segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Jogando como Corinthians

Sem poupar e sem se pouparem no campeonato prioritário, o Corinthians jogou bonito e se manteve na liderança, com 4 pontos distantes do vice líder. Não faltou raça nem técnica e o resultado foi conquistado com equilíbrio tático e muita vontade. Finalmente uma vitória sem muitos sustos, sem sufoco e sem tanto sofrimento. Teve horas que parecia o gato brincando com o rato para cansá-lo para dar o bote final. Com bom toque de bola e boa marcação, com Ralf protegendo bem a zaga, liberando mais o Elias para avançar e dando mais tranquilidade aos meias, os gols não demoraram e com 13 minutos o placar já estava 2 a 0. 
Aos 9 minutos de jogo, Renato Augusto puxou contra ataque pela esquerda, encontrou Elias, que finalizou com extrema precisão. Após quatro minutos, Jadson lançou a bola para Uendel receber livre e cruzar para Vagner Love completar de cabeça e ampliar o placar.
Embora o Chapecoense tivesse mais posse de bola, o domínio do jogo foi do Timão, que fez valer sua superioridade técnica e com uma tática precisa, intensidade, confiança, boas triangulações e eficiência nos contra ataques, não permitiu que o maior volume de jogo do anfitrião lhe fosse favorável. 
Isto não significa que foi um jogo fácil. Com um bom histórico de vitórias em casa, o Chapecoense deu trabalho. Além disso, as dimensões reduzidas do campo e o gramado ruim, determinaram um jogo mais pegado, exigindo maiores esforços na marcação e no domínio da bola.
Com a contusão de Uendel, perdemos na marcação e foi justamente do lado esquerdo que tomamos o gol, já nos acréscimos do 1º tempo. Num contra ataque rápido, Arana não acompanhou, Apodi cruzou rasteiro, Gil não conseguiu cortar e Bruno Rangel mandou pro gol. Cássio nada pode fazer. 
Embalado pelo gol, o time catarinense voltou com tudo para a etapa final, dando trabalho à nossa defesa. Mas o Corinthians acertou a marcação, e mesmo pressionando muito, o anfitrião não conseguiu empatar. 
Rildo substituiu Malcom e Danilo entrou no lugar de um exausto Vagner Love. E foram justamente esses dois jogadores que deram origem ao 3º gol corinthiano. Rildo recebeu a bola de Danilo e quando foi avançar levou um tranco de Vilson. O árbitro marcou o pênalti e Jadson, numa cobrança perfeita, fez o último gol da partida.
Depois do vexame da Copa do Brasil, o Corinthians se reencontrou. Como afirmei no post anterior, como o vexame corinthiano decorreu de uma ação deliberada da diretoria e comissão técnica, ao priorizar o Brasileirão, a derrota para o Santos não impactou negativamente o time. E com a obrigação de ganhar, para limpar a barra com a torcida e justificar sua opção pelo Campeonato Brasileiro, o time, felizmente, abriu mão da filosofia de que empate fora é um bom resultado, não partiu pra retranca, atuou com garra e com vontade e manteve-se no topo da tabela.
A postura do time em campo foi fundamental para o resultado. Com muita entrega, e não com entregada, sem se pouparem e com muita disciplina tática, ficou visível que quando querem e se esforçam, o desempenho é outro e o resultado é positivo. 
Renato Augusto foi o melhor em campo e Vagner Love está se reconciliando com o gol. Com Ralf na cabeça de área a zaga fica mais protegida e Elias, Jadson e Renato Augusto mais livres para criarem. Com mais consistência na armação a bola chega mais ao ataque e aumenta a possibilidade de gol. Que essa forma de jogar fora de casa seja o paradigma para as próximas partidas.
A vitória mantém a vantagem corintiana de quatro pontos na liderança do Brasileirão, com 46 pontos e com 13 rodadas seguidas sem perder. Já o Chapecoense perdeu sua invencibilidade de sete jogos em casa e, com 28 pontos, continua no meio da tabela de classificação. Com o resultado o Timão não só permaneceu na liderança, mas apresentou-se como o melhor mandante, o time que mais pontuou como visitante, com maior número de vitorias, o que menos perdeu, a melhor defesa e o terceiro melhor ataque do campeonato. Características importantes para um time que quer ser campeão.
Melhores momentos
Ficha Técnica - Chapecoense X Corinthians
Local: Arena Condá, em Chapecó (SC)
Data: 30 de agosto de 2015, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio – GO (FIFA)
Árbitro Assistente 1: Cristhian Passos Sorence - GO (ESP-2)
Árbitro Assistente 2: Bruno Raphael Pires - GO (ASP-FIFA)
Quarto Árbitro: Flávio Rodrigues Guerra - SP (CBF-1)
Arbitro Assistente Adicional 1: Fernando Lopes – SC (ASS)
Delegado: Nilson de Souza Monção – SP (000)
Cartões amarelos: Elicarlos e Neto (Chapecoense); Malcom, Felipe e Jadson (Corinthians)
Gol: Chapecoense: Bruno Rangel, aos 47 minutos do primeiro tempo; Corinthians: Elias, aos nove, e Vagner Love, aos 13, minutos do primeiro tempo; Jadson, aos 44 minutos do segundo tempo
Chapecoense: Danilo, Apodi, Vilson, Neto e Dener; Elicarlos (Camilo), Cléber Santana, Bruno Silva, Ananias (Maranhão) e Tiago Luis (Wagner); Bruno Rangel; Técnico: Vinícius Eutrópio
Corinthians: Cássio, Fagner, Felipe, Gil e Uendel (Guilherme Arana); Ralf, Elias, Renato Augusto, Jadson e Malcom (Rildo); Vagner Love (Danilo); Técnico: Tite

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domingo, 30 de agosto de 2015

Chapecoense X Corinthians

Depois do vexame na Copa do Brasil, o Corinthians foi para Chapecó, enfrentar o time local pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Líder do campeonato, com 43 pontos, com 13 vitórias, 4 empates. 3 derrotas e 72% de aproveitamento, o Timão terá como adversário o 9º colocado, com 28 pontos, 8 vitórias, 4 empates, 8 derrotas e 47% de aproveitamento. Enquanto o Corinthians vem de uma eliminação vergonhosa, na Copa do Brasil, devido à forma como encarou a competição, o Chapecoense vai para o jogo embalado por uma vitória por 3 a 0 sobre a Ponte Preta, que o fez avançar na Copa Sul-Americana e assegurar seu primeiro confronto internacional.
Mas, como o vexame corinthiano decorreu de uma ação deliberada da diretoria e comissão técnica, ao priorizar o Brasileirão, a derrota para o Santos não deverá impactar negativamente o time. No entanto, a filosofia do atual Corinthians, de que empate fora é um bom resultado, aliada a retrancabilidade com que o time costuma atuar como visitante, é preocupante.
Ficha Técnica - Chapecoense X Corinthians
Local: Arena Condá, em Chapecó (SC)
Data: 30 de agosto de 2015, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio – GO (FIFA)
Árbitro Assistente 1: Cristhian Passos Sorence - GO (ESP-2)
Árbitro Assistente 2: Bruno Raphael Pires - GO (ASP-FIFA)
Quarto Árbitro: Flávio Rodrigues Guerra - SP (CBF-1)
Arbitro Assistente Adicional 1: Fernando Lopes – SC (ASS)
Delegado: Nilson de Souza Monção – SP (000)
Chapecoense: Danilo; Apodi, Vilson, Neto e Dener; Elicarlos, Bruno Silva e Cleber Santana; Tiago Luís, Ananias (Camilo) e Bruno Rangel; Técnico: Vinícius Eutrópio
Corinthians: Cássio; Fagner, Felipe, Gil e Uendel; Ralf; Jadson, Elias, Renato Augusto e Malcom; Vagner Love; Técnico: Tite
No Chapecoense, além dos possíveis escalados, também foram relacionados os goleiros João Paulo e Nivaldo, os laterais Caramelo e Tiago Costa, os zagueiros Thiego e Rafael Lima, os volantes Wanderson e Maylson, os meias Nenén, Hyoran e Wagner, e os atacantes Bruno Rangel e Maranhão.
No Corinthians também foram relacionados o goleiro Walter, os laterais Edílson e Guilherme Arana, o zagueiro Edu Dracena, o volante Cristian, os meias Danilo e Matheus Pereira e os atacantes Rildo e Romero.
Estão fora, no Chapecoense: o atacante Matheus, o volante Gil e Richarlyson, todos no Departamento Médico. E no Corinthians: Bruno Henrique, suspenso, e Luciano, que operou o joelho direito e só volta a jogar em 2016.
Estão pendurados com dois cartões amarelos, no Chapecoense: Ananias, Cleber Santana, Rafael Lima, Vilson e Wanderson; e no Corinthians: Cássio, Edílson, Fagner, Felipe, Gil e Renato Augusto.
No time catarinense, o técnico Vinícius Eutrópio contará com os retornos de Vilson, Elicarlos e Bruno Rangel. No último treino, o técnico orientou o posicionamento dos jogadores em cruzamentos e cobranças de falta.
No Corinthians, Tite escalou o que tem de melhor disponível e a única ausência em relação ao último jogo do Brasileirão será Bruno Henrique, suspenso por ter tomado o 3º cartão amarelo. Seu substituto será o Ralf
Jadson "recuperou-se" meteoricamente do edema e Elias não mais corre "risco" de lesão. Como o campeonato é prioridade, não tem "migué". Assim, a dupla volta a ser escalada. 
O esquema tático será o 4-1-4-1, com Jadson no lado direito do campo, Malcom pela esquerda e Vagner Love mais à frente. 
Embora o adversário esteja na parte intermediária da tabela, não será um jogo fácil, pois o time tem desempenho excelente em casa. Em dez jogos pelo Brasileirão na Arena Condá, local do jogo deste domingo, venceu sete, empatou dois e só perdeu um, e dos seus 28 pontos, 23 foram conquistados em casa.
Mas, se quiser se manter na ponta com a vantagem de 4 pontos sobre o 2º colocado, sem depender de outros resultados, a alternativa para o alvinegro é a vitória. Para isso, o time tem que ser mais determinado e propositivo, não dar espaço e não ficar chamando o adversário para seu campo. Tem que adiantar a marcação, ser veloz nos contra ataques e acertar o arremate final. Tem que jogar como time grande e não como time pequeno.
E não se esquecerem que depois que rifaram a Copa do Brasil, ser campeão brasileiro tornou-se OBRIGAÇÃO.

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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Caiu em Itaquera - E a Copa do Brasil, já era

A crônica de uma tragédia anunciada - E desejada
Uma tragédia com lances dramáticos. Anunciada pelo descaso para com a competição, pela falta de garra desde o jogo de ida, pela displicência dos jogadores, pela prática contrariando o discurso de que iria com a força máxima nos dois campeonatos, pela incoerência e falta de transparência e enganação. 
Anunciada pelo não usual mistério da escalação e treino e pelas mentiras e contradições na entrevista conjunta do médico e do técnico, quando foi garantido que Jadson era o único jogador com problemas físicos. 
Na realidade, a Copa do Brasil foi rifada pela diretoria, pela comissão técnica e pelos jogadores. Tanto que perderam os dois jogos atuando sem raça, sem vontade e com uma postura displicente. No jogo de volta, a escalação já deu a dica que só iriam cumprir tabela. Pouparam jogadores e os jogadores que atuaram, com raras exceções, pouparam-se em campo. Quem quer vencer e reverter um resultado não deixa de fora titulares absolutos nem jogador de seleção, a não ser que estejam com lesão. Quem quer vencer não coloca a responsabilidade de armar o jogo num garoto de 17 anos que, embora seja campeão de tudo o que disputou na base, tem apenas 4 minutos de jogo em partidas oficiais, e deixa no banco um campeão mundial, que apesar de não ter o mesmo vigor físico de outrora, é superior em técnica, experiência, domínio da bola, frieza e segurança. O mais estranho é que durante toda a temporada não se coloca os garotos pra atuar em jogos mais tranquilos e definidos, com a desculpa de não queimá-los, mas, num jogo decisivo e para reverter um resultado difícil, coloca nas costas do menino a responsabilidade da armação e da criação. Não quer queimar o garoto, mas o lança na fogueira. Quanta incoerência, quanta contradição!
Apenas a torcida acreditou, talvez porque apenas ela saiba o que significa ser Corinthians. Somente ela se lembra o que significa raça, garra, tradição, comprometimento, amor à camisa, superação e luta. Apenas ela se fez presente, lotando o setor de visitantes na Vila Belmiro, e comparecendo em massa em Itaquera, apesar do horário, das dificuldades de voltar para casa e do alto preço dos ingressos. E tudo isso para assistir dois jogos medonhos, um time perdido e sem vontade que mais parecia estar disputando um solteiros X casados após um churrasco com muita breja. 
Não estou questionando o resultado nem cobrando vitória. Afinal, perder e ganhar fazem parte do jogo. Estou questionando a displicência, a covardia em campo, o anti jogo e a postura dos jogadores no gramado, reflexo de uma diretoria frouxa e incompetente, de uma comissão técnica ineficaz e omissa e de um mau planejamento. 
Temos um elenco tecnicamente qualificado, jogadores experientes e rodados e outros mais jovens e com potencialidades não aproveitadas devido à mesmice, à falta de ousadia e de criatividade, de teimosia e de acomodação na zona de conforto. 
Se o técnico é bom de grupo e tem o vestiário na mão, por que não conseguiu motivar o bom elenco que temos para a competição?
Se a ideia era rifar a Copa do Brasil, para não ter seis jogos a mais na temporada, por que já não atuou com o time reserva ao invés de fazer todo esse teatro, enganando a torcida e criando expectativas?
Por que não jogaram limpo, admitindo que a prioridade era o Brasileiro e que na Copa do Brasil só iríamos cumprir tabela e dar rodagem para o time reserva e observar alguns garotos?
Por tudo o que aconteceu ficou claro que a eliminação foi uma tragédia, não apenas anunciada, mas premeditada e até desejada. Apesar da mensagem do telão e do vídeo motivacional.
Sim, a Fiel acreditou no #TamoJuntoNaQuartaFeira, mas quando chegou na Arena, não encontrou ninguém a quem se juntar. O time não compareceu, deu WO. Um WO camuflado, mas com a essência de WO.
Quanto ao jogo em si, não dá para analisar técnica e tática, pois elas também deram WO. Apenas quero ressaltar a nota dissonante, representada na vontade demonstrada pelo Renato Augusto, que tentou resolver o jogo sozinho, do Vagner Love que correu como louco atrás da bola, conseguindo dar assistência ao gol do Romero que, mesmo tecnicamente limitado, sempre busca o jogo, nas defesas do Cássio que evitou uma goleada, e na postura do Matheus Pereira, que não permitiu que a fogueira o consumisse.
Ficha Técnica - Corinthians 1 X 2 Santos
Local: Arena Corinthians, em Itaquera, São Paulo (SP)
Data: 26 de agosto de 2015, quarta-feira
Horário: 22 horas (de Brasília)
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro - MG (FIFA) 
Árbitro Assistente 1: Bruno Boschilia - PR (FIFA) 
Árbitro Assistente 2: Marcio Eustáquio S. Santiago - MG (ESP-1) 
Quarto Árbitro: Bruno Arleu de Araújo - RJ (CBF-2)
Delegado: Giulliano Bozzano - MG (000)
Quinto Árbitro: Carlos Augusto Nogueira Júnior - SP (CBF-1) e Almir Alves de Mello - SP (000)
Público: 37.338 pagantes
Renda: R$ 2.353.824,50
Cartões amarelos: Vagner Love, Bruno Henrique, Felipe e Gil (Corinthians); Ricardo Oliveira e Lucas Lima (Santos)
Gols: Corinthians: Romero, aos 27 minutos do segundo tempo; Santos: Gabriel, aos 14 minutos do primeiro tempo, e Ricardo Oliveira, aos 19 minutos do segundo tempo
Corinthians: Cássio; Edílson, Felipe (Edu Dracena), Gil e Uendel; Ralf; Matheus Pereira (Romero), Bruno Henrique (Cristian), Renato Augusto e Malcom; Vagner Love; Técnico: Tite
Santos: Vanderlei; Victor Ferraz, David Braz, Gustavo Henrique e Zeca; Thiago Maia (Leandrinho), Renato e Lucas Lima; Gabriel (Marquinhos Gabriel), Ricardo Oliveira e Geuvânio (Chiquinho); Técnico: Dorival Júnior

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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Corinthians X Santos - Copa do Brasil

Pelo jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil, o Corinthians receberá hoje, quarta feira, 26/08, em sua Arena em Itaquera, o time do Santos. Derrotado no jogo de ida na Vila Belmiro, pelo placar de 2 a 0, o Timão terá a difícil missão de reverter o resultado desfavorável. Se não tomar nenhum gol terá que vencer por 3 a 0 para se classificar, se vencer por 2 a 0, a decisão irá para os pênaltis e se sofrer gol, aí a situação complica ainda mais. Com um time apático e passivo em Santos, o Corinthians deixou o caldo entornar e precisa de quase um milagre para não sofrer hoje a 3ª eliminação em sua Arena. Para o time praiano, a situação é bem mais cômoda. Basta um empate para o time se classificar.
Ficha Técnica - Corinthians X Santos
Local: Arena Corinthians, em Itaquera,  São Paulo (SP)
Data: 26 de agosto de 2015, quarta-feira
Horário: 22 horas (de Brasília)
Árbitro:  Ricardo Marques Ribeiro - MG (FIFA) 
Árbitro Assistente 1: Bruno Boschilia - PR (FIFA) 
Árbitro Assistente 2: Marcio Eustáquio S. Santiago - MG (ESP-1) 
Quarto Árbitro: Bruno Arleu de Araújo - RJ (CBF-2)
Delegado: Giulliano Bozzano - MG (000)
Quinto Árbitro:  Carlos Augusto Nogueira Júnior - SP (CBF-1) e Almir Alves de Mello - SP (000)
Corinthians: Cássio; Edílson, Felipe, Gil e Uendel; Ralf e Bruno Henrique; Renato Augusto, Danilo, (Mendonza, ou Rodriguinho ou Matheus Pereira), e Malcom; Vagner Love; Técnico: Tite
Santos: Vanderlei, Victor Ferraz, David Braz, Gustavo Henrique e Zeca; Thiago Maia, Renato e Lucas Lima; Geuvânio, Gabriel e Ricardo Oliveira; Técnico: Dorival Júnior
Estão fora, no Corinthians: Jadson, com edema na coxa direita, Luciano, com lesão no joelho esquerdo, e Rildo, que já participou da Copa do Brasil pela Ponte Preta. No Santos: Alison, Valencia e Leonardo, lesionados.
Tite fez mistério sobre a escalação e, numa atitude pouco usual, fechou o último treino para a imprensa. Relacionou 23 jogadores e não deu pistas do possível substituto de Jadson.
Além dos possíveis titulares, também foram relacionados  os goleiros Walter e Matheus Vidotto, os laterais Edílson e Guilherme Arana, os zagueiros Yago e Edu Dracena, os volantes Cristian e Ralf e o atacante Romero.
Com a lesão de Jadson, o que já era difícil, tornou-se quase impossível. Danilo consegue segurar mais a bola, mas dificilmente aguentará jogar os 90 minutos. Mendonza poderá dar maior movimentação, principalmente nos contra ataques, mas tem falhado nas finalizações. Rodriguinho é fraco e nada acrescentará ao time, pois nos jogos em que atuou, errou tudo o que tentou. Matheus Pereira, mesmo tendo característica semelhantes à atuação de Jadson, é inexperiente e atuou apenas 4 minutos em jogos oficiais. Assim, creio que teremos grandes dificuldades para criar e fazer a bola chegar ao ataque.
Na defesa, não podemos vacilar, pois se o Santos conseguir marcar um gol, nossa situação ficará dramática. Temos que anular o meio campo santista, principalmente o Lucas Lima, que na Vila Belmiro, ficou livre, leve e solto. Se eu fosse o Tite, colocaria o Ralf na cabeça de área, pois Bruno Henrique não conseguiu marcar o maestro praiano no jogo de ida.
Vamos precisar, e muito, da mística de Itaquera. Mais de 35 mil ingressos foram vendidos antecipadamente e a força da Fiel será fundamental para a classificação. Mas, essencial também será a postura do time em campo e a vontade de vencer. Se de fato, não estiverem priorizando o Brasileiro e deixando a Copa do Brasil em 2º plano, podemos nos classificar na raça. Caso contrário, nossa melhor técnica não conseguirá superar o resultado adverso, principalmente se o adversário atuar com a mesma garra do jogo da Vila. Este é um jogo que será decidido na postura e na atitude do time em campo. E esperamos que nosso elenco e comissão técnica não esmoreçam e que o Corinthians seja Corinthians.

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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Vagner Love Corinthians

"Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima"
"...Pena de mim não precisava
Ali onde eu chorei
Qualquer um chorava
Dar a volta por cima que eu dei
Quero ver quem dava..."
Mesmo com um adversário em péssima fase, o que facilitou muito para o Corinthians, não podemos desprezar o resultado nem o bom jogo do Timão na Arena, até porque já perdemos e empatamos, jogando com adversários menos qualificados. O diferencial do jogo, com toda a certeza, foi a postura do time, muito diferente da apresentada quarta feira na Vila Belmiro, em Santos.
Reabastecido pela energia da Fiel, vimos outro time em Itaquera. Não mais um time apático e desconcentrado, mas sim uma equipe acesa, vibrante, antenada e determinada. Vimos uma postura diferente, um time com atitude, o que foi determinante para o resultado obtido. 
Com a defesa precisa e bem postada, com o meio campo mais criativo e com o ataque mais objetivo, o Corinthians dominou o jogo, embora o Cruzeiro tenha ficado mais com a bola (59%). Com mais velocidade e força na marcação da saída de bola, com passes mais precisos e ferino nos contra ataques, o Timão anulou a Raposa, sendo superior durante toda a partida. As poucas investidas cruzeirenses pararam nas defesas de Cássio. Ao contrário de jogos anteriores, o time não recuou após o 1º gol, continuou atacando e pressionando.
Vagner Love não só se redimiu de furadas anteriores, como foi o melhor homem em campo. Conseguiu dar a volta por cima e, se chorou, foi de alegria. Ajudou na marcação, movimentou-se, e, bem posicionado na área, foi o autor do 1º e do 3º gol. Mais objetivo, sem enfeitar as jogadas, fez o simples, foi festejado por todo o elenco e saiu aplaudidíssimo pela torcida. Malcom, mais rápido e objetivo, movimentando-se pela direita e pela esquerda, foi incansável nos contra ataques, e teve participação decisiva no 3º gol. Elias foi mais participativo e Renato Augusto foi fundamental no meio campo, na criação e como força ofensiva, com participação direta no 2º gol. Jadson, autor do 2º gol, foi responsável pela boa articulação do meio campo, além de opção no ataque. 
Mas, não dá para ignorar o papel da torcida, o 12º jogador em Itaquera. Ou seria o primeiro. Mais de 41 mil torcedores jogaram junto, apoiando e torcendo com entusiasmo contagiante. Creio mesmo que houve uma verdadeira transfusão de energia, fundamental para a postura aguerrida e determinada dos jogadores em campo e do técnico no banco. 
No intervalo, a homenagem mais do que merecida ao ídolo e craque Liedson, um dos responsáveis pelo título brasileiro de 2011, que recebeu uma placa de reconhecimento pelo seu trabalho e moldou seus pés para serem eternizados na Calçada da Fama no Memorial  do Corinthians.
Com o resultado, o Corinthians chegou aos 43 pontos, mantendo-se quatro à frente do Atlético-MG e atingiu a oitava vitória seguida em Itaquera. O Cruzeiro com 22 pontos, está na 15ª posição e à apenas 1 ponto da zona de rebaixamento.
Melhores momentos
Gols
Ficha Técnica - Corinthians 3 X 0 Cruzeiro
Local: Arena Corinthians, em Itaquera,  São Paulo (SP)
Data: 23 de agosto de 2015, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Péricles Bassols Pegado Cortez - RJ (FIFA)
Árbitro Assistente 1: Rodrigo Henrique Correa - RJ (FIFA)
Árbitro Assistente 2: Luiz Claudio Regazone - RJ (ASP-FIFA)
Quarto Árbitro: Igor Junio Benevenuto - MG (ASP-FIFA)
Quarto Árbitro: Thiago Duarte Peixoto - SP (ASP-FIFA)
Público: 41.380 espectadores (41.014 pagantes)
Renda: R$ 2.671.941,50
Cartões amarelos: Bruno Henrique e Gil (Corinthians); Fabrício (Cruzeiro)
Gols: Vagner Love, aos 14 minutos do primeiro tempo, Jadson, aos 44 minutos do primeiro tempo e Vagner Love, aos dois minutos do segundo tempo
Corinthians: Cássio; Fagner, Felipe, Gil e Uendel; Bruno Henrique (Ralf); Jadson (Matheus Pereira), Elias, Renato Augusto e Malcom; Vagner Love (Danilo); Técnico: Tite
Cruzeiro: Fábio; Mayke (Fabiano), Manoel, Paulo André e Mena; Charles (Willian), Henrique, Fabrício e Alisson; Marquinhos (Arrascaeta) e Leandro Damião; Técnico: Vanderlei Luxemburgo

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A força de Itaquera, a força da Fiel

Outro campeonato, outro adversário, outro estádio, o mesmo time, outra postura. O Corinthians cresce em Itaquera, onde até parece que algo sobrenatural conspira a favor do time. Some a apatia e sobra vontade, entusiasmo e determinação. O time é pura raça, o time é doação e no  jogo coletivo, as individualidades crescem, a técnica se sobressai e o bom resultado aparece. Parece mágico, parece milagroso, mas é apenas a energia da Fiel.
Da Fiel, que por si só, apesar da frieza do mármore, consegue produzir o calor que irradia para cada jogador no campo, e não deixa que o banco seja contaminado pelo desejo da retranca. 
Da Fiel que canta, que pula, que grita e que dança, que apoia, que empurra, que enlouquece, que anima e não desanima, que joga junto, que chora e que comemora.
Da Fiel que é pura energia, energia que irradia, que transmuta, que transfere, que multiplica e se reproduz na mente de cada jogador, que no gramado se transforma e se doa na busca do gol. 
Somente a Fiel pode explicar a diferença existente entre os jogos na Arena e os fora de casa. Somente a energia que vem dos torcedores explica a mudança de atitude e postura dos jogadores, quando atuam em Itaquera. 
Na Arena o time joga solto, sem amarras, dominando o adversário e conseguindo bons resultados. A Fiel joga junto, a Arena vira um caldeirão, uma panela de pressão que cozinha o adversário no fogo da paixão que existe em cada coração dos membros da nossa Nação.
A força de Itaquera é a força da Fiel

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Djalma Vassão/Gazeta Press/gazetaesportiva.net

domingo, 23 de agosto de 2015

Corinthians X Cruzeiro

Na defesa da liderança no Campeonato Brasileiro, o Corinthians enfrentará o Cruzeiro, hoje, 23/08, domingo, em sua Arena em Itaquera. Líder isolado, com 40 pontos, com 12 vitórias, 4 empates, 3 derrotas e 70% de aproveitamento, terá como adversário o 15º colocado, com 22 pontos, 6 vitórias, 4 empates, 9 derrotas e 39% de aproveitamento. Enquanto o Timão é o time a ser batido no campeonato, o Cruzeiro tenta sua recuperação, encarando o jogo de hoje como uma decisão. Em contrapartida, o Corinthians conta com a sua torcida e o fator casa para se manter na liderança.
Ficha Técnica - Corinthians X Cruzeiro
Local: Arena Corinthians, em Itaquera, São Paulo (SP)
Data: 23 de agosto de 2015, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Péricles Bassols Pegado Cortez - RJ (FIFA)
Árbitro Assistente 1: Rodrigo Henrique Correa - RJ (FIFA)
Árbitro Assistente 2: Luiz Claudio Regazone - RJ (ASP-FIFA)
Quarto Árbitro: Igor Junio Benevenuto - MG (ASP-FIFA)
Quarto Árbitro: Thiago Duarte Peixoto - SP (ASP-FIFA)
Delegado: Ednilson Corona - SP (ASS)
Delegado: Giulliano Bozzano - MG (000)
Corinthians: Cássio; Fagner, Felipe, Gil e Uendel; Bruno Henrique; Jadson, Elias, Renato Augusto e Malcom; Vagner Love; Técnico: Tite
Cruzeiro: Fábio; Mayke, Manoel, Paulo André e Mena; Henrique, Charles, Fabrício, Alisson e Marquinhos; Leandro Damião; Técnico: Vanderlei Luxemburgo
No Corinthians, também foram relacionados os goleiros Walter e Matheus Vidotto, os laterais Edílson e Guilherme Arana, o zagueiro Edu Dracena, os volantes Cristian e Ralf, os meias Danilo, Matheus Pereira e Rodriguinho, e os atacantes Mendonza e Romero.
Estão fora, no Corinthians, os atacantes Luciano e Rildo, lesionados; e no Cruzeiro, o zagueiro Dedé, o volante Willian Farias, o meia Júlio Baptista e os atacantes Judivan e Joel, todos lesionados.
Estão pendurados com dois cartões amarelos, no Corinthians, Bruno Henrique, Cássio, Edílson, Fagner, Felipe e Renato Augusto; e no Cruzeiro, Marcos Vinícius, Marinho e Pará.
Sem Luciano, que só voltará a jogar em 2016, Vagner Love terá uma nova chance no ataque alvinegro. Teria sido melhor improvisar Danilo na posição, pois o camisa 99 mais parece um ex jogador em atividade que um centro avante. Mais do que o apoio da Fiel, que já esgotou as entradas disponíveis, São Jorge vai ter trabalho e vai precisar de uma ajuda extra de Santo Expedito para dar conta da tarefa de ajudar o Corinthians em campo. Espero que, se necessário, Tite não demore para mexer no time e fazer as substituições. Tendo Love como única alteração, o Timão vai atuar com sua força máxima disponível, não poupando nenhum titular.
No Cruzeiro, Luxemburgo fez mistério da escalação, mas pela 1ª vez, deverá repetir o time em dois jogos seguidos.
Com excelentes resultados em casa, o Corinthians, mesmo sem Luciano, tem plenas condições de sair vitorioso e manter-se na liderança. Empurrado pela Fiel, o time deve ir pra cima e não ficar só esperando pelo contra ataque. Deverá ter uma postura mais aguerrida e um jogo mais propositivo.

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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Quem perde lá na Vila, é porque vacila...

E como vacilamos. Não vi o Corinthians jogar em Santos, só um bando de zumbis andando no gramado. Um bando perdido, amorfo, avoado, descoordenado, desconcentrado e atabalhoado. Sem técnica, com uma tática equivocada e suicida, chamando o adversário pra cima e jogando por uma bola. Mal no coletivo e mal no individual. Um time lento e sem talento. Defesa vacilante, meio campo inexistente e ataque, só se for ataque de nervos da torcida, diante de tanta inoperância e incompetência.
O resultado até poderia ter sido pior, não fosse as boas defesas do goleiro corinthiano. Já o goleiro praiano viu o jogo em local privilegiado, não teve trabalho e nem sujou sua camisa.
Um único jogador, Lucas Lima, conseguiu anular nossa defesa, que marcou mal, deu espaço e falhou nos gols. Fagner e Felipe falharam no 1º gol e Bruno Henrique no 2º. Aliás, Bruno Henrique muito mal de cabeça de área. Se ganhou a posição de Ralf porque tem melhor saída de bola, neste jogo nem marcou nem conseguiu sair jogando. Errou tudo o que tentou. Não entendo o porquê de Tite insistir com o Bruno Henrique de 1º volante. Como marca mal, segura o Elias na defesa ao invés de liberá-lo para ajudar na criação e aparecer como elemento surpresa no ataque. Ralf não tem boa saída de bola, mas é excelente marcador. Com ele sempre anulamos o meio campo do Santos e de outros adversários. Elias, como sempre acontece quando é convocado para a seleção diminui sua produtividade. Não sei se estava se poupando ou se já estava com a cabeça nos jogos da CBF
JadSONO e Renato Angústia nada criaram. Esqueceram-se que a principal função de um meia é criar e só marcaram. O pior é que marcaram mais bobeira do que os jogadores do Santos. 
No ataque, Malcom mais perdido que cachorro que caiu do caminhão da mudança, Luciano se contundiu e seu substituto Vagner Love, mais uma vez demonstrou ser um ex jogador em atividade. Sem conseguir dominar uma bola, matou o ataque corinthiano. Quando recebia a bola errava os passes e as finalizações. 
A entrada de Mendonza deu mais movimentação ao time e com ele tivemos a melhor chance de ataque no 2º tempo, mas Vanderlei mandou a bola pra escanteio.
Danilo entrou tarde no jogo e não teve tempo de fazer nada.
Na realidade, a atuação do Corinthians foi péssima. Foi um time apático, apenas se defendendo, errando passes e perdendo a bola e sem força para atacar. Esperou o adversário e só se defendeu. E muito mal, tanto que tomou dois gols e só não levou mais devido às habilidades do Cássio. Faltou ousadia, faltou garra, faltou empolgação e sobrou apatia. Os jogadores estavam apáticos, de cara amarrada, pareciam irritados e sem vontade.
Embora tenha melhorado um pouco no 2º tempo, sem Luciano o ataque esteve totalmente improdutivo e inoperante.
Enquanto o Santos enfrentou o jogo como uma decisão, pois, sem chances no Campeonato Brasileiro, tem na Copa do Brasil sua única oportunidade de chegar à Libertadores, o Corinthians atuou apenas como se estivesse cumprindo tabela. Embora o discurso corinthiano seja o de não priorizar nenhum campeonato, este jogo sinalizou que a prioridade é o Brasileiro. Uma postura suicida, pois apesar da liderança com 4 pontos de vantagem, o campeonato está na metade e não temos a mínima garantia de não sermos ultrapassados na tabela.
Com o resultado o Corinthians precisa não tomar gol em Itaquera, marcar 2 para levar a decisão para os pênaltis ou ganhar de 3 a 0 para se classificar para a próxima fase. Se tomar gol, aí a coisa complica ainda mais. 
Temos uma tarefa difícil pela frente e corremos o risco de sermos eliminados em casa pela 3ª vez no ano. Para quem acha que estou pessimista, lembro que a situação é muito parecida com o jogo de volta contra o Guarani na Libertadores. Até pior, pois estamos sem nosso melhor atacante. Além disso, o Corinthians, nos últimos anos, tem atuado muito mal nos mata mata.
Além da derrota e da postura do time, lamentamos também a contusão do Luciano, não só pela falta que ele fará ao time, mas pelo próprio jogador, que estava na melhor fase de sua carreira e só voltará a jogar no próximo ano. 
Ficha Técnica - Santos 2 X 0 Corinthians
Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 19 de agosto de 2015, quarta-feira
Horário: 22 horas (Horário de Brasília)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio - GO (FIFA)
Árbitro Assistente 1: Vicente Romano Neto - SP (ESP-2)
Árbitro Assistente 2: Danilo Ricardo Simon Manis - SP (ASP-FIFA)
4º árbitro: Leandro Bizzio Marinho - (CBF-1)
Delegado: Dionísio Roberto Domingos SP (000)
                  Ismael Souza - SP (000)
Gols: Gabriel, aos 31 minutos do primeiro tempo, e Marquinhos Gabriel, aos 33 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Lucas Lima (Santos); Fagner (Corinthians)
Renda: R$ 678.150,00
Público: 10.383 pagantes
Santos: Vanderlei; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, David Braz e Zeca; Thiago Maia, Renato e Lucas Lima (Paulo Ricardo); Geuvânio (marquinhos Gabriel), Gabriel (Neto Berola) e Ricardo Oliveira; Técnico: Dorival Júnior
Corinthians: Cássio; Fagner, Felipe, Gil e Uendel; Bruno Henrique, Elias, Renato Augusto e Jadson (Danilo); Malcom (Mendoza) e Luciano (Vagner Love); Técnico: Tite

Crédito e fonte de imagem
globoesporte.globo.com 

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Santos X Corinthians - Copa do Brasil

O Corinthians enfrenta o Santos, hoje, 19/08, quarta feira, às 22 horas, na Vila Belmiro, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. O time anfitrião tem como principal vantagem jogar em casa e conta com a força de sua torcida para tentar manter a invencibilidade, pois com Dorival Júnior o Santos ainda não perdeu em seu estádio. Já o Corinthians, conta com sua superioridade técnica e com a boa fase em que se encontra para quebrar a invencibilidade do Peixe. Líder isolado do Brasileirão, o time acumula 11 jogos de invencibilidade e a última derrota foi justamente para o adversário de hoje. Por isso, além de ser um clássico, que é sempre um campeonato à parte, este jogo deve ter um incentivo a mais para as duas equipes.
Ficha Técnica - Santos X Corinthians
Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 19 de agosto de 2015, quarta-feira
Horário: 22 horas (de Brasília)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio - GO (FIFA)
Árbitro Assistente 1: Vicente Romano Neto - SP (ESP-2)
Árbitro Assistente 2: Danilo Ricardo Simon Manis - SP (ASP-FIFA)
4º árbitro: Leandro Bizzio Marinho - (CBF-1)
Delegado: Dionísio Roberto Domingos SP (000)
                 Ismael Souza - SP (000)
Santos: Vanderlei; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, David Braz e Zeca; Thiago Maia, Renato e Lucas Lima; Geuvânio, Ricardo Oliveira e Gabriel; Técnico: Dorival Júnior
Corinthians: Cássio; Fagner, Felipe, Gil e Uendel; Bruno Henrique; Jadson, Elias, Renato Augusto e Malcom; Luciano; Técnico: Tite
Além dos possíveis titulares, também foram relacionados os seguintes jogadores:
No Santos, o goleiro Vladimir, os laterais Daniel Guedes e Chiquinho, o zagueiro Werley, os volantes Lucas Otávio e Paulo Ricardo, os meias Marquinhos Gabriel, Marquinhos, Rafael Longuine e Serginho, e os atacantes Nilson e Neto Berola;
No Corinthians, o goleiro Walter, os laterais Edílson e Guilherme Arana, o zagueiro Edu Dracena, os volantes Cristian e Ralf, os meias Danilo, Matheus Pereira e Rodriguinho, e os atacantes Mendonza, Romero e Vagner Love.
Estão fora, no Santos: os volantes Alison e Valencia, além do zagueiro Leonardo,  lesionados. E no Corinthians: o atacante Rildo, que já jogou a atual edição da Copa do Brasil pela Ponte Preta.
Dorival Júnior fechou o treino do Santos, não revelou o time, mas não deverá promover alterações táticas. A única novidade deve ser o retorno do volante Renato, recuperado de um incômodo no tornozelo direito.
Tite não fez mistério e escalou o Corinthians com força máxima. Recuperados de lesão, Uendel e Renato Augusto voltam ao time. O Corinthians deverá atuar no esquema 4-1-4-1.
Na última atividade realizada, Tite promoveu o famoso "treino fantasma", com apenas os 11 titulares, simulando situações de jogo, quando treinou triangulações, marcação, troca de passes e cobranças de faltas e escanteios, tendo Jadson como principal cobrador. Malcom também cobrou faltas.
O técnico realizou um exercício inicial de saída de bola com os laterais e zagueiros, pediu jogadas ofensivas pela linha de fundo, com Malcom pelo lado esquerdo e deu atenção às bolas paradas de defesa e de ataque.
Com o time inteiro e em boa fase, a expectativa é que o Corinthians não se intimide com a torcida adversária, não jogue tão recuado e não fique só no contra ataque, chamando o adversário para seu campo. Tem que aproveitar sua superioridade técnica e saber explorar as qualidades dos seu jogadores. Para isso, Elias precisa estar com a cabeça em Santos e não na seleção, que o meio campo crie mais e se aproxime do ataque, que Luciano faça o que sabe fazer, posicionando-se bem na área e fugindo da marcação, e que a defesa não marque bobeira nas bolas altas.
Apesar da pressão naquela lata de sardinha que eles chamam de estádio, temos mais time que o Santos e estamos em melhor momento na temporada. Temos plenas condições de subir a serra com a vitória, desde que o time atue com garra e com raça, sem se deixar intimidar pelo barulho da torcida santista.

Créditos e fontes de imagens
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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

A volta por cima - Liderança no Brasileirão

Não foi o jogo dos sonhos. Foi um jogo de muito susto e sufoco. Nem parecia que jogávamos com um time que luta para não ficar na zona de rebaixamento. Fomos muito pressionados, principalmente no 1º tempo, tomamos um gol de bola parada e tivemos que correr atrás do prejuízo. Mas, apesar do sufoco, e graças às estrelas do Luciano e do Cássio, conseguimos dar a volta por cima, empatamos, depois viramos e voltamos para casa com a vitória, os três pontos, a liderança e o Troféu  Osmar Santos, dado ao time campeão do 1º turno do Campeonato Brasileiro. 
No 1º tempo o time se revelou apático, sem poder de criação, com um jogo muito cauteloso e dando muito espaço para o time da casa. Atuamos como um time pequeno e não tivemos a mesma garra e coragem demonstrada quando jogamos na Arena Corinthians. Jogamos por uma bola e sofremos pressão do Avaí, que abriu o placar aos 14 minutos, com um gol de André Lima, quando com 7 corinthianos na área e com um erro de Felipe tomamos o gol. 
Com dificuldades para reagir, com menos posse de bola, menos escanteios e menos finalizações, mas com mais passes errados, só não tomamos o 2º gol devido às defesas do Cássio. Mas, já nos acréscimos, um golaço do Luciano deixou tudo igual na Ressacada.
Na etapa final, o Corinthians voltou com os mesmos jogadores, mas com uma nova postura, melhorou o toque de bola e passou a errar menos. Mas foi com a saída de Rodriguinho e com a entrada de Danilo que o time equilibrou o jogo e passou a atuar com mais dinamismo. O Avaí não desistiu do jogo, mas foi tolhido por sua limitação técnica e pelas boas defesas de Cássio. 
Quando o jogo parecia caminhar para o empate, Luciano, aos 41 minutos da etapa final, fez outro golaço e virou a partida. O Avaí não jogou a toalha e pressionou até o último minuto, obrigando o Cássio a fazer defesas milagrosas. Nos instantes finais, defendeu uma cobrança de escanteio com a ponta dos dedos e na sequência fez uma defesa tripla, salvando o que seria o gol de empate do Avaí.
Ainda teve um gol anulado do time da casa, causando muita polêmica entre os comentaristas abutres e ressuscitando a lenda do apito amigo divulgada pelos inimigos do Corinthians, não só da imprensa, mas também de dirigentes de times adversários.
Luciano e Cássio foram os melhores em campo. Se a atuação de Arana não comprometeu o jogo, Rodriguinho errou tudo o que tentou e o time melhorou muito com sua saída e com a entrada do Danilo. Elias foi pouco participativo, errou passes e parecia estar alheio. Aliás, isso tem se repetido quando convocado para a seleção brasileira. Coincidência ou estaria se poupando para os amistosos?
O mau estado do gramado prejudicou o Corinthians, time mais técnico e com melhor toque de bola, dificultando as triangulações. O jogo ficou feio, mais pegado, mais de contato físico do que de técnica, o que foi lamentado pelo Tite em sua entrevista coletiva.
Além de vencer o jogo e sagrar-se campeão do 1º turno, o Corinthians venceu, também, o tabu de nunca ter ganho um jogo na Ressacada. 
Apesar das previsões catastróficas de desmanches, crise e de lutar para não cair, o  Timão conseguiu superar as eliminações no Paulista e na Libertadores e ser hoje o melhor time do Brasileirão. 
Quando perdemos o camisa 9, (Guerrero), Emerson e Fábio Santos, muitos "decretaram" nosso desmanche e a falência do nosso futebol. Mas, Uendel se firmou, trouxemos de volta o promissor Arana, contratamos o Rildo, Malcom melhorou e o Luciano desabrochou após os Jogos Pan Americanos. E não acredito ser coincidência ele usar a camisa 18. Dezoito é igual a duas vezes nove, o número da camisa de artilheiro.
Apesar da liderança e do título simbólico do 1º turno, ainda não ganhamos nada e temos muito a evoluir, a melhorar. Ainda precisamos de um atacante e de mais um meia de criação. Danilo não mais aguenta jogar 90 minutos e Rodriguinho é muito fraco. No ataque, Love é ex jogador em atividade, Mendonza é um bom velocista e Romero não se firmou. Como não temos dinheiro para grande contratações, está na hora de tentarmos soluções caseiras e dar oportunidade aos garotos da base. Matheus Pereira, Gabriel Vasconcelos e Léo Jabá estão aí, à espera de uma oportunidade. 
Ainda temos muito que corrigir e melhorar, principalmente a postura do time fora de casa. Ainda não temos um time pronto, oscilamos muito, mas estamos em evolução e temos potencial para crescer. No Campeonato Brasileiro, temos meio caminho andado. Ainda falta a 2ª metade e tem muito trabalho pela frente. Não podemos esmorecer nem perder a pegada. E que venha o hexa, de preferência sem muitos sustos e com menos sofrimento.
Melhores momentos
Gols
Ficha Técnica - Avaí 1 X 2 Corinthians
Local: Estádio Aderbal Ramos da Silva (Ressacada), em Florianópolis (SC)
Data: 16 de agosto de 2015, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Anderson Daronco - RS (FIFA)
Árbitro Assistente 1: Marcio Eustáquio Santiago - MG (ESP-1)
Árbitro Assistente 2: Nadine Schramm Câmara Bastos - SC (FIFA)
Quarto Árbitro: Rodrigo Alonso Ferreira - SC (CBF-1)
Delegado: Jose Mocellin - RS (ASS)
Cartões amarelos: Guilherme Arana (Corinthians)
Gols: Avaí: André Lima aos 14 minutos do primeiro tempo; Corinthians: Luciano aos 47 minutos do primeiro tempo e aos 41 minutos do segundo tempo
Avaí: Diego, Nino Paraíba, Jéci, Antônio Carlos e Romário; Adriano (Eduardo Neto), Tinga, Néstor Camacho, Rômulo (Conrado) e Pablo; André Lima (Hugo); Técnico: Gilson Kleina
Corinthians: Cássio, Guilherme Arana, Gil, Felipe e Fagner, Bruno Henrique, Elias, Rodriguinho (Danilo), Jadson (Edílson) e Malcom (Rildo); Luciano; Técnico: Tite

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domingo, 16 de agosto de 2015

Avaí X Corinthians

O Corinthians foi para Florianópolis enfrentar o Avaí pela 19ª rodada do Brasileirão. Líder do campeonato, com 37 pontos, 11 vitórias, 4 empates, 3 derrotas e 69% de aproveitamento, o Timão terá como adversário o 16º colocado, com 20 pontos, 5 vitórias, 5 empates, 8 derrotas e 37% de aproveitamento. Enquanto o Corinthians vai em busca da sua 1ª vitória na Ressacada, que lhe dará o título simbólico do 1º turno da competição, o Avaí precisa vencer para se distanciar da zona de rebaixamento, pois está apenas a 1 ponto do 17º colocado.
Ficha Técnica - Avaí X Corinthians
Local: estádio da Ressacada, em Florianópolis (SC)
Data: 16 de agosto de 2015, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Anderson Daronco - RS (FIFA)
Árbitro Assistente 1: Marcio Eustáquio Santiago - MG (ESP-1)
Árbitro Assistente 2: Nadine Schramm Camara Bastos - SC (FIFA)
Quarto Árbitro: Rodrigo Alonso Ferreira - SC (CBF-1)
Delegado: Jose Mocellin - RS (ASS)
Avaí: Diego, Nino Paraíba, Jéci, Antônio Carlos e Romário; Adriano, Pablo, Tinga e Marquinhos, (Néstor Camacho); Rômulo e André Lima; Técnico: Gilson Kleina
Corinthians: Cássio; Fagner, Felipe, Gil e Guilherme Arana; Bruno Henrique; Jadson, Elias, Rodriguinho e Malcom; Luciano; Técnico: Tite
Estão fora, no Avaí: Eltinho, Tauã, William e Anderson Lopes, entregues ao departamento médico; e no Corinthians: Uendel, com um edema na coxa direita, e Renato Augusto, com dores musculares.
Estão pendurados com dois cartões amarelos, no Avaí: Everton Silva, Jéci, Pablo, Romário, Tauã e Vagner; e no Corinthians: Bruno Henrique, Cássio, Edílson, Fagner, Felipe e Renato Augusto.
No Corinthians, também foram relacionados o goleiro Walter, o lateral Edílson, os zagueiros Edu Dracena e Yago, os volantes Ralf e Cristian, os meias Danilo e Matheus Pereira; e os atacantes Vagner Love e Rildo.
No Avaí, Gilson Kleina espera Marquinhos até a última hora. Ele está se tratando, mas se não tiver condição, será substituído por Néstor Camacho, que treinou em seu lugar. Em relação ao revés para a Ponte Preta, na última quinta, da escalação saem Roberto e Renan Oliveira para as entradas de Rômulo e André Lima. Recuperado de dores nas costas, que o tiraram partida passada pouco antes do início, Antonio Carlos, zagueiro revelado pelo Corinthians, retoma o posto e Emerson sai do time.
O Avaí fez um treinamento tático no começo da partida, com com ênfase às jogadas bolas paradas ofensivas e defensivas.
O Corinthians terá a volta de Felipe na zaga, mas não poderá contar com o lateral esquerdo Uendel e o meia Renato Augusto. O lateral não se recuperou de um edema na coxa e o meia sente dores musculares. Ambos nem viajaram para Florianópolis.
Guilherme Arana entra na lateral esquerda e Rodriguinho substitui o meia na linha de armação.
No último treino, somente com os titulares, Tite comandou um trabalho tático, priorizando as jogadas de bola parada, tanto ofensiva como defensivamente, cobranças de lateral, escanteio e faltas laterais. 
O técnico Tite deverá manter a estratégia dos jogos anteriores, marcação forte e saída rápida nos contra ataques, apostando nas jogadas rápidas de seus atacantes, na qualidade do passe de Jadson e no Elias entrando na área de surpresa.
O jogo será marcante para o Luciano, que se reencontrará  com seu ex time. O atacante declarou que se fizer um gol, irá comemorar. 
Embalado pela liderança, sete vitórias e três empates no campeonato, e buscando atingir a marca de 11 partidas sem perder no torneio e o título simbólico do 1º turno, o Corinthians tem ainda o desafio de quebrar o tabu do Avaí e, pela 1ª vez, vencer na Ressacada. Pela posição na tabela e pelas superioridade técnica dos seus jogadores, o Corinthians tem plenas condições de cumprir sua tarefa. Mas, para isso tem que superar sua mania de perder pontos para times da parte inferior da tabela, bem como seu complexo de Robin Hood. Tem que fazer valer sua superioridade, jogar como time grande que é, não se intimidar e demonstrar a mesma raça das últimas vitórias. 

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