segunda-feira, 22 de maio de 2017

Valeu o resultado - Já o jogo...

Gol
Valeu o resultado que garantiu os três pontos para o Timão. Já o jogo foi apenas sofrível. Após um primeiro tempo de dar sono até em energético, o time voltou do vestiário acordado e mais antenado. O Corinthians, que tinha dificuldades na transição, melhorou com as mexidas do Carille, que fez uma leitura correta do jogo, ao trocar o volante Maycon pelo meia atacante Marquinhos Gabriel e ao alterar o posicionamento do Jadson e do Rodriguinho, o que deu mais força ofensiva à equipe. Logo no seu primeiro lance, Marquinhos Gabriel roubou a bola no campo defensivo, tabelou com Jadson e deu o passe para Jô abrir o placar na Fonte Nova. Tomara que seja sua volta por cima, após não ter rendido o que dele se esperava. Qualidade técnica ele tem, faltava maior comprometimento. Com esse gol, Jô, com nove gols, assume a artilharia da temporada, seguido por Rodriguinho, com oito gols. 
Além da soneca da etapa inicial, a lesão do Balbuena, foi outro destaque negativo da partida. Embora a entrada de Léo Santos não tenha comprometido o desempenho da equipe, poderemos ter problemas na zaga, pois Pablo e Vilson também estão no Departamento Médico. 
Jô foi o melhor jogador em campo, seguido de Marquinhos Gabriel. Num campeonato longo é fundamental que todos estejam bem e entrosados no time, razão pela qual o bom desempenho do meia nos dá esperança de melhoras no campo ofensivo.
Com o resultado, o Timão ocupa o 5º lugar no campeonato, com 4 pontos em 6 disputados, uma vitória, um empate e 67% de aproveitamento. Mas o campeonato é longo, ainda é cedo para fazer previsões e o importante é manter-se no pelotão da frente. 
Ficha Técnica - Vitória 0 X 1 Corinthians
Local: Arena Fonte Nova, em Salvador (BA)
Data: 21 de maio de 2017, domingo
Horário: 16:00 horas (de Brasília)
Árbitro: Pericles Bassols Pegado Cortez – PE (CBF)
Árbitro assistente 1: Clovis Amaral da Silva - PE (CBF)
Árbitro assistente 2: Cleberson do Nascimento Leite - PE (CBF)
Quarto árbitro: Marcelino Castro de Nazare - PE (CBF)
Árbitro assistente adicional 1: Gilberto Rodrigues Castro Junior - PE (CBF)
Árbitro assistente adicional 2: Deborah Cecilia C. Correia - PE (FIFA)
Público: 16.515 pagantes
Renda: R$ 460.438,50
Cartão amarelo: Marquinhos Gabriel (Corinthians)
Gol: Corinthians: Jô, aos 30 minutos do segundo tempo
Vitória: Fernando Miguel; Leandro Salino, Alan Costa, Fred e Geferson; Willian Farias, Uillian Correia (Euller) e Cleiton Xavier (Pisculichi); Paulinho, David e Rafaelson (Jhemerson); Técnico: Dejan Petkovic
Corinthians: Cássio; Fagner, Balbuena (Léo Santos), Pedro Henrique e Guilherme Arana; Gabriel, Maycon (Marquinhos Gabriel), Jadson (Paulo Roberto), Rodriguinho e Romero; Jô; Técnico: Fábio Carille 

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segunda-feira, 15 de maio de 2017

A maratona pesou

Cinco jogos decisivos, viagem para o Chile, mudança de clima e um vírus foram suficientes para deixar o time baleado. É natural uma baixada da adrenalina após grandes emoções, o campeonato está só no início e o empate não é motivo para desespero nem para achar que, por isso, o time é ruim. É o mesmo time que venceu o Paulista e deu uma aula de futebol na Universidad de Chile. Oscilações são comuns e ainda precisamos de algumas peças de reposição. Pesou o cansaço, pesou a queda da adrenalina após cinco jogos desgastantes, pesaram as pernas dos jogadores, que não conseguiram manter o ritmo na etapa final e deixaram o Chapecoense empatar o jogo. 
Após um bom primeiro tempo, a queda de rendimento foi nítida. Depois do intervalo, o Corinthians não conseguiu manter o ritmo e sucumbiu à marcação do Chape. O cansaço era visível e a maratona de jogos decisivos cobrou o seu preço. Após o gol que empatou a partida, os jogadores descontrolaram-se e, afobados, não mantiveram o equilíbrio e a concentração necessárias para virar o jogo. Com dificuldade na criação e com os jogadores baleados, conseguimos segurar o empate. E lá se foram dois pontos perdidos em Itaquera. Num campeonato de pontos corridos, em casa jamais poderemos ter pontos perdidos. A contusão de Pablo fez Carille perder uma substituição ofensiva, no momento em que faltavam pernas para nossos atletas. Pedrinho poderia ter possibilitado maior movimentação ao time e mais infiltração, mas o técnico optou por Kazin, que nada acrescentou à equipe alvinegra. 
É preocupante o fato do time não estar conseguindo vencer na Arena. Embora o cansaço, a maratona de jogos e a gripe possam ser atenuantes, é urgente que Carille busque alternativas, o que implica, necessariamente em melhor utilização de setor ofensivo, inclusive com reforços para algumas posições. E, dependendo da gravidade da lesão do Pablo, a contratação de mais um zagueiro. 
Felizmente, teremos uma semana cheia, tempo necessário para o descanso e recuperação física e psicológica dos jogadores, bem como para a correção das falhas da equipe. Os dois próximos jogos serão fora e precisamos recuperar os pontos perdidos na Arena. E que venha a primeira vitória. 

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quinta-feira, 11 de maio de 2017

Uma aula para a Universidad

Sim. Foi uma aula de futebol em que os operários de Carille foram aprovados e os universitários do Chile foram reprovados. E eliminados. Com um primeiro tempo impecável, o Corinthians, que já trazia uma boa vantagem de Itaquera, garantiu sua classificação tranquilamente e sem susto. Com 2 a 0 no jogo de ida e podendo até perder o jogo por um gol de diferença, o time não se acomodou e segurou a pressão, mesmo com o time chileno vindo pra cima no início da partida. Cássio, preciso e seguro, fechou o gol, Rodriguinho e Jadson marcaram para o Timão, acabando com a esperança dos chilenos reverterem o resultado. No placar agregado 4 a 1 para o Corinthians e a volta para o Brasil com a classificação na bagagem. 

Mesmo com dois desfalques importantes na defesa, Fagner e Pablo, os corinthianos conseguiram segurar o ímpeto inicial do time da Universidad de Chile. Infelizmente, Léo Príncipe, que fazia uma boa partida, sentiu dores na coxa e precisou ser substituído. Em seu lugar entrou o volante Paulo Roberto, improvisado como lateral direito. 

Com sua organização tática, os comandados do Carille, num jogo coletivo com muito comprometimento, raça e determinação não se deixaram intimidar pelos torcedores chilenos que lotaram o Estádio Nacional. Com boa troca de passes, marcação precisa e boa movimentação deram uma lição de como vencer fora de casa. E vinham de duas partidas desgastantes, além da ressaca do título estadual, o que poderia fazê-los perder a concentração. 

Embora o time como um todo tenha apresentado um bom desempenho, merecem destaque as atuações de Cássio, Rodriguinho, Jadson e Jô. Os piores em campo foram Paulo Roberto, que atuou improvisado fora de sua posição original, e Clayton, que até agora não justificou sua contratação. Marlone, pelo menos, fazia uns golzinhos para nos alegrar. 

Nem bem conseguiu sua classificação, o time muda o chip e já se prepara para a estreia no Campeonato Brasileiro no próximo sábado, 13/05, às 19:00 horas, em sua Arena em Itaquera, contra o Chapecoense. 


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segunda-feira, 8 de maio de 2017

Conquista na raça - É campeão

Ao empatar com a Ponte Preta por 1 a 1 no domingo, em sua Arena em Itaquera, (placar agregado 4 a 1) o Corinthians comemorou dignamente os 40 anos do Campeonato Paulista de 1977 e conquistou seu 28º título estadual. Descreditado pela imprensa, pelos adversários e até por alguns torcedores no início da temporada, o Timão superou as melhores expectativas e queimou a língua de muitos. De quarta força a campeão paulista, foi um trajeto de muita raça, comprometimento, entrega e superação. Carille, o grande comandante, soube tirar o melhor de cada jogador e levantar o ânimo do combalido elenco de 2016. Sem recursos financeiros e sem grandes contratações, soube se virar com o que tinha disponível e montar uma equipe organizada, com um padrão tático definido, aguerrida e disciplinada. E os jogadores, compactuando com a seriedade e a proposta do técnico, contribuíram com muita entrega e disciplina tática para a existência de um time capaz de almejar algo mais que a figuração no campeonato. 
Entrevista do Carille
Assim, a chamada "quarta força" foi se impondo no torneio estadual, lutando de igual para igual e, até superando adversários que se reforçaram com grandes "estrelas" do futebol, chegar, com todos os méritos, à conquista do título paulista. Título este que começou com a classificação, continuou com as eliminações do Botafogo-SP e São Paulo e culminou com o placar agregado de 4 a 1 sobre a Ponte Preta. 
O resultado final foi construído no 1º jogo em Campinas na vitória por 3 a 0. Na partida de volta na Arena Corinthians, quando poderia perder até por dois gols de diferença, sem dois jogadores fundamentais, Gabriel e Rodriguinho, o Corinthians administrou o jogo e empatou com a Macaca por 1 a 1, com gol de Romero, e sagrou-se, pela 28ª vez, campeão paulista. Talvez por ter uma grande vantagem ou pelo próximo compromisso na quarta feira, 10/05, em Santiago, no Chile, ou pelos desfalques, o jogo de volta em nossa casa não repetiu a atuação primorosa do time no Moisés Lucarelli, em Campinas. 
Mas, o importante foi o título, comemorado condignamente com a participação dos heróis de 1977 e com o encontro do Pé de Anjo Basílio e o Pé de Angel Romero, além das presenças de Tobias, Vaguinho, Vladimir, Zé Maria e de Marlene Matheus.
A festa foi linda e emocionante, digna da nossa história e das nossas tradições. 
AQUI É CORINTHIANS
Quando não dá na técnica vai na raça

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domingo, 30 de abril de 2017

No Moisés DuCARILLE, o Corinthians derrubou a Macaca da Ponte

Melhores momentos
Foi um jogo pra ninguém botar defeito. O Corinthians jogou bem e sobrou. Foi firme e seguro na defesa, sólido no meio campo e preciso no ataque. O resultado poderia ser até maior, mas 3 a 0 fora de casa no jogo de ida da final do Paulistão está de bom tamanho. O Corinthians dominou a partida, nossa defesa anulou o forte trio de atacantes da Macaca, Lucca, William Pottker e Clayson, inclusive o artilheiro do campeonato, e Rodriguinho comeu a bola. O ponto negativo foi a penalização de Rodriguinho e Gabriel com cartões amarelos que poderiam ter sido evitados. Até o Raphael Klaus, que como árbitro é um caos, foi mais comedido em suas lambanças. 
Gols
Rodriguinho foi o melhor em campo com dois gols e uma assistência. Também merecem destaques as atuações de Jadson que, com a camisa 77, armou várias jogadas e fez o segundo gol, da segura dupla de zaga e do atacante Jô, com uma assistência e muita precisão nas jogadas. Mas, o time como um todo foi efetivo e preciso, tapando a boca daqueles que não acreditaram no trabalho do Carille nem na raça corinthiana. 
Dessa vez a Macaca escorregou nas cascas de banana e caiu da Ponte. Méritos para o Carille que, remontando o time que fracassou em 2016 e utilizando garotos da base, soube potencializar seus jogadores, tirando o melhor de cada um e, com o que tinha disponível, construir um time com padrão tático definido e muita entrega. 
Entrevista do Carille
Entrevista do Rodriguinho
Com o resultado, para conquistar seu 28º título paulista, o Corinthians pode perder até por dois gols de diferença no jogo da volta, marcado para o dia 7 de maio, domingo, às 16:00 horas, (de Brasília), na Arena Corinthians em Itaquera. A Ponte Preta, para superar o Timão, precisa ganhar de 4 a 0. Se vencer por 3 a 0, a decisão irá para os pênaltis. 
Após 40 anos da conquista histórica de 1977, o Corinthians tem uma enorme vantagem e poderá comemorá-la com mais um título do Paulistão. Mas apesar da vantagem, não tem nada ganho e ainda faltam 90 minutos de jogo. Para sagrar-se campeão, é necessário respeitar o adversário, manter a concentração e jogar com humildade e seriedade. 
Bastidores

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segunda-feira, 24 de abril de 2017

A caminho da Ponte

Melhores momentos
Mesmo sem apresentar um futebol bonito e com algumas oscilações, estamos na final do Campeonato Paulista. A quarta força superou a primeira, a segunda, a terceira e vai enfrentar a Macaca na decisão do Paulistão, a mesma Macaca que devorou a Baleia e derrubou a porcada da Ponte. Para quem começou a temporada desacreditada, chegar a final foi um cala boca na imprensa anti e nos secadores de plantão. 
Após vencer o São Paulo por 2 a 0 no Morumbi, o Timão empatou em casa por 1 a 1, carimbando o passaporte para a final, que será disputada em dois jogos, o primeiro no dia 30 de abril, domingo, às 16:00 horas, no estádio Moisés Lucarelli em Campinas, e o segundo no dia 07 de maio, domingo, às 16:00 horas, na Arena Corinthians, em Itaquera. 
Precisando da vitória para se classificar, o São Paulo foi mais ofensivo, mas embora com maior posse de bola, pecou pela desorganização e teve dificuldades na criação, o que levou o time a apelar para chuveiradas na área alvinegra. Nervosos, os tricolores abusaram da violência, irritando os corinthianos que, infelizmente, entraram na pilha adversária, o que resultou em alguns cartões amarelos. 
Mais organizado e bem defensivamente, o Corinthians optou em esperar o adversário e sair no contra ataque. Mas, não conseguiu ser brilhante como foi no Morumbi. Se foi bem nos desarmes, (26), errou muitos passes (59), finalizações (duas certas e 6 erradas), cruzamentos (2 certos e 8 errados) e lançamentos (16 certos e 26 errados). E bobeou no gol deles. Moisés perdeu a bola, Thiago Mendes lançou-a para Pratto, nossa defesa chegou atrasada e levamos o empate. 
Gols
O gol corinthiano saiu aos 46 minutos da etapa inicial. Jadson cobrou falta, Pratto tentou afastar e a bola sobrou para o Jô que mandou para o fundo da rede. Os tricolores reclamaram de impedimento, mas como Luccas Pratto, deliberadamente, tocou na bola, sua ação quebrou o impedimento. http://globoesporte.globo.com/futebol/times/corinthians/noticia/jo-estava-impedido-quando-fez-o-gol-veja-o-que-dizem-a-regra-e-os-especialistas.ghtml 
Com o resultado o Corinthians classificou-se para a final e manteve o tabu de nunca ter perdido para o São Paulo em Itaquera e, pela 7ª vez, eliminou os tricolores em mata mata. 
Pela primeira vez no ano, Carille terá uma semana inteira para treinar. É importante que aproveite o tempo para corrigir as falhas, treinar os fundamentos e recuperar os jogadores mais desgastados. E que o preparo seja efetivo porque na final o Timão irá enfrentar um adversário mais organizado e melhor preparado que os anteriores. 
Entrevista do Carille
Bastidores

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sexta-feira, 21 de abril de 2017

Bola pra frente

Aconteceu o inesperado e o indesejado. Eliminação é sempre ruim. Eliminação em casa e nos pênaltis é ainda pior. Ainda mais quando o time é um freguês. Mas aconteceu. E nem dá tempo de lamber as feridas e já tem outra decisão pela frente. Portanto, só nos resta enxugar as lágrimas, erguer a cabeça e nos prepararmos para o novo desafio que bate às nossas portas. Isso implica, primeiramente em tirar desse insucesso a sua lição. Onde erramos, o que faltou, onde e por que falhamos? E, principalmente, corrigir as falhas e não errar mais. 
Parar de errar passes e de perder gols, trabalhar melhor as jogadas, aumentar e manter a concentração, não errar nas substituições, treinar pênaltis e não pipocar. Na realidade, perdemos para nós mesmo. Nosso gol saiu logo, achamos que o jogo estava ganho, nos desconcentramos e levamos o empate. Aí, no abafa, tivemos que correr atrás do prejuízo e, por erros nossos, deixamos o jogo ir para os pênaltis, o que há muito tempo, deixou de ser a nossa praia. Nossos 48% de posse de bola foi, predominantemente, no campo defensivo, de 383 passes, erramos 59, de 16 cruzamentos, só acertamos cinco, e de 44 lançamentos, erramos 14. Das 16 finalizações realizadas, só 4 foram certas e só uma resultou em gol. Perdemos gols imperdíveis: dois no primeiro tempo (Jô e Romero) e três na etapa final (Pablo, Rodriguinho e Clayton). Carille substituiu mal, ao colocar o Mortinho Gabriel. ops, Marquinhos, e o estabanado Clayton. Tinha opções melhores no banco: Camacho, Pedrinho, Léo Jabá e Kazin. E nas cobranças de pênalti um experiente pipocou e outro foi displicente e errou. 
Se eu, que sou apenas torcedora, consegui enxergar esses erros, acredito que a comissão técnica, a quem compete corrigi-los, também deve ter detectado essas e outras possíveis falhas. Sei que o tempo de treino é curto, mas como a maioria dos erros foram de postura e de falta de concentração, uma conversa séria e contundente com o elenco é fundamental para o êxito do próximo desafio. 
Excesso de confiança e salto alto são atitudes soberbas e sempre levam ao fracasso. Por isso, apesar da vantagem, temos que encarar o jogo contra o São Paulo com a maior seriedade e não cometer os erros do último jogo. Humildade, concentração e comprometimento são as palavras chaves da disputa da semifinal do Paulistão. 

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segunda-feira, 17 de abril de 2017

Corinthians, soberano no Majestoso

Melhores momentos
Quem é rei, não perde a Majestade. Pode ter sofrido desmanche e omissão da diretoria, achincalhe da imprensa e dos antis, prognósticos negativos, pode perder jogadores e comissão técnica, pode sofrer com jogador tiriça e outros problemas, mas sempre renasce para brilhar. Pode oscilar, mas na hora certa mostra o seu valor e, com muita garra e dedicação, supera suas dificuldades e limitações. Esse é o Corinthians de tradições e glórias mil. 
O Timão não tomou conhecimento dos 45 mil tricolores que estavam no Morumbi e nem se deixou intimidar pelos donos da casa e com sua maior posse de bola (62%), um verdadeiro latifúndio improdutivo. Errando menos passes que em jogos anteriores, com boa movimentação, firme na marcação e com muita eficiência defensiva, o Corinthians foi pragmático e soube aproveitar as oportunidades que teve, liquidando a fatura já no primeiro tempo. Com 90% de acerto de passes, dominou totalmente a etapa inicial. No segundo tempo, com a saída de Jadson por contusão, o Corinthians criou menos e deixou de atacar, abrindo espaços para o adversário, enquanto o São Paulo, no abafa, mas muito bagunçado, veio pra cima e nas poucas vezes que passou pela defesa alvinegra, parou nas mãos do Cássio. Administrando o jogo, o Timão manteve sua superioridade e saiu do Morumbi com uma boa vantagem para o jogo de volta.
O alvinegro, compacto e mais organizado, com um padrão de jogo definido, foi superior ao tricolor e o Rogério Ceni levou um nó tático do Carille. Defensivamente seguro e ofensivamente oportunista, construiu o resultado no primeiro tempo e depois administrou. Isso não significa que o time atingiu a perfeição. Ainda existem muitos pontos a melhorar, inclusive aprimorar os lançamentos e ter mais cuidado nos contra ataques. Mas tudo indica que Carille está no caminho certo e que o time vai crescer mais ainda no decorrer da temporada.
Gols
O primeiro gol, aos 20 minutos da etapa inicial, foi do Jô, com assistência do Rodriguinho. O segundo, aos 47 minutos, foi do Rodriguinho, que após receber o passe de Guilherme Arana, deixou para trás Jucilei e Maicon e, num chute de fora da área, mandou a bola para o fundo da rede tricolor. 
Embora o time tenha ido bem no jogo coletivo, merecem destaques as atuações de Rodriguinho, Jô, Arana, Gabriel, da dupla de zaga, Pablo e Balbuena e do goleiro Cássio. Outro destaque do jogo foi a atitude do Rodrigo Caio, que livrou o Jô de um injusto cartão amarelo ao se acusar de ter pisado involuntariamente no pé do goleiro São Paulino, o que levou o árbitro a anular o cartão atribuído indevidamente ao centro avante corinthiano. Num belo exemplo de hombridade e de bom caráter, Rodrigo Caio revogou a "Lei de Gerson".
Com a vitória de 2 a 0, o Corinthians vai para o jogo de volta com a vantagem de poder perder por um gol de diferença e, ainda assim, sair com a vaga. O duelo está marcado para o próximo domingo, 23/04. às 16:00 horas, horário de Brasília, na Arena Corinthians, em Itaquera. O regulamento não prevê peso extra a gols marcados fora de casa. Com a derrota, o Tricolor deixou o estádio vaiado e aos gritos de “time sem vergonha”. Mas antes do jogo de volta pelo Paulista, os rivais farão o jogo de volta pela quarta fase da Copa do Brasil. O São Paulo buscará reverter a desvantagem de 2 a 0 contra o Cruzeiro, nesta quarta-feira, 19/04, às 19:30 horas, no Mineirão e no mesmo dia, às 21:45 horas, o Corinthians receberá o Internacional em Itaquera, podendo empatar sem gols para avançar no torneio. 
Entrevista do Carille
Bastidores

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quinta-feira, 13 de abril de 2017

O árbitro ficou com medo do DVD?

Melhores momentos
Que a arbitragem brasileira é ruim, despreparada e muitas vezes tendenciosas não é novidade pra ninguém. Ela consegue desagradar todos os times e erra muito. Mas os árbitros que atuaram em Porto Alegre precisam, urgentemente, consultar um bom oftalmologista, pois não viram um pênalti claríssimo no Romero e enxergaram um escanteio inexistente na origem do gol colorado, pois o último a tocar a bola foi o D'Alessadro. Será que não viram mesmo ou ficaram com medo de aparecer no DVD? 
O que importa é que mesmo com a ajuda da arbitragem e com a torcida gaúcha apoiando seu time, o Corinthians empatou com gol fora de casa e conseguiu uma ligeira vantagem na decisão em Itaquera. E estávamos com desfalque de dois jogadores importantes: Jadson e Jô. 
Gols
Embora tenha sido um jogo movimentado e considerado por muitos como o melhor jogo do Timão fora de casa, algumas ações corinthianas são preocupantes e precisam ser evitadas no jogo de volta. Não podemos continuar errando tantos passes, (64 passes errados com apenas 37% de posse de bola) nem perder gols cara a cara com o goleiro. Em Itaquera temos que jogar como time grande que somos, propor o jogo, ir para cima e não apenas ficar esperando o erro do adversário e sair no contra ataque. Precisamos, também apresentar novas alternativas táticas e variar as jogadas. Temos uma ligeira vantagem, mas não tem nada ganho e, em casa, temos a obrigação de ganhar bem. Não podemos nos contentar com um empate sem gols. 
Felizmente teremos a volta de Jadson e Jô, pois o Mortinho Gabriel e o Giovanni Angústia Pipoca continuam devendo futebol. E não vi nada de especial na atuação de Clayton. 
Pablo falhou no gol colorado, Arana deu mais uma assistência e Romero, além de ajudar muito na marcação, foi o autor do gol do Timão. Marquinhos Gabriel e Giovanni Augusto foram os piores em campo. Romero, Gabriel, Arana e Balbuena foram os melhores.
Corinthians  e Internacional farão a partida decisiva na próxima quarta-feira, 19/04, às 21:45 horas, na Arena Corinthians. Se não sofrer gols, o Timão garante a classificação com qualquer placar. Aos gaúchos, resta a vitória ou empates a partir de 2 a 2. Se o 1 a 1 for repetido, a vaga será decidida nos pênaltis. 
Entrevista de Carille

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segunda-feira, 10 de abril de 2017

O que esperar?

Classificados no sufoco. Quase na bacia das almas. Mesmo jogando melhor que no jogo de ida, só um golzinho e uma bela defesa do Cássio nos livraram da disputa de penalidades. Só ficamos sossegados após o apito final. Empatamos fora e vencemos em casa pelo placar mínimo. Uma classificação chorada diante de um time arrumadinho, mas com muita deficiência técnica. Muito pouco para as exigências da torcida, mas o suficiente para prosseguirmos vivos no Campeonato Paulista. 
Com um time em formação e com um elenco sem grandes craques, vamos nos equilibrando e sobrevivendo. Com empates e "goleadas" de 1 a 0 vamos batendo as metas e caminhando na busca do objetivo final. Aliás, essa situação já foi vivenciada em um passado recente sob os comandos do Tite e do Mano Menezes. Naquela época o desempenho e os resultados eram similares. Empate fora e "goleada" em casa. E assim faturamos títulos e nos destacamos no mundo do futebol. No entanto, se isso nos anima, precisamos estar atentos para o que hoje nos diferencia daqueles momentos. Mano e Tite tinham à disposição alguns atletas diferenciados e até alguns craques, enquanto Carille trabalha com um elenco tecnicamente limitado. Aliás, com raras exceções, não temos jogadores acima da média, o que exige do time disciplina tática e muito esforço. Algumas jovens promessas, aliadas a alguns jogadores mais experientes, são a esperança de que no futuro tenhamos um time melhor qualificado e mais competitivo. Isso se alguns dos experientes que se encontram acomodados deixarem de lado a tiriça ou forem negociados e substituídos por outros mais comprometidos. 
Carille, nas atuais condições do time, superou minhas expectativas. Ele não tem ingredientes suficientes para preparar um banquete, mas está se virando com o que tem para não deixar ninguém passar fome. Até onde e quando vai conseguir nos alimentar é uma incógnita. Daqui para frente é só pedreira. Os rivais contrataram novos jogadores e se reforçaram, enquanto, sem dinheiro, o Corinthians apostou em jovens promessas e em poucos reforços pontuais. Do que herdamos do ano anterior, pouco deu para aproveitar. Conseguimos emprestar alguns, outros se escondem da bola e pouco sobrou de aproveitável. Ainda bem que tem uma molecada dando o sangue e suando a camisa. 
Não estou pessimista, apenas realista. Mata mata no Paulistão, Copa do Brasil e Sul Americana mais o Campeonato Brasileiro de pontos corridos são os desafios que nos aguardam. Teremos fôlego para enfrentá-los com o que temos disponível? Temos condições de nos reforçar devidamente, com jogadores que cheguem para vestir a camisa e decidir ou vamos nos contentar com apostas de times de Série B, que precisam de tempo para começar a jogar? Se for para apostar, que apostemos em nossa base. Perderemos jogadores na próxima janela de transferência? Iremos repor as perdas com a mesma qualidade? Teremos dinheiro para isso? Como enfrentaremos os desafios do ano? O que nos espera? Daremos conta? Ou vamos apenas nos preparar para 2018? O que esperar dessa diretoria trapalhona e omissa, que tem se mostrado incapaz de enfrentar e resolver os problemas do futebol corinthiano?
Como torcedora não tenho respostas, apenas preocupações. E muitas... Não vejo soluções a curto prazo. E espero que a próxima gestão seja mais competente e mais comprometida com o nosso Corinthians. 

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quinta-feira, 6 de abril de 2017

Bom resultado. Desempenho nem tanto.

Valeu o resultado que nos faz esperar no Chile um jogo menos dramático e uma partida mais tranquila. É certo que não tem nada ganho, mas basta não levar gol para garantir a classificação e se conseguir marcar no estádio do rival, tudo ficará mais tranquilo e favorável. Em Itaquera, o Universidade de Chile não se intimidou, assumiu a iniciativa do jogo, teve mais posse de bola, criou várias oportunidades, mas não foi capaz de aproveitá-las e transformá-las em gol, em parte pela ação da defesa corinthiana. O Corinthians, com uma postura reativa, nem parecia estar jogando em casa até que num bate e rebate na área chilena aconteceu o gol que veio dar tranquilidade ao alvinegro e confiança ao time que voltou melhor no segundo tempo, melhorando o seu desempenho. Os chilenos sentiram o cansaço da intensidade do primeiro tempo, os corinthianos imprimiram maior dinamismo às suas ações, melhorando a troca de passes e a atuação do meio campo e sendo mais eficientes nos contra ataques. E assim saiu o 2º gol. E poderiam ter saído outros, se houvesse maior frieza e precisão nos arremates finais. 
Gols
O primeiro gol foi marcado aos 41 minutos do primeiro tempo, numa jogada que envolveu Jadson, Romero, Maycon, Jô, Arana, Gabriel, a zaga adversária, a trave, defesas do goleiro Herrera e terminou com o chute certeiro de Rodriguinho para abrir o placar em Itaquera. O segundo aconteceu aos 24 minutos da etapa final. Jadson bateu falta, Jô desviou de cabeça para Rodriguinho que, na entrada da área, com um simples toque devolveu para Jadson mandar para o fundo da rede. Um golaço! 
Com o resultado, o Corinthians joga a partida de volta, dia 10 de maio, no Chile, com a vantagem de poder até perder por um gol de diferença para avançar à segunda fase da Copa Sul-Americana. Se fizer ao menos um gol, o Timão obriga os chilenos a vencerem por quatro tentos de diferença. Caso os adversários triunfem por 2 a 0, a decisão irá para as penalidades. 
Antes desse jogo decisivo, o Timão terá o confronto contra o Botafogo-SP, pela volta das quartas de final do Campeonato Paulista, no domingo, também em Itaquera, além de dois jogos com o Internacional, válidos pela quarta fase da Copa do Brasil, marcados para os dias 12 e 19 deste mês.
Lamentável no jogo foi o comportamento da torcida visitante quebrando cadeiras e atirando-as nos corinthianos e na polícia, além de depredarem o setor a ela reservado e um dos banheiros. O fato resultou em forte repressão policial, torcedores e policiais feridos e 24 torcedores presos. 
Melhores momentos
Ficha Técnica - Corinthians 2 X 0 Universidad de Chile
Local: Arena Corinthians em Itaquera, São Paulo (SP)
Data: 5 de abril de 2017, quarta-feira
Horário: 21:45 horas (de Brasília)
Árbitro: Dario Herrera (ARG)
Árbitro Assistente 1: Ezequiel Brailovsky (ARG)
Árbitro Assistente 2: Ariel Scime (ARG)
Quarto Árbitro: Fernando Espinoza (ARG)
Público: 22.661 pagantes
Renda: R$ 982.780,90
Cartões amarelos: Guilherme Arana, Léo Príncipe e Jadson (Corinthians); Castellanos (Universidad)
Gols: Corinthians: Rodriguinho, aos 41 minutos do primeiro tempo, e Jadson, aos 24 minutos do segundo tempo
Corinthians: Cássio; Léo Príncipe, Balbuena, Pablo e Guilherme Arana; Gabriel, Maycon, Rodriguinho (Clayton), Jadson (Pedrinho) e Romero (Camacho); Jô; Técnico: Fábio Carille
Universidad de Chile: Johnny Herrera; Rodríguez, Vilches, Jara e Schultz; Reyes, Espinoza (Pizarro) e Lorenzetii; Rozas (Ontivero), Ubilla (Castellanos) e Mora; Técnico: Guillermo Hoyos
Entrevistas

Créditos e fontes de imagens e vídeos 
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sábado, 1 de abril de 2017

A bola apanhou de todos e todos apanharam da bola

Não vimos um jogo. Vimos um filme de terror, um espetáculo de horror, o anti futebol. Uma partida de baixo nível técnico, com erros dos dois times em todos os fundamentos, de passes, na saída de bola, de finalizações, com total ausência de criação e falhas na transição. Um jogo em que se predominaram os chutões e em que a bola apanhou de todos e todos apanharam da bola. 
O Corinthians não conseguiu se impor diante de um adversário tecnicamente inferior e teve uma atuação covarde. O gramado seco e duro foi a desculpa dos jogadores para o mau desempenho. O campo pode ter dificultado, mas não justifica a falta de iniciativa e a má qualidade ofensiva. Sem conseguir ficar com a bola nos pés, o time optou pelos chutões, que também não deram resultado. Jogadores e técnico reconheceram o óbvio, que poderiam ter jogado melhor. Claro que poderiam, pois jogar pior era impossível. 
Síntese do jogo: No dia 1º de abril, os erros foram de verdade, mas o futebol foi de mentira.

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quinta-feira, 30 de março de 2017

Safári em Itaquera

Nunca foi tão fácil caçar um elefante. Com três tiros certeiros, o Mosqueteiro abateu o Elefante da Noroeste na selva de Itaquera. Léo Jabá, Jadson e Romero acertaram o alvo e, mesmo com uma tentativa de reação, o Elefante saiu derrotado. Foi um dos melhores jogos do Timão na temporada. E o time estava desfalcado e repleto de garotos, mostrando o acerto de aproveitar a base e mesclar a força da juventude com a experiência dos mais velhos. Fiquei muito satisfeita com a postura do time e com a garra da molecada. Infelizmente, por uma desatenção da defesa, tomamos um gol. Com uma atuação envolvente, com Léo Jabá e Pedrinho trocando de lado e confundindo o adversário e com muita movimentação, o Corinthians não só venceu, mas convenceu. A entrada de Romero, substituindo o lesionado Pedrinho, manteve o ritmo de jogo. 
O primeiro gol saiu de um cruzamento perfeito de Guilherme Arana para Léo Jabá marcar de cabeça, aos 10 minutos do primeiro tempo. O segundo gol, aos 38 minutos, teve origem num passe de Léo Jabá para Jadson, que acertou um belo chute de fora da área, ampliando o placar. O terceiro foi de Romero, o artilheiro de Itaquera, com uma bela assistência de Jadson.
Gols
Embora o time como um todo tenha ido bem, merecem destaque as atuações dos três jogadores que marcaram os gols, bem como do lateral Guilherme Arana e do estreante goleiro Caíque. Firme na marcação, com bons toques de bola, bem na transição e na criação e mais objetivo no ataque, o Timão se superou e fechou com chave de ouro a fase de grupos do Campeonato Paulista. O time que começou desacreditado pela mídia e parte da torcida, aos poucos vem superando suas dificuldades e limitações. Carille vem fazendo um bom trabalho, o que comprova os erros da diretoria com as contratações de Cristóvão Borges e Oswaldo de Oliveira. 
Com o resultado, o Corinthians, com 24 pontos, sete vitórias, três empates e duas derrotas, classificou-se em primeiro lugar no Grupo A, em segundo na classificação geral, e, nas quartas de final, enfrentará o Botafogo-SP, o segundo do seu Grupo com 17 pontos. O Linense, com 17 pontos na chave B, enfrentará o São Paulo, primeiro colocado, com 20 pontos. 
Os confrontos das quartas de final do Paulistão serão os seguintes: 
Corinthians x Botafogo-SP
1º de abril - sábado - 18:30 minutos - Ribeirão Preto 
9 de abril - domingo - 16:00 horas - Arena Corinthians 
São Paulo x Linense
2 de abril - domingo - 16:00 horas - Morumbi 
8 de abril - sábado - 16:00 horas - Morumbi
Palmeiras x Novorizontino
2 de abril - domingo - 19:00 horas - Novo Horizonte 
7 de abril - sexta-feira - 21: horas - Pacaembu
Santos x Ponte Preta
1º de abril - sábado - 16:00 horas - Campinas 
10 de abril - domingo - 20:00 horas - Pacaembu 
Melhores momentos
Ficha Técnica - Corinthians 3 X 1 Linense
Local: Arena Corinthians em Itaquera, São Paulo (SP)
Data: 29 de março de 2017, quarta-feira
Horário: 21:45 horas (de Brasília)
Árbitro: José Cláudio Rocha Filho (SP)
Assistente 1: Daniel Paulo Ziolli (SP) 
Assistente 2: Alex Alexandrino (SP) 
Quarto árbitro: Rodrigo Pires de Oliveira
Público: 12.159 pagantes (total de 12.369)
Renda: R$ 471.297,90
Cartões amarelos: não houve
Gols: Corinthians: Léo Jabá, aos 10, e Jadson, aos 38 minutos do primeiro tempo; Romero, aos 21 minutos do segundo tempo; Linense: Thiago Humberto, aos 30 minutos do segundo tempo
Corinthians: Caíque; Léo Príncipe, Balbuena, Pedro Henrique e Guilherme Arana; Gabriel, Camacho, Pedrinho (Romero), Jadson (Fellipe Bastos) e Léo Jabá (Marciel); Jô; Técnico: Fábio Carille
Linense: Edson Kolln; Bruno Moura, Rodrigo Lobão, Samuel e Bruno Costa; Pio, Maycon, Diego Felipe (Murilo Rangel) e Thiago Humberto; Tatá (Joãozinho) e Thiago Santos (Giovanni); Técnico: Márcio Fernandes
Coletiva do Carille

Créditos e fontes de imagens e vídeos
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segunda-feira, 27 de março de 2017

Majestoso sem majestade

Era um clássico do futebol paulista. Mas não teve o brilho de clássicos anteriores. Faltou futebol para os dois lados, faltou brilho e faltou entusiasmo. Parece que o empate deixou ambos os times satisfeitos, o que foi confirmado pelo Carille ao considerar o empate fora de casa num clássico, um bom resultado. O ponto positivo foi não ter perdido nenhum clássico. O negativo foi a recorrente má atuação da arbitragem, bastante tendenciosa pró rival e incapaz de conter a violência dos tricolores. Não expulsou o Wellington Nem após dois lances criminosos, respectivamente em Léo Jabá e Arana, e tentou compensar, expulsando-o no final, quando não mais havia tempo para reação corinthiana, além de anular o gol que seria da vitória do Timão. Após a não expulsão do jogador tricolor, o árbitro ficou perdidinho, distribuindo cartões à esmo e sem justificativas. Também foi mal a comemoração do gol do Maicon, imitando uma galinha, numa tentativa de provocar o Corinthians. Fiquei em dúvida se ele, também botou um ovo ou se apenas cacarejou.
Mérito para o atacante Jô, que marcou em todos os clássicos paulistas e é o artilheiro alvinegro na temporada. 
Cada time usou uma estratégia com ênfase ao que tem de melhor. Os anfitriões foram mais ofensivos e os visitantes priorizaram a defesa e a saída no contra ataque. O gol são paulino saiu de uma jogada de bola parada, num vacilo da nossa defesa, inclusive do goleiro Cássio, e o corinthiano de um cruzamento perfeito do Guilherme Arana, em que Rodrigo Caio falhou ao deixar Jô livre para cabecear. 
Se não fossem os erros de arbitragem poderíamos ter vencido o clássico. Mas nossa omissão ofensiva, problemas na criação e os vacilos defensivos no gol tricolor, também influíram negativamente e impediram um melhor resultado. Erros que precisam ser corrigidos antes do início dos mata mata. E alguns jogadores precisam voltar a jogar, principalmente Rodriguinho e Léo Príncipe. 
Com o resultado, o São Paulo chegou aos 18 pontos no Estadual e não pode mais ser alcançado pelo Red Bull Brasil, que soma 12 e foi derrotado pelo Botafogo-SP. O Linense, com 17 pontos, é quem briga pela primeira posição do Grupo com o Tricolor. O Corinthians chegou a 21 pontos e mantém a liderança do Grupo A, mas não pode alcançar o Palmeiras na liderança geral do Campeonato, pois o rival tem cinco pontos a mais, restando apenas três em disputa. 
Foi um jogo morno e sem brilho, em que o São Paulo não conseguiu se beneficiar do apoio de mais de 50 mil torcedores nem do apoio da arbitragem para vencer a partida. Outro aspecto negativo é essa excrescência de torcida única, pseudo solução para a segurança encontrada como alternativa pelos responsáveis pela segurança pública. Pelo que foi o jogo, pela incompetência da arbitragem e pela torcida única imposta pelos organizadores e responsáveis pelo jogo, constatamos que o mesmo foi um Majestoso sem majestade. 

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sexta-feira, 24 de março de 2017

Nem desempenho nem resultado

Com algumas exceções, o Corinthians deixou a desejar em Itaquera. Maycon e Pedrinho foram os melhores em campo, enquanto Léo Príncipe perdeu a nobreza e o Rodriguinho teve uma recaída de RUIMdriginho, errando tudo o que tentou. O desempenho do time como um todo ficou devendo e o resultado nos colocou praticamente fora da liderança geral do campeonato. Faltou atenção, faltou concentração, faltou entrosamento e ritmo de jogo. E por erros nossos, o Red Bull Brasil criou asas e empatou o jogo nos minutos finais. Mas, para sermos justos, se o Fagner, jogador de seleção e experiente, cometeu um pênalti que nos custou uma derrota amarga contra a Ferroviária, não devemos crucificar os garotos Léo Príncipe e Pedro Henrique pelas suas falhas, até porque o time não correspondeu.  
Apesar de 54% de posse de bola, tivemos dificuldades em todos os setores do campo e na transição da defesa para o ataque, além de erros de passe, cruzamentos, lançamentos e finalizações. E na hora que precisou substituir, o banco estava desfalcado e sem opções. Quando a opção para o ataque é o Guilherme, estamos sem opções. A solução foi rechear o time de volantes, o que pouco adiantou. 
Também não dá para colocar a responsabilidade de quatro jogos sem vitória, só na conta do Carille. O elenco é fraco e limitado, o regulamento do campeonato permite apenas a inscrição de 28 jogadores, há desfalques por contusões e convocações, e a herança maldita de tiriças contratados com o aval de técnicos anteriores é um complicador a mais. Não dá para fazer banquete quando faltam os ingredientes necessários. Na realidade, com uma diretoria omissa e incompetente, que contratou errado e não tem dinheiro para reforçar as posições carentes, não dá para jogar o mau desempenho e os maus resultados apenas nas costas dos jogadores e da comissão técnica, pois eles apenas refletem os desmandos da diretoria alvinegra.
Gols
Individualmente, merecem destaque o gol de falta do Maycon e a boa estreia do Pedrinho. De negativo assinalamos a má performance do Rodriguinho e o vacilo da defesa no gol adversário. 
Com o resultado, o Timão, já classificado, continua em primeiro lugar do Grupo A. Mas com quatro pontos atrás do Palmeiras e com apenas dois jogos a serem realizados, afastou-se da liderança geral do campeonato. O Red Bull Brasil chegou a 12 pontos no total, apenas dois atrás do Linense, segundo colocado, e ainda tem chances de se classificar no Grupo B. 
Na próxima rodada, os corinthianos terão o clássico contra o São Paulo, às 16:00 horas (de Brasília) de domingo, 26/03, no Morumbi e o Red Bull Brasil recebe o Botafogo-SP, no mesmo horário, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas. 
Ficha Técnica - Corinthians 1 X 1 Red Bull Brasil 
Local: Arena Corinthians, em Itaquera,  São Paulo (SP)
Data: 23 de março de 2017, quinta-feira
Horário: 17:00 horas (de Brasília)
Árbitro: Salim Fende Chavez
Árbitro assistente 1: Risser Jarussi Corrêa
Árbitro assistente 2: Vitor Carmona Metestaine
Quarto Árbitro: Ricardo Bittencourt da Silva
Público: 16.861 pagantes
Renda: R$ 675.886,90
Cartões amarelos: Saulo (Red Bull)
Cartão vermelho: Saulo (Red Bull)
Gol: Corinthians: Maycon, aos 28 minutos do segundo tempo
Red Bull Brasil: Guilherme Lazaroni, aos 47 minutos do segundo tempo
Corinthians: Cássio; Léo Príncipe, Pedro Henrique, Pablo e Guilherme Arana; Gabriel, Maycon (Marciel), Pedrinho (Guilherme), Rodriguinho e Léo Jabá (Fellipe Bastos); Jô; Técnico: Fábio Carille
Red Bull Brasil: Saulo; Lucas Taylor, Willian Magrão (Anderson Marques), Luan Peres e Thalysson; Alison, Nando Carandina e Fillipe Soutto (Guilherme Lazaroni); Luan, Élton (Daniel) e Bruno Alves; Técnico: Alberto Valentim
Entrevista do Carille

Créditos e fontes de imagens e vídeos 
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segunda-feira, 20 de março de 2017

Resultado ruim, desempenho pior

Perder é sempre ruim. Perder para o lanterna é humilhante. Perder com erro de arbitragem é injusto e desconcertante. Não acredito em coincidências. O que ocorreu ontem tem sido recorrente em jogos do Timão, o que me faz supor que os erros frequentes contra nós não decorrem apenas do despreparo da arbitragem, mas de uma dose de má fé. Alguns assopradores de apito sempre "erram" contra nós e nunca a nosso favor e, ao vermos seus nomes na escalação, já ficamos apreensivos. E o apitador de domingo é um desses que nos assustam, pois a atuação Raphael Claus em jogos do Corinthians é sempre um caos. Reconheço que não jogamos bem, que o time ficou devendo, que alguns jogadores foram péssimos, mas isso não anula o fato da arbitragem, despreparada e tendenciosa, ter influído diretamente no resultado do jogo. E até agora não vi nenhuma ação da nossa diretoria sobre o erro crasso do apitador. 
O próprio técnico reconheceu que o time foi mal, o que inviabilizou uma reação capaz de reverter a situação e anular o erro da arbitragem. Foi evidente um certo relaxamento, talvez devido a própria classificação antecipada. As mudanças no time também foram determinantes no mau desempenho e no mau resultado. Uns por falta de ritmo de jogo, outros por deficiência técnica, não conseguiram aproveitar a oportunidade que tiveram. Moisés, afobado na marcação e atrapalhado no apoio, e Guilherme, omisso e apagado, desperdiçaram suas chances de, pelo menos, ameaçarem os titulares. Marciel, quando atuou improvisado na lateral, foi muito mais eficiente. Camacho e Marlone também ficaram devendo, enquanto Pedrinho movimentou-se bem e criou várias oportunidades, credenciando-se para uma futura titularidade. 
Além das falhas individuais apontadas, e também devido a elas, o Corinthians apresentou problemas na transição da defesa para o ataque, falhas na armação, na criação e perdeu muitos gols. Destaque, também para o goleiro adversário, o melhor jogador da partida. 
Com o resultado, o Timão continua líder do Grupo A, mas perdeu a liderança geral do campeonato. O próximo compromisso do Corinthians será na quinta feira, 23/03, às 17:00 horas, na Arena Corinthians, em Itaquera, contra o Red Bull. 
O fato do técnico Carille ter reconhecido e admitido o mau desempenho do time, bem como a volta dos titulares, exceto Jadson, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, bem como a entrada de Pedrinho, sinaliza para a correção dos erros e a melhora da atuação da equipe alvinegra. 

Créditos e fontes de imagens 
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sexta-feira, 17 de março de 2017

Jogando para o gasto

Se o empate de domingo fora de casa contra a Ponte Preta pelo Paulista mereceu elogios, o de quinta feira na Arena contra o Luverdense foi uma grande decepção. Com o time quase completo, apenas com um reserva (Pedro Henrique), jogando em casa e com o apoio da Fiel, contra um adversário fraco, o mínimo que se esperava era uma vitória. O Corinthians até teve uma boa movimentação, um bom posicionamento, criou e buscou o gol, principalmente no primeiro tempo. Mas das 21 finalizações durante o jogo, apenas cinco foram no alvo. Nunca vi perder tanto gol assim. Não faltou vontade, faltou foi técnica e capricho no arremate final.
O gol, marcado por Jô, saiu na etapa inicial. Com a classificação garantida, no segundo tempo o Corinthians tirou o pé, tentou administrar o resultado, o Luverdense se animou e empatou o jogo. Nada desesperador, mas muito pouco para um time técnica e estruturalmente superior ao nosso fraco adversário da noite. E assim, entre mais gols perdidos, terminou o jogo em Itaquera. O Corinthians, que jogou para o gasto, está classificado para a próxima fase e enfrentará o Internacional. Classificado, mas devendo futebol. 
Individualmente, merecem destaque as atuações de Pablo, Rodriguinho, Jô, Arana e Maycon. Jadson foi bem enquanto teve fôlego e Marlone entrou bem. De negativo, a atuação de Giovanni Augusto, o pior em campo. 
O próximo desafio do Timão será no domingo, 19/03, às 16:00 horas, contra a Ferroviária, na Arena da Fonte, em Araraquara, pelo Campeonato Paulista. 

Créditos de imagens 
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segunda-feira, 13 de março de 2017

Empate com susto

 
Gols
Não foi o resultado esperado nem desejado. Mas, também não foi o fim do mundo nem algo para se desesperar. Nem foi surpresa, pois a Macaca, em seus domínios, sempre apronta pra cima dos grandes times e sempre joga umas cascas de banana para fazê-los escorregar. O importante foi que nos equilibramos em cima da Ponte e, se não conseguimos derrubar a Macaca, trupicamos, mas não caímos. E voltamos para São Paulo com um mísero pontinho, mas que nos garantiu na liderança do Grupo A e do campeonato. 
Quanto ao jogo em si, sofremos com o calor, com os jogadores reservas que entraram, desentrosados e sem ritmo de jogo, com o desgaste de viagens e jogos contínuos, com os meias bem marcados e principalmente com uma barreira mau formada, mau posicionada e com o Cássio chegando atrasado na bola da falta cobrada pelo Lucca, jogador corinthiano emprestado para a Ponte Preta. No intervalo, o time melhorou com a mudança tática do 4-2-3-1 para o 4-4-2 e com a entrada do Kazim e do Marlone. Mas o melhor lance ficou por conta do garoto Léo Santos, que substituiu o lesionado Balbuena, e fez o gol de empate, surpreendendo aqueles que não acompanharam seu bom desempenho nas categorias de base. Jadson, que ainda não está em suas melhores condições, pouco rendeu e a falta de ritmo pesou no forte calor de Campinas. Com a entrada de Marlone o desempenho do meio campo melhorou. Paulo Roberto, em sua estreia como titular, surpreendeu positivamente. Jô teve importante participação no gol de empate e Kazim foi muito raçudo.
O time não teve o bom desempenho de jogos anteriores, mas isso é normal em início de temporada e num time que teve várias mudanças no elenco e na comissão técnica. O time vai oscilar e, se tivemos paciência com alguns medalhões que não renderam de início e depois deslancharam, por que não tê-la com nossos garotos e com os que estão chegando? 

Créditos e fontes de imagem e vídeo 
globoesporte.globo.com-Daniel Augusto Jr/Agência Corinthians/corinthians.com.br 
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sábado, 11 de março de 2017

Vitória sem sustos

Após garantir o placar, o Corinthians voltou do intervalo para administrar o jogo e garantir o resultado. Apesar do mau estado do gramado, o jogo fluiu, com boas trocas de passes e triangulações. O bom desempenho da defesa e a boa marcação fizeram o time não tomar gol, a sincronia da dupla de meias proporcionou a qualidade do meio campo, os gols surgiram e a vitória foi construída sem sustos e sem sofrimento. Foi um jogo tranquilo e na etapa final, o cansaço e o calor contribuíram para que o time tirasse o pé e apenas administrasse o resultado. Foi um bom jogo, muito mais próximo dos clássicos paulistas que do sofrido jogo contra o Brusque. O bom desempenho dos jogadores, que atuaram com muita raça e vontade, demonstra que Carille está no caminho certo e que o time encontra-se em evolução. Merecem destaque as atuações de Guilherme Arana, Gabriel, Maycon, Jadson e Rodriguinho. Tanto Jô quanto Kazim tiveram uma atuação aquém do esperado, por terem ficado isolados no ataque. A bola pouco chegou neles. 
Gols
Os gols foram marcados por Rodriguinho e Gabriel, em jogadas bem trabalhadas.
Com o resultado o Timão leva uma boa vantagem para o jogo de volta, na próxima quinta feira, 16/03, às 19:30 horas na Arena Corinthians. O Luverdense precisa vencer em Itaquera por ao menos três gols de diferença. Vitória por dois gols de diferença com mais gols marcados (3 a 1, 4 a 2, 5 a 3…) também dá a vaga ao clube mato-grossense. 
Melhores momentos
Ficha Técnica - Luverdense 0 X 2 Corinthians 
Local: Arena Pantanal, em Cuiabá (MT)
Data: 9 de março, quinta-feira
Horário: 21:30 horas (de Brasília)
Árbitro: Leonardo Garcia Cavaleiro – RJ (CBF)
Árbitro Assistente 1: Dilbert Pedrosa Moises – RJ (CBF)
Árbitro Assistente 2: Eduardo de Souza Couto – RJ (CBF)
Quarto Árbitro: Alinor Silva da Paixão – MT (CBF)
Público: 13.248 pagantes
Renda: R$ 807.710,00
Cartões amarelos: Marcos Aurélio, Paulinho (Luverdense); Balbuena (Corinthians)
Gols: Corinthians: Rodriguinho, aos 21, e Gabriel, aos 25 minutos do primeiro tempo
Luverdense: Diogo Silva; Aderlan, Dalton, Neguete e Paulinho; Ricardo; Diogo Sodré (Rodrigo Fumaça), Marcos Aurélio, Rafael Silva e Erik (Café); Raphael Macena (Kazu); Técnico: Odil Soares
Corinthians: Cássio; Fagner, Balbuena, Pablo e Guilherme Arana; Gabriel, Jadson (Marlone), Rodriguinho, Maycon e Romero (Léo Jabá); Jô (Kazim); Técnico: Fábio Carille
Entrevista

Créditos e fontes de imagens e vídeos
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terça-feira, 7 de março de 2017

Peixada em Itaquera

Mesmo com uma crise de vesícula, com muita dor e desconforto, não deixei de ver o Timão pescar lambari em Itaquera. Somente após o jogo fui para o Pronto Socorro, onde fui encaminhada para uma cirurgia de emergência. Porco na quarta feira e peixada no sábado, minha vesícula não aguentou. Mesmo entre dores, não deixei de curtir o jogo e me deliciar com a peixada em Itaquera. Já em casa, não vou fazer análise tática, pois isso já deve ter sido devidamente tratado pela mídia séria ou ignorado e adulterado pala mídia anti, que deu mais importância ao Tite comemorar um gol do time que agregou seu DNA tático do que analisar o bom desempenho do Corinthians e os apuros santistas, salvo de uma goleada pela boa atuação do goleiro Vladimir. 
Aos poucos Carille vai acertando o time, a equipe vem se entrosando e raça não tem faltado aos jogadores. Temos hoje um time bem diferente daquele amorfo e apático amontoado de jogadores sem vontade e sem entusiasmo que atuou em 2016. Aparentemente, a molecada da base e os que chegaram conseguiram injetar intensidade nesse novo timão, e a comissão técnica está conseguindo integrar o entusiasmo e a energia dos garotos com a experiência dos mais velhos. 
Gol
Pressionando o campo de ataque, o Timão dominou todo o jogo e se não fossem os "milagres" do goleiro santista, teríamos vencido de goleada. Mas, a eficiência e a garra foram maiores que os "milagres" e numa tabela entre Rodriguinho, Jadson, Romero e Arana, que cruzou para Jô cabecear, fazer o gol e abrir o placar em Itaquera, a Fiel foi à loucura.
Mesmo ainda fora de forma, Jadson foi o diferencial técnico no meio campo. Também merecem destaque as atuações do polivalente Maycon, do Guilherme Arana, da dupla de zaga e do atacante Jô. 
Do lado santista, Renato e Lucas Lima foram as grandes ausências sentidas pelo time. 
Com a vitória no clássico o Timão alcançou 18 pontos, se mantém como melhor campanha do Campeonato Paulista e abre mais vantagem no Grupo A. O Santos permanece com 10 pontos e segue atrás de Ponte e Mirassol, líderes da sua chave e, no momento, classificados à fase seguinte.
Na próxima rodada do Paulista, o Corinthians enfrentará a Ponte Preta, no Estádio Moisés Lucarelli, enquanto o Santos enfrentará o São Bernardo no estádio Baetão, ambos no domingo. Antes, porém, os clubes entram em campo por outras competições. O Timão fará o primeiro jogo da terceira fase da Copa do Brasil, contra o Luverdense, fora de casa, na quinta-feira, mesmo dia em que o Peixe visita o Sporting Cristal, em Lima, no Peru, pela estreia na Taça Libertadores. 
Melhores momentos
Ficha técnica - Corinthians 1 X 0 Santos
Local: Arena Corinthians em Itaquera, São Paulo (SP)
Data: 04 de março de 2017, sábado
Horário: 18:30 horas (de Brasília)
Arbitro: Leandro Bizzio Marinho
Arbitro Assistente 1: Miguel Cataneo Ribeiro da Costa
Arbitro Assistente 2: Daniel Paulo Ziolli
Quarto Arbitro: Vinicius Furlan
Público: 36.111 pagantes
Renda: R$ 1.991.856,80
Cartões amarelos: Gabriel, Jadson, Rodriguinho, Pablo (Corinthians); Vladimir (Santos)
Gol: Corinthians: Jô, aos 2 minutos do segundo tempo
Corinthians: Cássio; Fagner, Balbuena, Pablo e Guilherme Arana; Gabriel, Jadson, Rodriguinho (Giovanni Augusto), Maycon e Romero (Léo Jabá); Jô (Kazim); Técnico: Fábio Carille
Santos: Vladimir; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Cleber e Zeca; Yuri (Rafael Longuine), Thiago Maia e Vitor Bueno; Bruno Henrique, Copete (Rodrigão) e Kayke (Thiago Ribeiro); Técnico: Dorival Júnior 
Entrevista

Créditos e fontes de imagens e vídeos 
Marcos Ribolli/globoesporte.globo.com-globoesporte.globo.com-cbhsaofrancisco.org.br-MAON 
Marcos Ribolli/globoesporte.globo.com 
Fernando Dantas/Gazeta Press/gazetaesportiva.com
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