quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Notícias da República

Semana cheia
Semana sem jogos para treinar é chamada de semana cheia. É a oportunidade de recuperar jogadores, aprimorar fundamentos, corrigir falhas e preparar melhor para os novos desafios. Diante de um jogo no qual se define a liderança, sua importância é ainda maior. Mas, (sempre um mas pra atrapalhar,) acabou sendo uma semana cheia de dúvidas e de sustos. 
Dúvida na zaga: Quem será o parceiro do Paulo André?
Dúvida no meio campo: Paulinho vai se recuperar? Vamos de Danilo ou de Alex?
Dúvida no ataque: Adriano vai estar pronto pra jogar? Liedson vai se recuperar da lesão no joelho?
Adriano, apesar de participar do coletivo, teve sua atuação descartada pelo preparador físico e sua estreia foi mantida para o dia 09/10. Não há mais dúvida.
Liedson treinou com o grupo e deixou todo mundo animado, até que sentiu dores no joelho operado, virou dúvida para enfrentar o Vasco e deixou todo mundo assustado.
Antes disso, William, com dores no tendão de Aquiles da perna direita teve que ser poupado e, assim como o Liedson, 6ª feira será novamente avaliado. Além do susto, novas dúvidas para a escalação. Jorge Henrique e Taubaté formarão o ataque? Ou o Tite colocará só um atacante e reforçará o meio campo? Neste caso, entrará  mais um meia ou escalará três volantes? Qual será o esquema tático a ser utilizado?
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Mídia esportiva ou central de fofocas e maledicências?
Está cada vez mais difícil acompanhar o noticiário esportivo. Vamos em busca de notícias para nos informarmos sobre técnicas, táticas, jogos, treinamentos e nos deparamos com notícias plantadas, com crises forjadas, com acusações infundadas, com fofoquinhas de bastidores e com muita conversa fiada.
Certos portais, como o UOL e o portal r7.com.br, são especializados em plantar notícias insinuando problemas e crises no Corinthians, em fazer piadinhas e em vasculhar e expor a vida pessoal dos jogadores e dirigentes corinthianos. Programas esportivos de televisão estão mais preocupados em desmerecer nossos feitos e nossas realizações do que em mostrar fatos e comentar o que acontece dentro de campo. Quando ganhamos dizem que foi o apito amigo, nossos adversários sempre jogaram melhor e sempre tem um "baita time" e um "baita jogador" e os nossos são sempre depreciados e mesmo ridicularizados. Nem transmissão de jogo dá mais pra escutar. Os comentários são distorcidos, além de haver a maior babação de ovo para os times cariocas. O jeito e tirar o som e ouvir pela Rádio Coringão, mesmo com o delay próprio da Internet. 
Nos programas esportivos, de todas as emissora, sempre tem um ou mais anti corinthianos de plantão. Mas, o que é mais irritante, é a postura de certos ex jogadores que, travestidos de jornalistas, usam os microfones para plantar notícias falsas, geralmente contratações de craques que não se confirmam e espalhar boatos envolvendo a vida profissional e pessoal dos jogadores e a construção do estádio. Parece que se sentem ameaçados pelo possível sucesso e prestígio dos atuais jogadores e tentam diminui-los diante da torcida. Talvez temam que a Fiel encontre novos xodós. Isto é lamentável e o tiro pode sair pela culatra. Todo este ódio destilado sobre jogadores atuais pode fazê-los ser mais lembrados como péssimos jornaleiros, pois de jornalistas ainda estão muito longe, ofuscando assim o ídolo que forram no passado. A bola da vez é o Adriano, vítima de patrulhamento contínuo, principalmente do Neto, que já jogou no Corinthians e se declara corinthiano. Ultimamente tem falado tanta bobagem, chegando ao ponto de desrespeitar os conhecimentos da área médica ao questionar o parecer do Dr Osmar. Como não se rende aos argumentos da ciência nem se manifestou diante da nota oficial do Corinthians, se continuar com essa postura anti desportiva, só nos resta deixar de assisti-lo, embora isto custe nos privar de assistir o Dr Osmar de Oliveira, este sim, um corinthiano de fato. Diante das pegação no pé do Adriano será que poderemos supor que ele "não compareceu em 42 sessões se fisioterapia" porque estava passeando com seus "colegas de elenco" Riquelme e Seedorf que o Neto contratou?


Eu Presidente e Nós Congressistas
Conheça os candidatos  a Presidente e a Congressista da República Popular do Corinthians acessando http://republica.corinthians.com.br/user/candidatos/cargo/congressista. Tem muita gente boa participando, blogueiros e twitteiros ativos e atuantes na defesa dos reais interesses da Nação Corinthiana. Analise cada candidato, suas propostas e sua história. E vote naqueles que apresentarem as melhores propostas. Vamos eleger os que tenham competência para lutar e trabalhar para que nossas reivindicações se efetivem na prática. Insisto em afirmar que essa campanha não pode ser apenas mais uma campanha de marketing. 

Biro Biro, Palhinha e Geraldão homenageados na Calçada da Fama
No dia 27/09, às 11h30m, Biro Biro, Palhinha e Geraldão  deixaram seus pés registrados na Calçada da Fama do Corinthians, no Memorial do Parque São Jorge
A Calçada da Fama foi criada em 2010 e nela já deixaram seus pés, entre outros, os jogadores Basílio, Wladimir, Zé Maria, Rivelino, Tobias, Zenon, Ataliba, Neto, Ezequiel e Dentinho (por ter marcado o gol 10000). O goleiro Ronaldo deixou a marca de suas mãos.
Homenagem mais que justa e merecida pela importância dos jogadores nas conquistas do Timão. Palhinha e Geraldão participaram da conquista histórica do Campeonato Paulista de 1977, além de vencerem, também, o de 1979. Biro Biro participou da conquista dos campeonatos estaduais de 1979, 1982, 1983 e 1988.

Fundações do lado leste
Obras do estádio seguem a todo vapor 
Segundo informação do site do Corinthians, em menos de quatro meses de construção do estádio, já foram cravadas 760 estacas, executados 155 blocos de concreto e instalados 20 pilares.
Estão bastante avançadas as obras de terraplanagem, drenagem e instalação da fábrica de pré-moldados no canteiro de obras. Mais de 120 equipamentos estão sendo utilizados.
A terraplanagem já ultrapassou 50% e o setor leste já recebeu algumas colunas sobre as quais serão assentadas as estruturas das arquibancadas.
Em breve sairemos do aluguel e ainda vamos ceder nossa casa para a FIFA realizar a abertura da Copa do Mundo.

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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Saindo do sufoco?

Ufa! Uma vitória, três pontos e a vice liderança. Uma pausa para respirar e para por a casa em ordem. Para refletir, para se reorganizar, para se preparar para o próximo jogo, para um novo desafio, para mais uma decisão.
Foi uma vitória importante, estratégica para a conquista do campeonato. Mas foi muito sofrida, muito mais do que deveria, tendo em vista que enfrentamos um Bahia mais desfalcado que o trem pagador depois do assalto e mais remendado que terno de noivo de festa junina. Mas, se tecnicamente o Bahia é inferior, foi superior na organização e atuou com muita dedicação, o que nos custou alguns sustos e sofrimentos, principalmente antes de sair o gol. Sustos esses mais por nossas falhas do que pelos méritos do adversário.
Para não variar, Tite tomou mais um nó tático do Joel Santana, o Mestre do Ferrolho, que usou a marcação forte como sua arma principal. Nossa previsibilidade facilitou muito a marcação do adversário, bem como a má atuação do Alex que errou muitos passes e chutes e de bom só fez o cruzamento para o gol. Alessandro, ainda muito longe do guerreiro do passado não conseguiu apoiar o ataque, sobrecarregou William, mas mesmo assim permaneceu o jogo todo. E Welder no banco. Jorge Henrique, que substituiu Alex, muito mal física, técnica e taticamente, pouco acrescentou. Na realidade, o Motorzinho está precisando de uma boa retífica. A defesa foi bem, apesar de Wallace, um tanto nervoso, ter cometido alguns erros e faltas desnecessárias. Mesmo com a melhora da defesa e com a zaga mais entrosada com o Júlio César, ainda continuamos levando sustos nos escanteios. Sem o Liedson, o ataque mostrou-se mais fragilizado, apesar da movimentação e do esforço do Émerson e do William, muito sobrecarregado por ter que cobrir a lateral.
Mas, o ponto nevrálgico do time continua sendo a ausência de criação do meio campo e o abuso do chuveirinho na área. Se pelo menos tivéssemos um jogador alto na área, algumas bolas lançadas poderiam dar resultado. Tite, mais uma vez, não conseguiu armar o time com dois meias, dando a impressão que um atrapalha o outro. Danilo, superior ao Alex, movimentou-se bem e acertou mais os passes, fazendo por merecer a titularidade, enquanto Alex pouco criou, não conseguiu armar as jogadas nem dar assistências, foi fominha e, muitas vezes, deixou de passar a bola para quem estava em melhores condições. 
No 2º jogo sem tomar gol, vimos uma defesa melhor arrumada e entrosada e, novamente, o destaque foi o Paulo André, calmo e equilibrado, bom nos desarmes,  passando a bola com precisão e sem chutões, seguro nas bolas aéreas, tanto na defesa quanto no ataque. Sua técnica e experiência fazem a diferença e, com a recuperação física e técnica do Chicão, poderemos voltar a ter uma zaga imbatível. Fábio Santos foi bem, Ralf firme nos desarmes, mas ainda sem ser o bom Pitbull do início do campeonato e Edenilson não comprometeu.
Mas, a grande trapalhada do jogo, cujos desdobramentos poderão ser trágicos, foi o lance da expulsão do Émerson. Um fato com duas versões, mas suficiente para mostrar a imprevidência e a insegurança da comissão técnica e o desequilíbrio emocional e o destempero verbal do jogador.
Versão do Tite: "Como ele já tinha colocado a mão na coxa, eu pedi para ele mostrar o que estava sentindo. Eu não iria tirar o melhor cara do jogo por questão técnica. Ele estava machucado e precisou ser atendido. Não foi por simulação. Eu até perguntei para o 4º árbitro e ele concordou comigo, sabia que o Émerson não estava bem para poder continuar. Mas veio o amarelo, questão de critério. O jogador se irritou e saiu o vermelho. Enfim, temos que acatar." (http://globoesporte.globo.com).
Versão do árbitro: "Aos 39 minutos do segundo tempo, foi expulso de campo o atleta Márcio de Passos Albuquerque, (Émerson) por atitude anti desportiva (simular lesão ao cair em campo de jogo ao ser substituído), sendo advertido com o cartão amarelo, já sentado na maca. Ao receber o amarelo, em tom irônico começou a bater palmas e em ato contínuo às palmas disse olhando para mim por duas vezes: 'Você é um idiota, você é um idiota,' sendo expulso diretamente com a apresentação do vermelho. Informo ainda, que após o término do jogo, fui comunicado pelos senhores Bruno Boschillia (assistente) e Flávio Rodrigues de Souza (quarto árbitro) que a orientação para o atleta cair no gramado e simular contusão partiu do banco de reservas pelo senhor Geraldo Magela Delamore Moreira, assistente técnico do Corinthians," (súmula do jogo Corinthians X Bahia)
Diante dessas duas versões, totalmente contraditórias, eu pergunto:
Qual é a verdadeira? Quem é ou quem são os idiotas? A comissão técnica não sabe que depois do jogo tem uma entrevista coletiva, na qual poderia ser esclarecido o motivo da substituição? Jogador e comissão técnica não aprenderam nada com a expulsão do Edenilson no jogo contra o Grêmio? Não bastaria sair mancando com a mão na coxa para demonstrar uma possível contusão? O jogador precisava aplaudir ironicamente o juiz, fato presenciado pelos presentes e documentado pela TV, e chamado o mesmo de idiota, como relatado na súmula? Em relação às palavras do 4º árbitro, qual é a versão verdadeira? Comissão técnica e jogador não previram os desdobramentos  possíveis da ordem dada e do ato praticado?
Mas, como a toda ação corresponde uma reação com a mesma intensidade, as trapalhadas que motivaram a expulsão do Émerson, resultaram no afastamento do mesmo em pelo menos dois jogos, criando um problemão para nosso ataque já desfalcado pelas contusões do Liedson e do Adriano.
As dificuldades que temos encontrado na armação do time e no ataque foram potencializadas pelo episódio da expulsão, o que nos induz a responder negativamente à pergunta título. Não estamos saindo do sufoco e prevemos dificuldades para os próximos jogos, principalmente para o contra o Vasco, um jogo decisivo para a recuperação da liderança. Mas, isto será assunto de um outro post.
Estou sendo pessimista? Muito corneteira? Será que vou perder o respeito do Émerson por estar questionando o time vice-líder e vou ter que esperar despencar muito para poder criticar e cobrar?
Sei que não tem nada perdido, mas também não tem nada ganho. Nas atuais circunstâncias não vejo muitas perspectivas de grandes mudanças táticas nem de um aperfeiçoamento técnico excepcional, mas de apenas algumas correções e mudanças pontuais. Mesmo assim confio na superação pelo esforço pessoal e comprometimento dos jogadores, desde que as contusões não lotem o Departamento Médico.


Somos a Fiel Torcida e não vamos jogar a toalha. Vamos apoiar sempre. E esperamos que o time corresponda com muita luta e determinação.


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domingo, 25 de setembro de 2011

Corinthians X Bahia - Pré jogo

Hoje é domingo. Dia de macarronada com frango e de jogo de futebol. Mais importante que isso é que hoje é dia do Corinthians jogar. E não é um jogo qualquer. É um jogo decisivo. Podemos até dizer que é dia de decisão. Sim. É o dia do Corinthians decidir se quer ser campeão, se quer continuar na briga pelo pentacampeonato ou se vai se contentar com a  vaguinha pra neurose, ou até mesmo com a classificação para a Pré Libertadores. Portanto, hoje é o dia D. Da retomada do campeonato. Do tira teima. De mostrar serviço. De saber com quem podemos contar e em quem confiar. De descobrir quem pode ser chamado de guerreiro, quem de fato é mosqueteiro...
O jogo, teoricamente seria fácil. O adversário, apesar de vir de duas vitórias, contra o Fluminense e contra o Atlético Paranaense, está com 30 pontos e ocupa o 14º lugar na tabela, além de vir com 6 desfalques, 3 por lesão e 3 por cláusula contratual. Mas, além do nosso complexo de Robin Hood e de nossa tradição no campeonato de dar sobrevida a times na UTI, o técnico deles sabe como ninguém armar o time na retranca e sair no contra ataque. E não podemos nos esquecer que foi com este técnico que começamos a despencar ladeira abaixo. Portanto, todo cuidado é pouco.
E nós, como iremos pra essa batalha decisiva? Estamos preparados? Vamos pra cima ou vamos nos defender e partir pros contra ataques? Vamos jogar como Corinthians ou como Caxias?
O certo é que não teremos nosso Homem Gol, nosso maior artilheiro. Liedson foi vítima de uma tática homicida, que transformou um centro avante sem férias e vindo de cirurgia em volante e lateral e teve seu joelho, recém operado, estourado. (Conferir vídeo do post anterior).
Diante disso, Tite promoveu uma mudança tática e vamos enfrentar o Bahia no 4 4 2, com 2 meias e 2 atacantes, com Danilo substituindo o Levezinho. Mas, não será esta a única alteração no meio campo. O meia Edenilson substituirá o 2º volante Paulinho, suspenso pelo 3º cartão amarelo. A defesa será a mesma do jogo anterior, com Fábio Santos iniciando o jogo, sendo que Chicão, por opção do técnico, não ficará nem no banco.
Foram relacionados para o jogo Júlio César e Danilo Fernandes; Paulo André, Wallace e André Vinicius; Ralf e Moradei; Alex, Danilo, Morais e Edenilson; Émerson, William, Jorge Henrique e Taubaté. O Corinthians deve ir a campo com a seguinte formação: Júlio César; Alessandro, Wallace, Paulo André e Fábio Santos; Ralf, Edenilson, Danilo e Alex;  Émerson e William.
Entre os relacionados não tem nenhum 2º volante nem lateral esquerdo, mas tem 4 meias e 4 atacantes. O jeito é rezar para Fábio Santos e Edenilson não se machucarem. No último treino, Alessandro atuou como titular. Assim, apesar das bolas nas costas, de não ganhar nenhuma dividida, de perder todas as corridas e o fôlego, Tite insiste em escalá-lo e em deixar Welder no banco. E, provavelmente, dar-lhe-á a braçadeira de capitão. Sem o Liedson, Émerson deverá jogar mais centralizado, embora tenhamos um centro avante no banco. Mas, "não podemos queimar o garoto," deve pensar o técnico. Eu arriscaria manter o esquema 4 2 3 1, com o Taubaté de centro avante e deixando o Émerson e o William mais livres para ajudar os laterais, principalmente para interditar a Avenida Direita. 
E por falar no Émerson, meus aplausos para sua raça e seu espírito de luta dentro do campo. Mas, fora dele não precisa ser tão destemperado, principalmente no twitter. Deve ser mais cuidadoso nas entrevistas para não ser usado pela mídia anti como bucha de canhão contra a torcida, ou parte dela. Pense bem antes de falar ou fique calado. Mas, se acha que pode dar a cara pra bater, que aguente o tapa e não dê piti. Mas, ele chegou há pouco e logo ele aprende que Aqui é Corinthians. E se jogar bem essa confusão será logo esquecida.
O time está escalado e, sendo ou não o time dos nossos sonhos, quem vai estar jogando é o Corinthians. Vamos torcer, vibrar, rezar... Vamos passar toda nossa energia, a energia da Fiel, apoiando como sempre... E um recadinho para todos, para o time e para a torcida: Não é porque estamos no quarto que vamos ter que dormir. Também não vale pular a janela e abandonar o barco na hora da tempestade. Vamos deixar o quarto saindo pela porta da luta, da raça, da competência, do empenho de todos pela vitória e pela glória do nosso Todo Poderoso Timão.

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sábado, 24 de setembro de 2011

Caindo pelas tabelas

Acabaram-se as gorduras e já começamos a perder os carboidratos, as proteínas, as vitaminas e os sais minerais. Como o jogador sorte resolveu sair de férias e foi substituído pelo jogador competência dos adversários, descemos mais um degrau na tabela de classificação. Não! Não precisam me lembrar que nem tudo está perdido e que o campeonato ainda não acabou. Isto eu sei, como sei, também, que se não melhorarmos muito e, rapidamente, não recuperaremos os pontos perdidos e a liderança. Se o campeonato tivesse acabado nesta rodada correríamos o risco de estar disputando mais uma pré-libertadores. É  só olhar a tabela.
No último jogo sofremos para empatar com um velho freguês, além de termos estourado nosso artilheiro, recém operado, fazendo-o buscar a bola na lateral do campo adversário e correr o campo inteiro para marcar. 
De positivo, a segurança do Júlio César e a firmeza da nova zaga, apesar do nervosismo do Wallace no início do jogo, que abusou dos chutões e perdeu um lance no 1º tempo que por pouco não saiu um gol do adversário. Merece destaque a competência técnica, o equilíbrio e o comprometimento do Paulo André, que mostrou firmeza nos desarmes e no jogo aéreo, ganhou todas pelo alto, foi muito bem na saída de bola e nos cabeceios. Importante destacar, também, a atuação corajosa do Fábio Santos, que, vindo de cirurgia e, mesmo sem treinamento adequado, substituiu Castán que se contundiu, não se poupando e dando mais qualidade no setor que, até então sobrecarregava muito na marcação, o atacante William. Émerson foi um dos que mais lutou, movimentou-se muito, buscou o jogo o tempo todo, perdeu um gol feito e com a contusão do Liedson, acabou o jogo como centro avante. 
Se o treinador continuar sobrecarregando o Liedson, fazendo-o marcar e buscar a bola no campo adversário, o jogador vai acabar se estourando, como bem alertou o Dr Joaquim Grava em entrevista na Rádio Bandeirantes.
Mas, os aspectos negativos superaram os acertos. Alessandro continua fora de forma física e técnica, não ganhou uma dividida e levou várias bolas nas costas, uma delas levando muito perigo e, milagrosamente, parada pela trave. E o Welder no banco.
No meio campo, Ralf aparentou certo nervosismo, foi bem nos desarmes, mas, errou muitos passes. Paulinho, mais tenso e menos efetivo que no início do campeonato, levou o 3º cartão e está fora do próximo jogo. Alex, bem marcado, atuou mais como volante e foi péssimo na armação e criação. No final do jogo foi substituído por Jorge Henrique, que também nada acrescentou. Danilo, substituiu Liedson, errou muitos passes e pouco contribuiu. Sem criação no meio campo, o ataque sofreu muito, pois os atacantes precisavam buscar a bola e construir as jogadas, além de ajudar na marcação. E as poucas oportunidades de gol foram desperdiçadas.
A forte marcação do esquema Titeano conseguiu segurar o empate. Aliás, pelo que o time mostrou em campo, ficou muito claro que a meta era não tomar gol. Com exceção da atuação de Alessandro, a defesa cumpriu seu papel. Mas, foi um dos jogos mais feios que já assisti. Felizmente, do lado de lá estava o Adilson Batista, que demorou para tirar o Cícero e por o Rivaldo. Por sua vez, o Casemiro, apesar da bola na trave teve alguns apagões, o Lucas parece ter sido um tanto travado pelo seu passado corinthiano e o Dagoberto não conseguiu chutar de fora da área.
Até entendo, em parte, a tensão do time que foi pro jogo pressionado pelo mal momento vivenciado e com uma nova defesa, que acabou sendo o ponto positivo ao conseguir estancar a hemorragia de gols de bola parada que vínhamos sofrendo. Creio que a "deserção consentida" do até então capitão, que deixou a concentração às 23 horas da véspera do jogo, também pode ter abalado os jogadores. Pelo que assistimos, parece que o emocional do grupo não estava 100%. Ainda bem que apenas um resolveu  debandar.
A perda da titularidade do Chicão é lamentável. Ninguém duvida  do seu potencial, já demonstrado no passado, mas, no momento seu desempenho deixa muito a desejar. Com pouca mobilidade e com reflexos lentos, parece estar desatento. Não acerta a maioria das cobranças de falta, não chega na bola a tempo e fez até dois gols contra. Emocionalmente, anda muito tenso, tem tomado cartões bobos e chegou a dar um tapa em jogador adversário, situação em que foi advertido, o que saiu barato. Não vou compará-lo com nenhum outro zagueiro e sim com ele próprio e com o seu glorioso passado. O fato é que há mais de um ano não vemos em campo o Chicão raçudo, guerreiro, eficiente, inflamado, contagiante, líder e vitorioso e sim uma sombra do velho Chicão. Seu afastamento foi uma necessidade e uma das poucas atitudes corajosas do treinador, não apenas por colocar para jogar quem está num melhor momento, mas, principalmente para mexer com os brios de um jogador que precisa e pode resgatar suas qualidades e seu profissionalismo. Desejo que ele compreenda a lição e aproveite a oportunidade para dar a volta por cima e voltar a ser o grande zagueiro que já foi um dia. Só tenho um receio. Seus empresários são os mesmos que contribuíram para que o goleiro Felipe fizesse tanta besteira e saísse do Corinthians pela porta dos fundos.
Espero que a coragem do Tite não pare por aí e que ele também afaste do time outros jogadores que estão, visivelmente, em franca decadência, o Alessandro e o Jorge Henrique, dando-lhes, igualmente, a oportunidade do necessário resgate profissional.
Não idolatro jogadores, técnicos nem qualquer outro profissional ou diretor do Corinthians. Aplaudo seus acertos, vibro com suas jogadas, torço pelo seu sucesso, louvo-lhes a dedicação e o profissionalismo e congratulo-me com suas ações exitosas. Da mesma forma, aponto os erros e peço o afastamento do time daqueles que estão em má fase ou que não honram a camisa  do clube que paga os seus salários  e não tem pelo Corinthians o carinho, a dedicação e o respeito que ele merece. E quando a falta de atitude e de comprometimento levam-me a pedir tais afastamentos, faço-o com o coração apertado e amargurado. Numa carreira tão exigente e de curta duração, é previsível uma queda de rendimento pelo avançar da idade, levando até os melhores craques à aposentadoria e em busca de outras atividades, muitas vezes no próprio meio esportivo. Estes deixarão saudades e ficarão sempre em nossas memórias, em nossas mentes e em nossos corações. Triste mesmo é quando a queda do rendimento ocorre por falta de profissionalismo e de responsabilidade.
Por mais que sejam importantes para o Corinthians e devam ser valorizados conforme seu empenho e dedicação, seus profissionais não são e jamais serão maior que o Corinthians. Acho que alguns deles, que hoje só são conhecidos, bem remunerados e famosos porque o Corinthians proporcionou-lhes tais condições, ainda não perceberam isso.


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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

São Paulo X Corinthians - Pré-jogo

Novo jogo, nova batalha, novo desafio nesta guerra pela conquista do pentacampeonato. O adversário, mordido pela goleada sofrida no último jogo e embalado pela última vitória e pelo 2º lugar na classificação, virá com sangue nos zóios e disposto a dar tudo para nos vencer. O Corinthians, apesar de estar com o time meio remendado e meio desajustado, terá a oportunidade de se redimir, perante sua torcida e perante ele próprio, dos fracassos dos últimos jogos.
A torcida já perdeu sua paciência e seus protestos já saíram do mundo virtual para o real, efetivando-se em manifestações no estádio e no CT, em cobranças e conversas com os jogadores e com a diretoria. A torcida reivindica a mudança do técnico e maior empenho dos jogadores em campo.
Nosso técnico, em entrevista após o último treino, mostrou-se emocionalmente abalado, demonstrando claramente que já perdeu o controle, não só do time, mas de si próprio. Pressionado por uma série de resultados desfavoráveis, não conseguindo corrigir os erros que se repetem em todos os jogos, na defesa e no meio campo, cobrado pela torcida e por parte da diretoria, apesar de garantido pelo presidente, sabe que sua situação não é cômoda e que precisa da vitória para se manter no cargo. O técnico deles, o mesmo que também nos ferrou no ano passado e chegou a ser demitido ainda no vestiário, virá querendo mostrar serviço e, possivelmente, em dar o troco. Com certeza virá motivado. Neste duelo de Professores Pardais, o deles leva vantagem, pois terá um time com menos desfalques e mais motivado. Como é triste ter que admitir isso...
Para o jogo foram relacionados os seguintes jogadores: Júlio César e Danilo Fernandes; Alessandro e Welder; Chicão, Leandro Castán, Wallace e Paulo André; Ralf, Paulinho e Moradei; Danilo, Alex, Edenilson e Morais; William, Émerson, Liedson e Jorge Henrique. Embora o Tite não tenha definido a escalação, o time provável será composto por Júlio César; Alessandro, Wallace, Paulo André e Leandro Castán; Ralf, Paulinho e Alex; Émerson, Liedson e William.
Alessandro, em suas últimas atuações, tem se mostrado fora de forma física e técnica, mas Welder, que está em melhores condições, deverá fica no banco. Ramon, lesionado, será substituído pelo zagueiro Castán, improvisado na lateral esquerda. Na zaga, Chicão vai para o banco e entram Wallace e Paulo André. Segundo o técnico, tais mudanças são para se ganhar em altura, no cabeceio e na defesa das bolas paradas e não tem nada a ver com os últimos vacilos do Chicão. No meio campo, não deve haver alteração de jogadores, mas espero que haja de desempenho e de produtividade, pois no último jogo a atuação do meio campo foi lamentável. O ataque deve permanecer o mesmo, com Liedson mais centralizado na área e com William e Émerson movimentando-se pelos lados.
Com o Alessandro fora de forma e sem fôlego pela direita e com um zagueiro de lateral cover pela esquerda, Émerson e William vão precisar se movimentar muito e terão muito trabalho. O destaque do banco deverá ficar por conta dos dois garotos Bombrill, que só não jogam de goleiro, os multiusos Edenilson e Jorge Henrique. Denner, lateral esquerdo de ofício não foi nem relacionado. Deve ser café com leite, assim como todos os que vem da base. Sabemos que o jogo não será fácil. Mas, apesar de difícil, a situação não é desesperadora. Mas, sabemos, também, que somente a garra, o empenho, a vontade e a determinação dos jogadores em campo poderão superar as dificuldades, vencer os obstáculos e ganhar o jogo. Isto é, desde que o técnico não atrapalhe com suas preleções no vestiário nem faça substituições esdrúxulas e equivocadas. Este jogo depende mais da dedicação, da atuação, da determinação e da concentração da bolerada do que de táticas mirabolantes que nunca existiram  e que não vão aparecer de uma hora para outra. Se a defesa conseguir se arrumar e não levarmos gols de bola parada já é meio caminho andado; se o meio campo conseguir criar alguma jogada e a bola chegar ao ataque já será um grande progresso e se a marcação for firme, começando por anular a saída de bola do adversário, nossas chances serão maiores. E claro, não errar passes e acertar as finalizações.
Este jogo é crucial para a retomada da confiança e para nos manter vivos na briga pelo título. Daqui pra frente, cada jogo é uma decisão. Não podemos vacilar, É ganhar ou ganhar. Apesar de todos os problemas e do momento desfavorável, vamos torcer, vibrar, orar e confiar no sucesso e na vitória.


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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Caindo na real - A crônica de uma tragédia anunciada

Não #Tolider, não ganhamos o jogo, já vejo dois na minha frente e outros chegando perto. De uma só vez, perdemos o jogo, a liderança e a invencibilidade em clássicos como mandantes. Aconteceu o que temíamos e o que já era previsível. A "sorte" não entrou em campo e nesta rodada, desfalcados deste nosso melhor jogador, caímos na tabela, pois no rendimento e em produtividade, já tínhamos caído há tempos. 
Quando afirmei que a liderança era ilusória, pois não traduzia a realidade, me chamaram de corneteira, quando cobrei mais treinamento, menos baladas, mais trabalho e mais responsabilidade dos jogadores, fui chamada de implicante, cobraram-me provas e contra provas das atividades extra campo e até insinuaram que eu sou irresponsável e que estaria contra o Corinthians. Não entrei no oba oba do #Tolider, #sigaolider e outras pavonices, pois, grande era, e é, minha preocupação com o fraco futebol apresentado em campo, com empates e derrotas para times tecnicamente inferiores, com vitórias pouco convincentes, com o time sempre "morrendo" no 2º tempo, com a queda de rendimento dos jogadores, com esquema tático confuso, ou mesmo sem esquema tático nenhum, com jogadores fora de suas posições, com o técnico grilo falante e péssimo treinante, omisso, retranqueiro, medroso, incapaz de corrigir os erros recorrentes, de apresentar uma variação tática, uma jogada ensaiada, que não sai da mesmice, tornando o time previsível e facilmente anulado e engolido e levando nó tático de técnicos de times medianos.
Sobre o jogo em si, mais um fiasco em casa. Até que iniciamos bem o jogo, saímos na frente e parecia até que iríamos vencer sem muito sofrimento. Mas, apareceu um escanteio no caminho e como escanteio do adversário é para nós tão perigoso quanto um pênalti, lá foi todo o time pra área e na zorra total, com o William atacante, no alto do seu 1m71cm de zagueiro, acontece o de sempre e o Santos empata. Pra não variar, bola na área é sempre um susto para a torcida e um desafio dificilmente vencido pela nossa zaga. No intervalo, Muricy arrumou o time deles e o Tite desarranjou o nosso. Morto em campo, o time perdeu a intensidade na marcação e no ataque. e numa jogada que começou com Neymar, num rebote do Júlio César, a bola sobrou para Alan Kardec que cruzou para Borges e aí ficou fácil. Levamos a virada, o time se descontrolou e degringolou. Mesmo com um jogador a mais nos últimos 25 minutos do jogo, o Corinthians não conseguiu se recuperar e sofreu o 3º gol. Alan Kardec tentou cruzar pra Neymar, mas Chicão facilitou, mandando a bola pra rede.
Mas, a participação do Tite no resultado foi ainda mais decisiva que as instruções e a preleção no vestiário. William, um dos poucos produtivos em campo, que segurava o Leo na lateral foi substituído por Jorge Henrique, com os agradecimentos do Muricy e do lateral santista. Ramon, lateral esquerdo, sentiu dor na coxa e teve que ser substituído. Como seu reserva, o Denner, não foi relacionado pro jogo, lá vai o lateral direito Welder, mais uma vez improvisado na esquerda. E o Alessandro, lateral direito, arrastando-se em campo, permaneceu no jogo. Depois ele tira o Ralf e coloca o Danilo, como se não tivéssemos necessidade de apertar na marcação. Além de Muricy, Neymar e companhia ficaram muito gratos pelo serviço facilitado. E quando o fôlego do Émerson acabou, não tinha nenhum atacante no banco. Nem o  Elias nem o Taubaté estavam relacionados.
No balanço geral, façamos justiça ao William, que segurou o Leo, ao Émerson, que lutou muito enquanto teve fôlego, ao Liedson, que fez o gol e só não foi mais eficiente porque a bola não chegou e ao Júlio César, que fez boas defesas e impediu uma goleada. Nossa zaga, além de ter falhado nos dois primeiros gols, ainda fez o 3º deles. Desatenção e desconcentração total. Nas laterais, Ramon até que se esforçou, enquanto Alessandro, totalmente fora de forma e sem condições de jogo, pouco produziu. Nossos volantes erraram muitos passes e pareciam cansados e distantes. Não sei se ainda estavam na seleção ou se já foram para a Europa. Alex, totamente anulado e com o pé descalibrado me fez sentir saudades do Bruno César chuta-chuta que domingo fez um gol pelo Benfica. Pelo menos ele acertava muito mais os chutes e marcava uns golzinhos de falta. E não custou R$14 milhões. Os atacantes foram prejudicados pela falta de criação.
Nos últimos 7 jogos do campeonato brasileiro perdemos 5 e de 21 pontos disputados ganhamos apenas 6. A diretoria afirma que manterá o treineiro até o fim do campeonato, porque ele vem fazendo um bom trabalho. Alguns jogadores são vistos nas baladas e afirmam que nas suas horas de folga eles fazem o que querem e ninguém tem nada com isso. O técnico declara que não deve satisfação para a torcida  e, no estádio, a maioria da torcida continua aplaudindo e cantando mesmo nas derrotas, enquanto poucos indignados protestam no CT e na porta do vestiário. E continua tudo na mesma. Técnico mantido, jogadores intocáveis e imexíveis, mesmo com rendimento pífio, treinos pouco efetivos e em um só período, geralmente no fim da tarde e a diretoria satisfeita com os vexames. 
E a torcida que paga caro pra ver um futebol pífio, que gasta a maior grana comprando os produtos oficiais do clube, que viaja para acompanhar o time nos jogos faz o papel de palhaço neste circo que os incompetentes estão transformando o Corinthians. 
Se o time treina só 3 horas por dia sobra muito tempo pra folga e pra vadiagem. Neste tempo, cada um faz o que quer, mas se todos fossem responsáveis, nada fariam que pudesse interferir no desempenho em campo. Mas, a queda evidente do rendimento de alguns é um mal indício. Algo extra campo está potencializando a má treinabilidade e a subutilização de um dos melhores CTs do planeta. Se o rendimento não tivesse caído, ninguém estaria falando nada. Vampeta e outros eram baladeiros e nunca ninguém reclamou, pois em campo mostravam serviço.
E antes que me chamem de corneteira, deixo claro que não critico o Corinthians enquanto clube, enquanto instituição. O que eu questiono são as atitudes, a postura, a irresponsabilidade, a omissão, o descaso, o desrespeito e a teimosia daqueles que hoje tem a incumbência de dirigí-lo, treiná-lo e defendê-lo dentro e fora de campo e que não o estão fazendo devidamente, salvo poucas exceções. Identificar os sintomas e diagnosticar as causas dos fracassos sucessívos nos campeonatos disputados é essencial para reverter o quadro negativo. Se isso não é feito por quem deveria fazê-lo, nós, torcedores fieis, não podemos nos omitir nem nos enganar. Somos mais de 30 milhões de vozes que não podem e não devem se calar dinte dos desmandos daqueles que deveriam ser os primeiros a defender o Corinthians.  


Diretoria, comissão técnica, gerente de futebol, jogadores são passageiros. O Corinthians é eterno e é maior que tudo isso.


Fontes de imagens
mitrach.blogspot.com
oglobo.globo.com
clolne.com
peregrinacultural.wordpress.com
medeirosrs.blogspot.com
coloqueisilicone.blogspot.com
adjustaable.tumbir.com

sábado, 17 de setembro de 2011

Corinthians X Santos - Pré- jogo

Chegou a hora da verdade. A hora de mostrar quem tem futebol pra vencer o campeonato. Acabou o aquecimento e começou o jogo. E tomara que não seja o jogo dos 7 erros. Qualquer vacilo será fatal. Os adversários diretos se recuperando... E o Corinthians?


O Corinthians está na fase da gangorra. Sobe, desce... ganha, perde... Faz que vai, mas não vai... Está regular na sua irregularidade.
Tite faz mistérios, fecha o treino e age como se tivesse algo a esconder. Dos jogadores que vem atuando normalmente, tem todos à sua disposição. Adriano, Fábio Santos e Ramires continuam em recuperação e não vem jogando há tempos. Alessandro parece estar recuperado e treinou normalmente durante a semana, Chicão só levou uma advertência pela troca de "carícias" com o Valdívia e o Émerson volta, após cumprir suspensão. Não sei porque nem para que o Tite faz tanto suspense, se suas táticas são mais que manjadas. Depois da falência dos dois meias em campo, tudo indica que o esquema provável será o 4-3-3. Com o Jorge Henrique caindo de produtividade a cada jogo que passa, eu armaria o ataque com Émerson, Liedson e William. Agora o Tite, eu não sei e nada mais me surpreende.
Assim, o time provável deve ser o seguinte: Júlio César; Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Ramon; Ralf, Paulinho e Alex; Jorge Henrique, (William), Liedson e Émerson. Também foram relacionados para o jogo Danilo Fernandes, Wallace, Paulo André, Welder, Moradei, Edenilson, Morais e Danilo.
Não entendi a relação dos prováveis reservas, com três meias, (Danilo, Morais e Edenilson), dois zagueiros, (Wallace e Paulo André), sem lateral esquerdo e só com um atacante na reserva, (William ou JH). Considerando-se que o Alessandro, voltando de contusão, costuma "morrer" no 2º tempo, que Welder é seu reserva natural e que Émerson teve problemas no treino, está pintando no 2º tempo zagueiro ou Jorge Henrique de lateral. 
Se o Émerson sentir a contusão o Edenilson vira atacante, pois nem Taubaté nem Elias estão relacionados. Mas, se sairmos na frente, estaremos bem servidos com 4 zagueiros disponíveis pra segurar o resultado. E para segurar os laterais e o meio campo do Santos, mais os avanços do Neymar, se houver problema com os titulares temos como opção Moradei e Edenilson, o meia multiuso. Nenê Bonilha, que no amistoso com o Osasco mostrou que tem qualidade, nem foi relacionado. Vamos rezar pra ninguém se machucar.
Embora desfalcado de Ganso, Elano e Arouca, o meio campo do Santos pode nos dar trabalho. Além disso, seu laterais descem bem para o ataque. Nossa marcação tem que ser firme para que a bola não chegue ao Borges e ao Neymar. Espero que Ralf e Paulinho já tenham voltado da seleção e que ainda não tenham ido para a Europa. E que todos ajudem na marcação, mas sem que o Liedson precise sair tanto da área para marcar e buscar a bola na intermediária.
Nos últimos 6 jogos do campeonato tivemos só duas vitórias. Está mais do que na hora do Corinthians voltar a jogar como Corinthians, nem que tenha que pegar no tranco. Não tem desculpa. Vai ter á disposição os jogadores que vem treinando e jogando juntos e teve uma semana inteira para descansar, treinar e corrigir os erros. Se o time quiser ser campeão, (a torcida quer), tem que vencer este jogo e os próximos.
Se não for na técnica nem na tática que seja na raça, na garra, na vontade, na superação. Temos condições para isso. 
O jogo é no Pacaembu, com a Fiel apoiando o tempo inteiro. Mais de 33 mil ingressos já foram vendidos, a casa vai estar cheia e incentivo não vai faltar. A torcida já sabe, mas para quem vai estar em campo e no banco não custa lembrar mais uma vez que 


Créditos e fontes de imagens
Arte GE Net/gazetaesportiva.net
afrobrasil7a.blogspot.com
uol.com.br
Sérgio Barsaghi/Gazeta Press/gazeta esportiva.net
terra.com.br
flogao.com.br
globoesporte.com
aquiecorinthians.wordpress.com