quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Obrigada Danilo

Mesmo com certo atraso, devido a problemas de saúde, rendo minha homenagem e declaro minha mais profunda gratidão ao jogador Danilo que, lamentavelmente, deixou o Corinthians neste final de temporada. 
Agradeço pelo seu profissionalismo, pela sua dedicação e pela maneira exemplar com que atuou no Timão. Sua passagem ficará marcada na mente de cada corinthiano. 
Sua técnica apurada, sua capacidade de ler o jogo, seus passes certeiros, seus gols e a seriedade com que encarava cada jogo serão lembrados pela Fiel com muito respeito e carinho. Sua atuação em momentos decisivos, principalmente nos clássicos e em jogos finais ficarão marcados em nossas mentes e em nossos corações. 
Chegou tranquilo, cercado de certa desconfiança por ter jogado no time da Vila Sônia, mas pelo seu profissionalismo e pela sua dedicação, conquistou a confiança da Fiel, tornando-se um dos jogadores mais queridos do elenco. 
Humilde e simpático, sempre tratou todos com muito carinho, carinho que dele recebi quando visitei o C.T. Um dos jogadores mais assediado pelos visitantes, atendeu a todos com um sorriso nos lábios, posando para as fotos e dando autógrafos com muita paciência. Quando chegou a minha vez, pedi-lhe desculpas por estar atrasando seu retorno ao lar e ele respondeu-me que atender a torcida fazia parte do seu trabalho e que a torcida era fundamental para as coquistas alvinegras. E, sem pressa nem afobação, abraçou-me para a foto. 
Sua tranquilidade, humildade e simpatia aliadas a uma técnica primorosa, disciplina e dedicação, fizeram dele um ídolo do clube, fato raro a jogadores ainda em atividade. Devido à lesões ficou muito tempo parado. Mesmo assim foi decisivo, pois graças à sua atuação nos últimos jogos, nos livramos do rebaixamento e nos classificamos para a Sul Americana. 
Pela sua brilhante atuação, por tudo o que fez no Corinthians, pelo papel pedagógico exercido principalmente perante aos mais jovens creio que merecia mais um ano de contrato. Tê-lo no elenco seria fundamental no vestiário e no campo. Embora não mais aguente atuar 90 minutos em todos os jogos, ainda tem capacidade e talento para entrar no segundo tempo e mudar um jogo difícil, além de servir de referência para o elenco e de exemplo para os mais jovens. 
Infelizmente a diretoria, que mantém alguns perebas no elenco  e paga parte dos salários para jogadores atuarem em outros times, optou por não renovar seu contrato. Com essa decisão, perde o Corinthians e perdemos nós torcedores. Vai ser muito triste ver o Danilo jogando em outro time, principalmente contra nós. 
Por tudo o que realizou no Timão, por seus passes magistrais, por suas assistências, por seus gols e pelo ser humano maravilhoso que é, só posso dizer obrigada Danilo por ter vestido e honrado a camisa do Timão. 

Créditos e fontes de imagem 
Carlos Zaparolli 
twitter,com/@fielonline 

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

VOLTA CORINTHIANS

O ano até começou bem. Sagrando-se Campeão Paulista no Chiqueiro, o Corinthians parecia que ia embalar. Mas, de desmanche em desmanche, inclusive da comissão técnica, o time degringolou e só não foi rebaixado no Brasileirão por incompetência dos times  da parte debaixo da tabela e pela gordurinha acumulada no início do campeonato. Nesse campeonato, o Corinthians teve a mesma pontuação do ano do rebaixamento. Em 2007 com 44 pontos foi o 17º colocado com 10 vitórias, 14 empates e 14 derrotas. Em 2018, com os mesmos 44 pontos foi o 13º colocado com 11 vitórias, 11 empates e 16 derrotas. 
A classificação para a final da Copa do Brasil até deu um alento e a esperança de que o time iria deslanchar, mas não passou de um voo de galinha. 
Nesta temporada faltou tudo. Faltou competência e seriedade aos dirigentes, faltou comando à comissão técnica, faltou condições físicas e técnicas aos jogadores e ao time faltou padrão de jogo. Mas, sobretudo, faltou comprometimento. Com raríssimas exceções, faltou garra ao elenco que, embora limitado, não rendeu tudo o que poderia. O que vimos em campo, principalmente após a parada da Copa do Mundo, foi um time sem raça e sem alma, que mais parecia um catadão para a pelada de final de semana do que um time de futebol. 
O último jogo, a derrota para o Grêmio em Porto Alegre, foi um festival de horrores, o retrato da desolação, da incompetência e da desmotivação. Um primeiro tempo horrível e uma ligeira melhora na etapa final, mas que em nenhum momento chegou a ameaçar o adversário. Se o Grêmio não tivesse tirado o pé, teríamos tomado uma goleada. Assim, o Corinthians fez uma despedida melancólica da temporada e do campeonato, digna de um time amorfo e desmotivado, sem técnica, sem padrão de jogo e sem raça. 
Seria repetitivo elencar as razões desse ano desastroso. Mas não considero que seja um ano para esquecer e sim para lembrar os erros que deverão ser evitados. E que no próximo ano a diretoria pense mais no Corinthians do que em suas negociatas, que a nova comissão técnica tenha à sua disposição um elenco melhor qualificado, que os jogadores honrem, pelo menos, seus polpudos salários e que a Fiel Torcida, a única que não decepcionou, continue representando magnificamente a Nação Corinthiana. E que tenhamos novamente um time capaz de honrar a camisa do Corinthians. 
VOLTA CORINTHIANS

Fonte de imagem 
globoesporte.globo.com 

terça-feira, 27 de novembro de 2018

A torcida fez a sua parte. Já o time...

A torcida fez a sua parte. Compareceu, cantou, gritou e apoiou. Mas o time ficou devendo e decepcionou. Sem padrão de jogo, sem criatividade, sem raça e sem vontade ficou devendo e muito. Empatar em casa com um time fraco é mais que uma vergonha. É um desrespeito ao torcedor. Mal treinado e mal escalado, pois deixou de fora Danilo, o mais técnico e o mais lúcido do elenco, o time nada criou e não ameaçou o adversário. Faltou futebol, faltou vontade, faltou criatividade e faltou objetividade. Foi um jogo com cara de xepa de feira. 
Mesmo jogando mal e empatando, conseguimos nos livrar do rebaixamento. Isso ocorreu mais pela gordurinha deixada pelo Carille e pelo baixo nível dos adversários da parte de baixo da tabela que pelos nossos méritos, pois, pelo que jogamos no segundo turno estaríamos rebaixados. Aliás, o atual Corinthians reflete a incapacidade de seus últimos treinadores. Sem padrão de jogo, sem organização e sem entrosamento, mais parece um catadão do que um time que disputa a Série A do Campeonato Brasileiro. Nem seus melhores jogadores conseguem render nesse simulacro de time mal treinado, mal gerido e mal dirigido. 
Com raríssimas exceções, o desencanto, a insatisfação e a falta de motivação são evidentes. Parece que só estão esperando o ano acabar. A última coletiva do técnico foi deprimente, a imagem de um ser derrotado e incapaz de conduzir um grupo. Obviamente, todos já sabem que ele não permanecerá no próximo ano, o que explica esse clima de desalento que contamina todo o grupo. 
Diante dos maus resultados e do fraco desempenho do time na atual temporada, é fundamental que se opere uma mudança não só de pessoas, mas de postura em todos os níveis, colocando como prioridade o desempenho alvinegro. Que se faça a limpeza necessária no elenco, que se contrate jogadores que cheguem, vistam a camisa e resolvam, que se reforcem as posições carentes e que voltemos a ter um time de futebol. 
Infelizmente, o que poderia alavancar essas mudanças, a diretoria, não poderá ser mudada. Assim, cabe à torcida pressionar e exigir maior responsabilidade e competência dos atuais dirigentes. Tomara que o susto da ameaça de rebaixamento sirva de lição e que tomem as providências necessárias para resgatar a grandeza da Nação Corinthiana. 

Fonte de imagem 
globoesporte.globo.com 

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

No olho do Furacão

Sucumbimos no olho do Furacão. Num jogo tecnicamente fraco, mais uma vez levamos um gol de bola parada, um gol de escanteio em que nossa defesa vacilou e Léo Pereira subiu sozinho para cabecear. E, sem qualidade técnica e sem variação tática, não conseguimos nem um mísero empate. 
Mas o título deste post não se restringe apenas ao apelido do Atlético-PA. Não é esse o único nem o principal furacão que nos atormenta. Na realidade, estamos no olho do furacão dos desmanches, da incompetência, da má fé e da irresponsabilidade, com reflexos no desempenho do time em campo. Nosso elenco é limitado, nosso técnico é fraco, não conseguiu dar um padrão de jogo ao time e é incapaz de tirar o melhor de cada jogador. Nem mesmo os mais capacitados e experientes conseguem render. Nenhuma variação de jogada, nada que possa surpreender o adversário, somente toque de lado e recuo da bola para o Cássio. Inseguro na defesa e sem criatividade no meio campo, a bola não chega ao ataque e nas poucas vezes que chega, finalizam errado. Se os treinos não estão sendo efetivos, o treineiro deveria buscar alternativas de jogo, mas para isso precisaria ter um mínimo de competência e criatividade. 
Mesmo faltando ainda dois jogos para o término do campeonato, o Corinthians já apresenta o maior número de derrotas no Campeonato Brasileiro, (26), superando o mau desempenho de 2003 e 2006, quando sofreu 25 derrotas. 
Ao término desta rodada o Corinthians, com 43 pontos, permanece na 12ª posição na tabela de classificação e a 5 pontos da zona de rebaixamento. Seu próximo compromisso será no domingo, 25/11, às 19:00 horas em Itaquera contra a Chapecoense. 
Obviamente que Jair Ventura não é o único culpado desse desastre alvinegro, mas não deixa de ser um dos seus responsáveis. Culpado é quem o contratou, quem desmanchou o time e permitiu a debandada da antiga comissão técnica e não repôs à altura os jogadores vendidos e os demais profissionais. Mesmo sendo repetitiva, pois a situação não mudou, ouso afirmar que a responsabilidade da situação desastrosa do time na atual temporada é da diretoria e do seu grupo que transformaram nosso time num balcão de negócios e no paraíso dos empresários. 

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segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Vitória VITAL

Valeu a lei do ex e fomos salvos pelo gol do Mateus. Gol VITAL para nos afastar da zona de rebaixamento, gol VITAL para voltarmos a respirar no Campeonato Brasileiro. Não jogamos tão bem quanto precisávamos, mas não faltou raça. Foi um jogo mais de transpiração do que de inspiração, com os veteranos assumindo a bronca e puxando os garotos. Cássio, Fagner, Ralf e Jadson dando o seu melhor e Thiaguinho e Mateus Vital agarrando a oportunidade e mostrando serviço.
O gol corinthiano, que nos garantiu a vitória pelo placar mínimo, ocorreu no início da etapa final e contou com a participação de dois ex vascaínos. Fagner acertou cruzamento preciso na entrada da pequena área para Mateus Vital cabecear para o gol. Lei o ex em dose dupla para a alegria da Fiel. 
Gol
Num jogo de muito sofrimento, levando sufoco até o apito final, empurrado por mais de 38 mil torcedores na Arena conseguimos uma vitória suada, mas que nos dará mais tranquilidade para enfrentar os próximos desafios. E assim, numa combinação de resultados favoráveis na parte de baixo da tabela, o Timão, com 43 pontos, dobrou de três para seis pontos a distância da zona de degola. Restando três jogos para o término do Brasileirão, o Corinthians só depende dele para se manter na elite do futebol nacional. 
O próximo compromisso do Timão será na quarta feira, 21/11, às 21:45 horas contra o Atlético-PR, na Arena da Baixada em Curitiba. 

Créditos e fontes de imagem e vídeo 
facebook.com/SC Corinthians Paulista 
youtube.com/Bruno32-globo.com 

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

As desVENTURAs do Jair

Enquanto Andrés DeSmANCHES viaja para a Europa, Jair desVENTURA continua desfilando sua incompetência como técnico do Corinthians. Sabemos que trabalha com um elenco limitado, mas é inegável que conseguiu piorar o time, que já não vinha bem com o Carille e com o Osmar Loss. Os números deixam claro seu péssimo desempenho no comando da comissão técnica alvinegra. Em 15 jogos obteve 3 vitórias (20%), 5 empates (33%), 7 derrotas (47%), 11 gols marcados (média 0,73), 17 gols sofridos (média 1,13), 14 pontos ganhos de 45 disputados e apenas 31% de aproveitamento. 
Pela postura do time em campo ele parece ser incapaz de motivar os jogadores, pois com raríssimas exceções, a equipe não tem demonstrado organização, confiança e regularidade. Mesmo com maior posse de bola, não sabe o que fazer com ela, pouco avança e, com frequência, erra no arremate final. Os jogadores parecem perdidos e descontrolados emocionalmente, o que tem acarretado muitos cartões e expulsões. Insegurança e afobação têm sido um complicador na maioria dos jogos, denotando falta de confiança e indecisão em campo. O mau desempenho mostra a ineficácia dos treinos realizados e a necessidade de se buscar alternativas capazes de melhorar o rendimento da equipe. Falhas na escalação e substituições equivocadas também têm sido frequentes. 
Alguns jogadores, mesmo atuando mal, são figuras carimbadas e permanecem no time. No último jogo, escalou o Douglas e deixou o Thiaguinho no banco. Além de não saber marcar, ter um péssimo passe e fazer faltas bobas, Douglas é descontrolado e afobado e Thiaguinho havia ido muito bem contra o São Paulo. Qual foi o critério da escolha do segundo volante? 
Outro problema do Jair é a falta de humildade. Com o time capengando e com perigo de rebaixamento, ele teve o desplante de dar uma entrevista garantindo que o time é bom e não vai cair. Sua postura arrogante em nada ajuda o time e, felizmente, não por méritos nossos, mas por tropeços dos adversários diretos, permanecemos no 13º lugar na tabela e com os três pontos de diferença da zona de rebaixamento. 
Obviamente que o Jair não é o único responsável pela situação caótica em que nos encontramos. Há jogadores no Corinthians que não tem a mínima qualidade para atuar num time de Série A. Mas, desorganização e desequilíbrio estão diretamente ligados à orientação técnica e tática do comandante do time, bem como à sua capacidade de motivar seus jogadores, tirando o melhor de cada um. E isso não estamos vendo no desempenho do time em campo. 
Mas Jair Ventura e tudo o que está ocorrendo com nosso time é consequência de algo mais grave. Uma análise mais acurada na busca das causas primárias da situação vigente evidencia que o planejamento equivocado de uma diretoria incompetente e descompromissada é o responsável maior pelo mau desempenho alvinegro na temporada. Andrés Sanches e sua diretoria mancomunada com maus empresários são a raiz do caos que o Corinthians está vivenciando em campo e fora dele, das derrotas sucessivas, do time e da comissão técnica limitados, da falta do patrocínio master, da não venda do "naming rights", dos desmanches sucessivos e da atual crise financeira. 
As desVENTURAS do Jair e seus comandados são a consequência natural da péssima administração do grupo Renovação e Transparência que está na direção do Sport Club Corinthians Paulista. 

Créditos e fontes de imagens 
globoesporte.globo.com-Douglas Magno/BP Filmes/globoesporte.globo.com 

domingo, 11 de novembro de 2018

Assalto em Itaquera

Eu preferia estar comentando o bom jogo do Corinthians  contra o São Paulo em Itaquera, elogiando o ótimo desempenho do Carlos Augusto na lateral esquerda, comemorando o gol do Ralf, "cornetando" o destempero do Araos e enaltecendo a garra e o comprometimento do time. E, principalmente, comemorando uma vitória merecida que nos foi roubada por uma arbitragem incompetente e/ou desonesta que invalidou um gol legítimo do Danilo e deixou de assinalar dois pênaltis claros: Romero derrubado dentro da área e um toque de mão do Arboleda, também dentro da área. 
Embora erros contra nós sejam frequentes, os do Majestoso são bastante suspeitos, principalmente pela visita de Ricardo Rocha, dirigente do São Paulo, no vestiário dos árbitros, conforme consta na súmula do jogo: https://www.meutimao.com.br/noticias-do-corinthians/303700/sumula-do-arbitro-do-majestoso-confirma-que-ricardo-rocha-foi-ao-vestiario-antes-do-jogo 
O gol não validado foi tão escandaloso, que o árbitro de trás, Leonardo Sígari Zanon, disse não ter visto o lance e se desculpou com o Cássio: https://www.gazetaesportiva.com/times/corinthians/assistente-pediu-desculpas-cassio-por-nao-ter-visto-o-gol-de-danilo/ 
Mas, mesmo com a ajuda da arbitragem e de ter atuado metade do jogo com um jogador a mais, o São Paulo não conseguiu quebrar o tabu e continua sem vencer o Corinthians em Itaquera. 
Com o resultado, o Corinthians, com 40 pontos, ocupa a 13ª posição na tabela de classificação e está a 05 pontos da zona de rebaixamento. 
O próximo compromisso  do Timão será na quarta feira, 14/11, às 21:45 horas, contra o Cruzeiro no Mineirão, em Belo Horizonte. 

Créditos e fontes de imagens 
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