domingo, 29 de abril de 2012

Devolvam o Corinthians para o povo! Abaixem os preços dos ingressos!


 
No último sábado, um grupo de torcedores fez um protesto pacífico nas imediações do CT, repudiando o alto preço dos ingressos e denunciando o processo de elitização da torcida nos estádios. Com toda a razão, pois os preços dos ingressos, principalmente da Libertadores, estão inacessíveis às camadas populares, que constituem a maioria da população e da torcida corinthiana. Cobrar R$ 50,00 por um lugar na arquibancada e no tobogã, além de ser uma extorsão, é uma forma de exclusão e elitização dos estádios, inadmissível para um clube que foi criado pelo povo e para o povo, enfrentando e vencendo as elites esportivas da época.
Mas, o pior de tudo, é que tem corinthiano desinformado ou mal intencionado, que considera o preço justo e necessário para a manutenção do Sport Club Corinthians Paulista. Este argumento é destruído pela simples análise do Balanço Financeiro do Corinthians, que demonstra que o principal da sua receita vem das cotas da televisão e dos patrocínios e não da venda de ingressos.
Outros, ainda mais desinformados, e ignorando as diferenças de renda entre o Brasil e os países europeus, afirmam que, comparado aos preços cobrados na Europa, nossos ingressos são baratos. Sobre essa argumentação falaciosa, transcrevemos, a seguir, estudo feito por um grupo de corinthianos puro sangue, que vêm lutando bravamente contra os preços abusivos dos ingressos bem como contra o processo de elitização dos estádios brasileiros, a Brigada Miguel Bataglia.
O Blog de Lutas em pró Corinthians Grande BRIGADA MIGUEL BATAGLIA divulgou estudo sobre o preço dos ingressos praticados pela Diretoria do Corinthians.
A conclusão: é o maior do mundo! Esse título nós não queríamos!
A Luta contra o aumento do preço dos ingressos deve se converter a luta para a REDUÇÃO do preço dos mesmos.


CAMPEÃO MUNDIAL DE INGRESSOS

Quando se faz uma crítica ao atual preço dos ingressos praticados pelo Sport Club Corinthians Paulista é quase unanimidade o entendimento de que há abuso nos valores praticados. Quase unanimidade porque ainda há uma parcela de torcedores influenciados por teses falaciosas cujo objetivo é dissimular para usurpar ainda mais o dinheiro do torcedor. Estas teses aos poucos vão sendo desmascaradas.

Uma delas é a de que o ingresso no Brasil é barato, porque “na Europa o preço... blá blá blá, blá blá blá...”. E se é esse o argumento que escolheram para se contrapor a nós, é esse argumento que vamos desmontar.

Quando comparamos o valor nominal de um bem ou serviço podemos julgar a dificuldade ou facilidade de sua aquisição não pelo soar assustador ou agradável do número citado, mas pelo esforço de adquiri-lo via relação com a renda do indivíduo. Valores nominais são apenas meras representações. Valores reais, estes sim, são a proporção da relação esforço e benefício, ou o quanto o Torcedor se esforça para fazer a aquisição, e o quanto a mesmo representa de seu orçamento.

Aí alguém diz: “A cadeira lateral do Barcelona custa EU$ 137[1]. Aqui a Libertadores custa R$ 200 a “similar” cadeira “Laranja”. A cadeira lateral central do mesmo Barça custa EU$ 190, enquanto aqui a “similar” numerada coberta R$ 300”.[2]

Quem faz a afirmação acima compara 137 Euros para um trabalhador Espanhol com o equivalente 82 Euros[3] para um trabalhador Brasileiro. E essa pessoa deve realmente achar que está correta em seu raciocínio e pagamos pelo ingresso menos que eles. Porém, não contempla a outra perna da questão: se compara custo de vida há que comparar nível de rendimento médio anual desses trabalhadores. Do contrário vale a máxima: do que vale você ter um salário de 1 bilhão por mês se um copo de água neste lugar custa cem milhões? Seu salário equivale a 10 copos d’água. “Simples assim...”.

Desmontando o argumento...

Abaixo a renda média anual dos Países mais relevantes em termos futebol:

Figura 1.[4]

Como vemos no quadro acima, a renda média anual per capita no Brasil em 2011 foi de US$ 11.289[5], que são equivalentes a R$ 20.570[6]. Significa que um trabalhador Brasileiro situado na camada socioeconômica média da população dedica 0,97%[7] de sua renda anual para comprar o ingresso da cadeira laranja, ou 19,4 horas trabalhadas[8], ou seja, quase 2,5 (dois dias e meio) de trabalho. É muito? É pouco? Vejamos...
A renda média anual per capita na Espanha em 2011 foi de US$ 32.545, que são equivalentes a R$ 59.300. Significa que um trabalhador Espanhol situado na camada média de sua população dedica 0,56% de sua renda anual para comprar o ingresso da cadeira lateral “equivalente” a cadeira Laranja do Pacaembu, ou 11,2 horas trabalhadas, ou cerca de 1,4 dias de trabalho.


Agora comparemos: o que é maior, 0,97% da renda anual, ou 0,56%? 19,4 horas de trabalho, ou 11,2 horas de trabalho? 2,4 dias de trabalho ou 1,4 dias? Agora sabemos que o Brasileiro paga 73% mais caro que o Espanhol.


Se considerarmos a numerada coberta veremos que o trabalhador Brasileiro paga ainda mais caro que o Espanhol, por uma posição similar em seus estádios. Mesmo que aquele pague R$ 462, ou 190 Euros, isso corresponde a 0,78% de sua renda anual, ou 15,6 horas trabalhadas, enquanto os R$ 300 que o Corinthiano para pela arquibancada coberta correspondem a 1,46% de sua renda anual, ou 29,2 horas trabalhadas, 87% mais caro que o Espanhol que vai assistir ao time do Messi.


Comparando com demais Países


Isso se tratando em termos de Barcelona, na Espanha. E se considerarmos França e Alemanha, países com economia mais robusta que esta primeira? Um torcedor do Lyon precisa trabalhar 3,5 horas e um torcedor do Bayern de Munique precisa de 3,3 horas para adquirir um ingresso similar à cadeira lateral. São países com renda per capita de US$ 33.655 e US$ 36.449 (respectivamente R$ 61.323 e R$ 66.414), e que cobram seus ingressos 44 e 45 Euros[9], idem.


Abaixo gráfico com a quantidade necessária de horas trabalhadas para de adquirir ingresso em setor equivalente do Pacaembu, ou seja, lateral do gramado em uma situação em que há níveis A e B, em que o A seria lateral coberta (numerada) e B a cadeira “Laranja”, descoberta, e arquibancada e tobogã os mais populares[10]:


Figura 2[11].





Em uma outra visão, utilizando os mesmos dados, podemos observar quantos ingressos dos demais times adquirimos com um ingresso Corinthiano:









Pagamos pela arquibancada quase quatro vezes mais que o Francês, o triplo do Argentino e o Português, o dobro que o Alemão e o Italiano... Por quê? É uma situação que reflete a triste realidade da situação fiscal Brasileira em que o Trabalhador possui alta carga tributária e não tem contrapartida de serviços públicos a altura. Mais uma vez a arquibancada é o espelho da sociedade.
 
Desigualdade social agrava o problema da exclusão nos Estádios

Um agravante ao fato de o trabalhador Corinthiano pagar o ingresso mais caro é a questão da desigualdade social no País, em comparação com os outros Países em questão. O Coeficiente de Gini mede a distâncias das maiores e menores rendas dentro de uma sociedade. Como vemos no gráfico abaixo, embora decrescente na última década, a desigualdade social no Brasil ainda é alta e significativamente maior do que os Países envolvidos nesta comparação.



Se no Brasil a distância entre ricos e pobres é maior significa que é mais sensível a população com menor renda qualquer elevação no preço dos ingressos, aumentando o abismo entre aqueles que têm ou não tem poder aquisitivo para frequentar os Estádios, contribuindo de maneira nefasta a exclusão de parte significativa de sua Fiel Torcida.

Concluímos que devemos nos mobilizar para impedir qualquer tentativa de aumento nos preços atuais dos ingressos, aliada a ampla campanha de conscientização de que os atuais preços já estão bem acima da realidade socioeconômica Brasileira.

Brigada Miguel Bataglia 
[2] Este trabalho busca majoritária representatividade nos setores dos Estádios referidos, excluindo deste os serviços premium onde não há comparatibilidade, como os setores VIP de Pacaembu e Camp Nou.
[3] R$ 200 convertidos em Euros na cotação do Banco Central em 30 de Março de 2012. 1 EU$ = R$ 2,4300.
[4] Figura 1: dados do Banco Mundial referentes a 2011. Produto Interno Bruto por Paridade de Poder de Compra. Entende-se por PIB per capita o total de riquezas que um País produz por ano proporcionalmente a quantidade de habitantes. Convenciona-se chamar riqueza produzida de renda agregada, a mesma sendo deduzida da depreciação de bens de capital e impostos indiretos. Se a regra valer a todos os Países comparados, então usa-se PIB por Paridade de Poder de Compra.
[5] Fonte: Banco Mundial.
[6] Cotação Dólar Comercial no site do Banco Central do Brasil, referência 30 de Março de 2012. 1US$ = 1,8221.
[7] R$ 200 divididos por R$ 20.570.
[8] Considerando 250 dias úteis por ano vezes uma jornada de 8 horas diárias = 2.000 horas / ano. Daí, temos como renda média R$ 20.570 / 2.000 horas = R$ 10,28 / hora. R$ 200 da arquibancada “Laranja” / R$ 10,28 = 19,4 horas trabalhados.
[9] Fonte:
[10] Foram utilizados no cenário do futebol mundial os principais centros e o clube mais relevante de cada país. A Grécia ficou de fora porque em todos os meios de aquisição oficial de ingressos são necessários login e senha, e não houve retorno a tempo de confirmação de acesso.
[11] Fonte:

Postado por Espírito Corinthiano - espiritocorinthiano.blogspot.com

Protestos  como os de sábado, bem como os estudos e as atividades de conscientização do torcedor nas imediações dos estádios promovidos pela Brigada Miguel Bataglia, são instrumentos legítimos da luta pelo resgate do Corinthians e dos estádios pelo e para o povo. Os esportes em geral e o Corinthians, em particular, não podem ser encarados pelos seus dirigentes como meros produtos a serem vendidos nem regulados pelas leis do mercado. Por isso, conclamo a todos os corinthianos a se engajarem em ações semelhantes na luta pela democratização dos estádios e pela valorização do maior patrimônio da Nação Corinthiana que é a sua Fiel Torcida.







"O Corinthians é o time do povo e o povo é que vai fazer o time"
(Miguel Bataglia)









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sábado, 28 de abril de 2012

Noite fria igual meu coração sem jogo do Timão

Mais fria que a noite deste sábado está o meu coração. Numa hora destas, se fosse hoje um sábado comum, deveria estar escrevendo o post do pré jogo do meu Coringão. Estaria ansiosa, com o coração batendo a mil e vislumbrando uma nova batalha que estaria por vir. Mas, a realidade é outra. Vacilamos em pleno Pacaembu e caímos fora do campeonato. Se não é o fim do mundo, também não é nada agradável, principalmente pelas circunstâncias em que a derrota aconteceu. Temos mais time, superioridade técnica e jogávamos em casa. Não tem desculpa nem explicação.
Também não adianta chorar pelo leite derramado. Só não sei como preencher o vazio deste domingo sem o jogo do Timão, sem a transmissão da Rádio Coringão, sem nada importante pra ver na televisão. 
Só espero que o time tenha aprendido a lição e que não ocorra outro  tropeção. Dou muita importância para o Paulistão, principalmente pelo que representa na história do Corinthians, pelas lutas que enfrentamos, no início, para nele ingressarmos e fazermos parte da elite futebolística da época, ao contrário do que pensa jogador que está chegando agora e que dá declaração minimizando a derrota e demonstrando que desconhece a própria história do time que defende. Agora, só restando a neurose, aumenta a responsabilidade da bolerada. Espero que os jogadores tenham consciência, assumam a responsabilidade e não deem outro vexame.
Espero que tenham acordado e que tenham aprendido a lição, Uma vez que não aprenderam pelo amor, que aprendam pela dor.
E que jamais se esqueçam que


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Goooooooooooooooool do Tite?

O Frankstein é o Cássio, mas a coisa ficou feia mesmo foi para o Júlio César. Depois de duas falhas bisonhas nas quartas de final do Paulistão contra a Ponte Preta em pleno Pacaembu, sua titularidade ficou insustentável. 
Embora não tenha sido o único responsável pela derrota e pela eliminação do Timão do torneio, pois, com raríssimas exceções, o time todo jogou mau, seu papel no fracasso foi indiscutível e reconhecido por ele em entrevista coletiva. Nem ele nem o time tiveram no jogo o equilíbrio emocional necessário numa decisão. Depois da 1ª falha ele se desequilibrou e o seu desequilíbrio refletiu em todo o time, que não mostrou maturidade emocional para segurar o rojão e a bomba estourou na mão. Sua 2ª falha foi decorrência da anterior. Abatimento, ansiedade e cabeça quente. Tudo isso agravado pela lembrança de outras mancadas e perdas de outros campeonatos.
O resultado final é conhecido, perda do jogo e eliminação. Frustração e revolta. Xingamentos e busca de um bode expiatório pelo fracasso, que acabou sendo o próprio goleiro.
Embora eu não considere o Júlio o único responsável pela eliminação do Corinthians, creio que neste momento ele não tem condições de continuar no gol. Embora ele afirme estar bem, seu abalo emocional é evidente. Hoje, até mesmo o Matheus Caldeira, goleiro da Copinha, passa-nos mais segurança que ele. Num momento crucial, o mata mata da Libertadores, frieza e equilíbrio emocional são fundamentais. Apesar de ter um elenco tecnicamente superior ao da Ponte Preta, o Corinthians sucumbiu por insegurança, descontrole e falta de confiança. Mesmo que a troca do goleiro não deva ser encarada como a solução de todos os problemas, ela servirá para exorcizar os fantasmas de perdas de outros campeonatos e de possibilitar ao Júlio o tempo necessário para buscar seu equilíbrio emocional e melhorar sua condição técnica.
Futebol é momento e este, infelizmente, não é o momento do Júlio César. Lamento, pois gosto muito dele. Bom moço, trabalhador, esforçado e sobretudo corinthiano de alma. Tão corinthiano que nos momentos decisivos a emoção do torcedor tem sobrepujado a frieza necessária ao jogador e contaminado seu desempenho, tornando-o ansioso e afobado. Embora seu afastamento não resolva todos os problemas do time, é um 1º passo para a busca do equilíbrio necessário para enfrentar mais um mata mata.
Para a próxima partida, contra um adversário que prioriza as bolas aéreas, a altura do goleiro Cássio bem como sua desenvoltura e saída do gol, aliadas à sua experiência internacional, podem ser decisivos. Que ele tenha a frieza e o equilíbrio necessários para transformar em desempenho a confiança que lhe foi dada pela comissão técnica e pela torcida. E que a troca de goleiro possa ser encarada por todos como algo natural, como uma medida necessária à retomada da vitórias, porque ninguém no time é, nem poderá ser jamais, maior que o Corinthians.

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segunda-feira, 23 de abril de 2012

Tropeçamos no salto alto e caímos da Ponte

 Piores momentos
Empolgados com os 6 a 0 em cima do Ninguém Futebol Clube, os jogadores do Corinthians entraram em campo se achando e achando que o jogo iria ser fácil. 
Só que não contavam com a esperteza da Macaca e como jogamos o 1º tempo como uns bananas, fomos devorados por ela, que ainda teve o desplante de jogar as cascas para tropeçarmos de vez. E, apesar de termos 67% de posse de bola na etapa inicial, fomos para o vestiário amargando uma derrota por 2 a 0.
Nosso meio campo era um verdadeiro latifúndio improdutivo, nossa defesa vacilante e o Júlio César, ainda por cima, resolveu ampliar o estoque de frangos da Granja. O Danilo perdeu a batuta, nossa dupla de volantes perdeu a direção, o Motorzinho Jorge Henrique bateu pino e o carro afogou, o Émerson quando se viu frente à Macaca lembrou-se da Cuta, sentiu saudades, perdeu o entusiasmo pelo jogo e o Liedson sumiu. Resultado, tropeçamos no salto alto, levamos uma banana da Macaca, escorregamos nas cascas, caímos da Ponte e a coisa ficou Preta para o nosso lado.
O pior de tudo que depois do gol o time inteiro se desequilibrou e não acertava mais nada, enquanto a Macaca continuava se empanturrando de bananas e jogando as cascas em nosso caminho. E nós continuávamos escorregando e tropeçando.
Nesta hora eu perguntava: Cadê aquele time articulado, aguerrido e equilibrado que jogou as últimas partidas da Libertadores? E até senti saudades do time reserva de domingo passado. 
Foi um alívio o final do 1º tempo. Até comentei, agora o Tite come o fígado da bolerada, faz as substituições e arruma o time. E isso em parte aconteceu. Danilo e Jorge Henrique foram substituídos por Douglas e Alex, o time melhorou um pouco, mas o gol teimava em não sair. Tite trocou Marquinhos por William, que entrou bem e logo fez o gol, dando um novo ânimo e esperança para todos nós. Mas, quando tudo parecia caminhar para o empate, Júlio César, que já havia falhado no 1º gol,  bateu tiro de meta nas costas de Leandro Castán e viu a bola sobrar para Rodrigo Pimpão marcar o terceiro tento da Macaca. Alex ainda conseguiu diminuir a diferença do placar, mas o resultado ficou mesmo nos 3 a 2 para a Ponte Preta e o Corinthians foi eliminado.
Agora não adianta reclamar das regras do campeonato, pois o Corinthians concordou e assinou o regulamento.
Comentários do Tite
Tite minimiza falhas do Júlio César
Ainda perplexa diante da Macaca que virou zebra, sei que não adianta nada chorar pelo leite derramado. Mas, sei também, que as pessoas inteligentes são capazes de aprender com os próprios erros, desde que não fiquem nas justificativas e no desculpismo. Jogamos um campeonato na lata do lixo por falhas técnicas e desequilíbrio emocional, fator este inadmissível para um time, que com exceção do jovem Marquinhos, é bastante experiente e rodado. 
Quanto à parte técnica, não adianta minimizar os erros e passar a mão na cabeça dos jogadores. É hora de fazer valer o tão propalado senso de justiça e a coerência do treinador. Quem se desequilibra diante de um gol sofrido e não aguenta o tranco, que vá para o banco. Porque a regra que vale para atacante e zagueiro não vale para goleiro? Cássio e Danilo Fernandes foram pouco testados, mas passam mais segurança que o titular. Aliás, até o Matheus Caldeira, goleiro da Copinha passa mais segurança. Eu até gosto do Júlio, bom moço, corinthiano, guerreiro e até já fiz post elogiando-o, mas perdi a paciência. Lembro-me de outros campeonatos que perdemos por falhas bisonhas do goleiro em partidas decisivas e temo que o mesmo venha a ocorrer novamente. 
Mas, não podemos jogar a responsabilidade da derrota apenas no colo do Júlio, porque o time todo foi mal e o Tite levou outro nó tático, desta vez do treinador da Ponte Preta. Foi um vacilo total e não basta trocar de goleiro para os problemas se resolverem.
Outras lições também devem ser tiradas. Somos muito bons nos pontos corridos, mas nos desequilibramos no mata mata. Nesta fase, os times do Tite costumam atuar como colegiais despreparados em dia de prova. Ficamos totalmente fragilizados e inseguros. Há jogadores que não  conseguem jogar bem 4ª e sábado, como o Danilo. Porque insistir e não lhes dar o descanso merecido, quando temos reservas de qualidade na posição? Os times europeus fazem isso com tranquilidade e conseguem bons resultados. 
Perder e ganhar fazem parte do jogo e  devemos saber aceitar a derrota, mas, perder para um time, tecnicamente tão inferior depois de ter ouvido o técnico declarar antes do jogo que não gostaria de ter pego o 8º colocado é deprimente. E agora eu fico na dúvida; entramos de salto alto ou entramos com medo da Macaca? Com a resposta o Tite e os jogadores.
Sei que eu e nenhum outro torcedor será menos corinthiano(a) depois dessa derrota e da eliminação. Mas, sei também que ninguém pode se sentir confortado com o futebol que presenciamos domingo no Pacaembu. Porque a Fiel fez a sua parte. Mesmo debaixo de chuva e com os preços extorsivos dos ingressos, mais de 24 mil torcedores estavam lá apoiando e incentivando os jogadores. Mas, nem todos que estavam dentro do campo corresponderam. Entraram com muita soberba e quando o jogo apertou desequilibraram, tremeram e pipocaram.
E antes que me chamem de corneteira já vou avisando. Ser Corinthiana e amar o meu time não me tira o senso crítico nem a capacidade de observação e de análise. Pelo contrário, me faz cada vez mais exigente e rigorosa e aguça minha capacidade de perceber e apontar os erros para que eles possam ser corrigidos. Não sou torcedora de modinha nem tiete de jogador, até porque nenhum jogador nem ninguém que atua no time pode ser maior do que o Corinthians. Por isso, exijo que os responsáveis tomem as medidas necessárias para recolocar nos trilhos os vagões que descarrilaram e colocar a máquina, novamente, para andar. Mesmo que isso implique em trocar peças e até alguns vagões.
Ficha técnica - Corinthians 2 X 3 Ponte Preta
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 22 de abril de 2012 (domingo)
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Braghetto
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse e Carlos Augusto Nogueira Junior
Assistentes Adicionais: Raphael Claus e Guilherme Ceretta de Lima
Cartões amarelos: Ralf e Liedson (Corinthians); Guilherme, Bruno Fuso, Willian Magrão, Cicinho, Renato Cajá e Roger (Ponte)
Gols: Corinthians: Willian, aos 29 minutos, e Alex, aos 45 minutos do segundo tempo
Ponte Preta: Willian Magrão, aos 12, e Roger, aos 33 minutos do primeiro tempo; Rodrigo Pimpão, aos 44 minutos do segundo tempo
Público: 24.254 pagantes
Renda: R$908.481,00
Corinthians: Júlio César; Edenílson, Marquinhos (Willian), Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho e Danilo (Douglas); Jorge Henrique (Alex), Emerson e Liedson. Técnico: Tite
Ponte Preta: Bruno Fuso; Guilherme, Willian Magrão, Ferron e Uendel; Cicinho, João Paulo Silva, Gerson (Xaves), Renato Cajá e Caio (Rodrigo Pimpão); Roger (Leandrão). Técnico: Gilson Kleina




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sábado, 21 de abril de 2012

Corinthians X Ponte Preta

Hoje enfrentaremos nosso 1º desafio para chegarmos ao título do Campeonato Paulista. Não chegaremos lá se não passarmos pela Ponte. Embora tenhamos vencido o último jogo em Campinas com um time alternativo, agora a história é outra. É uma partida decisiva e sem volta. Agora é mata ou morre e se der empate vamos para os pênaltis. O adversário vem embalado depois de voltar a vencer e se classificar para a Copa do Brasil nos pênaltis, eliminando o Goiás. E nós, também estamos confiantes depois de golearmos o Desportivo Táchira no último jogo da Libertadores. 
Mas, nada de empolgação. A goleada é passado. Pensar um jogo por vez e foco total no Paulistão. Tite, para manter a concentração e não perder o foco, reuniu o grupo, alertou para a responsabilidade de definir a passagem para as semifinais em um único jogo, convocou o que tem de melhor disponível e nem quis dar entrevista. passou a responsabilidade para o goleiro Júlio César.
Ficha Técnica - Corinthians X Ponte Preta 
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP) 
Data: 22 de abril de 2012, domingo 
Horário: 16 horas (de Brasília) 
Árbitro: Rodrigo Braghetto 
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse e Carlos Augusto Nogueira Junior 
Assistentes Adicionais: Raphael Claus e Guilherme Ceretta de Lima 
Corinthians: Júlio César; Edenílson, Marquinhos, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho e Danilo; Jorge Henrique, Emerson e Liedson. Técnico: Tite 
Ponte Preta: Bruno Fuso; Guilherme, Willian Magrão, Ferron e Uendel; João Paulo Silva, Gerson, Renato Cajá e Caio; Rodrigo Pimpão e Roger. Técnico: Gilson Kleina
Assim, podendo contar com o que tem de melhor, o único desfalque em relação ao time que goleou os venezuelanos será Chicão, que se contundiu naquela partida. Em seu lugar entra o jovem zagueiro Marquinhos, campeão da Copinha e capitão da Seleção Brasileira sub 17. O garoto, de 17 anos, mostrou muita técnica, personalidade, habilidade e talento em todos os jogos em que participou. Jogador diferenciado e com características de liderança, só perde para os demais em experiência. Tem a confiança do treinador, do elenco e da torcida.
Nas demais posições não teremos mudanças em relação ao jogo contra o Deportivo Táchira. Danilo, que era dúvida devido a uma pancada que levou 4ª feira, recuperou-se e formará o meio campo ao lado da melhor dupla de volantes do país, Ralf e Paulinho.
Se o Émerson estiver com a macaca, a Macaca que se cuide, pois ele tem infernizado a defesa adversária. Jorge Henrique, que completa 30 anos amanhã, com vitalidade de um menino, vai fazer o impossível, com as bençãos de outro Jorge, para receber o presente antecipado e Liedson, depois da ótima partida contra o Táchira, só não vai poder cobrar penalidade máxima. Mas, confio que venceremos sem precisar disso.
Temos um time e um grupo tecnicamente superior e vamos jogar em casa. Sim, em casa viu Sr Émerson Leão. O Pacaembu é nossa casa por usucapião. Não jogamos numa casa de shows das Madonas e Justins Biebers da vida e sim num estádio do qual nos apropriamos e que tem tanto a nossa marca e a nossa energia que tem time que leva o seu mando do jogo para Presidente Prudente só para não nos enfrentar no Pacaembu. 
Até o final da tarde de sábado, 22 mil ingressos já tinham sido vendidos, apesar dos preços abusivos e extorsivos impostos pela FPF. Pelo menos os setores mais baratos, onde fica a parte da torcida que faz a diferença, vão estar lotados. E a Fiel vai estar lá apoiando, torcendo, vibrando e jogando junto. Em campo, o time vai fazer a sua parte, jogando com raça e determinação.
Acredito na vitória, porque



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sexta-feira, 20 de abril de 2012

Goleabilidade em treino de luxo


Torcida - Gols - Comentários
Foi tão fácil que nem parecia campeonato, muito menos Libertadores. Está certo que o jogo era com o lanterna da competição, mas pra chegar no tão badalado torneio continental, alguma qualidade o Deportivo Táchira deve, ou deveria, ter. A vitoria era esperada, até sem susto e sufoco. Acreditava que mais de 1 gol até viria, mas, não esperava que viessem de baciada. O jogo foi um passeio, um jogo treino, com direito a chapéus, canetas, belos passes, roubadas de bolas e tabelas, tudo coroado com o principal, bola na rede e muita goleabilidade. 
Comentários - Sportv
 
O Corinthians teve o domínio total do jogo e nossa superioridade foi incontestável. Todo time demonstrou muita disposição e garra, além de uma grande superioridade técnica. Enquanto o Corinthians recebeu 406 bolas, o adversário recebeu apenas 179. Com 9 finalizações certas e 14 erradas, o Timão chegou aos seus 6 gols. Por outro lado, nosso goleiro não passou de um expectador privilegiado, que assistiu o jogo dentro do campo. Aliás, de vez em quando precisava até dar umas corridinhas para manter-se aquecido. O Desportivo Táchira, durante todo o jogo, fez apenas duas finalizações, ambas erradas.

Danilo, que inaugurou o marcador logo aos 17 minutos do 1º tempo, confirmou que neste campeonato, bem como no Paulista, é um jogador imprescindível para o time. Experiente, frio, seguro e preciso, voltou a ser o Danilo do passado e, após um início irregular, recuperou seu bom futebol e calou a boca de seus críticos, inclusive a minha.

Paulinho, que com Ralf, forma a dupla de volantes mais top do país, ainda na etapa inicial, fez o mais belo gol da partida. Está certo que deve dividir os méritos com o Liedson, que roubou a bola no campo de defesa do adversário e veio tabelando com o volante até entregar-lhe a gorduchinha para ele só empurrar pra dentro do gol. Sem dúvida, uma bela jogada!
O Deportivo Táchira, ao perceber que não conseguia jogar futebol, optou pelo MMA. Abriu a caixa de ferramentas e partiu para a pancadaria, tentando parar o Corinthians com faltas, muitas delas violentas e maldosas. Tanto bateram que tiveram um jogador expulso, facilitando as coisas para o Timão.
No intervalo Tite teve trabalho. Chicão sentiu dor na coxa e a equipe médica considerou que ele não deveria voltar para o jogo. Nessas circunstâncias, Ralf foi deslocado para a zaga, Edenilson foi para o lugar do Ralf e Welder para a lateral direita. Ainda no início do 2º tempo, Danilo, que levou uma paulistinha na coxa, saiu para a entrada de Douglas.
Mas, as mudanças não alteraram a disposição e o desempenho do nosso time e logo aos 17 minutos, São Jorge Henrique marcou o seu gol ampliando o placar.
Mas, a sacolada não parou por aí. Émerson estava com a macaca. Marcou, defendeu, driblou, roubou bolas e anotou o seu, fazendo o 4º gol do time. Émerson foi o melhor jogador da partida, não só pela sua garra, mas pela sua técnica e habilidade.
Alguns minutos após o gol, o atacante foi derrubado na área e o juiz marcou o pênalti. Liedson, que não gosta de bater pênalti, ao ver seu nome gritado pela Fiel, resolveu fazer a cobrança. O goleiro acertou o canto, defendeu, mas não segurou e o Levezinho pegou o rebote e encaixotou, marcando o 5º do jogo e o seu 1º na Libertadores. Liedson, apesar da seca de gols na temporada, tem sido fundamental no esquema tático e neste jogo não foi diferente. Foi parceiro do gol do Paulinho, marcou, mandou bola na trave e por cima do travessão, além de deixar o seu. E ainda sofreu um pênalti quando estava na cara do gol.
Pênalti que foi muito bem batido e convertido pelo Douglas. Aliás, o Maestro, a cada jogo, mostra maior mobilidade e entrosamento, voltando a fazer suas belas jogadas e assistências. Jogador cerebral e que pensa as jogadas, está mais entrosado no esquema tático do Corinthians e, nesta partida, já participou, inclusive, da marcação.
A imagem acima é a imagem da cara do time. Tite conseguiu não só ter o time na mão, mas formar um grupo que prioriza o coletivo e que entendeu que o sucesso de cada um é responsável pelo êxito de todos e pelo bom desempenho do time. O gol do Liedson foi comemorado como se fosse o gol de cada um. Ele só não foi abraçado pelo Júlio, que não poderia abandonar o gol. A alegria manifestada e compartilhada foi emocionante. Outro dado fundamental foi a escolha do Douglas pelo grupo para a cobrança do pênalti, numa contribuição coletiva para o entrosamento do jogador que está chegando e ainda não havia feito um gol.
Embora não tenha conseguido o 1º lugar na classificação geral da Libertadores, o Corinthians só não vai decidir em casa se cruzar com o Fluminense. Mas, o mais importante, é que o Timão encontra-se numa crescente, tem um bom elenco e um padrão de jogo definido, está bem entrosado e articulado e com um bom preparo físico, ao contrário de tempos atrás quando o time morria no 2º tempo. 
Precisamos, no entanto, ter o pé no chão e saber que essa goleada, embora tenha lavado a alma da Nação Corinthiana, não é garantia de facilidades nem de sucesso. A última partida não passou de um treino de luxo, pois, de fato, o torneio, pra valer começa agora no mata mata, onde os times mais fracos já foram eliminados. Agora é a hora do "vamo vê," de colocar os pingos nos is, da onça beber água... Daqui pra frente, vamos festejar 1 a 0 fora de casa como goleada e, dependendo do adversário, empatar fora e vencer no Pacaembu. 
Mas, qual é a novidade? Já estou acostumada, pois, assim como você, eu também sou corinthiana, maloqueira e sofredora, graças a Deus.
Ficha Técnica - Corinthians 6 X Deportivo Táchira (Ven) 0  
Estádio:  Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 18 de abril de 2012 (quarta-feira)
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Patrício Polic (Chile)
Assistentes: Sérgio Román (Chile) e Marcelo Barraza (Chile)
Cartões amarelos: Parra e Díaz (Táchira)
Cartão vermelho: Rouga (Táchira)
Gols: Corinthians: Danilo, aos 17, e Paulinho, aos 26 minutos do primeiro tempo; Jorge Henrique, aos 17, Emerson, aos 24, Liedson, aos 27, e Douglas, aos 38 minutos do segundo tempo
Público: 27.379 pagantes
Renda: R$ 1.624.785,00
Corinthians: Júlio César; Edenílson, Chicão (Welder), Leandro Castán e Fábio Santos; Paulinho, Ralf e Danilo (Douglas); Emerson (Willian), Jorge Henrique e Liedson. Técnico: Tite
Deportivo Táchira (Venezuela): Rivas; Chacón, Ángel, Rouga e Arocha (Clavijo); Fernández, Villafraz (Guerrero), García e Parra (Díaz); Arias e Cásseres. Técnico: Jaime de la Pava





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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Corinthians X Desportivo Táchira


Já com o passaporte carimbado para o mata mata, o Corinthians enfrentará hoje no Pacaembu, o time venezuelano Deportivo Táchira pela última rodada da 1ª fase da Copa Santander Libertadores. Líder do Grupo 6, o Timão, teoricamente terá seu jogo mais fácil, pois o adversário está em último lugar na tabela, tem apenas 3 pontos, não venceu nenhum jogo e empatou os 3 que jogou em casa.
Para o Corinthians, vencer a partida significa confirmar a liderança do Grupo e conseguir um bom lugar na classificação geral. Com 11 pontos ganhos em cinco rodadas, o time alvinegro só perde a primeira posição da chave se for derrotado pelo já eliminado Táchira, que ocupa a lanterna e não venceu nenhum jogo, e o Cruz Azul (oito pontos) bater o Nacional superando os critérios de desempate. Com três pontos à frente dos mexicanos, o Corinthians pode terminar na liderança até com uma derrota, desde que o concorrente não consiga uma vitória com um maior saldo de gols.

Ficha Técnica - Corinthians X Deportivo Táchira (Venezuela)
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 18 de abril de 2012, quarta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Patrício Polic (Chile)
Assistentes: Sérgio Román (Chile) e Marcelo Barraza (Chile)
Corinthians: Júlio César; Edenílson, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Paulinho, Ralf e Danilo; Émerson, Jorge Henrique e Liedson. Técnico: Tite
Deportivo Táchira (Venezuela): Rivas; Chacón, Ángel, Rouga e Arocha; Guerrero, Villafraz, García e Parra; Herrera (Arias) e Cásseres. Técnico: Jaime de la Pava
Mantendo a mesma formação que venceu o Nacional do Paraguai em Ciudad del Este, Tite terá no banco de reservas o goleiro Cássio, os laterais Welder e Ramon, os meias Douglas e Ramires e os atacantes William e Élton.
Com Alessandro, Alex, Paulo André e Wallace no Departamento Médico, o Timão vai a campo com sua força máxima disponível e com o time descansado, uma vez que no jogo de domingo, apenas Chicão não foi preservado.
No trabalho tático só com os titulares, realizado no último treino, Tite deu ênfase aos lances defensivos, principalmente os cruzamentos partindo das laterais e os rebotes na intermediária. O setor ofensivo terá Danilo na armação, Émerson e Jorge Henrique pelos lados e Liedson centralizado.
Mesmo eliminado e jogando com vários reservas, o time do Táchira chegou esperançoso e acreditando na possibilidade da vitória. Seu atacante Sérgio Herrera, declarou que “é um jogo complicado, principalmente pela tradição da equipe rival. Mas, nós temos capacidade para ir, jogar bem e buscar o gol”.
Tite, diplomata, cauteloso e respeitador, prevê dificuldades e enfatizou a necessidade de atenção e do preparo dos jogadores para a busca da vitória e pediu seriedade em campo. Analisando o adversário declarou que "o Táchira tem qualidade técnica de triangulação, de troca de passes. Ou trabalha com duas linhas de quatro ou com um homem de frente voltando. É um sistema parecido com o do Paulista de Jundiaí. Vai jogar atrás, em contra-ataques, mas é uma equipe tarimbada, a bola não queima no pé. Vão querer truncar, fracionar, não deixar que o jogo aconteça. Para isso tudo, a gente tem que estar preparado".
Mas, diante do adversário mais fraco do torneio não passa pela nossa cabeça, nenhum outro resultado que não seja a vitória. E hoje, 1 a 0 não pode ser goleada. Até porque, o polivalente e valente Angel Chourio, um dos destaques do Deportivo Táchira, está fora por lesão muscular e nem viajou para o Brasil. Além disso, vamos jogar no Pacaembu e, pelo menos, os setores populares, onde fica a torcida que, realmente, faz a diferença, estarão lotados. Não vai faltar apoio e incentivo, estaremos jogando com o que temos de melhor e contra um adversário tecnicamente inferior. Portanto, acredito numa vitória com uma boa margem de gols.
E, se você, assim como eu, não aguenta mais ouvir comentários parciais e anti corinthianos, deixe a imagem na televisão e coloque o som na Rádio Coringão. Acesse www.radiocoringao.com.br
Já a partir das 21:30, acompanhe a partida pela Radio Coringão, com a narração de Ernesto Teixeira comentários de Sílvio Romoaldo Junior, reportagens de Evelyn Fonseca, técnica de Ginaldo de Vasconcelos .
Durante e após o jogo e no intervalo, interaja com o pessoal da Rádio através dos twitter  @radiocoringao e @blogdosilvinho


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