domingo, 28 de fevereiro de 2016

Acreditando sempre

Melhores momentos
Sem ser brilhante, mas com muita paciência e persistência, o Corinthians reconciliou-se com a vitória e garantiu sua permanência na liderança do Grupo D e do Campeonato Paulista. E no finalzinho do jogo, para o desespero da turma do Fiel Secador, que nas redes sociais já zoava o empate. Em nenhum momento o Timão desistiu do jogo e somente aos 46 minutos da etapa final. conseguiu furar a retranca do adversário que jogou no esquema tático 10-1, com apenas o Marcelinho Paraíba liberado da marcação. 
Com um padrão de jogo definido, o Corinthians, mesmo ainda desentrosado, dominou o jogo, mas desperdiçou muitas oportunidades. Errando passes, afobados na hora de finalizar e sem a tranquilidade ofensiva necessária, nossos jogadores, das 17 finalizações tentadas, acertaram apenas 4 e somente uma resultou em gol. Faltou pontaria, faltou tranquilidade e acho que também faltou treinamento. Tivemos bolas pra todos os lados. Bolas na arquibancada, nas mãos do goleiro, na defesa adversária, bola espirrada, bola cortada, bola na barreira, um verdadeiro festival de bolas perdidas. Uendel, Giovanni Augusto, Lucca, Guilherme, Bruno Henrique, Fagner, Rodriguinho, André, Luciano e Romero desperdiçaram oportunidades, inclusive nas bolas paradas. Cabeças desconcentradas, corações afobados e pés descalibrados diante de um adversário retrancado, cujo objetivo era não perder. 
Gol
Mas, se faltou técnica e entrosamento, não faltou raça nem vontade. O time continuou insistindo e, aos 46 minutos da etapa final, Uendel cruzou na área, a bola passou por todo mundo e chegou ao Rodriguinho, que bateu de primeira para abrir o placar e garantir a liderança corinthiana, no Grupo D e no campeonato. 
Há de se louvar a raça, a paciência e a perseverança do time, que tanto tentou e martelou, que acabou fazendo o gol salvador. E, não podemos deixar de registrar que a mexida de Tite, ao ao promover as entradas de Luciano, Romero e Danilo, adiantou o time, deu maior velocidade na troca de passes, aumentou a pressão e melhorou a transição do meio campo para o ataque. 
A defesa demonstrou segurança nas poucas vezes em que foi acionada, o meio campo, em relação aos jogos anteriores, melhorou na criação, mas o setor ofensivo, no seu todo, falhou muito no arremate final, demonstrando afobação e desconcentração. 
Giovanni Augusto foi o melhor jogador em campo. Abriu espaços, driblou, fez bons lançamentos, demonstrando muita habilidade e boa visão de jogo. Dos que chegaram na temporada é o que melhor e mais rapidamente se integrou ao grupo e assimilou o padrão de jogo adotado pelo time. Outro que merece destaque é o Luciano, que nem parece estar voltando de contusão. Sua entrada mudou o jogo e, tudo indica que vai retomar o bom desempenho anterior. 
Rodriguinho atua melhor como 2º volante do que na armação, mas ainda precisa movimentar-se mais e aprimorar sua visão de jogo. E teve o mérito de marcar o gol decisivo. 
Dos recém chegados Guilherme é o que tem demonstrado maior dificuldade de entrosamento e de assimilar o padrão tático. Parece ainda estar fora de forma, sem ritmo de jogo e sem sintonia com o time. 
Do lado do adversário, Léo Príncipe, corinthiano emprestado ao Oeste foi muito bem e chegou até a driblar Lucca e a dar canseira no Uendel. Muito seguro, um dos melhores jogadores do Oeste na partida. Que tristeza saber que ele defende um adversário e o contrato do Edílson vai até o final de 2017. Oremos para o Fagner não se machucar nem ser vendido. 
Numa noite de um sábado chuvoso, concorrendo com um show dos Rolling Stones, num horário inapropriado e jogando contra um time da zona de rebaixamento, o Corinthians colocou na Arena 28.717 pagantes, que apoiaram o time durante todo o jogo. Parabéns à Fiel, a torcida sempre presente e que faz a diferença.
Com o resultado, o Corinthians chega a 17 pontos após sete rodadas e lidera o Grupo D e o campeonato. O Oeste, com cinco pontos, permanece na lanterna do Grupo A. 
O próximo compromisso do Timão será nesta quarta-feira, 02/03, contra o Independiente Santa Fé, pela Copa Libertadores na Arena Corinthians, às 21:45 horas, horário de Brasília. 
Ficha Técnica - Corinthians 1 X 0 Oeste
Local: Arena Corinthians, em Itaquera, São Paulo (SP)
Data: 27 de fevereiro de 2015, sábado
Horário: 21:00 horas (de Brasília)
Público: 28.717 pagantes
Renda: R$ 1.460.902,00
Árbitro: José Cláudio Rocha Filho
Assistente 1: Risser Jarussi Corrêa 
Assistente 2: Diogo Correia dos Santos 
Quarto árbitro: Luciano Monteiro dos Santos
Cartões amarelos: Yago (Corinthians); Léo Príncipe (Oeste)
Gol: Corinthians: Rodriguinho, aos 46 minutos do segundo tempo
Corinthians: Matheus Vidotto; Fagner, Felipe, Yago e Uendel; Bruno Henrique, Giovanni Augusto, Rodriguinho, Guilherme (Luciano) e Lucca (Romero); André (Danilo); Técnico: Tite 
Oeste: Fábio; Léo Príncipe, Brinner, Daniel Gigante e Dionísio (Danielzinho); Elivélton (Leandro Mello), Betinho, Guilherme Amorim e Mazinho; Maurinho e Marcelinho Paraíba (João Gabriel); Técnico: Renan Freitas

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sábado, 27 de fevereiro de 2016

Corinthians X Oeste - Campeonato Paulista

Pela 7ª rodada do Campeonato Paulista, o Corinthians receberá neste sábado, 27/02, às 21:00 horas, horário de Brasília, em sua Arena em Itaquera, o time do Oeste. Líder do campeonato e do Grupo D, com 14 pontos, 4 vitórias, 2 empates e 78% de aproveitamento, terá como adversário o último colocado do Grupo A e 17º do campeonato, com 5 pontos, uma vitória, 2 empates, duas derrotas e 28% de aproveitamento. O Timão joga para manter-se na liderança e o Oeste tem por objetivo pontuar para se afastar da zona de degola. 
Ficha Técnica - Corinthians X Oeste 
Local: Arena Corinthians, em Itaquera, São Paulo (SP)
Data: 27 de fevereiro de 2015, sábado
Horário: 21:00 horas (de Brasília)
Árbitro: José Cláudio Rocha Filho
Assistente 1:  Risser Jarussi Corrêa 
Assistente 2: Diogo Correia dos Santos 
Quarto árbitro: Luciano Monteiro dos Santos
Corinthians: Matheus Vidotto; Fagner, Felipe, Yago e Uendel; Bruno Henrique, Giovanni Augusto, Rodriguinho, Guilherme e Lucca; André; Técnico: Tite
Oeste: Fábio; Amaral, Brinner, Daniel Gigante e João Gabriel; Elivélton, Betinho, Guilherme e Mazinho; Maurinho e Marcelinho Paraíba; Técnico: Renan Freitas 
No Corinthians, também foram relacionados, o goleiro Walter, os laterais Edílson e Guilherme Arana, os zagueiros Balbuena e Vilson, os volantes Maycon e Willians, os meias Allan Mineiro e Danilo, e os atacantes Romero, Claudinho e Luciano. 
Estão fora, no Corinthians: Cássio, com dores na coxa esquerda, Elias, com fissura na fíbula da perna esquerda e Marlone, com lesão no tornozelo esquerdo; no Oeste: o goleiro Jefferson Romário e o lateral-esquerdo Fernandinho, suspensos, o zagueiro Ligger, o meia Renan Mota, os atacantes Ricardo Bueno e Cristano, lesionados.
No Corinthians, Tite promoveu várias mudanças no time que iniciou o jogo contra o São Bento. Saem do time os laterais Edílson e Guilherme Arana, o zagueiro Balbuena, os volantes Willians e Maycon e o atacante Romero. Voltam os laterais Fagner e Uendel, o zagueiro Yago, o volante Bruno Henrique, o meia Rodriguinho e o atacante Lucca. Permanecem o goleiro Matheus Vidotto, o zagueiro Felipe, os meias Guilherme e Giovanni Augusto e o atacante André. 
A grande mudança está no ataque. Danilo e Romero caíram de produção e cedem lugar para André e Giovanni Augusto. No lugar de Elias, lesionado, Rodriguinho ganhou a posição de Maycon e Guilherme ocupará a armação no meio campo no lugar de Rodriguinho. O esquema tático permanece o mesmo: 4-1-4-1. 
No Oeste, o técnico Renan Freitas tem uma série de problemas para escalar o time. Além dos atletas que já frequentavam o departamento médico, no último jogo o treinador ainda perdeu dois por suspensão e mais um por lesão. Assim, no jogo de hoje o time de Itápolis não poderá contar com o goleiro Jeferson Romário, expulso no último jogo, o lateral-esquerdo Fernandinho, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, e com o meia Renan Mota, machucado. Para o Oeste, a principal esperança é Marcelinho Paraíba, sempre perigoso nas bolas paradas. 
Cássio, que permaneceu treinando neste final de semana, deverá voltar para o próximo jogo, que será contra o Santa Fé, pela Copa Libertadores na Arena Corinthians, substituindo Matheus Vidotto no torneio continental. Provavelmente, os jogadores de linha permanecerão os mesmos, o que faz da partida de hoje um bom treino para o jogo de quarta feira. 
Em má fase, o time de Itápolis vem de derrota em casa para o Rio Claro, por 2 a 1, e só venceu na 1ª rodada do Paulista. Com um time tecnicamente superior e jogando em casa, o Corinthians tem a grande oportunidade de reconciliar-se com a vitória e manter-se na liderança do campeonato.

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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Empate na raça

Faltou entrosamento para a equipe. E para alguns jogadores faltaram técnica, experiência e ritmo de jogo. Mas, não faltou raça nem vontade. E, no finalzinho do jogo, o esforço foi recompensado com o golaço do André. Com marcação forte, apertando a saída de bola e saindo em velocidade, o São Bento, bem postado e bem organizado, deu muito trabalho ao Corinthians. O maior problema do Timão, que atuou com nove mudanças em relação ao jogo anterior, foi a falta de entrosamento. Fortemente marcado, o time teve muita dificuldade na criação de jogadas, além de perder muitas chances de gol. Mesmo com maior posse de bola, o Corinthians errava muito, pouco criava e quando conseguia se aproximar da área, errava o chute ou era parado pelo goleiro Henal. E para complicar, aos 21 minutos de jogo, o São Bento achou um gol. Serginho Catarinense cobrou falta na área, Edílson afastou, e Rossi chutou na sobra. A bola desviou em Guilherme Arana e tirou o goleiro Matheus Vidotto do lance. Após o gol, o time da casa apertou ainda mais a marcação, não dando espaço para o Corinthians jogar. 
Na etapa final Rodriguinho substituiu Maycon e aos 11 minutos, Lucca entrou no lugar de Romero. As mudanças resultaram em maior movimentação da equipe, que passou a finalizar mais e a ter mais presença na área adversária. Mas, como o gol não saia, aos 22 minutos, Tite substituiu Willians por Luciano. As alterações permitiram o avanço da equipe e uma nova postura em campo. 
Gols
Com muita entrega e pressão, o Corinthians conseguiu, aos 43 minutos, chegar ao empate, com um golaço do André, evitando a derrota e a quebra da invencibilidade no Paulistão. Edílson cruzou na área, Éder cabeceou para cima, Guilherme disputou com João Paulo, e a bola sobrou limpa para André, que mandou para a rede.
Antes do gol salvador, Rodriguinho, Lucca, Guilherme e André desperdiçaram claras oportunidades de gol. Outro problema sério foi o desperdício das bolas paradas. Edílson e Lucca erraram todas as cobranças de faltas e nenhum escanteio foi produtivo. Tite precisa definir os cobradores de falta e fazê-los treinar à exaustão. 
Individualmente merecem destaque a boa movimentação do Giovanni Augusto, a volta do Luciano em boas condições físicas e técnicas, a boa estreia do Balbuena, a boa performance do Lucca, cuja entrada contribuiu para a melhoria ofensiva do time, e a boa estreia do Matheus Vidotto. Mas, o melhor em campo foi o André, que além da boa movimentação, ajudou na marcação, na armação, e foi o responsável pelo empate. 
Também merece destaque Edílson ter terminado o jogo sem fazer grandes bobagens, mesmo não tendo qualificação para ser capitão e cobrador de faltas. Romero fez uma péssima partida e deveria ter sido substituído ainda no 1º tempo, Guilherme, apesar na participação no gol de André, teve momentos de desatenção, e Willians não mostrou segurança na marcação nem qualidade na saída de bola.
Mesmo com um time em reconstrução, com um primeiro tempo ruim e com uma atuação problemática, o Corinthians se mantém invicto em 2016 e com a melhor campanha do Paulistão, com 14 pontos, 4 vitórias, 2 empates e 78% de aproveitamento. Após o desmanche causado pelo tsunami chinês e pela França, o time vai se arrumando no desenrolar das próprias competições e, por isso, vai oscilar no seu desempenho. Tite está tendo que remontar o time, que perdeu seis titulares, os jogadores que chegaram precisam se adaptar ao clube e ao padrão tático, além de enfrentar os acidentes de percurso, como as lesões no elenco. Tudo isso com os campeonatos rolando e com uma maratona de jogos e viagens. É um grande desafio, para o qual é preciso uma boa dose de paciência e tolerância diante das dificuldades. 
O próximo jogo do Timão será contra o Oeste, na Arena Corinthians, às 21:00 horas de sábado, dia 27/02, pela 7ª rodada do Campeonato Paulista.
Melhores momentos
Ficha Técnica - São Bento 1 X 1 Corinthians
Local: estádio Walter Ribeiro, em Sorocaba (SP)
Data: 24 de fevereiro de 2016, quarta-feira
Horário: 21:45 horas (de Brasília)
Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araújo
Árbitro Assistente 1: Carlos Augusto Nogueira Junior
Árbitro Assistente 2: Bruno Salgado Rizo
Quarto Árbitro: Roberto Pinelli
Público: 8.156 pagantes
Renda: R$ 570.330,00
Cartões amarelos: Bebeto, Pitty e Anderson Cavalo (São Bento)
Gols: São Bento: Rossi, aos 21 minutos do primeiro tempo; Corinthians: André, aos 43 minutos do segundo tempo
São Bento: Henal; Bebeto, Pitty, João Paulo e Marcelo Cordeiro; Fábio Bahia, Éder, Rossi (Fernandinho), Serginho Catarinense (Alê) e Morais; Edno (Anderson Cavalo); Técnico: Paulo Roberto Santos
Corinthians: Matheus Vidotto; Edílson, Felipe, Balbuena e Guilherme Arana; Willians (Luciano), Giovanni Augusto, Guilherme, Maycon (Rodriguinho) e Romero (Lucca); André; Técnico: Tite

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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

São Bento X Corinthians - Campeonato Paulista

Pela 6ª rodada do Campeonato Paulista, o Corinthians foi para Sorocaba, onde enfrentará o time do São Bento nesta 4ª feira, 24/02, às 21:45 horas, (horário de Brasilia), no estádio Walter Ribeiro.  O Corinthians, líder do campeonato e do Grupo D, com 13 pontos em 5 jogos, com quatro vitórias e um empate, e com 87% de aproveitamento, terá como adversário o líder do Grupo A, com 9 pontos em 5 jogos, duas vitórias, 3 empates e 60% de aproveitamento. 
Enquanto o Corinthians joga para manter-se na liderança e, assim garantir atuar em casa na próxima fase, além de encaminhar sua classificação para poder focar na Libertadores, o São Bento tem por objetivo manter a boa fase no Paulistão e garantir-se na fase seguinte. 
Ficha Técnica - São Bento X Corinthians 
Local: Estádio Walter Ribeiro, em Sorocaba (SP)
Data: 24 de fevereiro de 2016, domingo
Horário: 21:45 horas (de Brasília)
Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araújo
Árbitro Assistente 1: Carlos Augusto Nogueira Junior
Árbitro Assistente 2: Bruno Salgado Rizo
Quarto Árbitro: Roberto Pinelli
São Bento: Henal; Régis, Pitty, João Paulo, Marcelo Cordeiro; Fábio Bahia, Éder, Rossi, Everton Sena e Diego Clementino; Edno; Técnico: Paulo Roberto Santos
Corinthians: Cássio, Edílson, Felipe Balbuena e Guilherme Arana; Willians; Giovanni, Maycon, Guilherme e Romero; André; Técnico: Tite 
No Corinthians, também foram relacionados o goleiro Walter, os laterais Fagner e Uendel, os zagueiros Vilson e Pedro Henrique, os meias Rodriguinho, Danilo e Alan Mineiro, e os atacantes Lucca, Luciano e Claudinho.
Estão fora, no São Bento, o atacante Rodriguinho. recuperando-se de lesão na panturrilha. Morais e Clébson ainda são dúvidas. No Corinthians, o goleiro Cássio, com lesão na coxa esquerda, o volante Elias, com fissura na fíbula da perna esquerda, e o atacante Marlone, com torção no tornozelo esquerdo. 
O técnico do São Bento fez mistério quanto a escalação, mas deverá mandar a campo o que tem de melhor disponível. 
Já no Corinthians, teremos um time bastante modificado. Visando evitar desgastes e prevenir novas lesões, Tite trocou nove jogadores do time que iniciou o jogo contra a Ferroviária. As grandes novidades são a estreia do goleiro Matheus Vidotto em jogos oficiais e a presença do zagueiro Balbuena no time titular. Na defesa saem Fagner e Uendel para as entradas de Edílson e Guilherme Arana, e Felipe volta à zaga depois de ser preservado em Araraquara. Teremos, assim, uma zaga inédita, com Felipe e Balbuena. 
No meio campo, Willians entra na função de primeiro volante em substituição a Bruno Henrique. Na linha de quatro, Romero passa para o lado esquerdo, e Giovanni Augusto entra na direita e Lucca ganha descanso. Maycon permanece, Guilherme ocupa a vaga de Rodriguinho e na frente, André substitui Danilo. 
Toda essa mudança e a escalação de um time alternativo decorrem da necessidade de se manter o equilíbrio físico e técnico dos jogadores, na maratona de jogos dos campeonatos Paulista e Libertadores. Para Tite, o calendário irracional impede a sequência adequada de partidas dos jogadores, dificultando a recuperação do atleta e a observação dos respectivos desempenhos. 
No último treino no CT Joaquim Grava, na tarde de terça feira, Tite promoveu inicialmente um trabalho em campo reduzido com todos os jogadores, antes de separar os titulares do reserva, que num 2º momento passaram a atuar em campos diferentes. Na atividade só com os titulares, foi realizado um treino de ataque contra defesa, com destaque para o setor ofensivo. Na parte final, foram trabalhadas jogadas de bola parada, com foco no posicionamento defensivo. Felipe e Balbuena foram os últimos a deixarem o campo e mereceram atenção especial na orientação dos respectivos posicionamentos, uma vez que nunca atuaram juntos. 
Apesar do time estar bastante modificado, os jogadores que irão para o jogo possuem qualidades técnicas e darão conta da tarefa. Além disso, irão agarrar a oportunidade para mostrarem serviço e se credenciarem para a disputa da titularidade. Minha expectativa é de que em Sorocaba, o Timão irá reconciliar-se com a vitória e manter-se na liderança do Grupo e do Paulistão.

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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Um Trem no caminho

Um Corinthians cansado, e com a defesa desentrosada, encontrou dificuldades diante de um adversário bem arrumado, organizado, encaixado e bem treinado, com boa qualidade tática e voando em campo. Foi um bom jogo, muito pegado, intenso e veloz, com muita marcação e muito trabalho para os goleiros, com nítida vantagem para o Rodolfo. Cássio falhou no 2º gol da Ferroviária, além de ter demonstrado insegurança em alguns lances. O empate foi mais na raça e na vontade, do que pela tática e pelas qualidades técnicas dos jogadores do Timão.
O Corinthians começou melhor e quase marcou com Uendel, Vilson e Maycon, mas parou na trave e nas boas defesas de Rodolfo. Pela 1ª vez o Timão encontrou um adversário capaz de testar seu esquema tático e o desempenho da equipe. Um adversário com bom toque de bola, com marcação firme e bom volume de jogo. 
Gols
Se as finalizações corinthianas pararam nas boas defesas do goleiro Rodolfo, os gols da Ferroviária saíram nos erros alvinegros. No 1º gol, Maycon só viu a bola e não prestou atenção em Juninho livre na área. No 2º, Cássio falhou. 
Atrás do placar, o Corinthians teve que buscar o empate duas vezes. Aos quatro minutos da etapa final, Igor Julião cometeu um pênalti, que foi bem cobrado e convertido pelo Lucca, empatando o placar. Aos 38 minutos, após jogada de Fagner, Giovanni Augusto completou cruzamento e deixou tudo igual novamente. 
O Corinthians teve dificuldades, tanto na marcação, como para sair da marcação cerrada da Ferroviária. Para isso pesaram o desentrosamento da zaga, o fato de Bruno Henrique e Maycon não serem volantes de marcação, deixando a zaga exposta, bem como a inoperância do meio campo, além de erros individuais e a boa qualidade do adversário. 
Na etapa final o time pregou, o que era esperado, devido à maratona que foi a viagem ao Chile. A entrada de Giovanni Augusto, Marlone e André melhorou a qualidade tática do Timão, mas, infelizmente, após dez minutos em campo, Marlone levou um carrinho criminoso do lateral esquerdo Thallyson e passou a sentir muitas dores no local. Como já havia feito três modificações, o técnico Tite teve de manter o jogador em campo, mesmo sem condições físicas. E o pior foi que o carniceiro nem tomou cartão. 
O time de Araraquara teve 56% de posse de bola contra 44% do Corinthians e finalizou 13 vezes, enquanto o Timão teve 14 chutes a gol. Não fossem as boas defesas do Rodolfo e a falha do Cássio, mesmo com as dificuldades, poderíamos ter vencido. Mas, como se... não conta, o jogo acabou empatado. 
Na realidade, o desgaste físico influiu no desempenho corinthiano. Mas, não foi somente isso. O desentrosamento da zaga, a ausência de um pitbull marcador, deixando a zaga fragilizada, a inexperiência do Maycon, a inoperância criativa do Rodriguinho na armação, a pouca movimentação do Danilo, as poucas investidas ofensivas dos laterais, a desconcentração em lances capitais e a falha do Cássio também contribuíram no desempenho e no resultado. 
De positivo merece destaque a raça e a vontade demonstrada pelo time e a sua capacidade de reação numa situação adversa. Coletivamente, o time melhorou com a entrada de jogadores descansados. Individualmente sobressaiu-se a raça do Romero, a boa movimentação do Lucca e a perspicácia do Fagner, o melhor em campo. Tirou uma bola em cima da linha, deu assistência para o 2º gol corinthiano e cobriu o contundido Marlone, que só ficou em campo até o final, pela impossibilidade de ser substituído. 
Com o resultado, o Corinthians perdeu os 100% de aproveitamento, mas segue invicto em jogos oficiais no Paulistão, com 13 pontos, e na temporada 2016. E continua na liderança do Grupo D e do campeonato. O próximo jogo da equipe ocorrerá na quarta-feira contra o São Bento, em Sorocaba, pelo Campeonato Paulista. A Ferroviária chega aos dez pontos e segue na liderança do Grupo C. 
Melhores momentos
Ficha Técnica - Ferroviária 2 X 2 Corinthians
Local: Fonte Luminosa, em Araraquara (SP)
Data: 21 de fevereiro de 2016, domingo
Horário: 19:30 horas (de Brasília)
Árbitro Principal: Flávio Rodrigues de Souza
Árbitro Assistente 1: Daniel Paulo Ziolli
Árbitro Assistente 2: Alex Alexandrino
Quarto Árbitro: Júnior César Lossávaro
Público: 9.273 pagantes
Renda: R$ 474.960,00
Cartões amarelos: Rodolfo e Caíque (Ferroviária); Fagner (Corinthians)
Gols: Ferroviária: Juninho, aos 28 minutos do primeiro tempo, e aos 13 minutos do segundo tempo; Corinthians: Lucca, aos cinco minutos do segundo tempo, e Giovanni Augusto, aos 37 minutos do segundo tempo
Ferroviária: Rodolfo; Igor Julião, Wanderson, Marcão e Thallyson; Rafael Miranda, Juninho, Fernando Gabriel (Rafinha), Samuel (Danielzinho) e Wescley; Tiago Adan (Caíque); Técnico: Sérgio Vieira
Corinthians: Cássio; Fagner, Vilson, Yago e Uendel; Bruno Henrique, Romero (André), Rodriguinho, Danilo (Giovanni Augusto), Maycon (Marlone) e Lucca; Técnico: Tite

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domingo, 21 de fevereiro de 2016

Ferroviária X Corinthians - Campeonato Paulista de Futebol

Pela 5ª rodada do Campeonato Paulista, o Corinthians foi para Araraquara, onde enfrentará o time da Ferroviária neste domingo, 21/02, às 19:30 horas, na Arena Fonte Luminosa. Líder do grupo D e do campeonato, com 12 pontos em 4 jogos, o Timão terá por adversário o líder do Grupo C, com 9 pontos em 4 jogos, com 3 vitórias e uma derrota. A Ferroviária, vice-líder da classificação geral do campeonato, atrás apenas do próprio Corinthians, vem de vitória sobre o Red Bull Brasil.
Ficha Técnica - Ferroviária X Corinthians
Local: Arena Fonte Luminosa, em Araraquara (SP)
Data: 21 de fevereiro de 2016, domingo
Horário: 19:30 horas (de Brasília)
Árbitro Principal: Flávio Rodrigues de Souza
Árbitro Assistente 1: Daniel Paulo Ziolli
Árbitro Assistente 2: Alex Alexandrino
Quarto Árbitro: Júnior César Lossávaro
Ferroviária: Rodolfo; Igor Julião, Wanderson, Marcão e Thallyson; Juninho, Samuel, Rafael Miranda e Fernando Gabriel; Wescley e Caíque; Técnico: Sérgio Vieira
Corinthians: Cássio; Fagner, Vilson, Yago e Uendel; Bruno Henrique, Romero, Elias, Rodriguinho e Lucca; Danilo; Técnico: Tite
No Corinthians, além dos escalados, também foram relacionados o goleiro Matheus Vidotto, os laterais Edílson e Guilherme Arana, os zagueiros Balbuena e Pedro Henrique, o volante Willians, os meias Alan Mineiro, Giovanni Augusto e Marlone, e os atacantes André, Claudinho e Luciano. 
Estão fora no Corinthians, o goleiro Walter, com fissura na costela, o zagueiro Felipe, preservado por desgaste físico, o volante Elias, com desconforto na coxa esquerda, o meia Guilherme, em recondicionamento físico, e o atacante Rildo, recuperando-se de cirurgia no ombro.
Para enfrentar a Ferroviária, líder do Grupo C, Tite escalou a força máxima disponível. Ficarão de fora apenas o zagueiro Felipe, preservado pela comissão técnica, em virtude de desgaste físico após atuar três jogos consecutivos, e o volante Elias, que voltou a sentir desconforto na coxa esquerda. Vilson e Maycon serão seus substitutos. 
No banco de reservas, as novidades são o zagueiro Balbuena, o meia Alan Mineiro e os atacantes Claudinho e Luciano. 
No último treino, neste sábado, no CT Dr Joaquim Grava, o técnico, em atividade só com os titulares, acertou o posicionamento em bolas paradas, enquanto os reservas, após terem disputado um coletivo em campo reduzido contra os titulares, estiveram em uma atividade específica no outro gramado. 
Apesar do desgaste da viagem ao Chile, Tite optou por manter a base titular. Mesmo com André em boa forma e com bom desempenho no Chile, preferiu manter o Danilo improvisado na frente do ataque. E, apesar da péssima atuação do Rodriguinho, ele permanece como titular.
Minha expectativa é de um jogo equilibrado e que a Ferroviária deverá dar muito trabalho. Mas, mesmo com as dificuldades, espero, e acima de tudo desejo, uma vitória, os três pontos e a manutenção da invencibilidade e da liderança.

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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Apagão geral

A luz apagou, o Cássio desmaiou, o time jogou mal e o apagão foi geral. Apagaram o futebol, os bons passes, as triangulações. A arbitragem apagou as regras do futebol e apitou ao seu bel prazer, invertendo faltas e economizando nos cartões do time da casa. Foi um jogo feio, truncado, com muitos erros de todos os lados. Um campo ruim, jogadores cansados da viagem, altitude e clima de deserto, aliados a uma marcação cerrada do time anfitrião. 
Gol
Embora o Tite tivesse mantido o mesmo padrão tático, pecamos pela técnica e tivemos muita dificuldade na transição do meio campo pra defesa. O cansaço pesou, o ar rareou e, para alguns, o fôlego acabou. E a velocidade da bola na altitude, também atrapalhou. E muito. Não dá nem pra fazer um análise tática, mas deu pra perceber que Rodriguinho foi péssimo, deu para ver o Elias andando em campo, o sumiço do Romero e o cansaço do Danilo. Deu para ver que o time melhorou com a entrada do André e que o Lucca foi o melhor jogador no deserto de futebol no El Cobre em El Salvador. Foram dele as principais jogadas de ataque.
Na realidade, o Corinthians jogou contra o Cobresal, a altitude, o clima do deserto, o desgaste da viagem, o gramado e o árbitro. Considerando que muitos acham que na Libertadores, empatar fora de casa é um bom resultado, vencer no deserto, mesmo com gol contra, foi lucro. 
O resultado deixou o Corinthians na liderança no Grupo 8 da campeonato, com três pontos ganhos. A chave ainda conta com Independiente Santa Fé (Colômbia) e Cerro Porteño (Paraguai), que na terça feira empataram por 0 a 0, em Bogotá.
O Corinthians voltará a campo no dia 2 de março, contra o Santa Fé, na Arena Corinthians. Uma semana antes, dia 25, o Cerro Porteño enfrentará o Cobresal, no Defensores Del Chaco.
Melhores momentos
Ficha Técnica - Cobresal 0 X 1 Corinthians 
Local: estádio El Cobre, em El Salvador (CHI)
Data: 17 de fevereiro de 2015, quarta-feira
Horário: 21:45 horas (de Brasília)
Público: 3.167 espectadores
Renda: não divulgada
Árbitro: Andrés Cunha (Uruguai)
Assistentes: Mauricio Espinosa (Uruguai) e Gabriel Popovits (Uruguai)
Quarto árbitro: Oscar Rojas 
Cartões amarelos: Sarabia e Grbec (Cobresal); Bruno Henrique e Rodriguinho (Corinthians)
Gol: Corinthians: Escalona (contra), aos 45 minutos do segundo tempo
Cobresal: Cuerdo; Jerez, Salazar, Escalona e López; Ureña, Sarabia, Fuentes, Sepúlveda (González) e Benítez (Oyaneder); Cantero (Grbec); Técnico: Dalcio Giovagnolo
Corinthians: Cássio; Fagner, Felipe, Yago e Uendel; Bruno Henrique, Romero (Giovanni Augusto), Elias (Willians), Rodriguinho e Lucca; Danilo (André); Técnico: Tite

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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Cobresal X Corinthians - Copa Libertadores

Em pleno deserto do Atacama, o Corinthians iniciará sua caminhada em busca do bi campeonato da Copa Libertadores, quando enfrentará o Cobresal  na cidade de El Salvador. O jogo acontecerá nesta quarta feira, 17/02, às 21:45 horas, horário de Brasília, no estádio El Cobre. O estádio tem capacidade para 20 mil pessoas, mais do que o dobro da população da cidade, encostada à Cordilheira dos Andes e a uma altitude de 2.300 metros. O Corinthians optou por ficar em Santiago e partir somente no dia do jogo para El Salvador. O time de El Salvador surpreendeu ao conquistar o último Torneio Clausura, o Campeonato Chileno do primeiro semestre, e tem esperança de surpreender novamente, aproveitando-se do desgaste dos alvinegros com a viagem e com a altitude, fazendo valer seu mando de campo. No entanto, o time não se encontra numa boa fase. Foi o 9º colocado no Apertura, no 2º semestre de 2015, e no Clausura 2016 tem uma vitória, dois empates e duas derrotas, com três gols marcados e quatro sofridos.
Ficha Técnica - Cobresal X Corinthians
Local: estádio El Cobre, em El Salvador (Chile)
Data: 17 de fevereiro de 2015, quarta-feira
Horário: 21:45 horas (de Brasília)
Árbitro: Andrés Cunha (Uruguai)
Assistentes: Mauricio Espinosa (Uruguai) e Gabriel Popovits (Uruguai)
Quarto árbitro: Oscar Rojas
Corinthians: Cássio; Fagner, Felipe, Yago e Uendel; Bruno Henrique, Romero, Elias, Rodriguinho e Lucca; Danilo; Técnico: Tite
Cobresal: Cuerdo; Jerez, Salazar, Escalona e Ureña; Sarabia, Fuentes, González e Pobrlete; Rojas e Cantero; Técnico: Dalcio Giovagnolo
No Corinthians, além dos escalados, também foram relacionados os goleiros Caíque e Matheus Vidotto, os laterais Edílson e Guilherme Arana, o zagueiro Vilson, os volantes Willians e Maycon, os meias Giovanni Augusto, Marlone e Guilherme, e o atacante André. Não viajaram para o Chile Cristian, Alan Mineiro, Walter, Matheus Pereira, Balbuena, Rildo e Luciano. 
Na tarde de terça feira, no C.T. da Universidade do Chile, em Santiago, Tite repetiu a formação que vem utilizando desde o início da temporada. A novidade foi a volta de Elias, recuperado de uma pancada na perna esquerda, mas ainda em observação médica. Na atividade só com os titulares, enquanto os reservas faziam um rachão em outro campo, o técnico comandou um treino de posicionamento, mantendo o esquema 4-1-4-1. Durante a atividade Tite cobrou triangulações e ensaiou cobranças de bola parada. Devido ao clima de deserto e à altitude, Tite pediu, também, que a equipe tenha cuidado em alguns lances com e sem a bola: 
"– Não tem nada de extraordinário em jogar no deserto, mas existem algumas variantes. A bola toma uma velocidade e continua com a mesma velocidade, pela altitude. Estar sempre com cobertura nas bolas viajadas é fundamental, assim como finalizações de média distância", afirmou o treinador.
Para o técnico, a experiência e a frieza de Danilo, com sua capacidade de administrar pressão, bem com sua característica de recuar para dar opções de jogo ao meio campo, serão fundamentais para o desempenho da equipe. 
A delegação só chegou à cidade de El Salvador na manhã desta quarta-feira. Integrantes da comissão técnica devem ter realizado uma vistoria no estádio El Cobre assim que desembarcarem, mas os jogadores só seguirão para lá cerca de duas horas antes do confronto. Assim, o reconhecimento do gramado só ocorrerá no aquecimento para o jogo. 
Segundo a imprensa chilena, o Cobresal é um time bem armado, tem dois bons atacantes, Fuentes e Cantero, mas os demais jogadores pouco finalizam. O time promete pressão e marcação forte para impedir as jogadas corinthianas. Mas, segundo analistas brasileiros, o time chileno apresenta pouca compactação e organização e os maiores adversários corinthianos deverão ser a viagem e as condições climáticas. 
Se o planejamento e a logística alvinegra derem certo, temos plenas condições de voltar do Chile com a vitória, os três pontos e a liderança do grupo. 

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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Em Itaquera o Freguês amarela

Nada de novo no front. Manteve-se o script, com algumas atualizações. E o Mistão Quente alvinegro não deixou por menos. Derrotou o São Paulo na Arena, mantendo a freguesia do time do Jardim Leonor, que jogando em Itaquera, sempre amarela. 
Eles até que tentaram, pressionando com forte marcação e dando trabalho para nossos atletas. Mas, aqui é Corinthians, o jogo é no chão e a disputa é na bola. É futebol, não é MMA. Não adianta vir com golpe baixo, com pancadaria e com pisão. Nem com catimba nem com palavrão. Viu Calleri. 
E por falar no Gringo: 
Joga a bola pro Calleri que é... gol? Não, é mais uma defesa do Cássio, com direito a driblar o atacante. Não basta ganhar o lance, tem que humilhar. 
O Corinthians, apesar das perdas pós tsunamis chinês e francês e com jogadores novos, esteve mais organizado em campo, mantendo o mesmo padrão tático que o consagrou hexacampeão. Assim, o Timão, bem posicionado, com boa movimentação e ocupação dos espaços e com melhor controle de bola no ataque dominou o 1º tempo, colocou para funcionar sua Chapelaria e, como tinha gente fazendo aniversário, a freguesia resolveu animar a festa. 
E o Lucão, entregou um belo presente ao seu quase xará. Só faltou cantar parabéns. Está certo que ele não teve muita alternativa com André, Giovanni Augusto e Maycon pressionando na área. E, segundo o Denis, o barulho da torcida corinthiana atrapalhou a comunicação. Da próxima vez, usem mímica.
Na etapa final o Corinthians teve uma queda no seu rendimento, permitindo que os fregueses tivessem mais posse de bola e criassem algumas oportunidades, mas nada que nossa defesa e o Super Cássio não resolvessem. 
Recuo estratégico, muito perigoso com o placar 1 a 0, ou queda física? 
Por insuficiência técnica, com Ganso em dia de marreco, o adversário não soube aproveitar o volume de jogo, abusou dos chutões e, muito pilhado, com jogadas ríspidas e violentas, transformou a maior posse de bola num latifúndio improdutivo. E foi neste latifúndio que o time anfitrião consolidou o resultado, mantendo a freguesia tricolor e o tabu em Itaquera. Aos 40 minutos, numa cobrança de escanteio por Giovanni Augusto, Yago cabeceou uma bola indefensável para Denis, aumentando o placar para a alegria da Fiel, que já gritava: "O freguês, voltou! O freguês voltou". 
Sinceramente, eu acho que ele nunca foi embora. 
Mesmo com sua força máxima, utilizando-se de todos os titulares disponíveis, com exceção de Allan Kardec, recuperando-se de uma amigdalite, mais uma vez, o São Paulo não conseguiu superar o mistão corinthiano. Com poucos recursos técnicos, o time freguês teve que apelar para os chutões, abusando da catimba e das provocações, na tentativa de desestabilizar os corinthianos.
Nesse quesito, ponto negativo pra maldade do Calleri e 10, em harmonia, para o equilíbrio de Felipe. Infelizmente, a arbitragem tendenciosa e frouxa não teve capacidade para coibir os abusos tricolores. Mas, foi muito competente para marcar as faltas dos corinthianos, mesmo as não existentes. 
Cássio foi sensacional nas suas defesas, Lucca, focado e oportunista, ajudou na marcação, abriu o placar e voltou a ser decisivo, Yago quase entregou o ouro, foi salvo pelo Cássio, mas se redimiu e até marcou um gol, Giovanni Augusto abriu a Chapelaria, marcou, armou o time e bateu o escanteio que originou o 2º gol. André, ainda fora de forma e sem ritmo de jogo, mostrou raça e vontade, mas ainda precisa evoluir para atingir os níveis físico e tático ideais. Menino Maycon foi bem e quando adquirir mais experiência, se não for vendido, substituirá Elias à altura. De um modo geral o time foi bem, apesar da queda de rendimento na etapa final. 
Tite se surpreendeu com a evolução mais rápida que a esperada, alertou para o risco da soberba e prometeu aumentar o nível de exigência da equipe. 
Gols
Do lado do São Paulo, não faltou o mi mi mi. O goleiro Denis, na tentativa de minimizar a derrota, além de reclamar do barulho da torcida, se irritou muito e afirmou: "só fizeram gols nos erros nossos". Reclamar do barulho da torcida é normal para quem, quase sempre, não lota estádio e nem tem uma torcida vibrante. Agora reclamar que os gols só saíram nos próprios erros, além de reconhecer que erraram, em nada diminui nossa vitória. Nossos jogadores também cometeram erros. Um chutão de Bruno Henrique bateu em Centurion e foi em direção ao gol. Yago atrasou mal uma bola e deixou Calleri sozinho na área. Mas Cássio apareceu de maneira decisiva em ambas. O fato deles não conseguirem fazer gol nos nossos erros, só corrobora a própria incompetência tricolor. O Cássio conseguiu anular nossas falhas, já o Denis não. A diferença: temos goleiro, temos defesa, temos qualidade, temos técnica e padrão tático. 
Com a vitória, o Corinthians continua com 100% de aproveitamento no Paulista. Com 12 pontos em quatro rodadas, o time lidera o Grupo D e a competição. O São Paulo, que perde pela primeira vez sob o comando de Bauza, permanece estacionado nos quatro pontos no Grupo C, com uma vitória, um empate e uma derrota em três jogos. 
Ambas as equipes, no meio da semana, estrearão na fase de grupos da Copa Libertadores. Na próxima quarta feira, o São Paulo receberá no Morumbi o Strongest, da Bolívia, e o Corinthians enfrentará o Cobresal, no estádio El Cobre em El Salvador, no Chile.
Melhores momentos
Ficha Técnica - Corinthians 2 X 0 São Paulo
Local: Estádio de Itaquera, em São Paulo (SP)
Data: 14 de fevereiro de 2016, domingo
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP)
Assistente 1: Rogério Pablo Zanardo 
Assistente 2: Alex Ang Ribeiro 
Quarto árbitro: Salim Fende Chaves 
Público: 36.378 pagantes (total de 36.788)
Renda: R$ 2.050.496,50
Cartões amarelos: Guilherme Arana e Willians (Corinthians); Mena e Hudson (São Paulo)
Gols: Corinthians: Lucca, aos 23 minutos do primeiro tempo, e Yago, aos 40 minutos do segundo tempo
Corinthians: Cássio; Fagner, Felipe, Yago e Guilherme Arana; Bruno Henrique, Maycon (Willians), Giovanni Augusto (Romero), Rodriguinho e Lucca; André (Danilo); Técnico: Tite 
São Paulo: Denis; Bruno (Caramelo), Rodrigo Caio, Lucão e Mena; Hudson, Thiago Mendes (Kelvin), Centurión (Rogério), Paulo Henrique Ganso e Michel Bastos; Calleri; Técnico: Edgardo Bauza 
Vestiário e melhores momentos

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domingo, 14 de fevereiro de 2016

Corinthians X São Paulo - Campeonato Paulista

Pela 4ª rodada do Campeonato Paulista, Corinthians e São Paulo enfrentar-se-ão hoje, domingo, 14/06, às 17:00 horas, (horário de Brasília), na Arena Corinthians, em Itaquera. Será o 1º jogo entre eles, após a histórica goleada corinthiana no Brasileirão de 2015. Para ambos os times, a partida será, também, um teste para suas respectivas estreias na fase de grupos da Copa Libertadores.
Os dois times, após o clássico, terão compromissos importantes na Copa Libertadores. O Timão, que venceu seus três jogos no Estadual e lidera o Grupo D, com nove pontos, na segunda feira, viaja ao Chile para enfrentar o Cobresal na próxima quarta feira. O São Paulo, invicto na temporada (um empate e uma vitória no Grupo C do Paulista e mesmo desempenho da primeira fase da Libertadores), terá o duelo com o The Strongest, também na quarta-feira, no Pacaembu.
Com mudanças nos dois times, a situação atual do jogo é bastante diferente da última partida. O Corinthians perdeu seus principais titulares de 2015 e o time misto que atuou no histórico 6 a 1, hoje forma a base do time titular alvinegro, com os novos reforços ainda em fase de readaptação. O São Paulo manteve sua base e sua principal aquisição é o técnico Edgardo Bauza.
Os dois técnicos minimizam o resultado anterior, mas no íntimo, provavelmente, a equipe corinthiana espera pelo menos alcançar mais uma vitória sobre o rival, enquanto para os tricolores o jogo não deixa de ter um sabor de revanche. 
Ficha Técnica - Corinthians X São Paulo 
Local: Arena Corinthians, em Itaquera, São Paulo (SP)
Data: 14 de fevereiro de 2016, domingo
Horário: 17:00 horas (de Brasília)
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP)
Assistente 1: Rogério Pablo Zanardo 
Assistente 2: Alex Ang Ribeiro 
Quarto árbitro: Salim Fende Chaves 
Corinthians: Cássio; Fagner, Felipe, Yago e Guilherme Arana; Bruno Henrique, Maycon, Giovanni Augusto, Rodriguinho e Lucca; André; Técnico: Tite
São Paulo: Denis; Bruno, Rodrigo Caio, Lucão e Carlinhos; Thiago Mendes, Wesley, Wilder, Michel Bastos e Rogério; Kieza; Técnico: Edgardo Bauza 
Além dos prováveis escalados, também foram relacionados: 
No Corinthians, o goleiro Matheus Vidotto, o lateral Uendel, os zagueiros Vilson e Pedro Henrique, o volante Willians, os meias Guilherme e Danilo, e os atacantes Marlone e Romero, 
No São Paulo, o goleiro Renan Ribeiro, os laterais Mena e Matheus Caramelo, o zagueiro Lyanco, os volantes Hudson e João Schmidt, os meias Paulo Henrique Ganso e Centurion, e os atacantes Calleri e Kelvin.
Estão fora, no Corinthians: o lateral-direito Edílson, suspenso por cartão vermelho, o volante Elias, recuperando-se de um trauma no tornozelo esquerdo, e os atacantes Luciano e Rildo, recuperando-se de cirurgia. No São Paulo: os zagueiros Breno, com tendinite no joelho direito, Diego Lugano, aprimorando a forma física, o meia Daniel, com contratura na coxa direita, e o atacante João Paulo, com fratura por estresse na perna direita. 
Tite não fez mistério e em entrevista coletiva confirmou a escalação alvinegra. O técnico escalou o time com oito mudanças em relação à equipe que venceu o Capivariano na última quinta-feira. A principal novidade é a presença do atacante André, recém-contratado do Atlético-MG, e do meia Giovanni Augusto, que faz seu primeiro jogo como titular. Sem poder contar com Elias, Tite manteve Maycon como 2º volante e, pensando no jogo da Libertadores em El Salvador, no Chile, no meio da semana, deixou fora Uendel Romero e Danilo, substituindo-os por Guilherme Arana, Giovanni Augusto e André. 
No São Paulo, muito mistério quanto a escalação. Mas, é provável que alguns jogadores sejam poupados para o jogo da Libertadores do meio da semana. 
No último treino, na manhã de sábado, Tite realizou o chamado treino-fantasma para seus 11 titulares, no CT Joaquim Grava, acertando o posicionamento dos jogadores, orientando-os sob a postura em campo e cobrando boa saída de bola e movimentação dos zagueiros para ajudar a armar as jogadas. Durante a atividade, Tite investiu nas triangulações e com muitas orientações, pediu aproximação entre os meias e ensaiou jogadas com passes curtos. Na segunda parte do treino, o time trabalhou jogadas de bola parada. 
Sabemos que clássico é um campeonato à parte e tudo pode acontecer. Será um jogo pegado, equilibrado. Ainda mordido pela goleada de 6 a 1, o adversário deve vir com a faca nos dentes e sangue nos olhos. O Corinthians precisa manter a calma e não entrar na pilha dos tricolores. E aproveitar que o jogo será em casa, com o total apoio da torcida. Até sexta feira, mais de 33 mil ingressos já haviam sido vendidos. A Arena vai ferver e vamos aproveitar o caldeirão para mantermos a invencibilidade.

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Mais três pontos - Mais sufoco

O adversário não era nenhum bicho papão e o Corinthians poderia ter feito um jogo tranquilo, mesmo com um time alternativo. Logo aos dois minutos, Romero abriu o placar. Edílson roubou a bola no meio de campo, avançou, chutou cruzado e o paraguaio desviou sem chances de defesa para o goleiro Pedro Henrique.
O Timão começou com tudo e até parecia que ganharia fácil, mas sofreu com a desorganização e o desentrosamento de um time com 6 jogadores diferentes. Embora o adversário não apresentasse grandes qualidades técnicas, teve um bom volume de jogo, muita vontade e persistência, soube se fechar, travou o jogo com duas linhas de quatro e aos 29 minutos conseguiu empatar numa cobrança de escanteio. Ah! O Corinthians e suas eternas dificuldades com as bolas altas. E depois de empatar, o time visitante passou a controlar o jogo até o final do 1º tempo.  

Gols
Na etapa final, no 1º minuto, Guilherme, após cobrança de escanteio e corte parcial, bateu de primeira, a bola desviou em Jácio e entrou no cantinho esquerdo, depois de tocar na trave. Tudo indicava que o Corinthians passaria a ter o controle do jogo e que a vitória seria tranquila. Mas, para ter mais emoção, Edílson xingou o juiz, foi expulso e aí o jogo complicou. Com um a mais, os capivarianos se animaram, seu técnico reforçou o ataque, e a defesa do Timão teve muito trabalho para segurar o resultado até o apito final. 
Tite precisou mexer no time, colocando Fagner no lugar de Guilherme, para recompor a lateral, e Giovanni Augusto no lugar de Romero. Apesar do sufoco, o Timão conseguiu segurar o resultado e continuar com 100% de aproveitamento no Paulistão. 
Foi um jogo bastante movimentado e não faltaram emoções. A desorganização e o desentrosamento do time, natural em início de temporada, e potencializados com a entrada de novos jogadores, recém contratados, e do recém promovido Maycon, bem como os problemas na armação e na transição para o ataque, que por si já seriam fatores negativos e complicadores do bom desempenho, foram agravados pelo descontrole emocional e pela grosseria do Edílson. E assim, um jogo que poderia ter sido tranquilo, apenas um treino na Arena, tornou-se dramático, devido ao desequilíbrio e a irresponsabilidade de um jogador grosso e grosseiro, que pela experiência que tem no mundo da bola, já deveria ter aprendido, pelo menos a se comportar em campo. 
Os melhores em campo foram Danilo e Romero. O meia, improvisado de centro avante, ajudou na armação e na marcação, deixando evidente a qualidade do seu passe, e mesmo com 36 anos resistiu bravamente aos 90 minutos de jogo. Romero, além de ter aberto o placar, mostrou boa movimentação, oportunismo, muita raça e vontade. Guilherme, apesar do gol que garantiu a vitória alvinegra, teve dificuldade na armação e na transição. Talvez atue melhor jogando mais adiantado. Ou seria problema de entrosamento? Marlone estava muito ansioso, afoito e afobado. Perdeu gols imperdíveis, inclusive duas vezes numa mesma jogada. Tem potencial, mas está sentindo o peso da camisa. Giovanni Augusto entrou bem no jogo, quase fez um gol e demonstrou qualidade, prenunciando grandes possibilidades futuras. Vilson foi bem na zaga, apesar do desentrosamento natural de um 1º jogo. Willians, apesar de ter melhor saída de bola que o Ralf, mostrou-se muito estabanado e cometeu faltas duras e com violência desnecessária. É para destruir apenas a jogada, e não o jogador adversário. Maycon não foi brilhante, mas foi participativo e não comprometeu. Problema de entrosamento e de estreia num time novo e em reconstrução. Uendel errou muitos passes e cruzamentos e pode perder a posição para o Guilherme Arana. Lucca me fez ter saudades do Lucca de 2015, do Lucca do 6 a 1. Cássio, Fagner e Felipe tiveram uma atuação normal, embora tenham sofrido com o desentrosamento do time como um todo.
Do lado do adversário, méritos para o goleiro Pedro Henrique que, com boas defesas, impediu que o Corinthians ampliasse o placar.
A arbitragem foi muito confusa e atrapalhada, cometendo erros pueris, prejudicando não só os times, mas o próprio futebol. O árbitro demonstrou falta de critério, deixando de marcar faltas e inventando outras inexistentes. Entre os inúmeros erros, duas lambanças que poderiam ter definido o jogo. Deixou de assinalar dois pênaltis, um para cada lado. Totalmente perdido e atrapalhado. 
Apesar de todas as dificuldades, o jogo evidenciou a existência de muitas possibilidades. Entre os titulares estreantes percebemos algumas qualidades essenciais: bom toque de bola, oportunismo, raça, boa saída de bola, mas também algumas falhas a serem corrigidas, tanto na técnica quanto na postura em campo, muitas das quais ligadas ao emocional e ao equilíbrio. Grandes desafios para a comissão técnica e para o Tite psicólogo. Já o comportamento do Edílson, considero ser mais grave; caso para psiquiatra. Ou de uma babá Super Nani. 
Apesar dos sustos, foi um bom jogo, um treino de luxo, com muita intensidade e exigências. Se é no fogo que se depura o metal, o jogo serviu para, além dos três pontos, tornar o time mais cascudo diante da adversidade.
Melhores momentos
Ficha Técnica - Corinthians 2 X 1 Capivariano 
Local: Arena Corinthians, em Itaquera, São Paulo (SP)
Data: 11 de fevereiro de 2015, quinta-feira
Horário: 21:00 horas (de Brasília)
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza
Árbitro Assistente 1: Emerson Augusto de Carvalho
Árbitro Assistente 2: Anderson José de Moraes Coelho
Quarto Árbitro: Rodrigo Santos
Público: 23.143 pagantes
Renda: R$ 1.113.209,00
Cartões amarelos: Fagner (Corinthians); Everton Dias (Capivariano)
Cartão vermelho: Edílson (Corinthians)
Gols: Corinthians: Romero, aos dois minutos do primeiro tempo, e Guilherme, a um minuto do segundo tempo; Capivariano: Marlon, aos 29 minutos do primeiro tempo
Corinthians: Cássio; Edílson, Felipe, Vilson e Uendel; Willians, Romero (Giovanni Augusto), Maycon, Guilherme (Fagner) e Marlone (Lucca); Danilo; Técnico: Tite 
Capivariano: Pedro Henrique; Maguinho, Wagner, Leandro Silva e Marlon; Everton Dias, Jácio (Chico), Samuel e Kleiton Domingues (Romão); Rogerinho e Rodolfo (Carlão); Técnico: Evaristo Piza 

Créditos e fontes de imagens e vídeos 
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