domingo, 29 de setembro de 2013

Portuguesa X Corinthians

Sem vencer nos últimos 6 jogos do campeonato, o Corinthians disputará a 24ª rodada do Brasileirão contra a Portuguesa, em Campo Grande, no estádio Pedro Pedrossian, o Morenão, neste domingo às 16 horas. A Portuguesa vendeu o mando de campo para a cidade de Campo Grande, abrindo mão de disputar a partida no Canindé diante de sua torcida, em troca de dinheiro para abastecer sua conta bancária, algo inimaginável, antes do futebol business. Enquanto o Corinthians precisa voltar a vencer para quebrar o jejum de vitórias e de gols, a Portuguesa, que vem de duas vitórias, também precisa vencer para afastar de vez o fantasma do rebaixamento. Após os triunfos sobre Náutico e Internacional, a Portuguesa acumulou cinco vitórias nos últimos sete jogos.
Ficha Técnica - Portuguesa X Corinthians
Local: Estádio Morenão, em Campo Grande (MS)
Data: 29 de setembro de 2013, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis (SP) e Bruno Salgado Rizo (SP)
Portuguesa: Lauro; Corrêa, Moisés Moura, Valdomiro e Rogério; Ferdinando, Moisés, Bruno Henrique e Souza; Bérgson e Gilberto. Técnico: Alexandre Faganello
Corinthians: Cássio; Edenílson; Gil, Paulo André e Igor; Ralf e Ibson; Romarinho, Douglas e Emerson; Guerrero. Técnico: Tite
No Corinthians, além dos escalados, também foram relacionados o goleiro Júlio Cesar, o lateral Alessandro, os zagueiros Felipe e Cléber, os volantes Maldonado e Jocinei, o meia Danilo e os atacantes Alexandre Pato e Paulo Victor.
Tendo que lidar com contusões e desgaste físico dos jogadores, Tite não consegue repetir a mesma equipe em jogos seguidos, sendo obrigado à frequentes mudanças. Mas, mesmo tendo outras opções no elenco, insiste sempre com os mesmos jogadores. Até parece que alguns jogadores têm cadeira cativa no time, pois mesmo jogando mal são sempre lembrados. É o caso de Ibson e Maldonado, que se revesam no meio campo e no quesito fazer besteira e de Romarinho, que está mais para atleta do Corre Corinthians do que pra meia atacante. Não é possível que Jocinei possa ser pior que o Ibson e o Maldonado nem que Alexandre Pato e mesmo o garoto Paulo Victor estejam numa fase pior que a do Romarinho.
Danilo, desgastado, e Alessandro, voltando de lesão, ficam como opção de banco, bem como Pato, que apesar de ter feito muito mais gols que Romarinho e ter custado ao clube uma grana alta, dificilmente começa jogando.
Enquanto isso, Fábio Santos, os dois Guilhermes e o Renato Augusto continuam se recuperando de lesões, o Zizao continua café com leite e Matheuzinho e Léo verão o jogo pela televisão.
Na Portuguesa o desfalque começa pelo técnico Guto Ferreira, suspenso, e continua com as ausências do atacante Diogo, operado de apendicite, e do lateral direito Luiz Ricardo, suspenso. O auxiliar Alexandre Faganello ficará no banco, em comunicação constante com o chefe Guto Ferreira. A Portuguesa terá os retornos de Lauro e Gilberto, que não participaram da vitória sobre o Internacional por questões contratuais e de Valdomiro e Bruninho, que escaparam de punição pela confusão com a arbitragem na derrota para o Grêmio e estarão à disposição do técnico. Mas, além dos desfalques já citados, a Lusa também não poderá contar com Henrique, Diego Viana, Romão, Douglas e Muralha, lesionados, nem com William Arão, impedido de jogar por cláusula contratual.
Preocupado com a situação atual do Corinthians, no último treino Tite trabalhou o posicionamento ofensivo do time, com Romarinho pela esquerda, Emerson Sheik pela direita, Douglas na armação e Guerrero como homem de referência na área. Treinou também lançamentos e trabalhou finalizações. O treinador conversou muito com os titulares antes do início da atividade e orientou cobranças de escanteio e falta, com Douglas como destaque.
Incomodado com o jejum de gols, Tite apelou para a tecnologia esportiva do Corinthians, que reuniu em vídeo as oportunidades criadas pela equipe nas últimas sete partidas, quando houve apenas um gol, marcado contra e atribuído erroneamente a Alexandre Pato. O vídeo demonstrou que nesse período, o time teve 18 situações reais de gol, com apenas 30% de finalizações em direção ao gol, das 70 realizadas. Diante desse resultado, Tite cobrou dos jogadores maior precisão e declarou que treinos de finalização não têm faltado, mas o que falta é botar a bola na rede, problema que o time espera resolver no domingo, contra a Portuguesa. “O grau de precisão está baixo. Acentuamos o treinamento, mas não é só treinamento, depende também de concentração.”
Diante disso eu pergunto: Como manter a concentração se os atacantes têm que correr o campo todo para marcar e cobrir os laterais, se até o meia de criação e o centro avante voltam pra marcar? Se existe uma defasagem nas laterais, por que não tentar outro esquema de jogo? Se está difícil criar algo novo, aproveite a sugestão do blogueiro Willian Sena
Apesar das dificuldades e da má fase, a torcida faz jus ao nome Fiel. Apoia o tempo todo e não desanima. No desembarque do time em Campo Grande, ela estava lá no aeroporto para saudar os jogadores. Aproximadamente 200 pessoas compareceram ao local para receber a delegação, com bandeiras, bateria e até mesmo rojões. De acordo com a assessoria de imprensa do Corinthians, a intenção do elenco era passar pelo saguão para ter contato com os torcedores, mas, devido ao espaço limitado do local e ao número superior ao que era previsto de pessoas no momento da chegada do Timão, oficiais da polícia local pediram que jogadores e comissão técnica saíssem direto pela pista de pouso rumo ao hotel onde ficarão concentrados, frustrando os torcedores. Em busca de fotos e autógrafos, muitos tentaram acompanhar o elenco até o local onde o Corinthians está hospedado. Comerciantes posicionaram-se em frente ao hotel, vendendo bandeiras e camisas. Mais de dez mil ingressos já foram vendidos para a confronto deste fim de semana. A capacidade do Morenão é de 29 mil pessoas. Mesmo a mil quilômetros de São Paulo, o Timão terá a maioria da torcida no palco do confronto.
Saindo de uma temperatura de 11 graus e chegando ao local do jogo num calor de 34 graus, os jogadores ressentiram-se com a diferença de temperatura e o técnico já alertou que o calor vai interferir na velocidade e na intensidade do time. Portanto, diante de um resultado adverso, o vilão será o calor e não mais a altitude, o calendário, a viagem ou a grama sintética.
Acontece que o calor será o mesmo para os dois times e ambos saíram, igualmente, do frio para o calor. O jogo como um todo poderá perder qualidade, mas o calor, interferindo igualmente em todos, não poderá ser usado como desculpa, se o time não obtiver o resultado almejado.
Embora torcendo e vibrando muito pela vitória alvinegra, não vou fazer nenhum prognóstico. Ultimamente, minha bola de cristal está muito embaçada e tenho errado todas as previsões. As derrotas e o jejum de gols têm desafiado a lógica. Assim, limitar-me-ei a torcer, a vibrar e até mesmo a rezar, pedindo ao Padroeiro que entre em campo para nos ajudar e que nossos jogadores que hoje habitam o outro plano "incorporem" nas peças chaves do nosso elenco. Quem sabe o Doutor Sócrates não venha para sair um toque de calcanhar ou o Luizinho não venha inspirar alguém em campo para uma bela enfiada de bola nas redes. Sim, amigos leitores, a situação está tão crítica, que estamos necessitados de uma ajuda espiritual. Portanto, formemos uma corrente de vibrações positivas, emanando boas energias para nossos jogadores. E, para não atrair nada de mal, esforçar-me-ei para, antes e durante o jogo, não emanar nenhum pensamento negativo que possa baixar o padrão vibratório do nosso Timão.

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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Corinthians 0 X 0 Grêmio - Dos males, o menor

Melhores momentos
Comentários
Mesmo jogando em casa, o Corinthians não conseguiu passar pelo Grêmio e saiu apenas com um empate do Pacaembu. No mais autêntico estilo da escola gaúcha, os dois times mais se defenderam do que atacaram. Estratégia que favoreceu o adversário, que terá a chance de, em casa, buscar o resultado, enquanto o Timão, fora de casa, vai ter que correr atrás do prejuízo e fazer os gols que não fez no Pacaembu.
Num jogo pegado, em que em alguns momentos esqueceram do futebol e partiram para o MMA, com um a arbitragem confusa e omissa, abusou-se das faltas para parar as jogadas de ataque. Os gaúchos devem ter achado que estavam lidando com cavalo xucro nos Pampas e abriram a caixa de ferramentas.
A arbitragem deixou a pancadaria do Grêmio comer solta e, ou por incompetência ou por má fé, além de não coibir a violência, inverteu muitas faltas, marcando-as para o time da casa. E pra complicar ainda mais, anulou um gol legítimo, em que o Guerrero estava na mesma linha. Faltas invertidas, um gol mau anulado e um pênalti não marcado para o Timão. Eis o saldo da péssima arbitragem. Apito inimigo...
O Corinthians fez um bom 1º tempo, mas não conseguiu repetir o bom desempenho na etapa final. As substituições não ajudaram e os nossos jogadores entraram na pilha dos gaúchos. Continuamos errando passes e finalizações e com o Douglas fisicamente mal, tanto que pediu para sair, a criação foi muito prejudicada. Danilo não foi nem sombra do que jogou em 2012, Romarinho deixou seu futebol na Bombonera e nosso ataque continuou o de costume, sem fazer gols, mesmo com o Émerson tendo voltado a jogar bem. Apesar de sobrecarregado, tendo que correr o tempo todo e cobrir a lateral,  arriscou chutes ao gol, levando perigo ao Dida. 
Se o time ainda se apresentou um tanto desarticulado, com falhas na criação e no ataque, com o Ralf sobrecarregado devido a inoperância dos segundos volantes que atuaram nos dois tempos, se alguns jogadores foram vencidos pelo cansaço e outros pouco produziram, pelo menos, a maioria mostrou mais vontade em campo e não tomamos gol. Não foi o resultado ideal nem o desejado, mas considerando que gol fora de casa vale mais, podemos considerar que o resultado poderia ter sido ainda pior. Se não saímos no lucro, não tivemos um prejuízo irreversível, ou seja, dos males, o menor. Qualquer vitoria simples em Porto Alegre ou um empate com gols nos classifica, uma vitória sem gols vai para os pênaltis e somente uma derrota nos elimina.
Apesar da noite fria e chuvosa, o Pacaembu recebeu um bom público, mesmo o ingresso não custando dois reais.
Embora não dê para comemorar um empate no Pacaembu, temos um mês para treinar, para por a casa em ordem e afastar de vez essa má fase, principalmente porque até lá teremos de volta os contundidos. No mais, é só trabalhar forte para recuperar a pegada que nos levou às conquistas anteriores, porque, como afirma meu amigo Filipe Martins Gonçalves, São Jorge não ajuda vagabundo.
Coletiva - Tite
Ficha Técnica - Corinthians 0 X 0 Grêmio
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 25 de setembro de 2013, quarta-feira
Horário: 21:50 horas (de Brasília)
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG)
Assistentes: Marcio Eustáquio Santiago (MG) e Kleber Lúcio Gil (SC)
Público: 28.351 pagantes
Renda: R$ 921.633,00
Cartões amarelos: Danilo, Guerrero, Gil, Emerson e Danilo Fernandes (Corinthians); Souza, Barcos, Paulinho e Elano (Grêmio)
Corinthians: Cássio; Edenílson, Gil, Paulo André e Igor; Maldonado (Ibson) e Ralf; Danilo, Douglas (Romarinho) e Emerson; Guerrero (Alexandre Pato). Técnico: Tite
Grêmio: Dida; Pará, Rhodolfo, Bressan e Alex Telles; Souza, Ramiro e Riveros; Kleber, Barcos (Elano) e Vargas (Paulinho). Técnico: Renato Gaúcho

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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Copa do Brasil - Corinthians X Grêmio

É hora de mudar o chip e jogar todas as fichas naquilo que nos restou para salvar o semestre. É hora de superar os obstáculos e as dificuldades e buscar o tetracampeonato da Copa do Brasil.
Após o susto contra o Luverdense, vamos para o 1º jogo das quartas de final, que será disputado nesta quarta feira, dia 25/09, às 21:50 no estádio do Pacaembu.
No campeonato brasileiro, os dois times vivem momentos turbulentos.
O Corinthians, sem vencer há seis jogos e com apenas um gol marcado nesse período e apenas na 11ª colocação nos pontos corridos, tem a necessidade de vencer para não ficar fora da Copa Libertadores em 2014, principal meta da diretoria e da comissão técnica nesta temporada.
O Grêmio, tetracampeão da Copa do Brasil, ainda no G-4 do Campeonato Brasileiro, está numa situação mais confortável, mas não menos preocupante, pois está há três jogos sem vencer (dois empates e uma derrota). Também buscando uma vaga na Libertadores de 2014, vai se empenhar para passar para a fase semifinal.
Ficha técnica - Corinthians X Grêmio
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 25 de setembro de 2013, quarta-feira
Horário: 21:50 horas (de Brasília)
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG)
Assistentes: Marcio Eustáquio Santiago (MG) e Kleber Lúcio Gil (SC)
Corinthians: Cássio; Edenílson, Gil, Paulo André e Igor; Maldonado e Ralf; Danilo, Douglas e Emerson; Guerrero. Técnico: Tite
Grêmio: Dida; Saimon, Rhodolfo e Bressan; Souza, Pará, Ramiro, Riveros e Alex Telles; Kleber e Barcos. Técnico: Renato Gaúcho
O plano do Corinthians contra o Grêmio é repetir o bom segundo tempo do empate com o Cruzeiro, no último final de semana, mas com gols. A equipe terá a mesma disposição tática e contará com a volta do centroavante Paolo Guerrero, que cumpriu suspensão. O Corinthians irá a campo com o ataque formado por Douglas, Danilo, Emerson e Guerrero, com Pato e Romarinho no banco. Assim, Emerson volta ao time como armador e Romarinho vai para o banco, ao lado de Alexandre Pato.
Para o técnico Tite “Qualquer expectativa (...) vai passar por continuar aquele segundo tempo. Foram os mesmos nomes do primeiro, mas enfiamos um atacante lá na frente e deixamos a linha de três armadores com os jogadores mais perto, não tão abertos. Os volantes permitiram que essa linha não voltasse tanto e deu liberdade para os laterais.” 
No time gaúcho, com suas principais opções disponíveis, Renato Gaúcho deverá deixar Zé Roberto, Elano e Vargas no banco de reservas e repetir nesta quarta, o mesmo time que atuou contra o Vitória. Com três zagueiros e três volantes, o Grêmio espera deixar o Pacaembu, pelo menos com um empate na bagagem.
No Pacaembu, os gaúchos deverão repetir o esquema cauteloso que vêm adotando nos confrontos fora de casa. Será provavelmente mantido o 3-5-2 com três volantes. A dupla de ataque está mantida, apesar dos três jogos sem marcar. “O Barcos não jogou tudo o que sabe na última partida, mas é o capitão, um ídolo, importante para o esquema. Estou muito satisfeito com ele e com o Kleber”, comentou o técnico Renato.
A Copa do Brasil é outro campeonato e o Corinthians sempre cresce nos mata mata. Além disso, sendo a única possibilidade de redenção do time e da sua recuperação neste ano, bem como o caminho para se atingir a meta da diretoria e da comissão técnica - a vaga para a Libertadores - espera-se uma outra postura, uma outra atitude e que os jogadores estejam mais motivados e concentrados. Jogando em casa e com o apoio da torcida, a expectativa é do time se reencontrar com a vitória e, se mantida a pegada do jogo de domingo e a boa atuação da defesa, que o Grêmio não faça nenhum gol. Até a noite de terça feira, mais de 24 mil ingressos já haviam sido vendidos. 
Hoje é vencer ou vencer. Apoio não vai faltar. 

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terça-feira, 24 de setembro de 2013

EmpaTITEbilidade - Episódio 10

Melhores momentos
Este post também poderia chamar-se "Caindo pelas Tabelas," pois agora estamos em 11º lugar no campeonato, com 31 pontos, 7 vitórias, 10 empates e 6 derrotas, distantes 19 pontos do líder Cruzeiro, 8 do último colocado do G4 e com 7 pontos a mais que o 1º time da zona de rebaixamento. E dos últimos 18 pontos disputados, só conquistamos 2. 
E domingo, apesar do time ter melhorado no 2º tempo, mostrando mais raça e vontade, só não perdemos devido à brilhante atuação do Cássio, que fechou o gol e não deixou passar nem pensamento cruzeirense. Se não fosse nosso goleiro, teríamos virado o 2º tempo atrás do placar e tomado um gol nos minutos finais. Felizmente, tal como no Japão, Cássio foi impecável, não foi só o melhor do jogo, mas o craque da rodada. Se isso foi bom, não deixa de ser um indicador de que o time não foi capaz de criar jogadas perigosas para o adversário e as poucas que criou foram desperdiçadas. Ou seja, o time não foi bem.
Se o 1º tempo foi muito ruim, com o time lento, sem posse de bola e sem conseguir finalizar, na etapa final o time apresentou-se mais organizado e os jogadores mais focados e mais determinados. E as mudanças táticas, com Émerson mais centralizado, com Danilo e Romarinho atuando pelos lados e com maior apoio dos laterais, o Corinthians passou a pressionar mais e a chegar na área do Cruzeiro. Mas, novamente, todas as tentativas foram frustradas pelas defesas do Fábio e por erros de finalizações.
Tite fez uma única substituição, trocando Émerson por Alexandre Pato, mas errou ao deixar em campo Danilo e Romarinho, que não conseguiam sair da marcação, além de errarem muitos passes. 
À medida que vem ganhando ritmo de jogo, o garoto Igor vem melhorando a marcação e se destacando no apoio ao ataque, tendo sido um dos melhores no 2º tempo.
Douglas, embora sem o brilho de sua passagem anterior no Corinthians, quando não tinha a obrigação de marcar, criou boas jogadas, arriscou-se no ataque com chutes de fora da área e se não fosse a defesa de Fábio teria conseguido abrir o placar.
A atuação dos volantes foi muito prejudicada pelo mau desempenho do Maldonado, sobrecarregando o Ralf. Ruim na proteção e errando muitos passes, provocou um Maldanado em nossa marcação.
Apesar de não conseguir a vitória, o futebol apresentado no 2º tempo mostra que o time não está morto, mas acho que o empate foi comemorado com exagero pelo elenco e pelo técnico. A situação ainda é preocupante, pois além de estarmos mais próximos da zona de rebaixamento do que do G4, estamos caindo pelas tabelas, despencamos para a 11ª colocação e não conseguimos vencer nenhum  dos últimos 6 jogos.
Como não tenho complexo de avestruz nem gosto de brincar de Pollyana, eu me recuso a comemorar esse empate no Pacaembu, mesmo porque, embora seja um time arrumadinho e aplicado, o Cruzeiro está longe de ser um time brilhante.
Brilhante mesmo no jogo foi a torcida que, mesmo com o time numa fase ruim, gritou o nome dos jogadores e do técnico, apoiou os 90 minutos e compareceu no estádio, mesmo com os ingressos a preços normais e não a dois reais. 
Ficha Técnica - Corinthians 0 X 0 Cruzeiro
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 22 de setembro de 2013, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Felipe Gomes da Silva (PR)
Assistentes: Rodrigo Henrique Corrêa (RJ) e Luiz Antônio Muniz de Oliveira (RJ)
Público: 27.053 pagantes
Renda: R$ 846.011,00
Cartões amarelos: Emerson, Paulo André (Corinthians); Ricardo Goulart, Lucas Silva (Cruzeiro)
Corinthians: Cássio; Edenílson, Gil, Paulo André e Igor; Maldonado e Ralf; Danilo, Romarinho, Douglas e Emerson (Alexandre Pato). Técnico: Tite
Cruzeiro: Fábio; Ceará, Dedé, Bruno Rodrigo e Egídio; Nilton, Lucas Silva, Everton Ribeiro e Ricardo Goulart (Anselmo Ramon); Willian (Dagoberto) e Borges (Julio Baptista). Técnico: Marcelo Oliveira

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domingo, 22 de setembro de 2013

Corinthians X Cruzeiro

Pressionado pela necessidade de vencer, o Corinthians receberá domingo, dia 22/09, às 16 horas no Pacaembu, o líder Cruzeiro, pela 23ª rodada do campeonato brasileiro de futebol. Há cinco partidas sem vencer, com apenas 1 ponto conquistado nos últimos 15 disputados e entrando em campo em 9º lugar na tabela de classificação, correndo o risco de não mais conseguir nem a vaga para a Libertadores, este jogo será fundamental para os rumos do Corinthians. Se vencer, retomará o fôlego perdido. Se perder, colocará mais lenha na fogueira de uma crise, eufemisticamente chamada de queda de rendimento coletivo.
No Cruzeiro a situação é oposta. O líder do Campeonato Brasileiro vem de oito vitórias consecutivas, a última delas sobre o vice-líder, o que ampliou para sete pontos a sua vantagem sobre o Botafogo.
Ficha técnica - Corinthians X Cruzeiro
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 22 de setembro de 2013, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Felipe Gomes da Silva (PR)
Assistentes: Rodrigo Henrique Corrêa (RJ) e Luiz Antônio Muniz de Oliveira (RJ)
Corinthians: Cássio; Edenílson, Gil, Paulo André e Igor; Maldonado e Ralf; Danilo, Romarinho, Douglas e Emerson. Técnico: Tite
Cruzeiro: Fábio; Ceará, Dedé, Bruno Rodrigo e Egídio; Nilton, Lucas Silva, Everton Ribeiro e Ricardo Goulart; Willian e Borges. Técnico: Marcelo Oliveira
No Corinthians, também foram relacionados o goleiro Danilo Fernandes, os zagueiros Felipe, Cléber e Lucão, o volante Jocinei, o meia Ibson e os atacantes Alexandre Pato, Léo e Paulo Victor.
Ciente da boa fase do adversário, Tite mudou o time titular e o esquema tático. Sem poder contar com Guerrero, que cumpre suspensão, escalou o time com dois meias, Douglas e Danilo e dois jogadores de velocidade, Émerson e Romarinho. Assim, ao invés do 4 3 2 1, o time jogará no 4 4 2. Na cabeça de área, optou por dois volantes de marcação, Ralf e Maldonado, para conter o setor onde o Cruzeiro concentra muito suas ações.
Com dois jogadores de velocidade e com boa chegada na frente para receber passes do Douglas e do Danilo, o técnico espera que haja um grande poderio ofensivo.
Nas laterais, com Alessandro e Fábio Santos contundidos, estarão Edenílson e Igor.
O último treino começou com um trabalho de dois toques envolvendo todos os jogadores, seguido de um coletivo com quatro gols, com cada goleiro defendendo um lado e terminou com os titulares treinando manutenção da posse de bola e assistências.
No Cruzeiro, a formação será a mesma que derrotou o Botafogo na última quarta feira. Será o reencontro com o Timão de dois jogadores formados na base alvinegra, Nilton e Éverton Ribeiro, este último dispensado por Tite por não servir para o Corinthians, bem como do atacante William, que quando chegou no Timão fazia muitos gols, mas depois que foi enquadrado no esquema Tite, seus gols sumiram. Hoje, atuando só de atacante, sem precisar marcar e cobrir lateral, está comendo a bola no Cruzeiro e fez as pazes com a rede.
Pela disparidade entre os dois times no momento, não será um jogo fácil para o Corinthians. É a disputa entre a melhor defesa e o melhor ataque, com o agravante da defesa alvinegra estar encontrando dificuldades nos últimos jogos. Para conseguir um bom resultado, o Corinthians vai precisar de muita calma, concentração, garra e determinação. Este jogo será um divisor de águas, se vencer o líder será a volta por cima, mas, se não vencer, poderá ter consequências drásticas, minando a confiança do time e agravando a situação no Brasileirão e na Copa do Brasil, onde na 4ª feira o Corinthians fará seu 1º jogo das quartas de final.
Jogando em casa, com o apoio da Fiel, é possível quebrar o ciclo de maus resultados. E precisamos muito desta vitória, não só para dar tranquilidade ao time e garantir a vaga para a Libertadores, mas, principalmente, para resgatar a confiança da equipe e honrar a camisa do Corinthians, que não pode ser desrespeitada por falta de garra e displicência. Apesar das dificuldades, vamos manter a esperança e vibrar pelos jogadores, pelo técnico e torcer pela volta do Corinthians aguerrido, lutador e capaz de superar grandes obstáculos.

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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Vem Corinthians! Volta Corinthians!

Acho que gritamos tanto VAI CORINTHIANS que o Corinthians pensou que estivéssemos mandando ele embora e se mandou para um lugar desconhecido. E levou consigo seu futebol, sua raça, sua vontade. Será que isso explica tanta apatia e o futebol sem alegria e sem ousadia que temos visto em campo? Um time apático, sem alma, sem entusiasmo. Um time que não consegue vencer nem o lanterna do campeonato, que é derrotado pelo vice lanterna, que perde de time pequeno até no Pacaembu, que dos últimos 15 pontos disputados só conquistou 1 e que não apresenta a mínima capacidade de reação.
O que está acontecendo com o Timão? 
Na visita de representantes da torcida ao CT Dr Joaquim Grava, a diretoria não soube responder essa pergunta e o diretor de futebol Roberto de Andrade declarou não existir problema detectado. Se não conseguem detectar as causas dessa queda de rendimento e do futebol vergonhoso apresentado nas últimas partidas como irão resolver o problema do mau desempenho do time?
Apenas as contusões, suspensões e convocações dos jogadores não são suficientes para explicar o que vem ocorrendo, pois temos o elenco mais qualificado do campeonato e a melhor estrutura de treinamento do país.
O calendário irracional é ruim para todos os times, portanto, também não justifica.
Como quem está vivendo o dia a dia do Timão e tem livre acesso ao Bunker Dr Joaquim Grava não consegue enxergar o que está acontecendo, vamos tentar ajudá-los, levantando algumas hipóteses, a partir das observações e da análise do que vem ocorrendo.
Depois do título da Libertadores, não tivemos mais jogos com a mesma qualidade. Patinamos durante o Brasileirão, onde tivemos a faixa da Libertadores carimbada no 1º jogo e terminamos na 6ª colocação, com 57 pontos, 20 a menos do campeão. Vencemos o Mundial com duas vitórias de 1 a 0, vitórias importantes e suficientes, mas sem termos uma atuação brilhante. 
Em 2013 fomos campeões paulista, com uma atuação irregular, onde perdemos até para o Linense. Fomos eliminados da Libertadores, mas pelas condições que disputamos o campeonato, com o acidente na Bolívia e com a rapinagem da arbitragem, vamos deixar essa eliminação na conta da CONMEBOL. Depois ganhamos a Recopa, vencendo um adversário que naquele momento estava em queda livre e não conseguia ganhar de ninguém.
Na Copa do Brasil, perdemos do Luverdense, time da 3ª divisão e nos classificamos para a próxima fase pelo placar mínimo.
E agora no Brasileirão, terminamos a 22ª rodada na 7ª posição, com 30 pontos, 7 vitórias, 9 empates e 6 derrotas, 29 pontos atrás do líder Cruzeiro, nosso próximo adversário, 8 pontos atrás do último colocado no G4 e apenas com 6 pontos a mais do 1º colocado na zona de rebaixamento. E sem vencer os últimos 5 jogos.
Declarou o treinador em várias entrevistas que perdemos vários jogadores, o time está sendo remontado e ainda não encontramos o equilíbrio. Estamos em setembro e ainda não encontramos o equilíbrio.
Coincidentemente, ou não, o time piorou depois da saída de Chicão e Jorge Henrique e da mudança do auxiliar técnico. E essas saídas, principalmente a liberação do Chicão foram muito mal explicadas. O argumento de diminuir a média de idade do time bate de frente com a renovação do contrato do Émerson, mais velho que o Xerife, bem como com as contratações de Ibson e Maldonado. A justificativa que o salário pedido pelo zagueiro era muito alto para um reserva contradiz a afirmação do técnico de que não tem titulares e joga quem estiver melhor. Chicão perdeu a titularidade por lesão e pelas suas qualidades técnicas teria condições de vencer a disputa com Paulo André.
O time se ressentiu muito com a saída de Paulinho, a transferência mais anunciada e esperada do futebol brasileiro. Mas, além de não fazer uma reposição no mesmo nível, ainda emprestou Luiz Ramires. Para complicar ainda mais o meio campo, foi contratado Renato Augusto, um bom jogador, mas com um histórico de lesão muito grande, portanto uma contratação de risco. E o jogador é mais assíduo no DM que nos gramados.
Jovens promissores foram contratados, o zagueiro Cléber e o volante Jocinei. Mas, para preservá-los e não queimá-los, ainda não estrearam. E promessas da base foram promovidos, outros foram emprestados e os que ficaram, Igor, Paulo Victor e Léo, somente atuam quando o bicho está pegando, em último caso e geralmente com o time perdendo, nos últimos minutos. E a explicação é sempre a mesma. Para não queimar os meninos. Mas, se ao invés de colocá-los aos poucos, em jogos mais tranquilos para irem se entrosando, só coloca em momentos complicados, como esperar que possam render e evoluir no time?
Portanto, as falhas no planejamento estão interferindo, e muito, no desempenho do time.
E para complicar, o esquema tático utilizado, o mesmo desde 2011, já está mais que manjado e é facilmente desmontado por qualquer técnico. Deu certo no passado, mas hoje já descobriram como suplantá-lo. 
Outro problema são os erros frequentes nos fundamentos: passes, cruzamentos e finalizações; nas jogadas de bola parada e no posicionamento diante das faltas e escanteios adversários. A impressão que dá é que não treinam o necessário ou são mal treinados.
Mas, o mais grave é a forma de jogar, onde todos marcam e ninguém consegue marcar os gols. É um corre corre desenfreado, com os atacantes atuando de volantes e cobrindo lateral, com os atacantes e os meias de criação vindo marcar no campo adversário e sem ninguém pra receber a bola no ataque. E quando o atacante consegue voltar, chega extenuado, desconcentrado e erra o chute, perdendo gols imperdíveis. Além disso, por suas características ofensivas, atacantes não sabem marcar, cometem faltas desnecessárias e acabam levando muitos cartões. Irritados com os gols perdidos e com faltas consecutivas, perdem a cabeça, brigam com os jogadores adversários e discutem com o árbitro, tensionando o jogo sem necessidade. Daí tantas suspensões, causando desfalques no time.
Assim, os gols desaparecem e quando conseguimos vencer, é quase sempre pelo placar mínimo. Os meias e os atacantes quando chegam no time fazem muitos gols, mas depois que entram no esquema, os gols vão rareando e desaparecem, pois a prioridade é que todos marquem, não gols e sim o adversário. Muitos acabam se estourando fisicamente e ficam mais expostos às lesões frequentes. Bruno Cesar, Liedson, William, Romarinho, Émerson, Guerrero passaram por esse processo e rarearam seus gols. Hoje no Cruzeiro, podendo atuar como atacante, William fez as pazes com as redes enquanto os gols de Romarinho, Émerson e Guerrero são cada vez mais escassos e difíceis de ocorrer. Douglas, declarou em entrevista que não consegue render o que rendeu em 2008/2009 porque, como meia de criação, jogava livre, mas agora, se não marcar não terá lugar no time.
Outro problema é a falta de uma liderança em campo, corrigindo o posicionamento, orientando os jogadores, cobrando, enfim, a presença de um jogador que chame a responsabilidade e levante o ânimo dos demais nos momentos difíceis. Esse é o papel do capitão do time, coisa que não existe no Corinthians de Tite. Com o rodízio de capitães é impossível se firmar uma liderança efetiva, pois temos em cada jogo, um capitão de plantão. e todos sabemos que em qualquer profissão o plantonista, embora tenha as mesmas atribuições, dificilmente consegue ter a mesma atuação que o responsável pelo serviço. Alessandro e Chicão, pela sua experiência e por suas qualidades, exerciam uma liderança natural e mesmo quando não estavam com a braçadeira cumpriam esse papel. Isso se perdeu com as contusões frequentes do lateral e com a saída do Xerife.
O time apático, desestruturado, sem vontade, com jogadores emocionalmente desequilibrados e atuando sem prazer e sem vontade, não seria o reflexo de todos esses problemas? Atuar num esquema tático que inibe suas potencialidade e foge de suas características e qualidades individuais não seria um fator inibidor e desmotivador? As incoerências na renovação do elenco, as formas de contratação e a saída de jogadores antigos e com liderança, bem como a chegada de Pato, com status de estrela, não teriam influído negativamente e promovido a quebra de confiança e rachado o grupo? O corre corre desenfreado em campo e o acúmulo de tarefas ofensivas e defensivas não seriam responsáveis pelo desgaste físico e as perdas de jogadores por lesão? Até que ponto o esquema tático não seria o grande vilão e o maior responsável por essa queda do desempenho e dos maus resultados, agravados pela perda da coesão do grupo?
Percebe-se nitidamente que o Tite não tem mais o grupo na mão e que existe uma insatisfação muito grande por parte dos jogadores. Isso é visível pela postura em campo e pelo desequilíbrio do time como um todo. Se nós, que estamos de fora, percebemos essa insatisfação, será que os diretores e a comissão técnica não perceberam que tem carne debaixo desse angu e que pelo mau cheiro é carne podre? Ou perceberam e estão querendo tapar o sol com a peneira?
Nem vou comentar o desastre do último jogo, pois ele não fugiu do que tem sido a tônica do time e seria muito repetitivo. Apenas vou pedir que a diretoria, a comissão técnica e os jogadores tenham juízo e façam um diagnóstico preciso, detecte os problemas e tratem de corrigi-los. Que parem de se enganar e de nos enganar, pois se acabou nossa paciência, não acabou e jamais acabará o nosso amor pelo Corinthians. Exigimos, acima de tudo, transparência e respeito. Respeito à instituição Corinthians e respeito com essa camisa que para nós já se tornou a 1ª e não a 2ª pele. 
VEM CORINTHIANS!
VOLTA CORINTHIANS!

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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Ponte Preta X Corinthians

Numa situação complicada, o Corinthians vai para Campinas enfrentar a Ponte Preta nesta 4ª feira, dia 18/09, às 21:50 horas, no estádio Moisés Lucarelli. Apresentando um desempenho bastante irregular, o Timão está há 4 jogos sem vencer, ocupa o 6º lugar na tabela, com 30 pontos, com 7 vitórias, 9 empates e 5 derrotas. Com 16 pontos atrás do líder, 5 distantes do G4 e 6 da zona de rebaixamento, se não reagir rapidamente, não pega nem a vaga para a Copa Libertadores. A Ponte Preta, sem vencer desde o dia 11 de agosto, há oito partidas, com sete derrotas e um empate, está em situação ainda mais delicada. Na vice-lanterna, em 20 jogos, tem 16 pontos, oito a menos que o São Paulo, o primeiro time fora da degola  e ocupa a penúltima colocação, com 4 vitórias, 4 empates e 12 derrotas.
Ficha Técnica - Ponte Preta X Corinthians
Local: Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)
Data: 18 de setembro de 2013, quarta-feira
Horário: 21:50 horas (de Brasília)
Árbitro: Paulo César de Oliveira (SP)
Assistentes: Celso Barbosa de Oliveira (SP) e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo (SP)
Ponte Preta: Roberto; Artur, Ferron, Diego Sacoman e Uendel; Baraka, Alef, Fellipe Bastos e Adrianinho; Chiquinho e William. Técnico: Jorginho
Corinthians: Cássio; Edenílson, Gil, Paulo André e Igor; Maldonado e Ralf; Romarinho, Douglas e Alexandre Pato; Guerrero. Técnico: Tite
No banco do Corinthians estarão o goleiro Walter, os zagueiros Felipe, Cléber e Lucão, os volantes Ibson e Jocinei, o meia Danilo e os atacantes Émerson, Léo e Paulo Victor.
Com as contusões de Alessandro e Fábio Santos, Edenílson sai do meio campo e volta para a lateral direita e Igor vai para a lateral esquerda. 
No meio campo, Maldonado substituirá Ibson, cuja atuação não tem agradado nem a torcida nem o técnico. Nas demais posições atuarão os mesmos jogadores que participaram do jogo contra o Goiás.
Na Ponte Preta, Jorginho não terá o zagueiro Cesar, expulso no último jogo, nem os reservas Cachito Ramírez e Giovanni, emprestados pelo Corinthians e impedidos de entrar em campo por cláusula contratual. Rildo começou o último treino como titular, mas bateu boca com Jorginho quando foi substituído por Alef e está fora.
Considerando a diferença técnica e as condições de trabalho existentes entre os dois elencos, a expectativa é de uma vitória do Corinthians. Mas, como neste ano já perdemos para o Linense e para o Luverdense e empatamos com o Náutico, não dá para garantir nada. Tudo vai depender de uma nova postura do time. Espero haver uma variação no esquema tático e, no mínimo, que não ocorram erros nos fundamentos e nos posicionamentos dos jogadores. No último treino, Tite deu ênfase aos trabalhos de finalizações e ressaltou a necessidade de se fazer o básico, o objetivo. Para o técnico "vencer passa por um ajuste tático, passa pelo posicionamento correto na bola parada, passa por acertar o gol. É hora de jogar bem, fazer as correções. A partir daí, vem o resultado, que é importante.”
Se a criação funcionar como no último jogo, se não ocorrerem tantos erros no último chute e se o posicionamento nas bolas paradas estiver correto, grandes são as chances do Corinthians voltar de Campinas com a vitória e os 3 pontos.

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