quinta-feira, 19 de outubro de 2017

E no entanto é preciso ganhar

Acabou a rodada e, pelos desígnios dos deuses do futebol, continuamos na liderança e com nove pontos na frente. A diferença é que agora temos não mais um, mas três times nos perseguindo com 50 pontos: Grêmio, Palmeiras e Santos. E, apesar da diferença, se não retomarmos as vitórias, corremos o sério risco de sermos ultrapassados. Nossa performance no segundo turno não é nada animadora e está exigindo providências urgentes da comissão técnica e uma nova postura do time. É preciso buscar as causas dessa queda brusca de rendimento para poder saná-las. E parar de passar a mão na cabeça dos jogadores, justificando suas falhas. Ninguém desaprende jogar bola de uma hora para a outra e é preciso descobrir os motivos do mau desempenho dos jogadores nessa fase do campeonato. 
No último jogo, contra o vice líder, enquanto a defesa apresentou uma boa atuação, o setor ofensivo ficou devendo, e muito. Faltou criatividade no meio campo, Jadson e Rodriguinho pouco criaram, a bola não chegou para o Jô, que teve apenas uma oportunidade de gol e não aproveitou. Fagner pouco chegou ao ataque e Arana, apesar de ligeira melhora, continua devendo e muito. Parece avoado, desconcentrado... Está com a cabeça na Europa ou nas aventuras noturnas? Maycon é outro que caiu de rendimento. Será que o seu bebê anda atrapalhando seu sono? Onde está o jogador que brilhou na Ponte Preta e no início da temporada? Arana e Maycon são dois garotos. Será que não estão sabendo lidar com o sucesso precoce? Deslumbramento também atrapalha. 
Fagner, Arana, Maycon, Jadson, Rodriguinho e Romero tiveram queda de rendimento e estão muito longe dos jogadores que foram no primeiro turno. Jô, mesmo prejudicado pela falta de criação, também está abaixo do patamar anteriormente apresentado. Seria problema físico ou algo mais? 
Quaisquer que sejam os motivos dessa queda no desempenho do time, precisam, urgentemente, ser diagnosticados e corrigidos. Não dá ficar nessa mesmice, perdendo ponto em casa e fora de casa e continuar apresentando no segundo turno um rendimento de time rebaixado. 
Por que não ousar um pouco e buscar alternativas para, pelo menos,  tentar melhorar o time, dando oportunidade para outros jogadores. Jadson e Romero precisam ser substituídos em todos os jogos, Rodriguinho não consegue sair da marcação e pouco tem produzido, Clayson e Marquinhos Gabriel têm entrado bem, Danilo está recuperado e fazendo golaços nos treinos, Pedrinho, também recuperado, já mostrou ser capaz de mudar um jogo. Alternativas existem. Qual é o medo de Carille? Perder o vestiário? Prefere morrer abraçado com seus protegidos e não mexer no time, colocando no banco quem não está bem? Versão 2017 do pastor e suas ovelhas?
Um time que jogando em casa, finaliza apenas cinco vezes, e todas erradas, sinaliza que não está bem, que o esquema tático não está funcionando, que há algo errado e que precisa ser corrigido com a máxima urgência. Estratégias de jogo, condições físicas, técnicas e psicológicas precisam ser avaliadas. A própria comissão técnica precisa fazer uma auto avaliação, uma auto crítica e buscar alternativas para o time, pois, como já afirmei no post anterior, se continuarmos nessa mesmice perderemos o título, não para os adversários, mas para nós mesmos. 

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propmark.com.br 

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Corinthians, cadê você?

O que está acontecendo? Cadê o Corinthians? Fugiu? Desapareceu? Foi sequestrado? 
Por onde anda aquele time guerreiro, altaneiro, valente, limitado, mas cheio de brio e de vontade, superando suas limitações com muita garra e comprometimento? 
Por onde andam aqueles jogadores que suavam a camisa, que jogavam com raça, concentrados e atentos? Que não perdiam o foco, que honravam a camisa alvinegra, que se doavam em campo? Desertaram? Foram abduzidos? 
Há tempos o time perdeu o foco e a força. Está avoado, desconcentrado, e desequilibrado. Perdeu seu futebol, que se não era nenhuma maravilha, dava para o gasto e, com ele, ganhamos o Campeonato Paulista e assumimos a liderança do Brasileiro. Infelizmente, após o início do segundo turno, o time perdeu-se na falta de atenção e na queda do rendimento de jogadores até então fundamentais, deixando os bons resultados pelo caminho. Amargamos no segundo turno um rendimento de time na zona de rebaixamento, estamos queimando as gorduras acumuladas e corremos o risco de perdermos o campeonato, não para os adversários, mas para nós mesmos. 
O último jogo, que perdemos para o Bahia um time que luta para não cair, foi um festival de horrores, um verdadeiro filme de terror, com erros juvenis e muita afobação e desespero após levarmos o gol. Foi uma péssima partida com falhas na marcação, perdas de bola, passes errados, ausência de criação, displicência, nervosismo e descontrole emocional. 
Se os gols do Bahia decorreram de falhas individuais, o coletivo não possibilitou condições de reverter o mau resultado. Faltou entrosamento entre os setores do campo, faltou criatividade e Jô, novamente, ficou isolado e precisou buscar a bola no meio campo. Arana, Maycon, Jadson e Rodriguinho continuam jogando muito abaixo do que podem atuar. Romero continua apenas esforçado. Camacho não marca ninguém e se esconde no mito do bom passe. Fagner quis enfeitar a jogada e ferrou o time. Cássio quis ser herói, abandonou o gol e lacrou a tampa do caixão. Marquinhos Gabriel marcou bobeira e perdeu a bola quando não poderia perder. O talismã dessa vez não funcionou e, mesmo tendo no banco Pedrinho e Danilo, Carille insistiu com Giovanni Augusto, que mais uma vez mostrou que não serve nem para ser gandula. 
Com algumas exceções, em nossos jogadores estão sobrando tiriça, preocupação com o visual e participação nas mídias sociais e faltando foco e comprometimento. 
Carille, que foi bem no Paulista e no primeiro turno do Brasileirão, parece que perdeu a mão. O time não está rendendo, o esquema tático está mais que manjado, tem jogadores com péssima atuação, mas com cadeira cativa no time titular, e ele não apresenta nenhuma alternativa para melhorar o desempenho corinthiano. Parece ter um pacto de sangue com alguns jogadores. Ou seria falta de confiança nos reservas? Ou pressão da diretoria para vender jogadores? Ou medo de mexer e perder o grupo? O futebol é dinâmico, é momento e tem atletas que precisam de um chá de banco para saírem da zona de conforto. Carille e sua comissão técnica precisam ser mais ousados e, além da correção dos erros recorrentes dos fundamentos básicos, precisam buscar alternativas para melhorar o desempenho de seus comandados. Sem mudanças táticas e sem coragem de dar oportunidade para quem está em melhor momento, corremos o sério risco de perdermos o campeonato, não para os adversários, mas para nós mesmos. 

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blogdojoaodesousa.com 

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

UFA! Vencemos

Parece que o Corinthians me atendeu e está voltando a jogar bola. Se ainda não apresentou o futebol do primeiro turno, pelo menos voltou a vencer. O time até que começou bem, mas, após abrir o placar, parou de jogar bola e, numa bobeada conjunta da nossa defesa, o Coritiba empatou, passamos o maior sufoco e se não fossem as boas defesas do Cássio teríamos levado a virada. Na etapa final, a entrada de Clayson mudou o jogo e conseguimos vencer por 3 a 1. 
Se valeu o resultado, o mesmo não podemos dizer do desempenho. Os reservas sentiram a falta de ritmo de jogo, Balbuena sentiu a viagem de volta ao Brasil e a desclassificação do Paraguai, Arana disse que sentiu a lesão, e Jadson, apesar da assistência para o gol do Jô, assim como o Rodriguinho, continua devendo futebol. 
Faltou entrosamento, faltou jogo coletivo e a vitória resultou mais da raça do que da técnica e da tática. 
Há de se ressaltar as defesas do Cássio, o Jô de volta e fazendo gol e o surgimento do novo Talismã. Clayson, autor de dois gols (quatro nos três últimos jogos) e responsável direto pelos últimos cinco pontos conquistados, já está merecendo uma oportunidade no time titular. 
Apesar das falhas, a vitória foi importante para a retomada da confiança do time, além de manter o Corinthians com folga na liderança do campeonato, com dez pontos à frente do Santos, o segundo colocado.

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globoesporte.globo.com-Djalma Vassão/gazetaesportiva.com 

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Porque hoje é preciso vencer

Hoje, contra o Coritiba, não há outra opção. É preciso vencer para retomar a confiança e reentrar no Brasileirão. A conquista do heptacampeonato exige uma reação imediata e a retomada do bom futebol perdido no segundo turno. A defesa precisa parar de tomar gols decorrentes da sua má atenção e falta de concentração. O meio campo precisa voltar a criar e o ataque voltar a ser eficiente. E o time, como um todo precisa retomar a atenção, a garra e a atuar com mais responsabilidade. 
Para isso, é fundamental que alguns jogadores retomem a eficiência perdida e voltem a jogar bola, especialmente Arana, Jadson e Rodriguinho. O primeiro marcou bobeira no gol do Cruzeiro, Rodriguinho parece que esqueceu seu futebol na seleção e Jadson anda na maior tiriça. Se esse trio não voltar a jogar, a bola não vai chegar ao ataque e Jô pouco poderá fazer, pois a atuação do atacante depende da criação do meio campo e da chegada dos laterais. 
O Corinthians vai precisar, também, superar as ausências dos Fagner, Gabriel e Romero. Para substituí-los Carille mandará a campo Léo Príncipe, Camacho e Marquinhos Gabriel. Não vejo Camacho com habilidade na marcação. Considero Paulo Roberto (recuperando-se de contusão) e Marciel, muito melhores. A entrada de reservas poderá, também, comprometer o entrosamento e os jogadores sentirem  a falta de ritmo de jogo.
Mas, mesmo com o time remendado, precisamos da vitória e não podemos nem pensar na possibilidade de outro resultado. O Coritiba, penúltimo colocado na tabela de classificação, virá desesperado e almejando somar ponto em Itaquera. Possivelmente, atuará retrancado e tentará dificultar as investidas alvinegras. Neste segundo turno, não tivemos bons resultados contra times da parte inferior da tabela. Perdemos do Vitória e do Goiás e empatamos com o time do Jardim Leonor. Não podemos mais titubear. Chega de bancar o Robin Hood e de ressuscitar defunto. Para hoje só existe um caminho, o da vitória. 
Hoje é vencer ou vencer. 

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loucoporticorinthians.com/MAON 

domingo, 1 de outubro de 2017

É preciso sair da zona de conforto

O Corinthians está muito manjado. Não tem uma variação de jogada, não faz nada diferente para surpreender o adversário, não tem um jogador que chame a responsabilidade para si e decida a partida. E para piorar a situação, jogadores que já foram decisivos estão numa péssima fase, andando em campo, errando os fundamentos elementares do futebol e comprometendo o rendimento do time. A dupla Jadriguinho, que nos encantou no primeiro turno, não se entende em campo, deixou de criar e parece desmotivada. Consequentemente, a bola chega quadrada para os atacantes, obrigando-os a buscá-la no meio campo. Romero, cada vez mais afobado e descontrolado, mais reclama do que joga. Briga mais com a bola do que pela bola, erra passes e finalizações e pouco produz. Arana anda desatento, parece estar desconcentrado e não é nem sombra do jogador que brilhou no primeiro turno. Fagner não acerta um cruzamento, além de estar nervosinho e estabanado. Maycon é outro que teve queda de produtividade. Do time considerado titular, salva-se a zaga, o goleiro, o volante Gabriel e Jô, cujo rendimento tem sido prejudicado pela inoperância do setor de criação. A queda de rendimento do time é nítida e os resultados colocam em risco tudo o que foi feito no primeiro turno do Brasileirão.
Nessa situação caótica, Carille parece estar perdido e amedrontado. Parece um bichinho acuado, sem coragem de mudar. Contra a evidência da melhora do time com as entradas de Marquinhos Gabriel e Clayson, insiste em iniciar o jogo com Jadson e Romero. Na ausência de Jô, não tem coragem de mudar o esquema tático e coloca o Kazim em campo. Somente com o resultado adverso promove as mudanças necessárias, como ocorreu nos últimos jogos. Deve ter alguma cláusula no contrato do Camacho exigindo sua entrada em todos os jogos, mesmo que ele não consiga acrescentar nada ao rendimento do time. Nas entrevistas, o treinador parece estar sempre satisfeito com o desempenho dos seus atletas, mesmo com os resultados desfavoráveis. Até parece que está tudo bem, que está tranquilo, que está favorável. 
A gordura acumulada no primeiro turno está derretendo e muita coisa tem que ser mudada, a partir dos treinamentos. Que se aproveite a experiência do Osmar Loss com a base para treinar os fundamentos. Já que nesse aspecto, os erros tem sido juvenis, talvez um técnico com experiência na formação de jogadores consiga dar um jeito naqueles que desaprenderam  dar um passe, fazer um cruzamento e finalizar para o gol. Taticamente, que mude o esquema tático, variando jogadas e introduzindo algo que possa surpreender o adversário. E no aspecto psicológico, que se desça do salto, que se restabeleça a humildade e que se recupere a concentração perdida. Que se volte a jogar como um time de operários, conscientes de que ninguém é craque e que não tem nada ganho. Que se retome a postura do início do campeonato, que se abandone a soberba e que todos saiam da zona de conforto criada pelos resultados do primeiro turno. 
Hoje a situação mudou e, consequentemente, é preciso mudar a postura. O Corinthians não é mais o time a ser batido, pelo contrário, é o time que precisa voltar a vencer. Se só depende de si mesmo para ser campeão, tem que fazer a sua parte e assumir a responsabilidade diante dos desafios do campeonato. Mas, para isso, precisa sair da mesmice, precisa ter coragem para mudar o que deve ser mudado e, principalmente, recuperar o foco perdido, mudar de atitude e voltar a jogar com a mesma postura que surpreendeu a todos no Campeonato Paulista e no primeiro turno do Brasileirão.  

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Marcos Ribolli/globoesporte.globo.com/MAON 

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Coragem para mudar

É evidente a queda de rendimento do Corinthians. Após um início de temporada surpreendente, a partir do mês de agosto, o Timão teve desempenho de timinho, acendendo o alerta e sinalizando que se não forem tomadas as devidas providências, o título brasileiro, que parecia estar garantido, poderá escapar. Se ainda temos a gordura do primeiro turno, ela derreterá se o desempenho não melhorar e o time não voltar a vencer com regularidade. 
Atualmente, o Corinthians vem apresentando deficiências físicas, técnicas, táticas e psicológicas, que se não forem corrigidas a tempo, continuarão interferindo negativamente no desempenho da equipe e nos resultados dos jogos. No aspecto físico tem sido comum observarmos jogadores andando em campo e/ou totalmente exaustos na etapa final. Fisicamente, perdemos a força e a velocidade na movimentação. Nos contra ataques somos lentos e quando chegamos na área, a defesa adversária já teve tempo suficiente para se recompor. Tecnicamente, a boleirada vem, sistematicamente, errando os fundamentos mais elementares e desperdiçando oportunidades de gol até quando o goleiro adversário já está rendido. Errando passes, cruzamentos e lançamentos, o time não consegue criar, dá a bola para o adversário e, comprometendo o padrão tático, se perde em campo. Jogadores chaves na área de criação estão tecnicamente muito mal, prejudicando todo o setor ofensivo. Além disso, taticamente, o time está muito manjado. Nessa altura do campeonato, os times já foram analisados e estudados pelos adversários. Sem variações de jogada e sem craques capazes de desestabilizar seus oponentes, o esquema tático corinthiano tem sido facilmente anulado, inclusive por times da parte inferior da tabela. Faz-se necessário buscar alternativas para a criação e o ataque através de substituição de jogadores improdutivos e de variação de jogadas, saindo da mesmice que o time vem apresentando. Parece que, talvez por fadiga de material ou por acomodação, o time perdeu o foco e a concentração. E os maus resultados estão influenciando negativamente o psicológico da equipe. O comportamento em campo está deixando a desejar. Uns parecem apáticos e fora de sintonia. Outros afobados, estabanados e descontrolados e, quase todos, aéreos e desconcentrados, manifestando pouco poder de reação, quando em situação adversa. Psicologicamente, parece que perderam a confiança, que não mais acreditam, que perderam a fé. Urge uma nova postura e uma atitude mais propositiva a partir da retomada do foco perdido e da auto confiança. 
A comissão técnica precisa ter coragem para restabelecer a ordem das coisas, mudando o que precisa ser mudado, corrigindo as falhas detectadas nos diferentes aspectos: físico, técnico, tático e psicológico. Mudanças que implicam não apenas na troca de jogadores, mas de postura do time como um todo. Que exige um aprimoramento físico, treino dos fundamentos, implementação de novas estratégias, variação de jogadas, mas sobretudo numa nova postura diante dos desafios restantes. Que se recupere a força, o foco e a fé, que se recupere a garra e a raça alvinegra e que o Corinthians volte a jogar como Corinthians. 
Ou a comissão técnica muda o que precisa ser mudado ou amargaremos derrotas e decepções. 

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Mais dois pontos perdidos

Após um primeiro tempo pífio, em que foi encurralado pelo São Paulo, o Corinthians voltou para a etapa final modificado, com novo ânimo e o seu futebol começou a fluir. Perdendo de 1 a 0, Carille substituiu Jadson, cuja atuação foi nula, por Marquinhos Gabriel, melhorando o meio campo. Até então a dupla Jadson e Rodriguinho apresentava um futebol omisso e de péssima qualidade. A entrada de Marquinhos Gabriel, mais participativo, melhorou o desempenho do Rodriguinho que, em bela jogada, "entortou" Júnior Tavares, roubou a bola dentro da área, cruzou para Romero, Sidão defendeu e no rebote Clayson, que havia substituído o Gabriel, marcou um golaço, empatou a partida e calou o Morumbi. 
Embora o time tenha voltado para o segundo tempo com uma atitude mais propositiva, seu desempenho como um todo, ainda deixou a desejar, com muitos erros de passes (35 passes errados), de finalizações (3 certas e 8 erradas), de cruzamentos (18 errados) e de lançamentos (13 errados). Além desses erros nos principais fundamentos, a falta de criação do meio campo deixou Jô isolado e encaixotado entre os zagueiros adversários. Se o resultado não foi dos piores, o desempenho, diante de um time de pouca qualidade, foi muito aquém do apresentado no primeiro turno e do que o time pode render. Como ninguém desaprende a jogar futebol, somente a tiriça de jogadores, pode explicar o que está acontecendo no futebol alvinegro. Com raríssimas exceções, o time tem se mostrado desconcentrado, desatento e desmotivado. Falta adrenalina, falta vontade e acima de tudo, falta profissionalismo e amor à camisa. E, graças a essa postura indolente, apesar da gordura acumulada, se não houver uma reação imediata, corremos o risco de perder um título que temos tudo para conquistar. 
Fora do gramado, dois fatos lamentáveis: a agressão ao ônibus do Corinthians pela torcida são paulina e a comemoração cafajeste de Gabriel no gol corinthiano.  

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Marcello Fim/Raw Image/Gazeta Press 
Daniel Vorley/Agif/Gazeta Press 

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Cumprindo tabela

O que o Corinthians foi fazer na Argentina? Pelo futebol apresentado, pelos jogadores poupados e pela displicência dos que entraram em campo parece que desistiram da Sul Americana e o time foi apenas cumprir tabela e livrar-se da competição internacional para ficar apenas com o Brasileirão. Com raríssimas exceções, o time não se empenhou. Jogadores errando os fundamentos mais elementares, outros andando em campo e dando toques para o lado, ausência total de criação, falta de iniciativa, erros juvenis, desequilíbrio emocional e ausência de futebol. Eis o resumo do jogo do Timão, que na Argentina jogou como timinho. O Corinthians jogou tão mal, que nem tem moral para reclamar da péssima arbitragem.
Ninguém desaprende a jogar de um dia para o outro. Mas a falta de comprometimento produz mau desempenho e maus resultados. Até parecia que ninguém queria ganhar, pois, precisando fazer gols, tivemos apenas 4 finalizações, e todas erradas. Se a defesa não comprometeu, o setor de criação foi nulo e, consequentemente, o ataque inexistente. 
Se não foi uma atitude deliberada, livrar-se da Sul Americana para focar no Campeonato Brasileiro, vamos sofrer neste final de campeonato. Com esse futebol pífio que o Corinthians vem apresentando nos últimos jogos, adeus heptacampeonato. Algo terá que ser feito para não perdermos um título que até o final do primeiro turno parecia estar garantido. Uma coisa é certa: o Corinthians perdeu o foco e a força. E nós, torcedores estamos perdendo a fé. 
Chega de desculpismos, de conversa mole e de justificativas vans. Voltem a jogar futebol ou peçam para sair. Pedrinho, Carlinhos, Mantuan, Léo Santos, Warian e Rodrigo Figueiredo estão a espera de uma oportunidade. Chega de insistir com quem não tem vontade nem condições técnicas de vestir a camisa do Timão. 

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

INDIGNAÇÃO SELETIVA

Seria cômico se não fosse trágico. Bastou um erro de arbitragem a favor do Corinthians para as senhoras de Santana do futebol emergirem de suas tumbas e pousarem de moralistas indignadas. Onde estava esse bando de fariseus quando o Corinthians sofreu um gol de mão do Luiz Fabiano no jogo de ida contra o Vasco no primeiro turno do Brasileirão? E quando o Timão foi prejudicado contra o Flamengo e contra o Coritiba, com gols mau anulados? E quando, no jogo de domingo, dois pênaltis a favor do Corinthians não foram assinalados? 
Todos sabemos que a arbitragem brasileira é horrível, despreparada e que tem árbitros caseiros e clubistas. Mas isso não justifica a indignação seletiva nem a má fé de pseudos jornalistas mau intencionados, clubistas e anticorinthianos. Querer julgar o caráter de um jogador quando não se tem ética nem isenção profissional ou quando se pratica a indignação seletiva é o mesmo que colocar Fernandinho Beira Mar para combater o crime organizado. Ou se desconhece as regras do futebol ou as ignora quando lhes é conveniente. E por falar em regras do futebol, ela é bem clara quando declara que o que determina bola no braço ou braço na bola é a intenção do jogador. Gostemos ou não, a regra é interpretativa e não objetiva. E quem pode provar que Jô teve a intenção de empurrar a bola com o braço? À aqueles que acham que Jô deveria se acusar, lembramos um princípio básico do direito que afirma que ninguém é obrigado a produzir prova contra si mesmo. 
Mas, para encerrar a polêmica, anule-se o gol do Jô contra o Vasco e nos devolva os do mesmo Jô contra o Flamengo e o Coritiba. Se é para fazer justiça, que se faça plenamente e não parcialmente. O que não é lícito é a indignação seletiva e o clamor de justiça apenas quando esta está de acordo com os interesses pessoais de anticorinthianos e de maus profissionais.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

VOLTA CORINTHIANS

Se tem algo que não entendi na partida contra o Racing, é a razão do Corinthians não ter voltado do vestiário para o segundo tempo do jogo. Da mesma forma que não compreendo os motivos do time não ter voltado a jogar após o primeiro turno do Brasileirão. 
Depois de um bom primeiro tempo, em que o time parecia ter voltado a jogar futebol e até reencontrou o caminho do gol, o Corinthians ficou no vestiário e mandou a campo um bando de zumbis. Errando passos mais do que o razoável, tropeçando na bola e nos próprios pés, sem força, desconcentrado e sem foco, tomou o empate, e pelo mau desempenho apresentado, até poderia ter tomado a virada. Até o Cássio, tomado pela maldição da seleção, deu o rebote nos pés do jogador adversário. 
Sem criação no meio campo, com a dupla JadSONO e RUIMdriguinho inoperante, salvou-se apenas a atuação do Maycon, o melhor em campo, seguido do bom desempenho do Marciel, enquanto seu físico aguentou. Óbvio que lhe falta ritmo de jogo e condições físicas, em decorrência do tempo em que esteve sem jogar. Jô, isolado, sem que a bola chegasse, pouco conseguiu produzir. 
Com atuações opostas nos dois tempos, vimos um Corinthians murchar na etapa final, tropeçando nas próprias pernas e deixando muito a desejar. Mas o que assusta é a falta de perspectivas e o discurso de jogadores e técnico de que está tudo sob controle. Como sob controle se o time morre na etapa final, não mais consegue vencer e os jogadores não acertam os fundamentos básicos? Falta padrão tático, falta foco, falta garra, falta força e já estamos perdendo a fé que tínhamos anteriormente. E falta, no banco, peças de reposição. Não dá nem para criticar o Carille pelas improdutivas mudanças promovidas. Com Giovanni Augusto, Camacho, Felipe Bastos e Kazin de reservas, pouco adianta mexer no time. Que Arana, Pedrinho e Marquinhos Gabriel fiquem logo disponíveis para que possamos, pelo menos, tentar mudar o jogo quando necessário. Além disso, já passou da hora de buscar novas alternativas, variar as jogadas e recuperar o padrão tático. Nesta altura do campeonato, o time, que pouco muda, já está mais que manjado e facilmente anulado e anulável pelos adversários. É preciso reinventar o time e buscar alternativas para um futebol que está perdendo o que teve de bom sem conseguir se recuperar. 
Já passou da hora do Corinthians voltar a jogar futebol. 
VOLTA CORINTHIANS

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Marcos Ribolli, globoesporte.globo.com-MAON

domingo, 10 de setembro de 2017

Alerta vermelho

Campeão invicto do primeiro turno, o time a ser batido, confetes e loas de montão. Alegria, confiança e esperança no heptacampeonato. Mas bastou duas inter temporadas forçadas para tudo desmoronar. E o desastre só não é total devido à gordura acumulada e pelos adversários não saberem aproveitar a situação constrangedora do Corinthians no 2º turno desse Brasileirão. Um segundo turno que está sendo o avesso do 1º, com apenas 25% de aproveitamento, com derrotas e rendimentos inexplicáveis. 
O que está acontecendo? Ao contrário do declarado por alguns jogadores. NÃO ESTÁ TRANQUILO, NÃO ESTÁ FAVORÁVEL. Está ligado o alerta vermelho. Ou reagimos agora ou entregamos o campeonato de bandeja para quem souber aproveitar nossos vacilos. 
Urge que se faça um diagnóstico minucioso para entender o que está nos atrapalhando. 
Salto alto, soberba e falta de humildade? 
Jogadas manjadas e facilmente anuláveis pelos adversários que estudaram nossa atuação? 
Falta de objetividade e de atenção?
Fatores extra campo, salários atrasados e consequente corpo mole? 
Fadiga de "material"?
Fatores psicológicos com falta ou excesso de confiança? 
Treinamentos inadequados? 
Muitas outras hipóteses poderiam ser enumeradas, mas somente quem acompanha o dia a dia corinthiano poderá desvendar esse mistério do sumiço do bom desempenho do time. 
Reitero que apenas um diagnóstico objetivo, minucioso e sincero poderá nos devolver o rendimento perdido, as vitórias e nos colocar, novamente no Campeonato Brasileiro. Sem passar a mão na cabeça, sem desculpismo, sem caça às bruxas, mas com a identificação dos pontos falhos e suas devidas correções. E sem ficar deitado eternamente na diferença de pontos, ainda vantajosa, na tabela de classificação. 
Com o alerta vermelho já disparado, ou se tomam as medidas necessárias ou vamos amargar uma grande decepção. Já passou da hora de deixarmos de atuar como timinho e de voltarmos a ser o poderoso Timão. 

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domingo, 3 de setembro de 2017

Que falta você me faz

Mesmo com o Sol brilhando e com a volta do calor, este fim de semana foi triste. 
Nada é capaz de preencher o vazio provocado pela sua ausência, nada me alegra nem me anima. 
Um frio percorre o meu ser e uma tristeza me invade. 
Falta algo essencial para fazer-me sorrir, para fazer-me feliz. 
Falta a sua presença pujante, alegre e vibrante. 
As horas não passam, o tempo se arrasta e sinto o vazio da sua ausência. 
Procuro algo para fazer e nada satisfaz minha alma solitária. 
Solidão causada pela sua ausência, pela falta que você me faz. 
Porque só você, Corinthians, é capaz de preencher este vazio que invade meu ser quando não o vejo em campo correndo, driblando e lutando por mais uma vitória. 
Somente você faz meu fim de semana ser completo.
Somente você ilumina meus dias e sua ausência é capaz de ofuscar até o Sol que resplandece no horizonte. 

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imikimi.com-facebook.com/Graça Correia

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

PARABÉNS CORINTHIANS

Corinthians, o aniversário é teu, mas quem recebe presente somos nós, torcedores fiéis. O presente da tua existência, das tuas conquistas e das tuas lutas. O presente de podermos estar ao teu lado nos bons e maus momentos, celebrando as vitórias e te amparando nas derrotas. Te amamos infinitamente e jamais te abandonaremos. Te amamos quando te criticamos, apontando teus erros para que possas corrigi-los e voltar a vencer, te amamos quando vacilas e as lágrimas de tristeza escorrem pelas faces de todos os que te amam com fidelidade, pois fidelidade é a palavra que define esse imenso amor que te devotamos. 
Corinthians, tu és parte de nossa vida, tal como o ar que respiramos e o alimento que nutre o nosso corpo, porque tu oxigena-nos a alma e nos alimenta o espírito. Celebrando teu aniversário, celebramos igualmente a oportunidade de estarmos juntos e irmanados, de compartilharmos tantos momentos importantes e a certeza de que o amor que nos une é infinito. Celebramos a paixão, o amor e a sintonia que nos faz parceiros e companheiros, agradecidos pelo privilégio de sermos corinthianos.
Feliz aniversário Corinthians e obrigada pela tua existência

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Marcos Bikudo
lojaarenacorinthians 

domingo, 27 de agosto de 2017

Sinal de Alerta

Aconteceu o imprevisível, o impensável e o indesejado pela Nação Corinthiana. O Corinthians amargou sua segunda derrota no Campeonato Brasileiro para um time na zona de rebaixamento. O que está acontecendo? Depois de um primeiro turno impecável, no segundo turno, de nove pontos, obteve apenas três e na bacia das almas. Mesmo com os desfalques, é uma queda brusca e surpreendente para um time que fechou o primeiro turno sem nenhuma derrota. 
Sobre o jogo, embora com mais posse de bola, (62%), o Corinthians não soube aproveitá-la e foi incapaz de furar a retranca goianense. Quando não falhou ao finalizar, (22 finalizações erradas segundo dados do Footstats), a bola foi defendida pelo goleiro Marcos. Na tentativa de fazer chegar a bola na área pelo alto foram 15 cruzamentos certos e 38 errados. O gol do Atlético, numa cobrança de escanteio em que o Kazim falhou, desestabilizou os jogadores alvinegros que, afobados e atrapalhados partiram sem objetividade em busca do empate. Faltou concentração, sobrou desorganização e, assim, amargamos mais uma derrota, com o agravante de ser em casa e para o lanterna do campeonato. 
A defesa quase não teve trabalho, Cássio não teve culpa do gol, Fagner e Jadson (enquanto aguentou) foram os mais lúcidos em campo. Moisés e principalmente Kazim foram os piores da partida, (o atacante errou tudo o que tentou), provando que não estão capacitados para atuar num time de primeira divisão. Kazim pode ser carismático, boa praça, divertido, gringo da favela, bom de grupo, mas não é jogador de futebol. Ansioso e estabanado, ele nada produziu. Talvez pudesse ser aproveitado como animador de torcida. 
Embora com um banco limitado, o grande erro do Carille foi não ter substituído o Kazim durante o jogo. Qualquer um que entrasse teria sido uma opção melhor do que a permanência do atacante,
Na tentativa de entender o motivo dessa queda de produção do time, percebo que a equipe parece ter perdido o foco e a concentração. Talvez tenha trocado as sandálias da humildade pelo salto alto, subestimando os adversários da parte inferior da tabela. Arana a Jô não têm substitutos pelo menos medianos. A possível volta do Marciel e um melhor aproveitamento do Carlinhos constituem uma esperança de melhora na lateral esquerda e no ataque. Mas, enquanto isso não se concretizar vamos continuar sofrendo com as ausências dos titulares, pois temos um time, mas, para algumas posições, não temos reservas de qualidade. 
Se quiser salvar o campeonato, é urgente voltar a levá-lo a sério, retomando o foco, a concentração e a humildade. Sem desculpismos, sem passar pano para o time, Carille precisa usar sua autoridade, chamando os jogadores na chincha para que assumam suas responsabilidades e voltem a jogar o futebol apresentado no primeiro turno. 

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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Corinthians X Atlético-GO

Pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Corinthians enfrentará o Atlético-GO neste sábado, 26/08, às 19:00 horas, em sua Arena em Itaquera. Será o encontro dos extremos: do líder Corinthians com 50 pontos, 15 vitórias, 5 empates, uma derrota e 79% de aproveitamento contra o lanterna Atlético-GO com 15 pontos, 4 vitórias, 3 empates, 14 derrotas e 24% de aproveitamento. O anfitrião tem a obrigação de vencer e tirar a péssima impressão deixada pela sua primeira derrota no campeonato para o Vitória. O Atlético-GO, que tenta reabilitar-se no campeonato, vem como franco atirador e se diz animado pelo mau resultado do Corinthians para o time baiano. 
Ficha Técnica - Corinthians X Atlético-GO
Local: Arena Corinthians. em Itaquera, São Paulo (SP)
Data: 26 de agosto de 2017, sábado
Horário: 19:00 horas (de Brasília)
Árbitro: Pericles Bassols Pegado Cortez - PE (CBF)
Árbitro Assistente 1: Clovis Amaral da Silva - PE (CBF)
Árbitro Assistente 2: Cleberson do Nascimento Leite - PE (CBF)
Quarto Árbitro: Marcelino Castro de Nazare - PE (CBF)
Árbitro Assistente Adicional 1: Gilberto Rodrigues Castro Junior - PE (CBF)
Árbitro Assistente Adicional 2: Deborah Cecilia C Correia - PE (FIFA)
Corinthians: Cássio; Fagner, Pedro Henrique, Léo Santos e Moisés; Gabriel, Maycon, Jadson, Rodriguinho e Clayson; Kazim; Técnico: Fábio Carille
Atlético-GO: Marcos; Jonathan, Gilvan, William Alves e Bruno Pacheco; Igor, Paulinho, Andrigo, Jorginho e Luiz Fernando; Walter; Técnico: João Paulo Sanches 
Além do escalados para o jogo, também foram relacionados
No Corinthians, os goleiros Walter e Matheus Vidotto, o lateral Léo Príncipe, os zagueiros Léo Santos e Vilson, os volantes Paulo Roberto e Felipe Bastos, os meias Marquinhos Gabriel e Giovanni Augusto e o atacante Carlinhos. 
No Atlético-GO, o goleiro Lucas, os zagueiros Ricardo Silva e Eduardo Bauermann, o lateral Breno Lopes, os volantes Marcão e Everton Heleno, os meias Diego Rosa e Luiz Felipe e o atacante Niltinho.
O Corinthians terá os desfalques de Balbuena (com lesão na coxa esquerda), Guilherme Arana (lesão na coxa direita), Pedrinho (cirurgia para retirada de amígdalas), Caíque França (fratura na mão esquerda), Mantuan (lesão na coxa direita), além de Romero e Jô, suspensos pelo terceiro cartão amarelo. Estão pendurados, com dois cartões amarelos, Cássio, Gabriel, Pablo, Jadson e Clayson. 
No Timão as novidades são a volta de Jadson no meio campo e de Pablo na zaga. Clayson ganhou a disputa com Marquinhos Gabriel e substituirá o Romero, suspenso, e para o lugar do também suspenso Jô, Carille escolheu o Kazin. Carlinhos será a única opção no banco para o ataque. 
No último treino, na tarde de sexta feira, no CT Dr Joaquim Grava, o técnico comandou um trabalho tático e ensaiou jogadas de bola parada. 
Jogando em casa e contra o lanterna do Brasileirão, o Corinthians tem a obrigação de vencer sem sustos e sem sufoco. Com um time organizado e com um padrão tático definido, o Timão enfrentará uma equipe que, possivelmente tentará atuar de forma semelhante ao Vitória, retrancando o time, saindo no contra ataque e jogando por uma bola. Ao contrário do que aconteceu no último jogo em Itaquera, o time precisa jogar com paciência e sem afobação, trabalhando a bola e fazendo as triangulações necessárias. Temos time e padrão tático para vencer o desesperado time goianense. 
Já foram vendidos mais de 37 mil ingressos e apoio da torcida não vai faltar.

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Que sufoco!!!

Gol do Jô
Com quatro desfalques, o Corinthians foi para Chapecó e, apesar dos percalços, voltou com a vitória e os três pontos na bagagem, abrindo 10 pontos de diferença para o vice líder do Campeonato Brasileiro. Não foi um jogo fácil, foi sofrido, e a vitória só chegou aos 45 minutos da etapa final. O Corinthians sofreu para furar a retranca chapecoense. Com maior posse de bola (56%), errou muitos passes, mas conseguiu alcançar seu objetivo e recuperar-se do mau resultado em Itaquera.
Foi um jogo feio, difícil, um verdadeiro teste para cardíaco. O adversário também foi valente, lutou até o fim e deu muito trabalho. O Timão demonstrou desentrosamento em algumas jogadas, algo natural e previsível pela ausência dos titulares, mas, apesar das dificuldades, conseguiu manter-se vivo no jogo. 
Léo Santos salva gol do Chape
Léo Santos foi uma grata surpresa para quem não o conhecia. Seguro, com boa visão de jogo, salvou um gol do adversário, tirando a bola em cima da linha, quando o placar ainda estava zero a zero.  Com as dificuldades de criação do meio campo, pois Rodriguinho e Marquinhos Gabriel não estavam bem, Jô teve que movimentar-se para buscar o jogo e foi recompensado com o gol, com assistência de Clayson, que substituiu o apagado Marquinhos Gabriel. Infelizmente, Moisés não soube aproveitar a chance de iniciar jogando, o que é muito preocupante devido ao longo período em que Arana, lesionado, ficará fora do time. Infelizmente, Jô e Romero levaram o terceiro cartão e perdemos nossa dupla de ataque, o que aumentará o número de reservas para o próximo jogo. 
Com o resultado, o Corinthians com 50 pontos, 15 vitórias, 5 empates, uma derrota e 79% de aproveitamento permanece na liderança do Campeonato Brasileiro, abrindo dez pontos de diferença para o Grêmio, segundo colocado, agora com ambas equipes possuindo o mesmo número de jogos: 21. A Chapecoense com 25, pontos, 7 vitórias, 4 empates, 10 derrotas e 40% de aproveitamento, está em 15º lugar, logo acima da zona de rebaixamento, que se inicia com o São Paulo, dono de 23 pontos. 
Na próxima rodada, o Timão terá pela frente a equipe do Atlético-GO, lanterna da competição, às 19:00 horas (de Brasília) do sábado, 26/08, na Arena Corinthians, em Itaquera, São Paulo, antes de uma pausa de duas semanas na disputa do torneio. O Chapecoense enfrentará o Avaí, no domingo, 27/08, às 16:00 horas (de Brasília), na Ressacada, em Florianópolis. Santa Catarina. 

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domingo, 20 de agosto de 2017

Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima

Sabemos que não existe time imbatível, mas sempre tentamos não pensar na possibilidade de uma derrota, ainda mais em casa e para um time que briga para não cair. E vindo de uma mini inter temporada que, teoricamente, serviria para dar descanso ao time após uma maratona de jogos, recuperar jogadores desgastados e/ou lesionados e treinar novas estratégias. O script estava perfeito, mas parece que não ensaiaram direito e o resultado não foi o esperado. Perdemos o jogo, perdemos dois jogadores por lesão (Arana e Balbuena) e, na metade do segundo tempo, tínhamos atletas se arrastando em campo. 
Será que nos dias sem jogos perderam o foco e o ritmo de jogo? O que deu errado? É preciso fazer um diagnóstico preciso, pois, durante as eliminatórias da Copa do Mundo, teremos outra parada no Campeonato Brasileiro. Não se trata de caça às bruxas, mas sim de identificar os erros para não repeti-los.
Sobre o jogo, o Corinthians teve um desempenho muito aquém do esperado e de jogos anteriores. Podemos dizer que jogou bem menos do que sabe e do que pode jogar. Mesmo com mais posse de bola, (65%), e com mais finalizações (5 certas e 9 erradas) contra 3 certas e duas erradas do Vitória, faltou objetividade no arremate final, não conseguindo transformá-las em gols. Errou muitos passes (69), insistiu pelo meio congestionado, quando deveria atuar mais pelas beiradas, abusou dos lançamentos longos (errou 19) e sofreu 19 desarmes. Até criou, mas faltou efetividade e objetividade nos chutes a gol. Com o placar adverso, faltou tranquilidade e frieza e sobrou afobação. 
Não sei se subestimaram o adversário, achando que fariam o gol quando quisessem, se faltou ritmo de jogo ou se sentiram o revés do gol do Vitória. Mas há muito tempo não via um Corinthians tão afobado e atrapalhado. 
A arbitragem, para não variar, continua de péssima qualidade, com erros para os dois times. Deixou de marcar dois pênaltis a favor do Corinthians e anulou um gol legítimo do Vitória. Mesmo com seis árbitros em campo, continuam não enxergando nada. 
Com o resultado, o Corinthians, apesar de perder a invencibilidade de 34 jogos na temporada, continua na liderança do Campeonato Brasileiro com 47 pontos, 14 vitórias, 5 empates, uma derrota e 78% de aproveitamento, 7 pontos à frente do Grêmio, o segundo colocado.  Já o Vitória, encontra-se em 18º lugar, com 22 pontos, 6 vitórias, 4 empates, 11 derrotas e 35% de aproveitamento. 
O próximo compromisso do Corinthians será no dia 23/08, quarta feira às 19:30 horas na Arena Condá, em Chapecó, jogo atrasado da 20ª rodada. E no sábado, 26/08, o Timão receberá o Atlético-GO às 19:00 horas em sua Arena, em Itaquera. O Vitória enfrentará a equipe do Coritiba, na segunda-feira, 28/08, no estádio Couto Pereira.
Apesar de sentirmos a derrota, não há razão para desespero nem desânimo. Se não tem nada ganho, também não tem nada perdido. É colocar a cabeça no lugar, fazer auto crítica do jogo, retomar o foco perdido, a concentração e a humildade. E seguir o conselho de Paulo Vanzolini: 
Reconhece a queda e não desanima
Levanta, sacode a poeira
E dá a volta por cima

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Síndrome de abstinência

Tão cinzento quanto o clima, assim está meu coração. E tudo pela ausência do meu Timão. Duas semanas sem jogo é triste demais para qualquer torcedor apaixonado. Sei que essa inter temporada forçada foi bom para o time recuperar jogadores desgastados, repor energias, descansar e treinar novas estratégias. E isso consola em parte meu coração agoniado de saudades. Procuro compensar essa falta que o Corinthians me faz acompanhando os treinos e, de site em site, busco informações capazes de amenizar a saudades do Coringão. 
Conto as horas e os minutos que faltam para o próximo jogo. Tento ser paciente, mas maior que a paciência é essa tremenda crise de abstinência que invade todo o meu ser e que, nesses últimos dias, roubou minha alegria. Porque nada me faz mais feliz que ver meu time em campo, que torcer pela sua vitória, que vibrar por suas belas jogadas e pelos seus gols. Sem isso, sinto um vazio dentro de mim, um vazio que só será preenchido quando em campo, reencontrar o meu Timão. 
VOLTA CORINTHIANS!!!


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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Valorizando a base

Quem acha que o Corinthians não revelava jogadores se enganou. William, Marquinhos, Weverton, Malcom, Marcelo Oliveira, Nilton, Danilo Fernandes, Everton Ribeiro, bem como Fagner e Jô, que voltaram a jogar no Corinthians, são alguns exemplos de atletas formados em nossa base. O que acontecia é que o Timão revelava jogadores, mas pouco utilizava. Embalados pelo sonho europeu e pela ganância de empresários, do desinteresse do clube e da preferência dos técnicos trabalharem com jogadores já formados, os jovens e promissores atletas acabavam vendidos precocemente. Os que tinham talento brilhavam, enriqueciam seus empresários e sobravam algumas migalhas para o Corinthians como time formador. Os menos talentosos, que migraram seduzidos pelas falsas promessas dos empresários, de empréstimos a empréstimos, acabavam atuando em times menos expressivos no exterior ou no Brasil.
Com pouco interesse e/ou vontade de lapidar as jóias reveladas em nossa base, perdemos talentos promissores e dinheiro, para alegria e felicidade dos empresários dos jovens formados no Terrão. 
Felizmente, a situação mudou, mais por necessidade que por vontade própria da diretoria, confirmando o ditado popular que "há males que vêm para o bem", e temos hoje a oportunidade de usufruir do trabalho daqueles que se empenharam em formar os atletas da nossa base. Valorizados pela comissão técnica, temos jovens titulares absolutos, jovens reservas, que quando entram dão conta do que lhe foi pedido, e outros que estão sendo burilados para o próximo ano. Por falta de dinheiro em caixa, encontrou-se em casa a solução para diferentes posições. Enquanto muitos gastaram milhões, sem o mesmo retorno, vemos os garotos brilhando e sendo cobiçados por times europeus. Só espero que nossa diretoria tenha juízo e não mate a galinha dos ovos de ouro como fez em passado recente, vendendo os jovens por merreca e gastando muita grana com jogadores que pouco produziram. 
Espero também que a torcida tenha paciência com os garotos que vieram da base, entendendo que alguns ainda não estão prontos, que entram nas partidas ainda sem ritmo de jogo e que falhas podem ocorrer. Que não sejam crucificados por seu erros eventuais e que possamos dar-lhes o tempo necessário para o seu amadurecimento e adaptação no time profissional. 
Alguns já são uma realidade - Pedro Henrique, Guilherme Arana, Léo Príncipe, Marciel e Maycon - outros promissoras promessas - Matheus Vidotto, Caique França, Léo Santos, Mantuan, Warian, Rodrigo Figueiredo, Pedrinho e Carlinhos. Mas todos são motivo de esperança na valorização e na continuidade de um trabalho bem feito e na possibilidade do Corinthians não só revelar, mas saber aproveitar e usufruir dos frutos do trabalho realizado. 

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domingo, 6 de agosto de 2017

Matando o Leão

O Leão da Ilha chegou urrando e garantindo que iria tirar a invencibilidade do Timão, mas na realidade, o Leão foi apenas um gatinho assustado diante de um Corinthians compacto e organizado. O que falar desse Corinthians regular, taticamente disciplinado, de defesa sólida e precisa, que sabe marcar sem a bola e com ela é fatal? Desse time que não se afoba, que tem paciência, que troca passes, que deixa o adversário brincar com a bola, mas quando desarma é eficiente, que finaliza menos, mas acerta mais a meta adversária? O que falar que já não tenha sido dito pelos comentaristas e até por técnicos rivais? 
Que joga feio e que é retranqueiro? Que não fica com a bola? 
O que adianta ficar com a bola e não saber o que fazer com ela como tem ocorrido com nossos adversários? O importante é ser eficaz e eficiente, sabendo aproveitar as oportunidades e isso o Corinthians já mostrou ser capaz.
Jogo feio com tantas canetas e chapéus? Com gols reconhecidos como pinturas?
Retranqueiro ou eficiente sem a bola, com marcação precisa e segura? 
E quando tem a bola no pé, sabe o que fazer com ela e, por isso, ainda não perdeu no Brasileirão. E não perde há 34 jogos na temporada. E é líder invicto no Brasileirão e campeão do primeiro turno com  47 pontos. 
Gols
No último jogo ficou patente a força do jogo coletivo e a superioridade tática do Timão. E quando o conjunto vai bem, as individualidades aparecem e o talento dos jogadores evidencia-se na troca de passes, nos dribles, nos desarmes, no jogo quase sem falta (apenas duas) e nos gols. E assim aconteceu para fechar o turno com chave de ouro. Sei que ainda não tem nada ganho, mas se o time mantiver a pegada, a humildade, a concentração e a determinação é um sério candidato ao título. 
Em Itaquera, o Timão engoliu o Leão, vencendo a partida por 3 a 1, com gols do Guilherme Arana, Rodriguinho e Pedro Henrique. Thalisson fez o gol de honra do Sport. 
Clayson, com mais ritmo de jogo, foi um dos melhores em campo e mostrou já haver entendido o que se espera de um jogador do Corinthians. Rodriguinho, não só pelo belíssimo gol, também merece destaque, bem como Fagner, Arana e Pedro Henrique. 
Com o resultado, o Corinthians mantém-se na liderança com 47 pontos, 14 vitórias, 5 empates e 82% de aproveitamento, melhor marca da história dos pontos corridos e 8 pontos à frente do Grêmio, o 2º colocado.  O Sport, com 28 pontos, 8 vitórias, 4 empates, 7 derrotas e 49% de aproveitamento encerra o 1º turno em 6º lugar. 
O Corinthians terá duas semanas sem jogos antes de encarar a equipe do Vitória, no dia 19/08, sábado, às 16:00 horas (de Brasília) na Arena Corinthians em Itaquera, pois a partida contra a Chapecoense, que seria no próximo final de semana, foi reagendada para 23 de agosto. O Sport receberá a Ponte Preta, no próximo domingo, 13/08, às 16:00 horas (de Brasília), na Ilha do Retiro. 

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globoesporte.globo.com-Fernando Dantas/Gazeta Press 
Marcos Ribolli/globoesporte.globo.com-Fernando Dantas/Gazeta Press/gazetaesportiva.com-Marcos Ribolli/globoesporte.globo.com 
youtube.com/Futebol no Rádio-Radio Bandeirantes (narração:Ulisses Costa) 

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Depenando o Galo

Contrariando os prognósticos de anticorinthianos da imprensa e dos secadores de plantão, o Timão fez um belo jogo em Belo Horizonte e depenou o Galo no Mineirão. Com gols de Jô e de Rodriguinho, com boa marcação, mesmo com desfalques (Pablo, Jadson e Romero) e com jogadores desgastados, (Guilherme Arana e Maycon), o Corinthians manteve o padrão de jogo e voltou para São Paulo com mais três pontos na bagagem, com o artilheiro isolado do Brasileirão, Jô, e manteve a liderança e a invencibilidade no campeonato. 
Com o predomínio do jogo coletivo, efetiva troca de passes e organização tática, o Corinthians teve uma vitória sem sustos, enquanto o Galo Mineiro, tendo maior posse de bola (58%) não sabia o que fazer com ela e, mesmo finalizando mais, quinze finalizações contra 12 do Timão, não conseguiu vazar a melhor defesa do Brasileirão. 
Gols
Embora tenha predominado o jogo coletivo, merecem destaque as boas atuações do Jô, Fagner, Rodriguinho, Clayson, Balbuena, Maycon e Cássio, que completou 300 jogos no Timão. Infelizmente, Giovanni Augusto, novamente, não aproveitou sua oportunidade. 
Com o resultado, o Corinthians, com a invencibilidade de 33 jogos na temporada, mantém-se na liderança do campeonato com 44 pontos, (oito a mais do vice líder Grêmio), 13 vitórias, 5 empates e 81% de aproveitamento, e o Atlético-MG, com 23 pontos, 6 vitórias, 5 empates, 7 derrotas e 43% de aproveitamento ocupa o 11º lugar na tabela de classificação. 
Na próxima rodada, o Corinthians enfrentará a equipe do Sport, às 19:00 horas (de Brasília) neste sábado, 05/08, na Arena Corinthians em Itaquera. Para o jogo, já foram vendidos 35500 ingressos. O Atlético-MG enfrentará o Grêmio, no domingo, 06/08, às 16:00 horas (de Brasília), em Porto Alegre. 

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terça-feira, 1 de agosto de 2017

Corinthians 1 X 1 Flamengo/Arbitragem - Apito inimigo

Assalto à mão armada. E a arma não era um revólver e sim uma bandeira na mão de um árbitro incompetente e/ou de má fé, referendado pelo árbitro principal. Isso é revoltante, porque não foi a primeira vez que ocorreu, interferindo diretamente nos resultados dos jogos em que temos sido prejudicados. A CBF precisa urgentemente melhorar, técnica e moralmente, seu quadro de árbitros. Não dá para aceitar que no último jogo o problema foi de visão, pois mais de três metros atrás da linha da bola é uma distância considerável. O problema não é da alçada do oftalmologista, mas de preparo técnico e/ou ético. 
Quanto ao jogo, vimos dois tempos diferentes, o primeiro dominado pelo Corinthians e o segundo pelo Flamengo. Com domínio total do jogo, Jô marcou duas vezes, mas só um gol foi validado. Na etapa final, as mudanças promovidas pelo adversário foram efetivas, obrigando nossa defesa trabalhar. A substituição por contusão do Marquinhos Gabriel por Giovanni Augusto, que não foi bem, contribuiu decisivamente pela queda do rendimento corinthiano. E o time carioca conseguiu empatar a partida. 
Merecem destaque as atuações do Jô, o melhor em campo, do Balbuena, do Fagner, do Guilherme Arana e do Cássio. O destaque negativo foi a atuação do Giovanni Augusto, que sentiu muito a falta de ritmo de jogo. 
Infelizmente, a atuação da arbitragem influiu no resultado do jogo, pois de dois gols marcados, somente um foi validado. Mas os desfalques, antes e durante o jogo, também foram decisivos na queda do rendimento do time. 
Com o resultado, o Corinthians se mantém na liderança da tabela, com 41 pontos, 12 vitórias, 5 empates, 80% de aproveitamento e conquistou, antecipadamente, o primeiro turno do Brasileirão, pois com o empate entre Grêmio e Santos, não pode mais ser alcançado pelos adversários. O Flamengo, com 29 pontos, 7 vitórias, 8 empates, duas derrotas e 57% de aproveitamento ocupa o 5º lugar no campeonato. 
Na próxima rodada, o Corinthians enfrentará o Atlético-MG, na quarta-feira, 02/08, às 21:00 horas (de Brasília), no Mineirão, e o Flamengo, no mesmo dia, enfrentará o Santos, no estádio do Pacaembu, às 21:45 horas (de Brasília). 

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quinta-feira, 27 de julho de 2017

Classificação garantida

Mesmo com vários desfalques, o Corinthians se classificou para as oitavas de final da Copa Sul Americana. Não foi um jogo tranquilo nem um jogo bonito. Mas valeu a classificação e para testar jogadores que pouco tem atuado. Infelizmente, nem todos aproveitaram a oportunidade e foram aprovados. Clayton e Kazin ficaram muito aquém do necessário para atuar no Timão. Mostraram que, no máximo, servem para compor o elenco. Clayton ainda se movimentou bem e tentou ajudar, mas perdeu um gol imperdível. Ambos erraram muito e, com a bola nos pés, quase nada fizeram. Léo Príncipe, Giovanni Augusto e Marquinhos Gabriel se saíram melhor e mostraram que podem ser úteis ao time. 
Romero, Fagner, Jô e Rodriguinho fizeram muita falta, principalmente o atacante paraguaio, e o Corinthians deu muito espaço para os colombinos que, por deficiências técnicas de seus jogadores, não souberam aproveitar. Mesmo com mais posse de bola, (54%), o Corinthians errou muitos passes (50). finalizações (7) e cruzamentos (8). Apenas duas finalizações certas e dois gols marcados, o que mostra que se tivesse atuado melhor, o resultado teria sido mais amplo e a vitória sem tanto sofrimento. 
Gols
O primeiro gol, aos 28 minutos do primeiro tempo, saiu de uma cobrança de escanteio de Maycon, em que Balbuena não perdoou e cabeceou para o fundo da rede. O segundo, saiu já nos acréscimos, aos 46 minutos da etapa final, quando Pedrinho aproveitou longo lançamento de Cássio, ganhou da defesa colombiana e encobriu o goleiro Villete. Um golaço, o primeiro do garoto como profissional. 
Balbuena e Pedrinho foram os melhores em campo. Arana fez uma partida aquém do que pode e Clayton e Kazin foram os piores em campo. 
Com o resultado, o Timão chega ao seu 31º jogo de invencibilidade na temporada, igualando a segunda maior sequência da história alvinegra, obtida pela primeira vez na década de 1930. Foi também a primeira classificação em uma competição internacional obtida na Arena e o passaporte para as oitavas de final da Copa Sul Americana, quando enfrentará o vencedor do duelo entre Racing e Independiente Medellin. Os dois times entram em campo nesta quinta-feira, às 21:45 horas (de Brasília), na Colômbia, com o time da casa precisando reverter os 3 a 1 obtidos pelos argentinos na partida de ida. Pelo Brasileiro, o Corinthians enfrentará o Flamengo no domingo, 30/07, às 16:00 horas (de Brasília), na Arena Corinthians, em Itaquera, em São Paulo. 
Coletiva do Carille e Balbuena

Créditos e fontes de imagens e vídeos 
globoesporte/globo.com-Luis Moura/Wpp/Gazeta Press 
Djalma Vassão/Gazeta Press/gazetaesportiva.com 
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domingo, 23 de julho de 2017

Calando as cornetas

Gol
Para alegria da Fiel e tristeza dos antis, o Corinthians superou seus desfalques e venceu o Fluminense fora de casa, mantendo-se com folga na primeira posição do Campeonato Brasileiro. A profecia do Renato Gaúcho não se realizou e o Timão não despencou, porque acreditamos no Corinthians e não nas mandingas dos secadores de plantão. O trabalho do Carille é a garantia contra qualquer olho gordo e a energia emanada pela Fiel é maior que qualquer negatividade dos anticorinthianos. 
Depois de um primeiro tempo morno, com poucas chances para os dois times, com o Fluminense com maior posse de bola e com o Timão melhor na criação, com um pênalti não marcado quando Léo puxou a camisa do Jô dentro da área, o Corinthians voltou para o segundo tempo com uma postura mais aguerrida e, aos quatro minutos da etapa final, Balbuena abriu o placar na cobrança de escanteio pelo Giovanni Augusto. 
Após o gol, o jogo ficou mais aberto, pois ao time da casa não restou outra alternativa a não ser ir pra cima dos alvinegros. Mas com o meio campo sem poder de criação, mais na base do abafa do que na técnica, os cariocas não conseguiram seu intento, principalmente devido à boa atuação da defesa corinthiana e das boas defesas do Cássio. 
Carille, mesmo com os desfalques, conseguiu manter o padrão de jogo e a mesma disciplina tática dos jogadores. Pedro Henrique entrou bem no jogo e Giovanni Augusto, mesmo sem ritmo, não comprometeu e, inclusive participou da jogada do gol corinthiano. Cansou no final e foi substituído pelo Pedrinho. 
Balbuena e Cássio foram os melhores em campo, embora o mais importante tenha sido o jogo coletivo, que superou as ausências dos titulares. O resultado poderia até ser mais amplo, não fossem os erros de finalizações (11) e de cruzamentos (27). Mesmo com os erros, o Corinthians foi superior, criou mais e mereceu a vitória.
Com o resultado, o Corinthians, com 30 jogos de invencibilidade no ano, mantém-se na liderança do campeonato com 40 pontos, 12 vitórias, 4 empates e 83% de aproveitamento; e o Fluminense com 21 pontos, 5 vitórias, 6 empates, 5 derrotas e 44% de aproveitamento está em 12% lugar. 
Antes da próxima rodada do Campeonato Brasileiro, Corinthians e Fluminense participarão da segunda fase da Copa Sul-Americana. Na quarta-feira, 26/07, o Timão receberá o Patriotas, da Colômbia, em sua Arena em Itaquera, com a pequena vantagem de ter empatado por 1 a 1 no jogo de ida. No mesmo dia, o Fluminense estará no Equador para enfrentar a Universidad de Quito, adversário que goleou por 4 a 0.
Pelo Brasileirão, na próxima rodada, o Corinthians enfrentará o Flamengo, em Itaquera, e o Fluminense jogará com a Ponte Preta, no Moisés Lucarelli. As duas partidas estão agendadas para domingo, 30/07, às 16:00 horas. 

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Rodrigo Gazzanel/Agência Corinthians/gazetaesportiva.com 

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Perdendo gordura

A bruxa estava solta na Ressacada na fria noite de Floripa. O saldo do jogo não foi o desejado. Dois jogadores lesionados, um suspenso e dois pontos perdidos. E problemas para os próximos jogos. Pablo e Jadson farão falta nas próximas partidas, principalmente Jadson, que não tem substituto com suas características de armação e criação. 
Não estamos cortando na carne, mas com os dois últimos empates, já começamos a queimar gordura. De seis pontos possíveis, perdemos quatro e vimos a diferença para o vice líder diminuir para seis pontos. Precisando reagir, perdemos jogadores por lesão e suspensão, e o time vai ter que fazer das tripas o coração para não diminuir a diferença para o Grêmio. Será um grande desafio para o grupo, que terá que superar no coletivo as ausências individuais. 
O resultado do jogo não demonstra o desempenho em campo. O Corinthians teve posse de bola (67%), criou, mas errou no arremate final. Finalizou 21 vezes, 7 certas, mas parou na trave ou nas mãos do goleiro Douglas. Mas 14 finalizações erradas é um exagero. O Avaí, na retranca e saindo no contra ataque, finalizou 14 vezes, 5 certas e 9 erradas. Apesar de dominar o jogo e não ser vazado, perdemos dois pontos que, no final do campeonato poderão fazer falta. 
Jô foi o melhor jogador em campo, fazendo o pivô e distribuindo bem o jogo. Os piores desempenhos foram de Marquinhos Gabriel e Romero, ambos muito aquém do que podem render. 
A comissão técnica e o Departamento Médico precipitaram-se na escalação do Pablo, que sentiu a contusão, e Betão, mesmo fora do Corinthians, continua nos prejudicando. Com duas costelas quebradas num choque com o zagueiro, Jadson deverá ficar um mês fora do time. Com certeza, tais perdas, no início da partida, interferiram no desempenho do time. Com Marquinhos Gabriel produzindo menos do que é capaz e precisando de saídas mais rápidas, Carille, na substituição do Gabriel, deveria ter optado por Pedrinho, que é ágil e habilidoso, e não pelo Kazin. 
Com o resultado, o Corinthians com 37 pontos, 11 vitórias, 4 empates e 82% de aproveitamento permanece na liderança do Brasileirão, com seis de diferença do Grêmio, vice-líder, que derrotou o Vitória no Barradão. O Avaí com 14 pontos, 3 vitórias, 5 empates, 7 derrotas e 31% de aproveitamento está em 18º lugar, portanto, na zona de rebaixamento. 
Na próxima rodada, o Corinthians enfrentará o Fluminense, às 16:00 horas (de Brasília) no domingo, 23/07, no estádio do Maracanã, e o Avaí, na mesma data e horário, receberá  o Cruzeiro na Ressacada, em Florianópolis. 

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Daniel Augusto Jr-/Agência Corinthians/gazetaesportiva.com