domingo, 30 de abril de 2017

No Moisés DuCARILLE, o Corinthians derrubou a Macaca da Ponte

Melhores momentos
Foi um jogo pra ninguém botar defeito. O Corinthians jogou bem e sobrou. Foi firme e seguro na defesa, sólido no meio campo e preciso no ataque. O resultado poderia ser até maior, mas 3 a 0 fora de casa no jogo de ida da final do Paulistão está de bom tamanho. O Corinthians dominou a partida, nossa defesa anulou o forte trio de atacantes da Macaca, Lucca, William Pottker e Clayson, inclusive o artilheiro do campeonato, e Rodriguinho comeu a bola. O ponto negativo foi a penalização de Rodriguinho e Gabriel com cartões amarelos que poderiam ter sido evitados. Até o Raphael Klaus, que como árbitro é um caos, foi mais comedido em suas lambanças. 
Gols
Rodriguinho foi o melhor em campo com dois gols e uma assistência. Também merecem destaques as atuações de Jadson que, com a camisa 77, armou várias jogadas e fez o segundo gol, da segura dupla de zaga e do atacante Jô, com uma assistência e muita precisão nas jogadas. Mas, o time como um todo foi efetivo e preciso, tapando a boca daqueles que não acreditaram no trabalho do Carille nem na raça corinthiana. 
Dessa vez a Macaca escorregou nas cascas de banana e caiu da Ponte. Méritos para o Carille que, remontando o time que fracassou em 2016 e utilizando garotos da base, soube potencializar seus jogadores, tirando o melhor de cada um e, com o que tinha disponível, construir um time com padrão tático definido e muita entrega. 
Entrevista do Carille
Entrevista do Rodriguinho
Com o resultado, para conquistar seu 28º título paulista, o Corinthians pode perder até por dois gols de diferença no jogo da volta, marcado para o dia 7 de maio, domingo, às 16:00 horas, (de Brasília), na Arena Corinthians em Itaquera. A Ponte Preta, para superar o Timão, precisa ganhar de 4 a 0. Se vencer por 3 a 0, a decisão irá para os pênaltis. 
Após 40 anos da conquista histórica de 1977, o Corinthians tem uma enorme vantagem e poderá comemorá-la com mais um título do Paulistão. Mas apesar da vantagem, não tem nada ganho e ainda faltam 90 minutos de jogo. Para sagrar-se campeão, é necessário respeitar o adversário, manter a concentração e jogar com humildade e seriedade. 
Bastidores

Créditos e fontes de imagens e vídeos 
globoesporte.globo.com-Fernando Dantas/Gazeta Press/gazetaesportiva.com-MAON 
youtube.com/Soccer Wave-globo.com 
Fernando Dantas/Gazeta Press/gazetaesportiva.com 
youtube.com/brasil futebol-globo.com 
facebook.com/Imagens Timao-cienciahoje.uol.com.br-MAON
youtube.com/Ligados no Timão-foxsports.com.br
youtube.com/Ligados no Timão 
youtube.com/Corinthians

segunda-feira, 24 de abril de 2017

A caminho da Ponte

Melhores momentos
Mesmo sem apresentar um futebol bonito e com algumas oscilações, estamos na final do Campeonato Paulista. A quarta força superou a primeira, a segunda, a terceira e vai enfrentar a Macaca na decisão do Paulistão, a mesma Macaca que devorou a Baleia e derrubou a porcada da Ponte. Para quem começou a temporada desacreditada, chegar a final foi um cala boca na imprensa anti e nos secadores de plantão. 
Após vencer o São Paulo por 2 a 0 no Morumbi, o Timão empatou em casa por 1 a 1, carimbando o passaporte para a final, que será disputada em dois jogos, o primeiro no dia 30 de abril, domingo, às 16:00 horas, no estádio Moisés Lucarelli em Campinas, e o segundo no dia 07 de maio, domingo, às 16:00 horas, na Arena Corinthians, em Itaquera. 
Precisando da vitória para se classificar, o São Paulo foi mais ofensivo, mas embora com maior posse de bola, pecou pela desorganização e teve dificuldades na criação, o que levou o time a apelar para chuveiradas na área alvinegra. Nervosos, os tricolores abusaram da violência, irritando os corinthianos que, infelizmente, entraram na pilha adversária, o que resultou em alguns cartões amarelos. 
Mais organizado e bem defensivamente, o Corinthians optou em esperar o adversário e sair no contra ataque. Mas, não conseguiu ser brilhante como foi no Morumbi. Se foi bem nos desarmes, (26), errou muitos passes (59), finalizações (duas certas e 6 erradas), cruzamentos (2 certos e 8 errados) e lançamentos (16 certos e 26 errados). E bobeou no gol deles. Moisés perdeu a bola, Thiago Mendes lançou-a para Pratto, nossa defesa chegou atrasada e levamos o empate. 
Gols
O gol corinthiano saiu aos 46 minutos da etapa inicial. Jadson cobrou falta, Pratto tentou afastar e a bola sobrou para o Jô que mandou para o fundo da rede. Os tricolores reclamaram de impedimento, mas como Luccas Pratto, deliberadamente, tocou na bola, sua ação quebrou o impedimento. http://globoesporte.globo.com/futebol/times/corinthians/noticia/jo-estava-impedido-quando-fez-o-gol-veja-o-que-dizem-a-regra-e-os-especialistas.ghtml 
Com o resultado o Corinthians classificou-se para a final e manteve o tabu de nunca ter perdido para o São Paulo em Itaquera e, pela 7ª vez, eliminou os tricolores em mata mata. 
Pela primeira vez no ano, Carille terá uma semana inteira para treinar. É importante que aproveite o tempo para corrigir as falhas, treinar os fundamentos e recuperar os jogadores mais desgastados. E que o preparo seja efetivo porque na final o Timão irá enfrentar um adversário mais organizado e melhor preparado que os anteriores. 
Entrevista do Carille
Bastidores

Créditos e fontes de imagens e vídeos 
globoesporte.globo.com-Djalma Vassão/Gazeta Press-MAON 
youtube.com/iFut Brasil-globo.com
@Patrick.sccp/meutimao.com.br-Djalma Vassão/Gazeta Press/gazetaesportiva.com-MAON 
youtube.com/Edited Channel 
youtube.com/Os Donos da Bola 
youtube.com/Corinthians 

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Bola pra frente

Aconteceu o inesperado e o indesejado. Eliminação é sempre ruim. Eliminação em casa e nos pênaltis é ainda pior. Ainda mais quando o time é um freguês. Mas aconteceu. E nem dá tempo de lamber as feridas e já tem outra decisão pela frente. Portanto, só nos resta enxugar as lágrimas, erguer a cabeça e nos prepararmos para o novo desafio que bate às nossas portas. Isso implica, primeiramente em tirar desse insucesso a sua lição. Onde erramos, o que faltou, onde e por que falhamos? E, principalmente, corrigir as falhas e não errar mais. 
Parar de errar passes e de perder gols, trabalhar melhor as jogadas, aumentar e manter a concentração, não errar nas substituições, treinar pênaltis e não pipocar. Na realidade, perdemos para nós mesmo. Nosso gol saiu logo, achamos que o jogo estava ganho, nos desconcentramos e levamos o empate. Aí, no abafa, tivemos que correr atrás do prejuízo e, por erros nossos, deixamos o jogo ir para os pênaltis, o que há muito tempo, deixou de ser a nossa praia. Nossos 48% de posse de bola foi, predominantemente, no campo defensivo, de 383 passes, erramos 59, de 16 cruzamentos, só acertamos cinco, e de 44 lançamentos, erramos 14. Das 16 finalizações realizadas, só 4 foram certas e só uma resultou em gol. Perdemos gols imperdíveis: dois no primeiro tempo (Jô e Romero) e três na etapa final (Pablo, Rodriguinho e Clayton). Carille substituiu mal, ao colocar o Mortinho Gabriel. ops, Marquinhos, e o estabanado Clayton. Tinha opções melhores no banco: Camacho, Pedrinho, Léo Jabá e Kazin. E nas cobranças de pênalti um experiente pipocou e outro foi displicente e errou. 
Se eu, que sou apenas torcedora, consegui enxergar esses erros, acredito que a comissão técnica, a quem compete corrigi-los, também deve ter detectado essas e outras possíveis falhas. Sei que o tempo de treino é curto, mas como a maioria dos erros foram de postura e de falta de concentração, uma conversa séria e contundente com o elenco é fundamental para o êxito do próximo desafio. 
Excesso de confiança e salto alto são atitudes soberbas e sempre levam ao fracasso. Por isso, apesar da vantagem, temos que encarar o jogo contra o São Paulo com a maior seriedade e não cometer os erros do último jogo. Humildade, concentração e comprometimento são as palavras chaves da disputa da semifinal do Paulistão. 

Créditos e fontes de imagens
esporte.uol.com.br 
twitter.com/@Corinthians 

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Corinthians, soberano no Majestoso

Melhores momentos
Quem é rei, não perde a Majestade. Pode ter sofrido desmanche e omissão da diretoria, achincalhe da imprensa e dos antis, prognósticos negativos, pode perder jogadores e comissão técnica, pode sofrer com jogador tiriça e outros problemas, mas sempre renasce para brilhar. Pode oscilar, mas na hora certa mostra o seu valor e, com muita garra e dedicação, supera suas dificuldades e limitações. Esse é o Corinthians de tradições e glórias mil. 
O Timão não tomou conhecimento dos 45 mil tricolores que estavam no Morumbi e nem se deixou intimidar pelos donos da casa e com sua maior posse de bola (62%), um verdadeiro latifúndio improdutivo. Errando menos passes que em jogos anteriores, com boa movimentação, firme na marcação e com muita eficiência defensiva, o Corinthians foi pragmático e soube aproveitar as oportunidades que teve, liquidando a fatura já no primeiro tempo. Com 90% de acerto de passes, dominou totalmente a etapa inicial. No segundo tempo, com a saída de Jadson por contusão, o Corinthians criou menos e deixou de atacar, abrindo espaços para o adversário, enquanto o São Paulo, no abafa, mas muito bagunçado, veio pra cima e nas poucas vezes que passou pela defesa alvinegra, parou nas mãos do Cássio. Administrando o jogo, o Timão manteve sua superioridade e saiu do Morumbi com uma boa vantagem para o jogo de volta.
O alvinegro, compacto e mais organizado, com um padrão de jogo definido, foi superior ao tricolor e o Rogério Ceni levou um nó tático do Carille. Defensivamente seguro e ofensivamente oportunista, construiu o resultado no primeiro tempo e depois administrou. Isso não significa que o time atingiu a perfeição. Ainda existem muitos pontos a melhorar, inclusive aprimorar os lançamentos e ter mais cuidado nos contra ataques. Mas tudo indica que Carille está no caminho certo e que o time vai crescer mais ainda no decorrer da temporada.
Gols
O primeiro gol, aos 20 minutos da etapa inicial, foi do Jô, com assistência do Rodriguinho. O segundo, aos 47 minutos, foi do Rodriguinho, que após receber o passe de Guilherme Arana, deixou para trás Jucilei e Maicon e, num chute de fora da área, mandou a bola para o fundo da rede tricolor. 
Embora o time tenha ido bem no jogo coletivo, merecem destaques as atuações de Rodriguinho, Jô, Arana, Gabriel, da dupla de zaga, Pablo e Balbuena e do goleiro Cássio. Outro destaque do jogo foi a atitude do Rodrigo Caio, que livrou o Jô de um injusto cartão amarelo ao se acusar de ter pisado involuntariamente no pé do goleiro São Paulino, o que levou o árbitro a anular o cartão atribuído indevidamente ao centro avante corinthiano. Num belo exemplo de hombridade e de bom caráter, Rodrigo Caio revogou a "Lei de Gerson".
Com a vitória de 2 a 0, o Corinthians vai para o jogo de volta com a vantagem de poder perder por um gol de diferença e, ainda assim, sair com a vaga. O duelo está marcado para o próximo domingo, 23/04. às 16:00 horas, horário de Brasília, na Arena Corinthians, em Itaquera. O regulamento não prevê peso extra a gols marcados fora de casa. Com a derrota, o Tricolor deixou o estádio vaiado e aos gritos de “time sem vergonha”. Mas antes do jogo de volta pelo Paulista, os rivais farão o jogo de volta pela quarta fase da Copa do Brasil. O São Paulo buscará reverter a desvantagem de 2 a 0 contra o Cruzeiro, nesta quarta-feira, 19/04, às 19:30 horas, no Mineirão e no mesmo dia, às 21:45 horas, o Corinthians receberá o Internacional em Itaquera, podendo empatar sem gols para avançar no torneio. 
Entrevista do Carille
Bastidores

Créditos e fontes de imagens e vídeos 
globoesporte.globo.com-Fernando Dantas/Gazeta Press/gazetaesportiva.com-MAON 
youtube.com/BOLA DA VEZ-globo.com 
Adriano Vizoni/Folha Press/folha.uol.com.br 
youtube.com/Lances inéditos-globo.com 
facebook.com/Daniel Augusto Jr
youtube.com/Ligados No Timão-foxsport.com.br 
youtube.com/Corinthians

quinta-feira, 13 de abril de 2017

O árbitro ficou com medo do DVD?

Melhores momentos
Que a arbitragem brasileira é ruim, despreparada e muitas vezes tendenciosas não é novidade pra ninguém. Ela consegue desagradar todos os times e erra muito. Mas os árbitros que atuaram em Porto Alegre precisam, urgentemente, consultar um bom oftalmologista, pois não viram um pênalti claríssimo no Romero e enxergaram um escanteio inexistente na origem do gol colorado, pois o último a tocar a bola foi o D'Alessadro. Será que não viram mesmo ou ficaram com medo de aparecer no DVD? 
O que importa é que mesmo com a ajuda da arbitragem e com a torcida gaúcha apoiando seu time, o Corinthians empatou com gol fora de casa e conseguiu uma ligeira vantagem na decisão em Itaquera. E estávamos com desfalque de dois jogadores importantes: Jadson e Jô. 
Gols
Embora tenha sido um jogo movimentado e considerado por muitos como o melhor jogo do Timão fora de casa, algumas ações corinthianas são preocupantes e precisam ser evitadas no jogo de volta. Não podemos continuar errando tantos passes, (64 passes errados com apenas 37% de posse de bola) nem perder gols cara a cara com o goleiro. Em Itaquera temos que jogar como time grande que somos, propor o jogo, ir para cima e não apenas ficar esperando o erro do adversário e sair no contra ataque. Precisamos, também apresentar novas alternativas táticas e variar as jogadas. Temos uma ligeira vantagem, mas não tem nada ganho e, em casa, temos a obrigação de ganhar bem. Não podemos nos contentar com um empate sem gols. 
Felizmente teremos a volta de Jadson e Jô, pois o Mortinho Gabriel e o Giovanni Angústia Pipoca continuam devendo futebol. E não vi nada de especial na atuação de Clayton. 
Pablo falhou no gol colorado, Arana deu mais uma assistência e Romero, além de ajudar muito na marcação, foi o autor do gol do Timão. Marquinhos Gabriel e Giovanni Augusto foram os piores em campo. Romero, Gabriel, Arana e Balbuena foram os melhores.
Corinthians  e Internacional farão a partida decisiva na próxima quarta-feira, 19/04, às 21:45 horas, na Arena Corinthians. Se não sofrer gols, o Timão garante a classificação com qualquer placar. Aos gaúchos, resta a vitória ou empates a partir de 2 a 2. Se o 1 a 1 for repetido, a vaga será decidida nos pênaltis. 
Entrevista de Carille

Créditos e fontes de imagens 
globoesporte.globo.com-Daniel Augusto Jr/Agência Corinthians/gazetaesportiva.com-MAON 
youtube.com/Danilo Silva Gols-foxsports.com.br 
youtube.com/Brazil in Soccer-foxsports.com.br 
youtube.com/Esporte Mundial

segunda-feira, 10 de abril de 2017

O que esperar?

Classificados no sufoco. Quase na bacia das almas. Mesmo jogando melhor que no jogo de ida, só um golzinho e uma bela defesa do Cássio nos livraram da disputa de penalidades. Só ficamos sossegados após o apito final. Empatamos fora e vencemos em casa pelo placar mínimo. Uma classificação chorada diante de um time arrumadinho, mas com muita deficiência técnica. Muito pouco para as exigências da torcida, mas o suficiente para prosseguirmos vivos no Campeonato Paulista. 
Com um time em formação e com um elenco sem grandes craques, vamos nos equilibrando e sobrevivendo. Com empates e "goleadas" de 1 a 0 vamos batendo as metas e caminhando na busca do objetivo final. Aliás, essa situação já foi vivenciada em um passado recente sob os comandos do Tite e do Mano Menezes. Naquela época o desempenho e os resultados eram similares. Empate fora e "goleada" em casa. E assim faturamos títulos e nos destacamos no mundo do futebol. No entanto, se isso nos anima, precisamos estar atentos para o que hoje nos diferencia daqueles momentos. Mano e Tite tinham à disposição alguns atletas diferenciados e até alguns craques, enquanto Carille trabalha com um elenco tecnicamente limitado. Aliás, com raras exceções, não temos jogadores acima da média, o que exige do time disciplina tática e muito esforço. Algumas jovens promessas, aliadas a alguns jogadores mais experientes, são a esperança de que no futuro tenhamos um time melhor qualificado e mais competitivo. Isso se alguns dos experientes que se encontram acomodados deixarem de lado a tiriça ou forem negociados e substituídos por outros mais comprometidos. 
Carille, nas atuais condições do time, superou minhas expectativas. Ele não tem ingredientes suficientes para preparar um banquete, mas está se virando com o que tem para não deixar ninguém passar fome. Até onde e quando vai conseguir nos alimentar é uma incógnita. Daqui para frente é só pedreira. Os rivais contrataram novos jogadores e se reforçaram, enquanto, sem dinheiro, o Corinthians apostou em jovens promessas e em poucos reforços pontuais. Do que herdamos do ano anterior, pouco deu para aproveitar. Conseguimos emprestar alguns, outros se escondem da bola e pouco sobrou de aproveitável. Ainda bem que tem uma molecada dando o sangue e suando a camisa. 
Não estou pessimista, apenas realista. Mata mata no Paulistão, Copa do Brasil e Sul Americana mais o Campeonato Brasileiro de pontos corridos são os desafios que nos aguardam. Teremos fôlego para enfrentá-los com o que temos disponível? Temos condições de nos reforçar devidamente, com jogadores que cheguem para vestir a camisa e decidir ou vamos nos contentar com apostas de times de Série B, que precisam de tempo para começar a jogar? Se for para apostar, que apostemos em nossa base. Perderemos jogadores na próxima janela de transferência? Iremos repor as perdas com a mesma qualidade? Teremos dinheiro para isso? Como enfrentaremos os desafios do ano? O que nos espera? Daremos conta? Ou vamos apenas nos preparar para 2018? O que esperar dessa diretoria trapalhona e omissa, que tem se mostrado incapaz de enfrentar e resolver os problemas do futebol corinthiano?
Como torcedora não tenho respostas, apenas preocupações. E muitas... Não vejo soluções a curto prazo. E espero que a próxima gestão seja mais competente e mais comprometida com o nosso Corinthians. 

Crédito e fonte de imagem 
pitupitamodainfantil.com.br 

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Bom resultado. Desempenho nem tanto.

Valeu o resultado que nos faz esperar no Chile um jogo menos dramático e uma partida mais tranquila. É certo que não tem nada ganho, mas basta não levar gol para garantir a classificação e se conseguir marcar no estádio do rival, tudo ficará mais tranquilo e favorável. Em Itaquera, o Universidade de Chile não se intimidou, assumiu a iniciativa do jogo, teve mais posse de bola, criou várias oportunidades, mas não foi capaz de aproveitá-las e transformá-las em gol, em parte pela ação da defesa corinthiana. O Corinthians, com uma postura reativa, nem parecia estar jogando em casa até que num bate e rebate na área chilena aconteceu o gol que veio dar tranquilidade ao alvinegro e confiança ao time que voltou melhor no segundo tempo, melhorando o seu desempenho. Os chilenos sentiram o cansaço da intensidade do primeiro tempo, os corinthianos imprimiram maior dinamismo às suas ações, melhorando a troca de passes e a atuação do meio campo e sendo mais eficientes nos contra ataques. E assim saiu o 2º gol. E poderiam ter saído outros, se houvesse maior frieza e precisão nos arremates finais. 
Gols
O primeiro gol foi marcado aos 41 minutos do primeiro tempo, numa jogada que envolveu Jadson, Romero, Maycon, Jô, Arana, Gabriel, a zaga adversária, a trave, defesas do goleiro Herrera e terminou com o chute certeiro de Rodriguinho para abrir o placar em Itaquera. O segundo aconteceu aos 24 minutos da etapa final. Jadson bateu falta, Jô desviou de cabeça para Rodriguinho que, na entrada da área, com um simples toque devolveu para Jadson mandar para o fundo da rede. Um golaço! 
Com o resultado, o Corinthians joga a partida de volta, dia 10 de maio, no Chile, com a vantagem de poder até perder por um gol de diferença para avançar à segunda fase da Copa Sul-Americana. Se fizer ao menos um gol, o Timão obriga os chilenos a vencerem por quatro tentos de diferença. Caso os adversários triunfem por 2 a 0, a decisão irá para as penalidades. 
Antes desse jogo decisivo, o Timão terá o confronto contra o Botafogo-SP, pela volta das quartas de final do Campeonato Paulista, no domingo, também em Itaquera, além de dois jogos com o Internacional, válidos pela quarta fase da Copa do Brasil, marcados para os dias 12 e 19 deste mês.
Lamentável no jogo foi o comportamento da torcida visitante quebrando cadeiras e atirando-as nos corinthianos e na polícia, além de depredarem o setor a ela reservado e um dos banheiros. O fato resultou em forte repressão policial, torcedores e policiais feridos e 24 torcedores presos. 
Melhores momentos
Ficha Técnica - Corinthians 2 X 0 Universidad de Chile
Local: Arena Corinthians em Itaquera, São Paulo (SP)
Data: 5 de abril de 2017, quarta-feira
Horário: 21:45 horas (de Brasília)
Árbitro: Dario Herrera (ARG)
Árbitro Assistente 1: Ezequiel Brailovsky (ARG)
Árbitro Assistente 2: Ariel Scime (ARG)
Quarto Árbitro: Fernando Espinoza (ARG)
Público: 22.661 pagantes
Renda: R$ 982.780,90
Cartões amarelos: Guilherme Arana, Léo Príncipe e Jadson (Corinthians); Castellanos (Universidad)
Gols: Corinthians: Rodriguinho, aos 41 minutos do primeiro tempo, e Jadson, aos 24 minutos do segundo tempo
Corinthians: Cássio; Léo Príncipe, Balbuena, Pablo e Guilherme Arana; Gabriel, Maycon, Rodriguinho (Clayton), Jadson (Pedrinho) e Romero (Camacho); Jô; Técnico: Fábio Carille
Universidad de Chile: Johnny Herrera; Rodríguez, Vilches, Jara e Schultz; Reyes, Espinoza (Pizarro) e Lorenzetii; Rozas (Ontivero), Ubilla (Castellanos) e Mora; Técnico: Guillermo Hoyos
Entrevistas

Créditos e fontes de imagens e vídeos 
globoesporte.globo.com-Mauro Horita/Gazeta Press-MAON 
Gil Guzzo/Mafalda Press/Gazeta Press-Luís Moura/Wpp/Gazeta Press-MAON 
youtube.com/CAMFWAYNE WORLD-foxsports.com.br
youtube.com/Ligados no Timão-foxsports.com.br 
youtube.com/Os donos da Bola BR

sábado, 1 de abril de 2017

A bola apanhou de todos e todos apanharam da bola

Não vimos um jogo. Vimos um filme de terror, um espetáculo de horror, o anti futebol. Uma partida de baixo nível técnico, com erros dos dois times em todos os fundamentos, de passes, na saída de bola, de finalizações, com total ausência de criação e falhas na transição. Um jogo em que se predominaram os chutões e em que a bola apanhou de todos e todos apanharam da bola. 
O Corinthians não conseguiu se impor diante de um adversário tecnicamente inferior e teve uma atuação covarde. O gramado seco e duro foi a desculpa dos jogadores para o mau desempenho. O campo pode ter dificultado, mas não justifica a falta de iniciativa e a má qualidade ofensiva. Sem conseguir ficar com a bola nos pés, o time optou pelos chutões, que também não deram resultado. Jogadores e técnico reconheceram o óbvio, que poderiam ter jogado melhor. Claro que poderiam, pois jogar pior era impossível. 
Síntese do jogo: No dia 1º de abril, os erros foram de verdade, mas o futebol foi de mentira.

Créditos e fontes de imagens 
globoesporte.globo.com-papeisriscados.blogspots.com-pedraclariana.blogspot.com-MAON