sexta-feira, 23 de junho de 2017

Apimentamos o vatapá e acertamos três acarajés

Foi um jogo disputado e até um pouco sofrido. Os baianos tiveram mais posse de bola, (53%), atacaram mais, nós erramos muitos passes e algumas finalizações, mas eles não conseguiram furar o bloqueio corinthiano. Mesmo com dificuldades, fomos mais precisos no ataque. Colocamos pimenta no vatapá e com três acarajés certeiros vencemos mais um jogo no Brasileirão. 
Gols
O primeiro gol saiu aos 24 minutos do 1º tempo. Numa jogada individual, Fagner encontrou Jô em ótima posição, o centro avante driblou o goleiro Jean e mandou a bola para o fundo da rede. Aos 34 minutos do 2º tempo, Fagner cobrou escanteio, Romero desviou para Balbuena ampliar o placar. E aos 37 minutos, Marquinhos Gabriel roubou a bola na entrada da área e marcou um belo gol por cobertura. 
O ponto negativo do jogo foi a ocorrência das expulsões de Gabriel, do Corinthians e de René Júnior, do Bahia, ambas em faltas duvidosas, deixando os times com 10 jogadores de cada lado. 
Entrevista do Carille
Apesar de elogiar o resultado, Carille não ficou satisfeito com o desempenho do time e criticou a pouca posse de bola, a pressão do Bahia e os erros de passe e finalizações. 
Com o resultado, o Corinthians com 23 pontos, 7 vitórias, 2 empates, 85% de aproveitamento e invicto há 22 jogos, continua na liderança do campeonato, seguido de perto pelo Grêmio, que chegou a 22 pontos ao derrotar o Coritiba por 2 a 0, em Porto Alegre. O Bahia com 10 pontos, 3 vitórias, 1 empate, 5 derrotas e 37% de aproveitamento, ocupa a  15ª colocação na tabela de classificação.
Na próxima rodada o Corinthians visitará o Grêmio, em Porto Alegre, no domingo, 25/06, às 16:00 horas. O Bahia retornará à Fonte Nova para jogar contra o Flamengo no mesmo dia, às 18:30 horas. 
E que venha o Grêmio. 

Créditos e fontes de imagens e vídeos
peixeurbano.com.br-Marcos Ribolli/globoesporte.globo.com-globoesporte.globo.com
Ronny Santos-Folhapress-folha.uol.com.br-Daniel Augusto Jr/corinthians.com.br
youtube.com/foxsports.com.br
youtube.com/foxsports.com.br 

domingo, 18 de junho de 2017

Dois pontos roubados - Cartão vermelho para a arbitragem

Foi um jogo equilibrado e o empate teria sido justo, não fosse o erro descarado da arbitragem que anulou um gol legítimo do Jô, roubando-nos dois preciosos pontos, que podem nos custar a liderança do campeonato. Infelizmente, o Corinthians não jogou tudo o que sabe e o que pode. Os jogadores sentiram o novo horário, Fagner e Rodriguinho sentiram o fuso horário, Marquinhos Gabriel sentiu a coxa e Clayson continua sentindo o peso da camisa do Corinthians. E todos sentimos muito a emboscada que nossa torcida foi vítima quando se dirigia para o estádio. Parece que a polícia paranaense só é eficiente para reprimir professores em suas manifestações. 
Como donos da casa, o time paranaense iniciou agredindo mais, mas o Corinthians conseguiu sustar seu ímpeto com uma defesa segura e precisa. Nosso maior problema no jogo foi a criação, com nossos meias tendo dificuldades, principalmente após a saída do Marquinhos Gabriel. Jô ficou muito isolado no ataque e quando conseguiu chutar a bola teve seu gol legítimo mau anulado pela arbitragem. Não dá para saber se foi ruindade ou maldade dos homens do apito. Talvez as duas coisas. 
Gol mau anulado
A lamentável atuação da arbitragem foi determinante no resultado. Erros de arbitragem têm sido recorrentes nos jogos do Timão, evidenciando o baixo nível e o despreparo da arbitragem brasileira. No gol, indevidamente anulado, Jô estava atrás da linha da bola no momento do passe. 
Os melhores em campo foram a dupla de zaga, Pablo e Balbuena, o goleiro Cássio e o atacante Jô, que mesmo isolado conseguiu chegar na área adversária. O pior foi o Clayson, que ainda não se encaixou no time nem justificou sua contratação. Carille, talvez para não queimar o jogador, errou ao deixá-lo no time até o final do jogo. Pedrinho, no pouco tempo que esteve em campo, mostrou mais futebol que o Clayson. 
Entrevista do Carille
Carille reconheceu que o jogo não foi bom e atribuiu a má atuação à falta de concentração do time e apesar de ter lamentado o gol mau anulado, valorizou o ponto conquistado fora de casa. 
Fagner considerou que o desgaste dele e do Rodriguinho, bem como a diferença do fuso horário, influenciaram negativamente no desempenho de ambos. Sempre essa selenike da cbf (com minúscula mesmo) atrapalhando os times. 
Com o resultado, o Corinthians com uma invencibilidade de 21 jogos na temporada, alcançou 20 pontos no Campeonato Brasileiro com 6 vitórias, 2 empates e 83% de aproveitamento. Continua na liderança, mas pode perder a posição para o Grêmio que tem 18 pontos e poderá assumir a ponta da tabela de classificação se derrotar o Cruzeiro na noite de segunda-feira, no Mineirão. O Coritiba totaliza 15 pontos e também briga pelas primeiras colocações. 
Corinthians e Coritiba voltarão a campo na quinta-feira, 22/06 à noite. O Timão enfrentará o Bahia em sua Arena em Itaquera às 19:30 horas, e o Coritiba enfrentará o Grêmio, em Porto Alegre, no mesmo dia, às 21:00 horas. 

Créditos e fontes de imagens e vídeos 
globoesporte.globo.com-bloguedoesporto-com-MAON 
twitter.com/@globoesportecom 
youtube.com/Esportes F.C. Conde Blank-globo.com 
youtube.com/CORINTHIANO FIEL SCCP

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Vencendo a retranca e superando o Professor

Foi um jogo duro, o mais difícil do campeonato. A turma do pão de queijo veio na maior retranca e só conseguimos marcar o gol num lance de bola parada. E na etapa final corremos riscos e tomamos sufoco. Mas nossos guerreiros foram valentes, seguraram o rojão e conseguimos a vitória, os três pontos e manter a liderança. Carille não foi mano do Mano e superou seu Professor. Mais calmo e tranquilo que o antigo Mestre, conseguiu controlar o jogo e manter o resultado, apesar das investidas do time mineiro. E assim, caçamos a Raposa e devoramos o pão de queijo. 
O gol corinthiano saiu aos 42 minutos. Jadson cobrou escanteio e Balbuena subiu para cabecear com precisão e abrir o placar. 
Após o gol, Mano abandonou a retranca e seus comandados partiram para o ataque, o que permitiu, também que o Timão tivesse mais chances de atacar. Se não fosse a marcação de um impedimento inexistente do Jô e as boas defesas do Fábio, poderíamos ter ampliado o placar. Mas os visitantes não deram trégua, obrigando nossa defesa trabalhar para evitar o empate. 
Gol
Balbuena, o melhor em campo, destacou-se na defesa e ainda marcou o gol corinthiano. Cássio foi muito bem, com ótimas defesas no segundo tempo. Jadson, apesar de ter cobrado magistralmente o escanteio que deu origem ao gol, não rendeu o que pode render e Paulo Roberto apresentou as dificuldades naturais de quem está jogando fora de sua posição. 
Dessa vez as substituições de Carille não surtiram o efeito desejado. Clayson e Giovani Augusto estiveram aquém de Marquinhos Gabriel e Jadson e não foram capazes de dar um gás a mais ao time, e Camacho, que entrou no final para segurar o resultado, cumpriu o que dele se esperava. 
Com o resultado, o Corinthians com 19 pontos, 6 vitórias, 1 empate e 90% de aproveitamento mantém sua invencibilidade e a liderança do Campeonato Brasileiro. Foi também a sexta vitória consecutiva da equipe, três na Arena e três fora de casa. O Cruzeiro estacionou nos dez pontos, podendo ser ultrapassado pelo Bahia e cair para a nona colocação. 
Na próxima rodada, os alvinegros enfrentarão o Coritiba, fora de casa, às 11:00 horas (de Brasília) do domingo, 18/06, no estádio Couto Pereira. A Raposa receberá o Grêmio no Mineirão, às 20:00 horas (de Brasília) na segunda-feira, 19/06. 
No próximo jogo o Corinthians terá a volta de Fagner e Rodriguinho, que estiveram a serviço da seleção brasileira na Austrália. 
Entrevista do Carille

Créditos e fontes de imagens e vídeos 
globoesporte.globo.com-twitter.com/@SporTV-MAON 
Marcos Ribolli/globoesporte.globo.com 
youtube.com/Central de Futebol-globo.com 
youtube.com/Ligados no Timão-globo.com 

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Freguês bom volta sempre

Era um, eram dois, eram três... Um gol para cada zagueiro do São Paulo. E com o Lucão Delivery em campo, a entrega está garantida. E ainda tiveram gol impedido e bola no braço ignorados pela arbitragem. Quero saber para que tanto árbitro no campo se ninguém enxerga nada. Mesmo assim a vitória foi garantida e a freguesia foi mantida. Com exceção dos minutos finais, em que tomamos sufoco, o Corinthians controlou o jogo, teve mais posse de bola e foi mais agressivo. Pelo que jogaram os dois times, três a dois ficou barato. 
O gol do Gilberto, impedido, resultou de uma falta duvidosa e o do Wellington Nem de uma desconcentração de nossa defesa. Infelizmente Pablo anda meio aéreo. Será devido a sua compra ainda estar indefinida? Falhou nos dois últimos jogos, mas tem crédito. Só precisa estar mais atento e focado. 
Com mais posse de bola (52%), boa troca de passes, com boa marcação e desarmes, triangulações, construção de jogadas e bom entrosamento, apesar dos desfalques, o Timão propôs o jogo e teve mais chances reais de gol que o adversário. Mas precisa acertar o arremate final e ser menos afobado. Poderia ter matado o jogo antes e mesmo goleado, não fosse a afobação e a ansiedade em marcar o gol.
Fisicamente o time está voando, embora o Jadson ainda não esteja em sua melhor forma física e técnica. Em compensação, o "garoto" Jô está muito bem.
Gols
O melhor em campo foi o Romero, não só pelo primeiro gol, mas pelo conjunto da obra. Correu, marcou, atacou, participou dos gols e deixou o seu. E que assistência do Marquinhos Gabriel, que renasceu para o futebol. Jô não fez gol, mas participou do gol do Gabriel e sofreu o pênalti cobrado pelo Jadson, ajudando a manter a freguesia. Arana resolveu diversificar e ao invés de canetas, distribuiu chapéus. 
Se o Corinthians apresentou-se com um padrão tático definido, o mesmo não ocorreu com o São Paulo. Começou com três zagueiros, voltou diferente no segundo tempo e, com exceção dos minutos finais, mesmo assim na base do "bumba meu boi", não conseguiu se acertar em campo. Rogério Ceni como técnico, parece não passar de um goleiro cobrador de faltas. Ainda não conseguiu se encontrar nem encontrar um time. 
Com o resultado, os corintianos chegaram a 19 partidas sem derrota, com 16 pontos conquistados, mantêm a invencibilidade no Campeonato Brasileiro e a liderança da competição, não podendo ser alcançados por nenhum time nesta rodada. O São Paulo permanece com nove pontos, todos conquistados no estádio do Morumbi.
Na próxima rodada, o Timão enfrentará a equipe do Cruzeiro, em sua Arena em Itaquera, na quarta-feira, 14/06, às 21:45 horas (de Brasília), e o SPFC, no mesmo dia, visitará o Sport na Ilha do Retiro, às 19:30 horas. 

Créditos e fontes de imagens e vídeo 
globoesporte.globo.com-twitter.com/@jcpdirani-twitter.com/@SillerGunther-MAON 
facebook.com/Nação Corinthiana 
Marcos Ribolli/globoesporte.globo.com 
youtube.com/SÓ ESPORTS-globo.com 
Gero Rodrigues/Estadão/@mabragatchelo 

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Afundando a caravela em São JÔnuário

Após um primeiro tempo vencendo por dois a zero, o Corinthians voltou do vestiário desconcentrado e em dois minutos levou dois gols de bola parada e viu tudo igual no placar. Mesmo em posição duvidosa de Luiz Fabiano no primeiro gol e da bola no braço no segundo, não dá para vacilar e tomar gols por bobeira. Pablo falhou feio e um jogo que estava controlado, quase se tornou dramático. Com o empate os vascaínos se animaram, mas faltou qualidade para virar o placar, qualidade que sobrou para o Timão que soube manter a tranquilidade, continuar jogando e desempatar com Maycon. 
Gols
O primeiro gol corinthiano aconteceu aos três minutos de jogo. Clayson passou a bola para Guilherme Arana, que cruzou para o meio da área. Marquinhos Gabriel apareceu com um foguete para abrir o placar em São Januário. Aos 38 minutos Marquinhos Gabriel passou a bola para Jô nas costas de Paulão, que driblou Martín Silva e mandou para o fundo das redes. Aos 12 minutos do segundo tempo, Clayson lançou a bola para Maycon, que invadiu a área e bateu na saída de Martín Silva. Aos 38 minutos, Jô recebeu a bola de Pedrinho na direita e cruzou para o meio da área. Clayton cabeceou e contou com desvio de Pikachu para marcar o quarto gol. Aos 46 minutos, Paulo Roberto recebeu a bola na linha de fundo, cruzou para a área e Clayton escorou para o gol, fechando a goleada. 
O placar de 5 a 2 para o Timão, ao contrário do que aparenta, não significa que foi um jogo tranquilo. Ao contrário, foi um jogo nervoso, com chances para ambos os times, onde a disciplina tática prevaleceu. Mesmo assim, o Corinthians deu muito espaço e tomou alguns sustos. Felizmente, repetiu-se o script e Luiz Fabiano fez mais dois gols que se revelaram inúteis para o time dele. Marcou como nunca e perdeu como sempre. 
Outro aspecto negativo foi a péssima arbitragem, comandada por Wagner Reway, que usou critérios diferentes, favorecendo o time da casa. Só deu cartão para os corinthianos, qualquer contato físico marcava falta contra o Corinthians e deixou de assinalar várias faltas a nosso favor. E, mesmo com sete árbitros em campo, ninguém viu a posição duvidosa de Luiz Fabiano no seu primeiro gol nem seu braço na bola no segundo. 
Merecem destaque as atuações de Marquinhos Gabriel, com um gol e uma assistência, Jô, Maycon, Clayton, Clayson e Arana, que fez sua 8ª assistência no ano. Mesmo sem quatro titulares, o time manteve o padrão tático e conseguiu superar a falta de entrosamento decorrente da entrada dos reservas. As substituições no decorrer do jogo surpreenderam. Ao invés de colocar mais um volante para segurar os 3 a 2, Carille ousou mandando a campo três jogadores ofensivos. E deu muito certo. 
Apesar dos sustos, o resultado foi fundamental para manter a confiança da equipe. Mesmo com os desfalques, o time manteve o padrão de jogo e superou as dificuldades decorrentes da mudanças. Carille é o grande responsável pelo sucesso que o time vem alcançando na temporada. Com um elenco limitado, mas guerreiro, está conseguindo manter o time no pelotão de frente, credenciando-se para voos maiores. Tem o respeito do grupo e respeita seus jogadores. Com humildade e muito trabalho, vem se destacando como a grande promessa dessa temporada. 
Melhores momentos
Ficha Técnica - Vasco 2 X 5 Corinthians
Local: São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 7 de junho de 2018 (Quarta-feira)
Horário: 21:45 horas(de Brasília)
Árbitro: Wagner Reway – MT (FIFA)
Árbitro Assistente 1: Fabio Rodrigo Rubinho – MT (CBF)
Árbitro Assistente 2: Marcelo Grando – MT (CBF)
Quarto Árbitro: Renan Antonio Angelim Rodrigues – MT (CBF)
Árbitro Assistente Adicional 1: Alinor Silva da Paixão – MT (CBF)
Árbitro Assistente Adicional 2: Rafael Odílio Ramos dos Santos – MT (CBF)
Analista de Campo: Claudio José de Oliveira Soares — RJ (CBF)
Cartões amarelos: Clayson, Pablo, Gabriel (Corinthians)
Gols: Vasco: Luis Fabiano, a um e dois minutos do segundo tempo; Corinthians: Marquinhos Gabriel, aos três, Jô, aos 39 minutos do primeiro tempo, Maycon, aos 14, e Clayton, aos 39 e aos 47 minutos do segundo tempo
Vasco: Martín Silva; Gilberto (Nenê), Breno, Paulão e Henrique; Jean (Muriqui), Douglas, Yago Pikachu, Matheus Vital e Kelvin (Manga Escobar); Luis Fabiano; Técnico: Milton Mendes
Corinthians: Cássio; Paulo Roberto, Pedro Henrique, Pablo e Guilherme Arana; Gabriel, Camacho, Marquinhos Gabriel (Clayton), Jadson (Giovanni Augusto) e Clayson (Pedrinho); Jô; Técnico: Fábio Carille 
Bastidores

Créditos e fontes de imagens e vídeo
globoesporte.globo.com-Reprodução/TV Gazeta/globo.com-vasco.com.br-MAON 
youtube.com/Dalf Soccer-globo.com 
youtube.com/BDV Football-globo.com 
youtube.com/Corinthians 

domingo, 4 de junho de 2017

Na festa JÔnina, a atração principal foi a pescaria

Um jogo com dois tempos bem diferentes. O primeiro, onde o Santos teve mais posse de bola e algumas chances de abrir o placar. O segundo onde o Corinthians dominou e não deixou o Santos jogar. Até por isso, na impossibilidade de validar gol irregular, só restou ao apitador anular gols do Timão, o segundo deles, de forma muito duvidosa. Mesmo assim, desta vez Doronco não conseguiu comprometer o resultado, como já fizera nos três últimos jogos que apitou contra o Corinthians. 
De fato, o mar de Itaquera não estava pra Peixe e o resultado do jogo foi uma festa JÔnina, onde a atração principal foi a Barraca da Pesca e ainda teve caneta de brinde.
Carille conseguiu acertar o time no vestiário, que voltou para a etapa final com uma nova postura, com mais agilidade e boa movimentação, atuando com maturidade, sem afobação, com marcação segura e boa organização tática. 
Gols
Romero e Jô marcaram os gols corinthianos. Aos 24 minutos da etapa final, Fagner lançou a bola na área, Jô desviou de cabeça e Romero completou para o gol. Aos 29 minutos, Jadson mandou a bola pra área, Rodriguinho ajeitou, Jô deu um giro no ar para desviar de Vanderlei e fazer 2 a 0 para o Timão. Um golaço!!! 
Merecem destaque na partida Jô, com um gol e uma assistência, Romero, Rodriguinho, Fagner, Arana e Gabriel. Camacho também entrou bem. Só não entendi porque, vencendo de dois a zero e com um jogador a mais, Carille colocou o Felipe Bastos no time.
Com o resultado, o Corinthians, com 17 jogos sem perder, chega aos dez pontos e assume a segunda colocação na tabela do Campeonato Brasileiro, com o mesmo número de pontos do líder Chapecoense, mas com um gol a menos. O Santos, com três pontos, está em 17º lugar, portanto, na zona de rebaixamento. O resultado do jogo derrubou Dorival Júnior, o técnico do Peixe. 
Corinthians e Santos voltarão a campo pelo Campeonato Brasileiro na próxima quarta-feira, 07/06. O Timão visitará o Vasco da Gama em São Januário, às 21:45 horas, e o Santos enfrentará o Botafogo no Pacaembu, às 21:00 horas. 

Créditos e fontes de imagens e vídeo 
globoesporte.globo.com-twitter.com/@LiderSCCP-br.pinterest.com-MAON 
Sergio Barzaghi-Gazeta Press-gazetaesportiva.com 
youtube.com/GOLS TEMPO REAL-globo.com 

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Avançando na tabela

Não foi o jogo de encher os olhos, mas o time bateu a meta e trouxe os três pontos almejados. Mas diante de um fraco adversário, perdeu a oportunidade de fazer saldo de gols e ainda pode perder a liderança para o Chapecoense. Dominou o jogo, teve equilíbrio, padrão tático, triangulou, criou, mas errou ao finalizar. Além das boas defesas do goleiro adversário, Jô perdeu um gol imperdível e Clayson, talvez querendo se consagrar na estreia, foi fominha, não passou a bola para Rodriguinho, chutou fraco e perdeu o gol. Ânsia de bezerro novo, como diria minha mãe. 
Com bom controle de jogo no primeiro tempo, o time recuou depois do gol e, na etapa final, voltou mais lento e assumiu a perigosa estratégia de administrar o resultado. Devido a má qualidade do adversário, o Timão só tomou um susto nos acréscimos, quando Cássio defendeu uma perigosa cabeçada do Viçosa. 
Gol
O gol do Corinthians saiu aos 26 minutos da etapa final. Arana, após tabelar com Romero, correu para a área e deu bela assistência para Rodriguinho abrir o placar. Foi sua sétima assistência no ano, além das inúmeras canetas e chapéus que vêm distribuindo na temporada. 
Merecem destaque as atuações do próprio Arana, o melhor em campo, do incansável Romero e do Rodriguinho, autor do Gol. Clayson fez uma boa estreia e mostrou que pode ser muito útil, Jadson e Jô renderam bem menos que podem e Clayton e Kazin ainda não justificaram suas contratações. 
E o Corinthians não venceu apenas no gramado. Venceu também na arquibancada, onde 90% dos presentes vestiam a camisa corinthiana, fato esse que foi objeto de críticas da imprensa local e da diretoria do Dragão. E por falar em Dragão, mais uma vitória do Jorge da Capadócia. 
Com o resultado, o Corinthians alcança 16 partidas sem derrota (70 dias), com oito vitórias e oito empates. O time, que havia iniciado a rodada na quarta posição, saltou para a liderança provisória do Brasileirão, empatado com o Cruzeiro, com sete pontos conquistados em nove disputados, mas ainda poderá ser ultrapassado pelo Chapecoense, que enfrenta o Avaí nesta segunda feira. 
Na próxima rodada, o Timão terá o primeiro grande desafio no Brasileirão, o clássico contra o Santos, às 19:00 (de Brasília) no sábado, dia 3 de junho, na Arena Corinthians, em Itaquera, e o Atlético-GO busca seus primeiros pontos no torneio, frente ao Bahia, na segunda-feira, dia 5, na Arena Fonte Nova. 

Créditos e fontes de imagens e vídeos 
globoesporte.globo.com-twitter.com/@diegoribeiro-MAON 
Rodrigo Gazzanel-Agência Corinthians-gazetaesportiva.com 
youtube.com/GOLS TEMPO REAL-globo.com 

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Valeu o resultado - Já o jogo...

Gol
Valeu o resultado que garantiu os três pontos para o Timão. Já o jogo foi apenas sofrível. Após um primeiro tempo de dar sono até em energético, o time voltou do vestiário acordado e mais antenado. O Corinthians, que tinha dificuldades na transição, melhorou com as mexidas do Carille, que fez uma leitura correta do jogo, ao trocar o volante Maycon pelo meia atacante Marquinhos Gabriel e ao alterar o posicionamento do Jadson e do Rodriguinho, o que deu mais força ofensiva à equipe. Logo no seu primeiro lance, Marquinhos Gabriel roubou a bola no campo defensivo, tabelou com Jadson e deu o passe para Jô abrir o placar na Fonte Nova. Tomara que seja sua volta por cima, após não ter rendido o que dele se esperava. Qualidade técnica ele tem, faltava maior comprometimento. Com esse gol, Jô, com nove gols, assume a artilharia da temporada, seguido por Rodriguinho, com oito gols. 
Além da soneca da etapa inicial, a lesão do Balbuena, foi outro destaque negativo da partida. Embora a entrada de Léo Santos não tenha comprometido o desempenho da equipe, poderemos ter problemas na zaga, pois Pablo e Vilson também estão no Departamento Médico. 
Jô foi o melhor jogador em campo, seguido de Marquinhos Gabriel. Num campeonato longo é fundamental que todos estejam bem e entrosados no time, razão pela qual o bom desempenho do meia nos dá esperança de melhoras no campo ofensivo.
Com o resultado, o Timão ocupa o 5º lugar no campeonato, com 4 pontos em 6 disputados, uma vitória, um empate e 67% de aproveitamento. Mas o campeonato é longo, ainda é cedo para fazer previsões e o importante é manter-se no pelotão da frente. 
Ficha Técnica - Vitória 0 X 1 Corinthians
Local: Arena Fonte Nova, em Salvador (BA)
Data: 21 de maio de 2017, domingo
Horário: 16:00 horas (de Brasília)
Árbitro: Pericles Bassols Pegado Cortez – PE (CBF)
Árbitro assistente 1: Clovis Amaral da Silva - PE (CBF)
Árbitro assistente 2: Cleberson do Nascimento Leite - PE (CBF)
Quarto árbitro: Marcelino Castro de Nazare - PE (CBF)
Árbitro assistente adicional 1: Gilberto Rodrigues Castro Junior - PE (CBF)
Árbitro assistente adicional 2: Deborah Cecilia C. Correia - PE (FIFA)
Público: 16.515 pagantes
Renda: R$ 460.438,50
Cartão amarelo: Marquinhos Gabriel (Corinthians)
Gol: Corinthians: Jô, aos 30 minutos do segundo tempo
Vitória: Fernando Miguel; Leandro Salino, Alan Costa, Fred e Geferson; Willian Farias, Uillian Correia (Euller) e Cleiton Xavier (Pisculichi); Paulinho, David e Rafaelson (Jhemerson); Técnico: Dejan Petkovic
Corinthians: Cássio; Fagner, Balbuena (Léo Santos), Pedro Henrique e Guilherme Arana; Gabriel, Maycon (Marquinhos Gabriel), Jadson (Paulo Roberto), Rodriguinho e Romero; Jô; Técnico: Fábio Carille 

Crédito e fonte de imagens 
globoesporte.globo.com-Daniel Augusto Jr/Agência Corinthians/gazetaesportiva.com 
youtube .com/De Olho no Timão-globo.com 
Marcelo Malaquias/Framephoto/Gazeta Press 

segunda-feira, 15 de maio de 2017

A maratona pesou

Cinco jogos decisivos, viagem para o Chile, mudança de clima e um vírus foram suficientes para deixar o time baleado. É natural uma baixada da adrenalina após grandes emoções, o campeonato está só no início e o empate não é motivo para desespero nem para achar que, por isso, o time é ruim. É o mesmo time que venceu o Paulista e deu uma aula de futebol na Universidad de Chile. Oscilações são comuns e ainda precisamos de algumas peças de reposição. Pesou o cansaço, pesou a queda da adrenalina após cinco jogos desgastantes, pesaram as pernas dos jogadores, que não conseguiram manter o ritmo na etapa final e deixaram o Chapecoense empatar o jogo. 
Após um bom primeiro tempo, a queda de rendimento foi nítida. Depois do intervalo, o Corinthians não conseguiu manter o ritmo e sucumbiu à marcação do Chape. O cansaço era visível e a maratona de jogos decisivos cobrou o seu preço. Após o gol que empatou a partida, os jogadores descontrolaram-se e, afobados, não mantiveram o equilíbrio e a concentração necessárias para virar o jogo. Com dificuldade na criação e com os jogadores baleados, conseguimos segurar o empate. E lá se foram dois pontos perdidos em Itaquera. Num campeonato de pontos corridos, em casa jamais poderemos ter pontos perdidos. A contusão de Pablo fez Carille perder uma substituição ofensiva, no momento em que faltavam pernas para nossos atletas. Pedrinho poderia ter possibilitado maior movimentação ao time e mais infiltração, mas o técnico optou por Kazin, que nada acrescentou à equipe alvinegra. 
É preocupante o fato do time não estar conseguindo vencer na Arena. Embora o cansaço, a maratona de jogos e a gripe possam ser atenuantes, é urgente que Carille busque alternativas, o que implica, necessariamente em melhor utilização de setor ofensivo, inclusive com reforços para algumas posições. E, dependendo da gravidade da lesão do Pablo, a contratação de mais um zagueiro. 
Felizmente, teremos uma semana cheia, tempo necessário para o descanso e recuperação física e psicológica dos jogadores, bem como para a correção das falhas da equipe. Os dois próximos jogos serão fora e precisamos recuperar os pontos perdidos na Arena. E que venha a primeira vitória. 

Créditos e fontes de imagens 
portaldocorredor.com-globoesporte.globo.com 

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Uma aula para a Universidad

Sim. Foi uma aula de futebol em que os operários de Carille foram aprovados e os universitários do Chile foram reprovados. E eliminados. Com um primeiro tempo impecável, o Corinthians, que já trazia uma boa vantagem de Itaquera, garantiu sua classificação tranquilamente e sem susto. Com 2 a 0 no jogo de ida e podendo até perder o jogo por um gol de diferença, o time não se acomodou e segurou a pressão, mesmo com o time chileno vindo pra cima no início da partida. Cássio, preciso e seguro, fechou o gol, Rodriguinho e Jadson marcaram para o Timão, acabando com a esperança dos chilenos reverterem o resultado. No placar agregado 4 a 1 para o Corinthians e a volta para o Brasil com a classificação na bagagem. 

Mesmo com dois desfalques importantes na defesa, Fagner e Pablo, os corinthianos conseguiram segurar o ímpeto inicial do time da Universidad de Chile. Infelizmente, Léo Príncipe, que fazia uma boa partida, sentiu dores na coxa e precisou ser substituído. Em seu lugar entrou o volante Paulo Roberto, improvisado como lateral direito. 

Com sua organização tática, os comandados do Carille, num jogo coletivo com muito comprometimento, raça e determinação não se deixaram intimidar pelos torcedores chilenos que lotaram o Estádio Nacional. Com boa troca de passes, marcação precisa e boa movimentação deram uma lição de como vencer fora de casa. E vinham de duas partidas desgastantes, além da ressaca do título estadual, o que poderia fazê-los perder a concentração. 

Embora o time como um todo tenha apresentado um bom desempenho, merecem destaque as atuações de Cássio, Rodriguinho, Jadson e Jô. Os piores em campo foram Paulo Roberto, que atuou improvisado fora de sua posição original, e Clayton, que até agora não justificou sua contratação. Marlone, pelo menos, fazia uns golzinhos para nos alegrar. 

Nem bem conseguiu sua classificação, o time muda o chip e já se prepara para a estreia no Campeonato Brasileiro no próximo sábado, 13/05, às 19:00 horas, em sua Arena em Itaquera, contra o Chapecoense. 


Créditos e fontes de imagens 
globoesporte.globo.com-Cláudio Reyes/AFP/gazetaesportiva.com-Daniel Augusto Jr./Agência Corinthians/corinthians.com.br 
twitter.com/@Corinthians 

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Conquista na raça - É campeão

Ao empatar com a Ponte Preta por 1 a 1 no domingo, em sua Arena em Itaquera, (placar agregado 4 a 1) o Corinthians comemorou dignamente os 40 anos do Campeonato Paulista de 1977 e conquistou seu 28º título estadual. Descreditado pela imprensa, pelos adversários e até por alguns torcedores no início da temporada, o Timão superou as melhores expectativas e queimou a língua de muitos. De quarta força a campeão paulista, foi um trajeto de muita raça, comprometimento, entrega e superação. Carille, o grande comandante, soube tirar o melhor de cada jogador e levantar o ânimo do combalido elenco de 2016. Sem recursos financeiros e sem grandes contratações, soube se virar com o que tinha disponível e montar uma equipe organizada, com um padrão tático definido, aguerrida e disciplinada. E os jogadores, compactuando com a seriedade e a proposta do técnico, contribuíram com muita entrega e disciplina tática para a existência de um time capaz de almejar algo mais que a figuração no campeonato. 
Entrevista do Carille
Assim, a chamada "quarta força" foi se impondo no torneio estadual, lutando de igual para igual e, até superando adversários que se reforçaram com grandes "estrelas" do futebol, chegar, com todos os méritos, à conquista do título paulista. Título este que começou com a classificação, continuou com as eliminações do Botafogo-SP e São Paulo e culminou com o placar agregado de 4 a 1 sobre a Ponte Preta. 
O resultado final foi construído no 1º jogo em Campinas na vitória por 3 a 0. Na partida de volta na Arena Corinthians, quando poderia perder até por dois gols de diferença, sem dois jogadores fundamentais, Gabriel e Rodriguinho, o Corinthians administrou o jogo e empatou com a Macaca por 1 a 1, com gol de Romero, e sagrou-se, pela 28ª vez, campeão paulista. Talvez por ter uma grande vantagem ou pelo próximo compromisso na quarta feira, 10/05, em Santiago, no Chile, ou pelos desfalques, o jogo de volta em nossa casa não repetiu a atuação primorosa do time no Moisés Lucarelli, em Campinas. 
Mas, o importante foi o título, comemorado condignamente com a participação dos heróis de 1977 e com o encontro do Pé de Anjo Basílio e o Pé de Angel Romero, além das presenças de Tobias, Vaguinho, Vladimir, Zé Maria e de Marlene Matheus.
A festa foi linda e emocionante, digna da nossa história e das nossas tradições. 
AQUI É CORINTHIANS
Quando não dá na técnica vai na raça

Créditos e fontes de imagens e vídeo 
Djalma Vassão/Gazeta Press/gazetaesportiva.com-Daniel Augusto Jr/ Agência Corinthians/corinthians.com.br 
Daniel Augusto Jr/ Agência Corinthians/corinthians.com.br 
youtube.com/canal Corinthians 
twitter.com/@sccpmais-Marcos Ribolli/globoesporte.com 

domingo, 30 de abril de 2017

No Moisés DuCARILLE, o Corinthians derrubou a Macaca da Ponte

Melhores momentos
Foi um jogo pra ninguém botar defeito. O Corinthians jogou bem e sobrou. Foi firme e seguro na defesa, sólido no meio campo e preciso no ataque. O resultado poderia ser até maior, mas 3 a 0 fora de casa no jogo de ida da final do Paulistão está de bom tamanho. O Corinthians dominou a partida, nossa defesa anulou o forte trio de atacantes da Macaca, Lucca, William Pottker e Clayson, inclusive o artilheiro do campeonato, e Rodriguinho comeu a bola. O ponto negativo foi a penalização de Rodriguinho e Gabriel com cartões amarelos que poderiam ter sido evitados. Até o Raphael Klaus, que como árbitro é um caos, foi mais comedido em suas lambanças. 
Gols
Rodriguinho foi o melhor em campo com dois gols e uma assistência. Também merecem destaques as atuações de Jadson que, com a camisa 77, armou várias jogadas e fez o segundo gol, da segura dupla de zaga e do atacante Jô, com uma assistência e muita precisão nas jogadas. Mas, o time como um todo foi efetivo e preciso, tapando a boca daqueles que não acreditaram no trabalho do Carille nem na raça corinthiana. 
Dessa vez a Macaca escorregou nas cascas de banana e caiu da Ponte. Méritos para o Carille que, remontando o time que fracassou em 2016 e utilizando garotos da base, soube potencializar seus jogadores, tirando o melhor de cada um e, com o que tinha disponível, construir um time com padrão tático definido e muita entrega. 
Entrevista do Carille
Entrevista do Rodriguinho
Com o resultado, para conquistar seu 28º título paulista, o Corinthians pode perder até por dois gols de diferença no jogo da volta, marcado para o dia 7 de maio, domingo, às 16:00 horas, (de Brasília), na Arena Corinthians em Itaquera. A Ponte Preta, para superar o Timão, precisa ganhar de 4 a 0. Se vencer por 3 a 0, a decisão irá para os pênaltis. 
Após 40 anos da conquista histórica de 1977, o Corinthians tem uma enorme vantagem e poderá comemorá-la com mais um título do Paulistão. Mas apesar da vantagem, não tem nada ganho e ainda faltam 90 minutos de jogo. Para sagrar-se campeão, é necessário respeitar o adversário, manter a concentração e jogar com humildade e seriedade. 
Bastidores

Créditos e fontes de imagens e vídeos 
globoesporte.globo.com-Fernando Dantas/Gazeta Press/gazetaesportiva.com-MAON 
youtube.com/Soccer Wave-globo.com 
Fernando Dantas/Gazeta Press/gazetaesportiva.com 
youtube.com/brasil futebol-globo.com 
facebook.com/Imagens Timao-cienciahoje.uol.com.br-MAON
youtube.com/Ligados no Timão-foxsports.com.br
youtube.com/Ligados no Timão 
youtube.com/Corinthians

segunda-feira, 24 de abril de 2017

A caminho da Ponte

Melhores momentos
Mesmo sem apresentar um futebol bonito e com algumas oscilações, estamos na final do Campeonato Paulista. A quarta força superou a primeira, a segunda, a terceira e vai enfrentar a Macaca na decisão do Paulistão, a mesma Macaca que devorou a Baleia e derrubou a porcada da Ponte. Para quem começou a temporada desacreditada, chegar a final foi um cala boca na imprensa anti e nos secadores de plantão. 
Após vencer o São Paulo por 2 a 0 no Morumbi, o Timão empatou em casa por 1 a 1, carimbando o passaporte para a final, que será disputada em dois jogos, o primeiro no dia 30 de abril, domingo, às 16:00 horas, no estádio Moisés Lucarelli em Campinas, e o segundo no dia 07 de maio, domingo, às 16:00 horas, na Arena Corinthians, em Itaquera. 
Precisando da vitória para se classificar, o São Paulo foi mais ofensivo, mas embora com maior posse de bola, pecou pela desorganização e teve dificuldades na criação, o que levou o time a apelar para chuveiradas na área alvinegra. Nervosos, os tricolores abusaram da violência, irritando os corinthianos que, infelizmente, entraram na pilha adversária, o que resultou em alguns cartões amarelos. 
Mais organizado e bem defensivamente, o Corinthians optou em esperar o adversário e sair no contra ataque. Mas, não conseguiu ser brilhante como foi no Morumbi. Se foi bem nos desarmes, (26), errou muitos passes (59), finalizações (duas certas e 6 erradas), cruzamentos (2 certos e 8 errados) e lançamentos (16 certos e 26 errados). E bobeou no gol deles. Moisés perdeu a bola, Thiago Mendes lançou-a para Pratto, nossa defesa chegou atrasada e levamos o empate. 
Gols
O gol corinthiano saiu aos 46 minutos da etapa inicial. Jadson cobrou falta, Pratto tentou afastar e a bola sobrou para o Jô que mandou para o fundo da rede. Os tricolores reclamaram de impedimento, mas como Luccas Pratto, deliberadamente, tocou na bola, sua ação quebrou o impedimento. http://globoesporte.globo.com/futebol/times/corinthians/noticia/jo-estava-impedido-quando-fez-o-gol-veja-o-que-dizem-a-regra-e-os-especialistas.ghtml 
Com o resultado o Corinthians classificou-se para a final e manteve o tabu de nunca ter perdido para o São Paulo em Itaquera e, pela 7ª vez, eliminou os tricolores em mata mata. 
Pela primeira vez no ano, Carille terá uma semana inteira para treinar. É importante que aproveite o tempo para corrigir as falhas, treinar os fundamentos e recuperar os jogadores mais desgastados. E que o preparo seja efetivo porque na final o Timão irá enfrentar um adversário mais organizado e melhor preparado que os anteriores. 
Entrevista do Carille
Bastidores

Créditos e fontes de imagens e vídeos 
globoesporte.globo.com-Djalma Vassão/Gazeta Press-MAON 
youtube.com/iFut Brasil-globo.com
@Patrick.sccp/meutimao.com.br-Djalma Vassão/Gazeta Press/gazetaesportiva.com-MAON 
youtube.com/Edited Channel 
youtube.com/Os Donos da Bola 
youtube.com/Corinthians 

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Bola pra frente

Aconteceu o inesperado e o indesejado. Eliminação é sempre ruim. Eliminação em casa e nos pênaltis é ainda pior. Ainda mais quando o time é um freguês. Mas aconteceu. E nem dá tempo de lamber as feridas e já tem outra decisão pela frente. Portanto, só nos resta enxugar as lágrimas, erguer a cabeça e nos prepararmos para o novo desafio que bate às nossas portas. Isso implica, primeiramente em tirar desse insucesso a sua lição. Onde erramos, o que faltou, onde e por que falhamos? E, principalmente, corrigir as falhas e não errar mais. 
Parar de errar passes e de perder gols, trabalhar melhor as jogadas, aumentar e manter a concentração, não errar nas substituições, treinar pênaltis e não pipocar. Na realidade, perdemos para nós mesmo. Nosso gol saiu logo, achamos que o jogo estava ganho, nos desconcentramos e levamos o empate. Aí, no abafa, tivemos que correr atrás do prejuízo e, por erros nossos, deixamos o jogo ir para os pênaltis, o que há muito tempo, deixou de ser a nossa praia. Nossos 48% de posse de bola foi, predominantemente, no campo defensivo, de 383 passes, erramos 59, de 16 cruzamentos, só acertamos cinco, e de 44 lançamentos, erramos 14. Das 16 finalizações realizadas, só 4 foram certas e só uma resultou em gol. Perdemos gols imperdíveis: dois no primeiro tempo (Jô e Romero) e três na etapa final (Pablo, Rodriguinho e Clayton). Carille substituiu mal, ao colocar o Mortinho Gabriel. ops, Marquinhos, e o estabanado Clayton. Tinha opções melhores no banco: Camacho, Pedrinho, Léo Jabá e Kazin. E nas cobranças de pênalti um experiente pipocou e outro foi displicente e errou. 
Se eu, que sou apenas torcedora, consegui enxergar esses erros, acredito que a comissão técnica, a quem compete corrigi-los, também deve ter detectado essas e outras possíveis falhas. Sei que o tempo de treino é curto, mas como a maioria dos erros foram de postura e de falta de concentração, uma conversa séria e contundente com o elenco é fundamental para o êxito do próximo desafio. 
Excesso de confiança e salto alto são atitudes soberbas e sempre levam ao fracasso. Por isso, apesar da vantagem, temos que encarar o jogo contra o São Paulo com a maior seriedade e não cometer os erros do último jogo. Humildade, concentração e comprometimento são as palavras chaves da disputa da semifinal do Paulistão. 

Créditos e fontes de imagens
esporte.uol.com.br 
twitter.com/@Corinthians 

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Corinthians, soberano no Majestoso

Melhores momentos
Quem é rei, não perde a Majestade. Pode ter sofrido desmanche e omissão da diretoria, achincalhe da imprensa e dos antis, prognósticos negativos, pode perder jogadores e comissão técnica, pode sofrer com jogador tiriça e outros problemas, mas sempre renasce para brilhar. Pode oscilar, mas na hora certa mostra o seu valor e, com muita garra e dedicação, supera suas dificuldades e limitações. Esse é o Corinthians de tradições e glórias mil. 
O Timão não tomou conhecimento dos 45 mil tricolores que estavam no Morumbi e nem se deixou intimidar pelos donos da casa e com sua maior posse de bola (62%), um verdadeiro latifúndio improdutivo. Errando menos passes que em jogos anteriores, com boa movimentação, firme na marcação e com muita eficiência defensiva, o Corinthians foi pragmático e soube aproveitar as oportunidades que teve, liquidando a fatura já no primeiro tempo. Com 90% de acerto de passes, dominou totalmente a etapa inicial. No segundo tempo, com a saída de Jadson por contusão, o Corinthians criou menos e deixou de atacar, abrindo espaços para o adversário, enquanto o São Paulo, no abafa, mas muito bagunçado, veio pra cima e nas poucas vezes que passou pela defesa alvinegra, parou nas mãos do Cássio. Administrando o jogo, o Timão manteve sua superioridade e saiu do Morumbi com uma boa vantagem para o jogo de volta.
O alvinegro, compacto e mais organizado, com um padrão de jogo definido, foi superior ao tricolor e o Rogério Ceni levou um nó tático do Carille. Defensivamente seguro e ofensivamente oportunista, construiu o resultado no primeiro tempo e depois administrou. Isso não significa que o time atingiu a perfeição. Ainda existem muitos pontos a melhorar, inclusive aprimorar os lançamentos e ter mais cuidado nos contra ataques. Mas tudo indica que Carille está no caminho certo e que o time vai crescer mais ainda no decorrer da temporada.
Gols
O primeiro gol, aos 20 minutos da etapa inicial, foi do Jô, com assistência do Rodriguinho. O segundo, aos 47 minutos, foi do Rodriguinho, que após receber o passe de Guilherme Arana, deixou para trás Jucilei e Maicon e, num chute de fora da área, mandou a bola para o fundo da rede tricolor. 
Embora o time tenha ido bem no jogo coletivo, merecem destaques as atuações de Rodriguinho, Jô, Arana, Gabriel, da dupla de zaga, Pablo e Balbuena e do goleiro Cássio. Outro destaque do jogo foi a atitude do Rodrigo Caio, que livrou o Jô de um injusto cartão amarelo ao se acusar de ter pisado involuntariamente no pé do goleiro São Paulino, o que levou o árbitro a anular o cartão atribuído indevidamente ao centro avante corinthiano. Num belo exemplo de hombridade e de bom caráter, Rodrigo Caio revogou a "Lei de Gerson".
Com a vitória de 2 a 0, o Corinthians vai para o jogo de volta com a vantagem de poder perder por um gol de diferença e, ainda assim, sair com a vaga. O duelo está marcado para o próximo domingo, 23/04. às 16:00 horas, horário de Brasília, na Arena Corinthians, em Itaquera. O regulamento não prevê peso extra a gols marcados fora de casa. Com a derrota, o Tricolor deixou o estádio vaiado e aos gritos de “time sem vergonha”. Mas antes do jogo de volta pelo Paulista, os rivais farão o jogo de volta pela quarta fase da Copa do Brasil. O São Paulo buscará reverter a desvantagem de 2 a 0 contra o Cruzeiro, nesta quarta-feira, 19/04, às 19:30 horas, no Mineirão e no mesmo dia, às 21:45 horas, o Corinthians receberá o Internacional em Itaquera, podendo empatar sem gols para avançar no torneio. 
Entrevista do Carille
Bastidores

Créditos e fontes de imagens e vídeos 
globoesporte.globo.com-Fernando Dantas/Gazeta Press/gazetaesportiva.com-MAON 
youtube.com/BOLA DA VEZ-globo.com 
Adriano Vizoni/Folha Press/folha.uol.com.br 
youtube.com/Lances inéditos-globo.com 
facebook.com/Daniel Augusto Jr
youtube.com/Ligados No Timão-foxsport.com.br 
youtube.com/Corinthians

quinta-feira, 13 de abril de 2017

O árbitro ficou com medo do DVD?

Melhores momentos
Que a arbitragem brasileira é ruim, despreparada e muitas vezes tendenciosas não é novidade pra ninguém. Ela consegue desagradar todos os times e erra muito. Mas os árbitros que atuaram em Porto Alegre precisam, urgentemente, consultar um bom oftalmologista, pois não viram um pênalti claríssimo no Romero e enxergaram um escanteio inexistente na origem do gol colorado, pois o último a tocar a bola foi o D'Alessadro. Será que não viram mesmo ou ficaram com medo de aparecer no DVD? 
O que importa é que mesmo com a ajuda da arbitragem e com a torcida gaúcha apoiando seu time, o Corinthians empatou com gol fora de casa e conseguiu uma ligeira vantagem na decisão em Itaquera. E estávamos com desfalque de dois jogadores importantes: Jadson e Jô. 
Gols
Embora tenha sido um jogo movimentado e considerado por muitos como o melhor jogo do Timão fora de casa, algumas ações corinthianas são preocupantes e precisam ser evitadas no jogo de volta. Não podemos continuar errando tantos passes, (64 passes errados com apenas 37% de posse de bola) nem perder gols cara a cara com o goleiro. Em Itaquera temos que jogar como time grande que somos, propor o jogo, ir para cima e não apenas ficar esperando o erro do adversário e sair no contra ataque. Precisamos, também apresentar novas alternativas táticas e variar as jogadas. Temos uma ligeira vantagem, mas não tem nada ganho e, em casa, temos a obrigação de ganhar bem. Não podemos nos contentar com um empate sem gols. 
Felizmente teremos a volta de Jadson e Jô, pois o Mortinho Gabriel e o Giovanni Angústia Pipoca continuam devendo futebol. E não vi nada de especial na atuação de Clayton. 
Pablo falhou no gol colorado, Arana deu mais uma assistência e Romero, além de ajudar muito na marcação, foi o autor do gol do Timão. Marquinhos Gabriel e Giovanni Augusto foram os piores em campo. Romero, Gabriel, Arana e Balbuena foram os melhores.
Corinthians  e Internacional farão a partida decisiva na próxima quarta-feira, 19/04, às 21:45 horas, na Arena Corinthians. Se não sofrer gols, o Timão garante a classificação com qualquer placar. Aos gaúchos, resta a vitória ou empates a partir de 2 a 2. Se o 1 a 1 for repetido, a vaga será decidida nos pênaltis. 
Entrevista de Carille

Créditos e fontes de imagens 
globoesporte.globo.com-Daniel Augusto Jr/Agência Corinthians/gazetaesportiva.com-MAON 
youtube.com/Danilo Silva Gols-foxsports.com.br 
youtube.com/Brazil in Soccer-foxsports.com.br 
youtube.com/Esporte Mundial

segunda-feira, 10 de abril de 2017

O que esperar?

Classificados no sufoco. Quase na bacia das almas. Mesmo jogando melhor que no jogo de ida, só um golzinho e uma bela defesa do Cássio nos livraram da disputa de penalidades. Só ficamos sossegados após o apito final. Empatamos fora e vencemos em casa pelo placar mínimo. Uma classificação chorada diante de um time arrumadinho, mas com muita deficiência técnica. Muito pouco para as exigências da torcida, mas o suficiente para prosseguirmos vivos no Campeonato Paulista. 
Com um time em formação e com um elenco sem grandes craques, vamos nos equilibrando e sobrevivendo. Com empates e "goleadas" de 1 a 0 vamos batendo as metas e caminhando na busca do objetivo final. Aliás, essa situação já foi vivenciada em um passado recente sob os comandos do Tite e do Mano Menezes. Naquela época o desempenho e os resultados eram similares. Empate fora e "goleada" em casa. E assim faturamos títulos e nos destacamos no mundo do futebol. No entanto, se isso nos anima, precisamos estar atentos para o que hoje nos diferencia daqueles momentos. Mano e Tite tinham à disposição alguns atletas diferenciados e até alguns craques, enquanto Carille trabalha com um elenco tecnicamente limitado. Aliás, com raras exceções, não temos jogadores acima da média, o que exige do time disciplina tática e muito esforço. Algumas jovens promessas, aliadas a alguns jogadores mais experientes, são a esperança de que no futuro tenhamos um time melhor qualificado e mais competitivo. Isso se alguns dos experientes que se encontram acomodados deixarem de lado a tiriça ou forem negociados e substituídos por outros mais comprometidos. 
Carille, nas atuais condições do time, superou minhas expectativas. Ele não tem ingredientes suficientes para preparar um banquete, mas está se virando com o que tem para não deixar ninguém passar fome. Até onde e quando vai conseguir nos alimentar é uma incógnita. Daqui para frente é só pedreira. Os rivais contrataram novos jogadores e se reforçaram, enquanto, sem dinheiro, o Corinthians apostou em jovens promessas e em poucos reforços pontuais. Do que herdamos do ano anterior, pouco deu para aproveitar. Conseguimos emprestar alguns, outros se escondem da bola e pouco sobrou de aproveitável. Ainda bem que tem uma molecada dando o sangue e suando a camisa. 
Não estou pessimista, apenas realista. Mata mata no Paulistão, Copa do Brasil e Sul Americana mais o Campeonato Brasileiro de pontos corridos são os desafios que nos aguardam. Teremos fôlego para enfrentá-los com o que temos disponível? Temos condições de nos reforçar devidamente, com jogadores que cheguem para vestir a camisa e decidir ou vamos nos contentar com apostas de times de Série B, que precisam de tempo para começar a jogar? Se for para apostar, que apostemos em nossa base. Perderemos jogadores na próxima janela de transferência? Iremos repor as perdas com a mesma qualidade? Teremos dinheiro para isso? Como enfrentaremos os desafios do ano? O que nos espera? Daremos conta? Ou vamos apenas nos preparar para 2018? O que esperar dessa diretoria trapalhona e omissa, que tem se mostrado incapaz de enfrentar e resolver os problemas do futebol corinthiano?
Como torcedora não tenho respostas, apenas preocupações. E muitas... Não vejo soluções a curto prazo. E espero que a próxima gestão seja mais competente e mais comprometida com o nosso Corinthians. 

Crédito e fonte de imagem 
pitupitamodainfantil.com.br 

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Bom resultado. Desempenho nem tanto.

Valeu o resultado que nos faz esperar no Chile um jogo menos dramático e uma partida mais tranquila. É certo que não tem nada ganho, mas basta não levar gol para garantir a classificação e se conseguir marcar no estádio do rival, tudo ficará mais tranquilo e favorável. Em Itaquera, o Universidade de Chile não se intimidou, assumiu a iniciativa do jogo, teve mais posse de bola, criou várias oportunidades, mas não foi capaz de aproveitá-las e transformá-las em gol, em parte pela ação da defesa corinthiana. O Corinthians, com uma postura reativa, nem parecia estar jogando em casa até que num bate e rebate na área chilena aconteceu o gol que veio dar tranquilidade ao alvinegro e confiança ao time que voltou melhor no segundo tempo, melhorando o seu desempenho. Os chilenos sentiram o cansaço da intensidade do primeiro tempo, os corinthianos imprimiram maior dinamismo às suas ações, melhorando a troca de passes e a atuação do meio campo e sendo mais eficientes nos contra ataques. E assim saiu o 2º gol. E poderiam ter saído outros, se houvesse maior frieza e precisão nos arremates finais. 
Gols
O primeiro gol foi marcado aos 41 minutos do primeiro tempo, numa jogada que envolveu Jadson, Romero, Maycon, Jô, Arana, Gabriel, a zaga adversária, a trave, defesas do goleiro Herrera e terminou com o chute certeiro de Rodriguinho para abrir o placar em Itaquera. O segundo aconteceu aos 24 minutos da etapa final. Jadson bateu falta, Jô desviou de cabeça para Rodriguinho que, na entrada da área, com um simples toque devolveu para Jadson mandar para o fundo da rede. Um golaço! 
Com o resultado, o Corinthians joga a partida de volta, dia 10 de maio, no Chile, com a vantagem de poder até perder por um gol de diferença para avançar à segunda fase da Copa Sul-Americana. Se fizer ao menos um gol, o Timão obriga os chilenos a vencerem por quatro tentos de diferença. Caso os adversários triunfem por 2 a 0, a decisão irá para as penalidades. 
Antes desse jogo decisivo, o Timão terá o confronto contra o Botafogo-SP, pela volta das quartas de final do Campeonato Paulista, no domingo, também em Itaquera, além de dois jogos com o Internacional, válidos pela quarta fase da Copa do Brasil, marcados para os dias 12 e 19 deste mês.
Lamentável no jogo foi o comportamento da torcida visitante quebrando cadeiras e atirando-as nos corinthianos e na polícia, além de depredarem o setor a ela reservado e um dos banheiros. O fato resultou em forte repressão policial, torcedores e policiais feridos e 24 torcedores presos. 
Melhores momentos
Ficha Técnica - Corinthians 2 X 0 Universidad de Chile
Local: Arena Corinthians em Itaquera, São Paulo (SP)
Data: 5 de abril de 2017, quarta-feira
Horário: 21:45 horas (de Brasília)
Árbitro: Dario Herrera (ARG)
Árbitro Assistente 1: Ezequiel Brailovsky (ARG)
Árbitro Assistente 2: Ariel Scime (ARG)
Quarto Árbitro: Fernando Espinoza (ARG)
Público: 22.661 pagantes
Renda: R$ 982.780,90
Cartões amarelos: Guilherme Arana, Léo Príncipe e Jadson (Corinthians); Castellanos (Universidad)
Gols: Corinthians: Rodriguinho, aos 41 minutos do primeiro tempo, e Jadson, aos 24 minutos do segundo tempo
Corinthians: Cássio; Léo Príncipe, Balbuena, Pablo e Guilherme Arana; Gabriel, Maycon, Rodriguinho (Clayton), Jadson (Pedrinho) e Romero (Camacho); Jô; Técnico: Fábio Carille
Universidad de Chile: Johnny Herrera; Rodríguez, Vilches, Jara e Schultz; Reyes, Espinoza (Pizarro) e Lorenzetii; Rozas (Ontivero), Ubilla (Castellanos) e Mora; Técnico: Guillermo Hoyos
Entrevistas

Créditos e fontes de imagens e vídeos 
globoesporte.globo.com-Mauro Horita/Gazeta Press-MAON 
Gil Guzzo/Mafalda Press/Gazeta Press-Luís Moura/Wpp/Gazeta Press-MAON 
youtube.com/CAMFWAYNE WORLD-foxsports.com.br
youtube.com/Ligados no Timão-foxsports.com.br 
youtube.com/Os donos da Bola BR

sábado, 1 de abril de 2017

A bola apanhou de todos e todos apanharam da bola

Não vimos um jogo. Vimos um filme de terror, um espetáculo de horror, o anti futebol. Uma partida de baixo nível técnico, com erros dos dois times em todos os fundamentos, de passes, na saída de bola, de finalizações, com total ausência de criação e falhas na transição. Um jogo em que se predominaram os chutões e em que a bola apanhou de todos e todos apanharam da bola. 
O Corinthians não conseguiu se impor diante de um adversário tecnicamente inferior e teve uma atuação covarde. O gramado seco e duro foi a desculpa dos jogadores para o mau desempenho. O campo pode ter dificultado, mas não justifica a falta de iniciativa e a má qualidade ofensiva. Sem conseguir ficar com a bola nos pés, o time optou pelos chutões, que também não deram resultado. Jogadores e técnico reconheceram o óbvio, que poderiam ter jogado melhor. Claro que poderiam, pois jogar pior era impossível. 
Síntese do jogo: No dia 1º de abril, os erros foram de verdade, mas o futebol foi de mentira.

Créditos e fontes de imagens 
globoesporte.globo.com-papeisriscados.blogspots.com-pedraclariana.blogspot.com-MAON