sexta-feira, 29 de junho de 2012

Cala Boca Bombonera - Vai Corinthians!


Melhores momentos
Bastidores
Na 1ª batalha da guerra da Libertadores, lá na casa do inimigo, conseguimos jogar de igual para igual e trazer a decisão para nossa casa. Se não jogou tudo o que pode e tudo o que sabe, o Corinthians não amarelou nem tremeu na Bombonera. Se não vencemos o jogo, vencemos a catimba dos hermanos, as provocações dos jogadores, a pressão da torcida e não voltamos derrotados.
Riquelme, que para eles é um ídolo, até tentou apitar o jogo, mas de tanto insistir, acabou amarelado pelo juiz, que não teve peito para dar o 2º cartão para o Roncaglia e, que por essa omissão covarde, acabou influenciando no resultado da partida. 
Émerson foi caçado o jogo inteiro, levou cusparadas e pancadas, mas não se intimidou. Encarou, foi pra cima e conseguiu amarelar o zagueirão cascudo e o bocudo do Riquelme e sem por em risco sua participação no próximo jogo. E ainda deu o passe pro Romarinho empatar, numa bola recebida do Paulinho. Além do que fez em campo, após a partida deu uma bela lição de moral nos argentinos mal educados.
Gols
Mas, apesar de não termos amarelado, fomos atrapalhados pela ansiedade, erramos muitos passes, perdemos muito na marcação com a saída do Jorge Henrique, tivemos dificuldade na criação e pouco finalizamos. Cometemos algumas falhas que até então não haviam ocorrido na Libertadores. Se tivéssemos jogado como nos jogos anteriores voltaríamos, com certeza, com a vitória.
Depois de um 1º tempo equilibrado, na etapa final, demos muito espaço para o adversário e acabamos levando um gol de escanteio, numa bobeada da defesa, para o delírio dos argentinos e da anticorinthianada.
Gol do Romarinho
Aos 38 minutos, perdendo de 1 a 0, Tite trocou o Danilo pelo Romarinho, que no seu 1º lance, aos 40 minutos, com muita frieza, encobriu o goleiro Orion e deixou tudo igual no marcador, levando a decisão para o Pacaembu. Em seu 2º jogo como titular, estreando na Libertadores na Bombonera lotada e com o placar adverso, mostrou a frieza e a habilidade de um veterano e conseguiu dar mais tranquilidade para o jogo da volta. Seu gol calou 50 mil argentinos na Bombonera  e frustrou os torcedores que vem trocando de time a cada rodada do campeonato.
Pós jogo - Entrevistas
Técnico, jogadores, torcida e comentaristas, empolgados, aprovaram o bom desempenho do jovem jogador, que foi considerado pelos órgãos da imprensa o "cara", o "predestinado", o "craque", o "iluminado"...
Mas, apesar da euforia de muitos, técnico e jogadores estão cientes que não tem nada ganho e que as falhas deste jogo precisam ser corrigidas para que o time volte a ter o bom desempenho das partidas anteriores.
Torcida no embarque para Buenos Aires
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Torcida no desembarque em Guarulhos
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A torcida, apesar de minoria no estádio, em nenhum momento deixou de acreditar e desde o embarque para Buenos Aires até o retorno ao Brasil, esteve presente levando seu apoio. No embarque da delegação em Guarulhos, a Fiel estava lá, levando seu apoio e os votos de sucesso. Em Buenos Aires, as imediações do Hotel foram tomadas por torcedores, na Bombonera, apesar do número escasso de ingressos, apoiaram o tempo todo e muitos se arriscaram, assistindo o jogo no meio da torcida do Boca.
Embarque da caravana da Gaviões da Fiel
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Da sede de todas as torcidas organizadas saíram caravanas para Buenos Aires, muitos foram de carro e outros de avião. Nem todos que viajaram conseguiram ingresso, mas mesmo assim se reuniram para apoiar o Timão.
Se não foi o ideal, o empate na Bombonera não pode ser considerado um mal resultado.  A própria imprensa argentina considerou o resultado "UNA LASTIMÃO". A decisão ficou para o Pacaembu, na nossa casa e com a nossa torcida. 
Se os torcedores se mobilizaram para acompanhar e apoiar o time em todos os jogos fora, imaginem o que não farão na final no Pacaembu. Além disso, os atletas não tentaram esconder suas falhas, reconheceram que não tiveram uma boa atuação e que precisam melhorar, o que demonstra maturidade e responsabilidade do time diante do compromisso final. Se nada está ganho, nada está perdido. Vamos continuar apoiando e acreditando. Com muita esperança e com toda confiança.
Temos fé porquê

Ficha Técnica - Boca Juniors-Argentina 1 X 1 Corinthians
Local:
Estádio La Bombonera, em Buenos Aires (Argentina)
Data: 27 de junho de 2012, quarta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Enrique Osses (Chile)
Assistentes: Francisco Mondria (Chile) e Carlos Astroza (Chile)
Cartões Amarelos: Roncaglia e Riquelme (Boca Juniors); Chicão (Corinthians)
Gols: Boca Juniors: Roncaglia, aos 27 minutos do segundo tempo, Corinthians: Romarinho, aos 40 minutos do segundo tempo
Boca Juniors: Orion; Roncaglia, Caruzzo, Schiavi e Clemente Rodríguez; Ledesma (Rivero), Somoza, Erviti e Riquelme; Pablo Mouche (Cvitanich) e Santiago Silva (Viatri). Técnico: Julio César Falcioni
Corinthians: Cássio; Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Paulinho, Ralf e Alex (Wallace); Jorge Henrique (Liedson), Emerson e Danilo (Romarinho). Técnico: Tite
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terça-feira, 26 de junho de 2012

Agora só falta o cala Boca final - Vai Corinthians

Apenas dois jogos, apenas duas batalhas nos separam do término da guerra da Libertadores. Até aqui provamos aos incrédulos e aos adeptos do Plano Fiel Secador que temos qualidade para disputar a Copa Libertadores de igual para igual e de superar nossos adversários. Agora só resta um time para ser eliminado, agora só resta o cala Boca final. 
Sim, o cala Boca final, porque a boca dos anti corinthianos de carteirinha e dos secadores de plantão nós já calamos, quando contribuímos ou assistimos suas derrotas e eliminações, inclusive na Copa do Brasil ou quando seus titulares foram derrotados pelos nossos reservas.
Mas, vamos ao que interessa. Nossos guerreiros já estão em Buenos Aires e já treinaram na Bombonera. Mas, como argentino gosta muito de tango, proporcionou para nós um treino à meia luz. Eu que pensava que o Boca Júniors fosse um time poderoso me enganei. Eles necessitam economizar até na luz. Daqui a pouco vão ter que vender o Riquelme para pagar a conta.
Nossos jogadores estão preparados, motivados, animados, confiantes... A trajetória invicta lhes dá segurança para enfrentarem as provocações da torcida cucaracha, a catimba dos hermanos, o jogo pegado e a pressão da Bombonera. É conseguir um bom resultado lá e vir decidir no Pacaembu, nos braços da Fiel
A Fiel já começou a invasão e, com ou sem ingresso garantido, milhares de corinthianos já estão na Argentina, muitos comprando ingressos para ver o jogo na torcida adversária, pouco se importando com os riscos que correrão com tal atitude. Imprudentes? Sim. Mas, não tem jeito, a paixão pelo Corinthians é maior que qualquer medo ou ameaça. 
Mas, quem não conseguir ingresso poderá assistir o jogo num bar em Buenos Aires onde a torcida corinthiana estará reunida para ver o jogo, com imagens ao vivo no telão e com o áudio da Rádio Coringão. Tudo está sendo providenciado pelo Diego Grisolia, Embaixador da República Popular do Corinthians e correspondente da Rádio Coringão em Buenos Aires.
Para o jogo na Bombonera, a pegada da Fiel continuará a mesma, só que com mais intensidade. Apoio, incentivo, muita torcida e vibração. Não importa se você está ou não no local da partida.
Para o pensamento não existem barreiras de espaço, de tempo nem distância. A energia da Fiel estará lá na Bombonera energizando e fortalecendo nosso esquadrão mosqueteiro, sob as bençãos do espírito de Jorge da Capadócia, o nosso Padroeiro.
Vamos pra penúltima batalha com nossos melhores guerreiros, que, em campo, tudo farão pra honrarem nosso manto. E nós, a Fiel torcida, estaremos torcendo e vibrando, com muita confiança e com toda esperança.
Motivação? 
Não vai faltar pra ninguém. 
Porque
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O Barcos era Pirata, o futebol do Valdívia continua sequestrado e o Palmeiras ficou no vácuo.

Melhores momentos
Com todos os seus titulares poupados devido às partidas finais da Copa Libertadores, o Corinthians levou um susto logo no início do clássico contra o Palmeiras, quando aos 3 minutos o Mazinho abriu o placar para o time visitante. Mas, aí nossos guerreiros se lembraram de que Aqui é Corinthians, não se deixaram abater, foram pra cima, empataram e reverteram o placar.
Luiz Felipe Pinóquio Scolari
Repito, o Corinthians estava com o time reserva e o Palmeiras, praticamente completo. Para não variar, Felipão blefou, divulgou uma relação falsa dos convocados, escondeu a escalação até a última hora, achando que assim iria confundir o adversário. Escondeu o Barcos da relação, mas se esqueceu que o Barcos era Pirata. Pirata da perna de pau. Era Barcos ou canoa furada?
Com o gol logo no início, acharam que ia ser barbada e não contavam com a reação do Timão. Nessas horas vale a experiência dos mais velhos e o fôlego da molecada. Paulo André, apesar de ainda estar sem ritmo de jogo, após quase 5 meses parado, com sua técnica e experiência comandou a defesa, Júlio César fechou o gol e o Levezinho foi um peso pra defesa adversária. Marquinhos, apesar de atuar improvisado de 1º volante, deu conta do recado.
Golaços do Romarinho
Mas, o "cara", o "iluminado", o craque da rodada foi o Romarinho. Em sua estreia como titular, mostrou muita garra, não se intimidou, marcou e atacou como é do gosto do treinador, ganhou todas as jogadas do Cicinho, driblou e foi pra cima. Ainda no 1º tempo, com um passe do Liedson fez o gol de empate e na etapa final, após receber a bola do Douglas, driblou o Cicinho e marcou o gol da virada. E fez tudo objetivamente, sem firulas, sem gracinhas, sem pedaladas e sem dancinhas ridículas.
No entanto, apesar da derrota do adversário, não podemos afirmar que inexiste talento no time do outro Parque.
Com a vitória dos reservas do Corinthians sobre os titulares do Palmeiras, o Timão manteve o tabu de 17 anos sem perder no Pacaembu. 
Diante do resultado obtido, não fugimos das nossas responsabilidades. Apesar de maloqueiros, somos honestos e não queremos problemas com o fisco. Por isso, não nos furtamos a dar a nota fiscal.
E uma última observação. Ao ver o Daniel Carvalho em campo, achei o Douglas tão magrinho...

Ficha Técnica - Corinthians 2 X 1 Palmeiras
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP) 
Data: 24 de junho de 2012, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília) 
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP) 
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho (Fifa-SP) e Rogério Pablos Zanardo (SP) 
Cartões amarelos: Douglas, Liedson e Wallace (Corinthians). João Vitor, Valdívia, Cicinho e Márcio Araújo (Palmeiras)
Público: 17.519 pagantes
Renda: R$ 434.436,50
Gols: Corinthians: Romarinho, aos 33 minutos do primeiro tempo e aos 10 minutos do segundo tempo. Palmeiras: Mazinho, aos 3 minutos do primeiro tempo
Corinthians: Júlio César; Welder, Wallace, Paulo André e Ramon (Felipe); Marquinhos, Willian Arão e Douglas; Romarinho (Adilson), Willian (Gilsinho) e Liedson. Técnico: Tite
Palmeiras: Bruno; Cicinho, Maurício Ramos, Leandro Amaro (Maikon Leite) e Juninho (Fernandinho); Henrique, Márcio Araújo, João Vitor e Daniel Carvalho (Valdívia); Mazinho e Barcos. Técnico: Luiz Felipe Scolari
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domingo, 24 de junho de 2012

Corinthians X Palmeiras

É um clássico. É o dérbi. Está em jogo um tabu de 17 anos sem perder do adversário no Pacaembu. 
Somos o campeão do ano anterior, mas só conquistamos um mísero pontinho em 15 disputados, estamos em último lugar na classificação e eles em penúltimo. Até parece que estamos olhando a tabela de cabeça para baixo. Mas não estamos não, essa é a realidade. Portanto, vamos pro dérbi com a força máxima para recuperar o que já perdemos, certo? Não. Errado. Vamos com o time reserva, porque:
Tem uma Libertadores no meio do caminho. No meio do caminho tem uma Libertadores.
Assim, com o 1º jogo da final contra o Boca Juniors, na Argentina, na próxima 4ª feira, a diretoria e a comissão técnica do Corinthians resolveram poupar os titulares e Tite escalou o time só com jogadores reservas. Se está certo ou errado, só vamos saber dia 4 de julho.
O adversário também não virá completo, mas sim com um mistão, pois no meio da semana enfrentará o Coritiba pela final da Copa do Brasil e o título vale vaga na Libertadores do próximo ano.
Ficha Técnica - Corinthians X Palmeiras
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP) 
Data: 24 de junho de 2012, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília) 
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP) 
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho (Fifa-SP) e Rogério Pablos Zanardo (SP)
Corinthians: Júlio César; Welder, Wallace, Paulo André e Ramon; Marquinhos, Willian Arão e Douglas; Romarinho, Willian e Liedson. Técnico: Tite
Palmeiras: Bruno; Artur, Maurício Ramos, Thiago Heleno (Román) e Juninho; Henrique, Márcio Araújo, João Vitor e Valdívia; Mazinho e Betinho (Maikon Leite). Técnico: Luiz Felipe Scolari
Além dos titulares escalados, Tite relacionou Danilo Fernandes, goleiro; Antonio Carlos e Felipe, zagueiros; Luiz Ramires e Giovanni, meias; Elton, Gilsinho e Adilson, atacantes.
Felipão relacionou também Deola, goleiro; Fernandinho; lateral; Roman, zagueiro; Daniel Carvalho, Felipe e Patrick, meias; Maikon Leite e Vinicius, atacantes.
Apesar de entrar com um time considerado reserva, o Corinthians terá em campo jogadores experientes e de qualidade, muitos dos quais alternam a titularidade com a suplência.

Recuperado de cirurgia, Paulo André dará mais consistência à zaga do que o apavorado Antonio Carlos e Liedson, que entrou muito bem contra o Santos, é, sem dúvida muito superior ao Élton.
Romarinho, revelação do Campeonato Paulista terá sua grande chance como titular, formando dupla no ataque com William, tendo o Levezinho centralizado.
O meio campo, fundamental na marcação e na criação poderá ser nosso calcanhar de Aquiles. Marquinhos, zagueiro de ofício, não rende tanto improvisado de volante. William Arão ainda não justificou sua contratação e o Douglas, que eu tanto louvei sua volta ao Timão, apesar de ter qualidade técnica, está devendo futebol. Ainda meio gordinho, aparenta estar apático, desmotivado e até um tanto displicente. Tudo indica que seu perfil de jogador não se coaduna com o esquema tático TITEano, centrado na marcação coletiva. E pra complicar as coisas nossos laterais reservas pouco colaboram ofensivamente.
Mas, o dérbi sempre foi um campeonato à parte, o jogo é no Pacaembu e um clássico, por si só, já é uma motivação. E o adversário também vem meio remendado. Além disso é a oportunidade de ouro dos reservas mostrarem que podem ser titulares. 
Neste momento paradoxal em que estamos na final da Libertadores e na lanterna do Brasileirão, não podemos deixar de acreditar. E de apoiar incondicionalmente. Não importa quem veste o sagrado manto, entrou em campo terá nosso apoio. Vamos torcer, vamos vibrar, vamos apoiar... Com nosso pensamento vamos energizar a bolerada, vamos vibrar intensamente, vamos fazer a nossa parte. 
Sabemos que a vitória é possível, porquê

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