve forças para revertê-la. 
O melhor jogador em campo foi o Jadson. Também merecem destaque as atuações de Romero, Ralf e Vital. Os piores foram Clayson, que errou quase tudo que tentou, e Emerson, pouco efetivo com a bola nos pés. Cássio, pouco acionado, quase não teve trabalho, mas precisa parar de fazer cera na reposição da bola e tomar cartões. 
Com o resultado, o Corinthians classificou-se para a próxima fase e na semi final enfrentará o Flamengo. A data e o horário dos jogos ainda serão divulgados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). 
O próximo compromisso do Timão será no sábado, 18/08, às 19:00 horas, na Arena Corinthians em Itaquera, contra o Grêmio, e a Chapecoense enfrentará o São Paulo no domingo, 19/08, às 19:00 horas no estádio do Morumbi. 

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terça-feira, 14 de agosto de 2018

Perdendo para si mesmo

Dois tempos, dois jogos diferentes, desequilíbrio, desconcentração e algumas lambanças. Assim pode ser resumida a atuação do Corinthians contra a Chapecoense pelo Campeonato Brasileiro no último domingo na Arena Condá. Com oito reservas em campo, o Corinthians surpreendeu, abrindo logo o placar com um gol de Marquinhos Gabriel, ao pegar um rebote do goleiro Jandrei. Mesmo com uma boa atuação, o Corinthians desperdiçou algumas chances, não conseguiu matar o jogo no primeiro tempo e foi surpreendido na etapa final pelo adversário que voltou modificado e com uma nova postura em campo. 
Enquanto a Chapecoense subiu a marcação e fechou os espaços, o Corinthians se desconcentrou e teve uma atuação oposta a da etapa inicial. Parou de criar e limitou-se a se defender para segurar o resultado. Só não contava com a lambança do Cássio, que pegou a bola com a mão fora da área, e, na cobrança da falta tomamos o gol de empate. E para piorar, já nos acréscimos, Gabriel perdeu a bola e, ao invés de dar o combate, ficou reclamando de falta, o árbitro mandou seguir o jogo e num contra ataque rápido levamos a virada no último minuto. Falhou Cássio que deu o rebote nos pés do do jogador adversário e falhou nossa defesa, que estava mau posicionada. 
O melhor jogador em campo foi o chileno Araos, que enquanto teve fôlego foi muito bem na defesa e na armação. Os piores foram Cássio, pela lambança, e Gabriel que, pela segunda vez seguida, entregou o jogo. 
Com postura diferente nos dois tempos, o Corinthians perdeu o jogo para ele mesmo. O time se desconcentrou na etapa final e a Chapecoense, com uma postura mais aguerrida, aproveitou as brechas que demos, nossos erros e nossas lambanças.
Com o resultado, o Corinthians, com 26 pontos ganhos, permanece no 7º lugar na tabela de classificação, mas fica mais distante dos primeiros colocados do Campeonato Brasileiro. A Chapecoense soma 21 pontos e conseguiu distanciar-se da zona de rebaixamento.
Ambos os times voltarão à Arena Condá já na quarta-feira, 15/08, pela Copa do Brasil. Nesse segundo jogo do mata-mata, o Corinthians vem de um triunfo por 1 a 0 em Itaquera e depende de um empate para se classificar.
Pelo Brasileiro, o Corinthians receberá o Grêmio no próximo sábado, 18/08, às 19:00 horas em Itaquera, e a Chapecoense visitará o líder São Paulo no domingo, 19/08, às 19:00 horas, no Morumbi. 

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quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Sucumbindo à catimba chilena

Foi um jogo pegado, catimbado, um típico jogo de Libertadores. Um jogo para atletas experientes, onde a técnica e a tática são tão importantes quanto a frieza, a serenidade e o equilíbrio emocional. Um jogo em que o adversário faz de tudo para desestabilizar seu oponente e em que leva vantagem quem não entra na pilha e mantém a frieza necessária para continuar jogando só futebol. Um jogo em que a experiência e a maturidade contam tanto para provocar, ludibriando a arbitragem, como para não cair nas provocações e nas armadilhas.
Maturidade que o Corinthians não teve, em parte pela juventude e inexperiência de alguns jogadores, mas principalmente pelo desequilíbrio de alguns dos mais rodados, que não tiveram a serenidade necessária para não responderem as provocações e, assim, desestabilizaram o time e prejudicaram o seu desempenho técnico e tático. 
O Corinthians até que começou bem, assumindo o controle do jogo, mas sucumbiu à marcação e a catimba chilena, entrou na pilha do adversário e abdicou de jogar futebol. Afobado, passou a errar passes, pouco criou e a bola não chegou ao ataque, tanto que o primeiro lance de perigo só aconteceu aos 33 minutos da etapa final, numa jogada de Pedrinho, desperdiçada pelo Danilo Avelar. 
Com muitas falhas defensivas, o gol chileno saiu de uma sucessão de erros decorrentes da falta de atenção e desequilíbrio dos corinthianos. 
E outros gols teriam acontecido não fosse a segurança e a precisão do goleiro Cássio, o melhor corinthiano em campo. 
No extremo oposto, Gabriel, estabanado e descontrolado, acabou expulso por falta dura, recebendo o 2º cartão amarelo, pois já havia sido penalizado por reclamação. Que falta faz o Ralf na cabeça de área, jogador que mesmo numa posição de marcação, nunca recebeu um cartão vermelho. Com a expulsão, Jadson, que quase nada produziu em campo, foi sacado do time para, numa tentativa de redução de danos, recompor o esquema defensivo e não tomar mais gols. Aí virou jogo de ataque contra a defesa e, graças ao Cássio, ainda temos esperança de reverter o resultado em Itaquera. 
Romero destacou-se pela garra, ajudando muito na marcação após ficarmos com 10 jogadores em campo. Emerson entrou bem e deu algum alento ao setor ofensivo, embora insuficiente para reverter o resultado. Clayson não teve uma boa atuação e não entendo porque Matheus Vital não é titular. A defesa foi mal, a zaga bateu cabeça e Henrique, substituído no final por problema na coxa, foi mais um veterano que entrou na pilha dos chilenos. 
Com um elenco enxuto, Osmar Loss tinha no banco poucas opções para mudar o jogo. Mas demorou muito para mexer no time e poderia ter promovido a entrada do Emerson mais cedo, pois Clayson esteve mal desde o início. 
Perdemos o jogo mais pelo fator psicológico do que pela técnica e pela tática. O Colo Colo, mesmo tecnicamente inferior, mas com jogadores mais experientes, soube usar a catimba e a malandragem a seu favor. Ao Corinthians, emocionalmente descontrolado, faltou experiência e frieza em campo. Com muitos jovens inexperientes e sem os mais velhos conseguirem se impor e ditar o ritmo, a equipe foi envolvida pelo adversário e se perdeu totalmente. Faltou um ponto de equilíbrio, faltou frieza e controle emocional, mas sobretudo faltou maturidade à maioria dos jogadores, que se deixaram levar e aceitaram as provocações chilenas. 
Diante do que foi o jogo e graças ao Cássio, o resultado foi satisfatório. Poderia ter sido muito pior. Na partida de volta, para reverter o resultado adverso, é preciso mudar a postura em campo, principalmente no quesito equilíbrio psicológico. 
Corinthians e Colo Colo voltam a se enfrentar no dia 29 de agosto, na Arena Corinthians. Com o resultado em Santiago, o Timão precisa ganhar por dois gols de diferença para não depender dos pênaltis para passar para a próxima fase. Triunfo alvinegro por 1 a 0, a decisão vai para os pênaltis. Empate ou vitória mínima com gol do Colo-Colo (2 a 1, 3 a 2…) dão a classificação aos chilenos.
Antes desse embate, o Corinthians segue sua caminhada no Campeonato Brasileiro e na Copa do Brasil e o próximo adversário é o mesmo nos dois torneios. O time enfrenta a Chapecoense, no domingo, 12/08, pelo Brasileirão, e, na quarta-feira, 15/08, pela Copa Libertadores, ambos os jogos na Arena Condá, em Chapecó. 

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domingo, 5 de agosto de 2018

Mais dois pontos perdidos

O Corinthians perdeu mais dois preciosos pontos em Itaquera contra times da parte de baixo da tabela:  totalizando oito pontos perdidos em casa, (Ceará, 19º colocado, Santos, 15º colocado, Vitória, 14º colocado e Atlético-PR, 18º colocado), que poderão fazer falta no final do Campeonato Brasileiro. 
Com um time misto e predominantemente juvenil, poupando jogadores e improvisando em duas posições, o Timão não conseguiu passar de um empate sem gols. Com um elenco enxuto, com atletas lesionados e com pouco tempo disponível, num calendário irracional, Osmar Loss escalou um time sem entrosamento, com pouca experiência e que sequer treinou junto para a partida. A razão disso foi preservar jogadores mais desgastados para o jogo de ida das oitavas de final da Copa Libertadores da América contra o Colo Colo na próxima quarta feira no Chile. 
Não participaram do jogo os laterais Fagner e Danilo Avelar e o volante Gabriel. Thiaguinho, volante de origem foi improvisado na lateral direita, Carlos Augusto substituiu Danilo Avelar e o zagueiro Léo Santos atuou improvisado na cabeça de área. Mantuan, reserva imediata de Fagner, e os volantes Ralf e Paulo Roberto estão lesionados e ainda sem condições de jogo. 
O desentrosamento e a inexperiência de atuarem juntos teve reflexos em todos os setores do campo, acarretando problemas na defesa, na saída de bola, no ataque e muita dificuldade para passar pela marcação adversária. O Atlético-PR explorou ao máximo o fato de Thiaguinho estar estreando em jogos oficiais fora de sua posição de origem, investindo em cima do nosso lateral improvisado. 
Com Jadson apagado e sem conseguir criar jogadas, a bola quase não chegou ao ataque, Clayson errou muitos passes, sendo facilmente desarmado, Romero chegou a levar perigo ao gol adversário, mas foi parado pelo goleiro Santos, e Pedrinho foi quem mais incomodou o Atlético-PR com sua movimentação e habilidade. Pedro Henrique deu alguns sustos e quase entregou um gol de presente, Henrique foi muito seguro e Carlos Augusto demonstrou segurança no setor defensivo e ajudou no ataque. Thiaguinho foi o que mais sofreu na estreia e errou muitos passes. Léo Santos, mesmo improvisado na cabeça de área foi seguro na defesa e ainda foi para o ataque, Douglas não comprometeu na marcação, a entrada de Matheus Vital melhorou o time ofensivamente, Araos, pouco acionado, não levou perigo à área adversária e Danilo, embora tendo feito boas jogadas, não conseguiu alterar o placar no pouco tempo em que esteve em campo. 
Cássio foi o melhor jogador em campo. Fez várias defesas, duas bastante difíceis, desarmou, mostrou qualidade ao jogar com os pés e foi seguro em todos os lances. Graças a ele não fomos vazados e saímos com o empate. 
Osmar Loss, pressionado por um jogo de mata mata no meio da semana, fez o que foi possível com o que tinha disponível no elenco e com o tempo escasso. Apostou nos garotos, promovendo estreias e improvisando, mas o desentrosamento e a inexperiência pesaram negativamente. Creio que teria sido mais eficaz ter colocado Léo Santos na lateral e Thiaguinho na sua posição de origem. Jogando como volante, talvez ele pudesse ter apresentado uma atuação mais segura. Demorar para mexer no time tem sido uma falha recorrente nos jogos de Loss. Com substituições mais cedo, haveria mais tempo para tentar mudar o jogo. No entanto, não podemos nem devemos crucificá-lo pelo empate. Nas condições vigentes, fez o que era possível. Com a volta dos titulares e com a recuperação dos lesionados, a tendência é melhorar. 
Com o resultado, o Corinthians, com 26 pontos, permanece na 7ª posição no Campeonato Brasileiro e o Atlético-PR, com 14 pontos, é o 18º colocado. 
Na próxima rodada, o Timão enfrentará a Chapecoense, no domingo, 12/08, na Arena Condá, em Chapecó. Mas antes, viaja ao Chile para enfrentar o Colo Colo, no jogo de ida das oitavas de final da Copa Libertadores da América, a ser realizado na quarta feira, 08/08, às 21:45 horas, no estádio Monumental David Arellano, em Santiago. Por sua vez, o Atlético-PR enfrentará o Penãrol na terça-feira, 07/08, pela segunda fase da Copa Sul-Americana e, pelo Brasileirão, o Ceará, no sábado, 11/08, no estádio Castelão. 

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globo esporte.globo.com-twitter.com/@brunocassucci 
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quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Uma pequena vantagem

O Corinthians começou embalado e abriu o placar aos cinco minutos numa jogada em que Cássio fez um lançamento para Pedrinho que ajeitou a bola para a perna esquerda e cruzou para Romero que, de cabeça, mandou para o gol. Mesmo tendo o controle do jogo nos primeiros trinta minutos, o Timão não conseguiu ampliar o resultado. Mas, aos poucos o time catarinense foi se soltando e voltou melhor na etapa final, dando trabalho para nossa defesa e fazendo o Cássio trabalhar. A melhora do Chapecoense coincidiu com o cansaço dos alvinegros, exigindo que Loss substituísse Jadson por Ángelo Araos, Pedrinho por Emerson Sheik e Mateus Vital por Marquinhos Gabriel. As substituições deram outro gás ao time, obrigando o Jandrei a fazer algumas defesas. Mas o resultado manteve-se e, com a vitória de 1 a 0, o Corinthians só precisa de um empate no jogo de volta para se classificar para a semi final. 
Com 54% de posse de bola, o Corinthians finalizou 13 vezes, (5 certas e 8 erradas) contra 10 do Chapecoense (3 certas e 7 erradas), desperdiçando muitas oportunidades de ampliar o placar para ter mais tranquilidade no jogo de volta. 
Apesar da queda de rendimento no 2º tempo, o time esteve seguro na defesa, tocou bem a bola, foi bem na transição da defesa para o ataque, com boa movimentação, velocidade e triangulações. Osmar Loss parece ter acertado a formação do time que, aos poucos, vai assumindo sua maneira de jogar, arriscando-se mais no ataque, mas sem abrir mão da marcação. Parece que, felizmente, os jogadores estão entendendo e executando o que se espera deles. 
Gol
Romero, novamente, desequilibrou e foi o melhor em campo. Também merecem destaque as atuações de Pedrinho, Danilo Avelar e Cássio, que além de seguro na defesa, iniciou a jogada do gol. Ángel Araos fez uma boa estreia. Mesmo sem o entrosamento necessário, movimentou-se bem, procurou o jogo e quase marcou um gol. Douglas e Gabriel fizeram faltas desnecessárias e Marquinhos Gabriel em nada contribuiu em campo, além de levar um cartão amarelo. 
Com o resultado o Corinthians só precisa de um empate no jogo de volta para classificar-se para a semi final no dia 15/08, às 21:45 horas na Arena Condá em Chapecó, Santa Catarina. 
O próximo compromisso do Timão será pelo Campeonato Brasileiro no sábado, 04/08, às 21:00 horas na Arena Corinthians, em Itaquera, contra o Atlético-PR. O Chapecoense, também pelo Brasileirão, enfrentará o Sport, às 19:00 horas no domingo, 05/08, em Recife.

Créditos e fontes de imagens e vídeo 
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domingo, 29 de julho de 2018

Virando o jogo

Após um primeiro tempo instável e com desvantagem no placar, o Corinthians voltou do vestiário com uma nova postura e aos três minutos da etapa final empatou a partida no Mané Garrincha. Foi o começo de uma virada espetacular, mostrando a capacidade de superação do time, através de muita entrega de seus jogadores. 
O Corinthians dominou no início do jogo, mas o Vasco apertou a marcação, assumiu o controle do jogo e em chutes de longa distância passou a ameaçar a meta corinthiana. Somente aos 43 minutos, numa cobrança de escanteio, Danilo Avelar assustou o Vasco com uma bola na trave. Mas logo a seguir, num lance polêmico, envolvendo Fagner e Yago Pikachu, o árbitro assinalou um pênalti para o time carioca, cobrado e convertido pelo próprio Pikachu. 
Gols
No intervalo, Osmar Loss acertou o time no vestiário, que voltou com uma nova atitude e com uma postura mais aguerrida. E, aos 3 minutos, com uma bela assistência de Jadson, Romero empatou a partida. Aos 11 minutos, Pedrinho recebeu a bola de Clayson e cruzou para a área, Romero se antecipou à marcação e finalizou colocando o Corinthians à frente do placar. Aos 31 minutos, Matheus Vital foi derrubado na área, o árbitro marcou o pênalti que, aos trinta e três minutos, foi convertido em certeira cobrança do Jadson. Aos 47 minutos, Romero recebeu a bola de Emerson Sheik na intermediária e partiu sozinho rumo a meta adversária para fechar a goleada. 
Podemos afirmar que tivemos dois jogos, um em cada tempo, o primeiro com o predomínio vascaíno e o segundo com o controle total do Timão. Osmar Loss fez a leitura correta do jogo e, no intervalo, estabeleceu uma estratégia capaz de anular as investidas do Vasco e buscar o resultado, que superou as mais otimistas expectativas. Os jogadores entenderam as recomendações do técnico e se doaram em campo com muito empenho e vontade. O resultado revela o bom desempenho coletivo, o que permitiu que as individualidades emergissem. Romero, sem dúvida, foi o melhor em campo. Também merecem destaque as atuações de Pedrinho, Danilo Avelar e Jadson. Se no primeiro tempo o time deixou a desejar, na etapa final presenciamos o oposto, com uma equipe organizada, oportunista, taticamente aplicada e capaz de traduzir em resultado o seu bom desempenho. 
Com a vitória, o Corinthians, com 25 pontos encontra-se na 7ª posição na tabela de classificação e o Vasco, com 19 pontos, está no 12º lugar. 
Pelo Campeonato Brasileiro, o Timão enfrentará o Atlético-PR no próximo sábado, 04/08, às 21:00 horas em Itaquera. Mas antes terá pela frente o desafio das quartas de final da Copa do Brasil na próxima quarta feira, 01/08, às 21:45 horas diante do Chapecoense. 
Já o Vasco jogará contra o São Paulo, na tarde de domingo, 05/08 no Morumbi. Pela Copa Sul-Americana, a segunda partida contra a equatoriana LDU será só em 9 de agosto, em São Januário. 

Créditos e fones de imagem e vídeo 
youtube.com/Sempre Futebol-Rodrigo Gazzanel/Agência Corinthians/gazetaesportiva.com 
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quinta-feira, 26 de julho de 2018

A volta por cima

Após a derrota por 3 a 1 para o São Paulo no Morumbi, o Corinthians reagiu em Itaquera e venceu o Cruzeiro por 2 a 0, com dois gols do Romero. Depois de um início nervoso e afobado e cometendo erros pueris, o time conseguiu superar suas dificuldades, mesmo com a perda por contusão de seu atacante de referência, o que obrigou Osmar Loss a mudar o esquema tático para o 4-2-4. Com Pedrinho no lugar do Jônathas, Romero passou a atuar como um falso 9, o time ganhou em movimentação e conseguiu, com boa marcação, segurar o ataque do Cruzeiro. No intervalo, Loss conseguiu acertar o time, que voltou a campo com uma nova postura, com maior objetividade e conseguindo trabalhar melhor a bola. 
Gols
Aos 16 minutos Danilo Avelar driblou Lucas Romero e bateu colocado, Fábio fez a defesa, mas deu o rebote e Romero mandou a bola para o fundo do gol. Aos 34 minutos, Jadson cobrou falta no travessão e, no rebote, Romero ganhou a disputa com Manoel e cabeceou para ampliar o placar. 
Na realidade, tivemos dois tempos diferentes. No primeiro tempo vimos um Corinthians nervoso e cometendo muitos erros, que às duras penas conseguiu segurar o empate. Na volta do vestiário, tivemos um time mais seguro e confiante, que conseguiu se impor ao adversário e dominar o jogo, segurando as investidas do time mineiro e conseguindo uma importante vitória. 
Romero foi o melhor jogador em campo, não só pelos gols, mas pelo conjunto da obra. Pedrinho, com sua movimentação e seus dribles, mudou a dinâmica do jogo. Danilo Avelar foi bem na defesa e no ataque e Jadson rendeu bem como armador. Léo Santos começou inseguro, mas depois se acertou e Douglas fez uma boa estreia. Cássio teve uma atuação segura e fez duas defesas difíceis. De negativo, as atuações de Henrique e Clayson, que tiveram um desempenho aquém do que podem render. 
Apesar das dificuldades de início, o Corinthians conseguiu reagir e sair com a vitória. Mesmo com um elenco defasado por lesões e saídas de jogadores, o time conseguiu superar a falta de entrosamento dos que entraram. A vitória e o bom desempenho na etapa final são importantes para a a retomada de confiança do time que, mesmo com os desfalques, foi capaz de superar as dificuldades inerentes ao desentrosamento de uma equipe em reconstrução. 
Com o resultado, o Corinthians, com 22 pontos, mantém-se na 8ª posição da tabela de classificação, e o Cruzeiro, com 24 pontos, ocupa a 6ª colocação. 
Na próxima rodada, o Corinthians enfrentará o Vasco no próximo domingo, 29/07, às 11:00 horas (horário de Brasília) no estádio Mané Garrincha, em Brasília, e o Cruzeiro, no mesmo dia, às 16:00 horas, receberá o São Paulo, no Mineirão em Belo Horizonte. 

Créditos e fontes de imagens e vídeo 
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Rodrigo Coca/twitter.com/@A_Corinthians