quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Corinthians X Mogi Mirim


Pela 4ª rodada do Campeonato Paulista, o Corinthians enfrentará, hoje, o time do Mogi Mirim, às 22 horas, no Pacaembu. Ocupando o 12º lugar na classificação, com 4 pontos, 1 empate, uma derrota e uma vitória, o Timão terá por adversário, o vice líder do campeonato, com 7 pontos, 3 vitórias e 1 empate. Melhor equipe do interior até o momento, o Mogi Mirim, que tem o mesmo número de pontos do líder Santos, mostra ser forte candidato à classificação para a segunda fase. Após um empate com a Ponte Preta na estreia, o Sapão vem embalado por vitórias sobre Penapolense e XV de Piracicaba.
A novidade e a vantagem do Corinthians é o retorno de quase todos os titulares que participaram do do Mundial de Clubes, com exceção de Cássio e Chicão, lesionados. Este retorno na 4ª rodada já estava no planejamento da comissão técnica. Os jogadores que foram titulares nos dois jogos do Japão começaram a pré-temporada mais tarde e a previsão é que estejam em condições ideais para a estreia na Libertadores, dia 20 de fevereiro, contra o San Jose, na Bolívia. Contando com o confronto de hoje, serão mais cinco jogos até a estreia na Taça Libertadores. Para a comissão técnica, esse período é suficiente para deixar a equipe bem preparada para a competição internacional, a prioridade do semestre.
Ficha Técnica - Corinthians X Mogi Mirim
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 30 de janeiro de 2013, quarta-feira
Horário: 22 horas (de Brasília)
Árbitro: José Cláudio Rosa Filho (SP)
Assistentes: Gustavo Rodrigues de Oliveira e Edson Rodrigues dos Santos (ambos de SP)
Corinthians: Danilo Fernandes; Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Danilo e Jorge Henrique; Emerson e Guerrero Técnico: Tite
Mogi Mirim: Daniel; Roniery, Tiago Alves, Lucas Fonseca e Piauí; Val, Magal, Wagner e Carlos Alberto; Roni e Henrique Técnico: Dado Cavalcanti
Também estão relacionados para o jogo Júlio Cesar, goleiro; Guilherme Andrade e Ygor, laterais; Felipe, zagueiro; Edenílson e Guilherme, volantes; Douglas e Renato Augusto meias; e Romarinho, atacante.
O goleiro Cássio e o zagueiro Chicão, que se recuperam de lesões, são os únicos titulares dos jogos do Japão que não estarão à disposição do treinador. O primeiro, embora clinicamente recuperado de uma tendinite no ombro esquerdo, precisa aprimorar a parte física. O segundo passou por uma artroscopia no joelho esquerdo e fica pelo menos um mês em tratamento. Seus substitutos serão, respectivamente, Danilo Fernandes, no gol, e Gil, na zaga. Com a opção de repetir o mesmo esquema tático da final do Mundial, Douglas ficará no banco de reservas. 
A expectativa para o jogo de hoje é grande. Afinal, é o 1º encontro da Fiel com os campeões mundiais e todos estão ansiosos para ver em campo os melhores do mundo. Tecnicamente, o Corinthians leva vantagem, mas o Mogi Mirim vem treinando há mais tempo e seus jogadores já jogaram as 3 primeiras partidas do Campeonato Paulista. Mas, o Corinthians, com um time que já vem jogando junto desde o ano anterior, tem tudo para compensar a falta de entrosamento com o posicionamento e a qualidade técnica dos jogadores.

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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Faltava um meia para o time ficar inteiro

Melhores momentos
Finalmente aconteceu a 1ª vitória do Corinthians no Paulistão 2013. E, para isso, muito contribuíram as mudanças no time introduzidas pelo técnico Tite.
A permanência de Danilo Fernandes e o fim do rodízio de goleiros reservas, a entrada do meia Renato Augusto no meio campo e do lateral esquerdo Ygor foram fundamentais para o salto qualitativo da equipe alternativa, melhorando substancialmente o desempenho do Time.
Opinião do comentarista
O meia elevou a qualidade da armação, melhorando muito a criação e a movimentação ofensiva e criando chances efetivas de gol, que não foram aproveitadas por erros de finalização. Tivemos 13 finalizações, 4 certas, mas apenas um gol. Movimentando-se pelos dois lados do campo, Renato Augusto, além de municiar o ataque, ainda ajudou na marcação. O meia estreante mudou a dinâmica do meio-campo corintiano, que apresentou grande deficiência nos jogos anteriores, tornando o time mais ágil e dando muito trabalho para a defesa adversária. 
Aos seis minutos, Renato apareceu na linha de fundo, recebeu a bola de Edenílson, usou sua velocidade para se livrar da marcação e cruzou para Romarinho cabecear e abrir o placar em Mirassol. Além de belas assistências, o meia mostrou que sabe proteger a bola e livrar-se da marcação. E, apesar do calor, aguentou jogar os 90 minutos, mesmo sentindo cansaço no final. 
Ygor, garoto da base, não sentiu o peso da camisa, errou pouco e deu à lateral esquerda uma solidez maior que nos jogos anteriores, quando Welder foi o titular. Muito seguro na defesa, cobriu bem o seu setor, e o Mirassol não conseguiu jogar pelo seu lado.
Danilo Fernandes, demonstrando muita segurança, fechou o gol e fez defesas importantes. Sua participação foi decisiva para a vitória. 
Romarinho apresentou um desempenho muito superior aos jogos anteriores, não apenas por ter marcado o gol que deu a vitória ao Timão. Depois de duas atuações apagadas no campeonato, o jogador movimentou-se mais, procurou o jogo e por pouco não fez o 2º gol. 
Se o futebol de Romarinho surgiu, o de Zizao quase que sumiu. O chinês teve uma atuação fraca e foi bem mais discreto do que em outros jogos, deu apenas algumas arrancadas, abusou dos passes curtos, não conseguiu criar jogadas e ainda levou cartão amarelo. Mas, apesar do nervosismo e de ter se atrapalhado quando teve a chance de finalizar, foi bem na cobrança de escanteios.
Edenílson, numa atuação superior aos dois primeiros jogos, correu muito, participou da jogada do gol e mostrou porque pode ser o 12º jogador do time.
Embora o Corinthians tenha tido o controle do jogo, levamos alguns sustos, devido ao desentrosamento da zaga e falhas na marcação, mas Danilo Fernandes, com muita habilidade e segurança, evitou o pior. Em um dos lances, ele fez uma bela defesa quase à queima-roupa, no ângulo direito, arrancando aplausos da torcida presente em Mirassol. Guilherme Andrade deixou alguns espaços e Guilherme, embora melhor que seu xará, até tentou, a la Paulinho, aparecer como elemento surpresa, mas errou nas finalizações, perdendo um gol imperdível.
Giovanni, correu bastante, mostrou muita raça e disposição na marcação e esteve mais solto do que nos primeiros jogos. Mas, meio afobado, errou muitas finalizações.
Se Tite acertou na armação do time e nas mudanças introduzidas, o mesmo não aconteceu no decorrer da partida, quando substituiu os três atacantes por três jogadores de marcação. Recuando o time, para apenas segurar o 1 a 0, corremos o sério risco de tomar um gol, o que só não aconteceu devido a boa atuação do Danilo Fernandes. Com Léo e Leandro no banco, que poderiam dar outro gás ao time e dar trabalho pra defesa adversária, ele optou pelos volantes Nenê Bonilha, que nunca teve uma boa atuação nos jogos em que participou, e neste, continuou perdido em campo, e colocou também William Arão e o fraco lateral Welder. Assim, perdemos qualidade na tática e na técnica, pondo em risco o magro placar de 1 a 0. 
Tite aprovou o jogo e elogiou o desempenho e a evolução do time, considerou naturais as dificuldades das partidas anteriores, devido à falta de ritmo de jogo e ao desentrosamento da equipe e elogiou a atuação do estreante Renato Augusto.
Com o retorno dos titulares no próximo jogo, aqueles que atuaram nas partidas iniciais voltam para a reserva. Esses três jogos serviram também para a comissão técnica observar quais jogadores têm condições de permanecer no elenco e até de brigarem por posição e quais deverão ser emprestados para adquirir experiência. Muitos aproveitaram a oportunidade e mostraram serviço, enquanto outros mostraram não ter condições nem de jogar no Flamengo de Guarulhos, parceiro do Corinthians que disputa a Série A3 do Campeonato Paulista.
No próximo jogo, já com os titulares em campo, o Corinthians vai enfrentar o Mogi Mirim, quarta feira, dia 30/01, às 22 horas no Pacaembu.
Ficha Técnica - Mirassol 0 X 1 Corinthians
Local: Estádio José Maria de Campos Maia, em Mirassol (SP)
Data: 27 de janeiro de 2013, domingo
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Welton Orlando Wohnrath
Assistentes: Carlos Augusto Nogueira Júnior e Alex Alexandrino
Cartões amarelos: Alex Silva (Mirassol); Zizao e Felipe (Corinthians)
Gol: Romarinho, aos seis minutos do primeiro tempo
Mirassol: Diego; Eduardo, Walger, Gian e Andrezinho; Mineiro (Rodrigo Possebon), Alex Silva, Camilo e Felipe Lima (Adilson Bahia); Caion e Marcel (André Cassaco) Técnico: Ivan Baitello
Corinthians: Danilo Fernandes; Edenílson, Felipe, Gil e Igor; Guilherme Andrade e Guilherme; Giovanni (Nenê Bonilha), Renato Augusto e Zizao (Welder); Romarinho (Willian Arão) Técnico: Tite
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domingo, 27 de janeiro de 2013

Mirassol X Corinthians

Em busca de sua 1ª vitória no Campeonato Paulista, o Corinthians vai à cidade de Mirassol enfrentar o time local, com algumas mudanças capazes de corrigir as falhas apresentadas nos dois primeiros jogos.
Como vimos afirmando, o maior problema do time alternativo foi no setor de criação. Sem um meia capaz de fazer a bola chegar ao ataque e com volantes improvisados na posição, o time sofria na armação das jogadas, exigindo que os atacantes fossem buscar a bola, provocando desgaste e cansaço. E, a improvisação de Welder na lateral esquerda, pouco ajudava, pois, excessivamente preso à marcação, ele pouco ajudava o ataque.
O resultado obtido era o previsível, os gols não saíram e amargamos um empate e uma derrota. Ciente desses problemas, Tite promoveu algumas modificações em relação aos jogos anteriores
Ficha Técnica - Mirassol X Corinthians 
Local: Pacaembu, em São Paulo (SP) 
Data: 27 de janeiro de 2013, domingo 
Horário: 17 horas (de Brasília) 
Árbitro: Welton Orlando Wohnrath 
Assistentes: Carlos Augusto Nogueira Júnior e Alex Alexandrino 
Mirassol: Diego; Arnaldo, Welton Felipe, Gian e Andrezinho; Mineiro, Alex Silva, Rodrigo Possebon e Camilo; Caion e Felipe Lima. Técnico: Ivan Baitello 
Corinthians: Danilo Fernandes; Edenílson, Felipe, Gil e Igor; Guilherme Andrade e Guilherme; Giovanni, Renato Augusto e Zizao; Romarinho. Técnico: Tite
Além dos escalados, também foram relacionados Júlio Cesar, goleiro; Welder, lateral; André Vinicius, zagueiro; Ânderson, Nenê Bonilha e William Arão, volantes; Leandro e Léo, atacantes.
No meio campo Tite substituiu o volante William Arão pelo meia Renato Augusto, que fará sua estreia com a camisa do Timão, e na lateral esquerda, colocou Ygor, das categorias de base, no lugar de Welder.
No gol, Tite encerrou o rodízio de goleiros e manteve Danilo Fernandes, que fez uma ótima partida no jogo contra a Macaca.
Aliás, nunca consegui entender a razão desse rodízio, pois em qualquer posição, a continuidade é fundamental para a aquisição e manutenção do ritmo de jogo. O rodízio no gol sempre me pareceu irracional e contraditório com a coerência TITEana, que advoga que deve jogar quem mostra em campo e nos treinos, estar em melhores físicas e técnicas.
No último treino, o meia Renato Augusto atuou boa parte do tempo em posição centralizada, sendo o principal responsável pela armação, mas, também alternou a posição com Romarinho como referência no setor ofensivo, enquanto Giovanni e Zizao atuavam pelas pontas do gramado. Embora liberado para o jogo, somente no desenrolar da partida saberemos quanto tempo ele vai aguentar em campo. A previsão é que poderá jogar de 45 a 90 minutos.
Com as modificações realizadas, o Timão deverá ganhar mais segurança na defesa, resolver os problemas da criação e armação das jogadas e, consequentemente, melhorar o ataque.
Diante do fraco time do Mirassol, penúltimo colocado na classificação, com 0 pontos, acredito que, mesmo sem seus principais jogadores, o Corinthians não deverá encontrar dificuldades, pois, a entrada de Renato Augusto no meio campo deverá resolver o principal problema dos dois primeiros jogos, melhorando a criação e a armação das jogadas. E, Danilo Fernandes no gol dará maior segurança à nossa defesa.



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sábado, 26 de janeiro de 2013

Valeu Corinthians !!! - Resposta imediata e na lata

A capa do Jornal O Lance, do Rio de Janeiro, demonstrando amadorismo, falta de seriedade, de ética e de profissionalismo, provocou o Sport Club Corinthians Paulista, num ato que seria natural se ficasse no campo da gozação entre as torcidas, mas que é inadmissível para um jornalismo sério e para um jornal por muitos, considerado top no cenário esportivo nacional.
Ignorando fatos e a real posição do Corinthians em relação ao jogador Dedé, do Vasco, o periódico carioca tratou a não vinda do mesmo para o Timão como uma derrota num campeonato importante.
A capa do Lance carioca, além de causar revolta da torcida corinthiana, que protestou muito nas redes sociais, mereceu uma resposta imediata no site oficial do Corinthians, que numa verdadeira aula de ética jornalística, questionou a publicação e enalteceu a Fiel Torcida.

Carta aberta aos jornalistas do Lance RJ

O jornal Lance, na capa da edição do Rio de Janeiro deste sábado, dia 26 de janeiro, tenta provocar o Corinthians com a manchete “Chupa, Corinthians!”, sobre a permanência do zagueiro Dedé no Vasco da Gama.

Antes de falar sobre o mau gosto e o desrespeito da manchete, importante lembrar:
- O Sport Club Corinthians Paulista não fez nenhuma proposta oficial pelo defensor do Vasco.
- Nenhum dirigente do clube paulista entrou em contato com cartolas cariocas sobre o tema.
Esclarecido isso, a inveja e o mau gosto:
Seria inimaginável há poucos anos que um jornal do Rio de Janeiro desse tamanha importância a um clube de outro estado, dado que a população carioca é basicamente torcedora dos times do Rio e tem interesse principal nestas agremiações.
Se o maior jornal esportivo carioca o faz hoje é devido às recentes conquistas do Corinthians, dentro e fora de campo. Afinal, a provocação (de absurdo mau gosto, vale lembrar) não se deu porque o Corinthians foi derrotado em campo.
Caros jornalistas do Lance RJ, o Corinthians não luta para ter a maior receita de bilheteria, o maior contrato de televisão, os maiores de patrocínio master e fornecimento de material esportivo, a maior audiência da TV aberta ou a contratação mais cara do Brasil.
O Corinthians luta para ter o melhor para o Corinthians, para os seus 30 milhões de torcedores. É com eles que nos importamos. Se alguma recente conquista importante, dentro ou fora de campo, ofendeu aos jornalistas do Lance RJ, nossas sinceras desculpas.
Entretanto, o Lance ofendeu, sim, os milhões de torcedores do Corinthians com a ação, já que nossos canais de comunicação receberam muitos avisos sobre o ocorrido deste sábado.
Pedimos a todos os torcedores que não levem a provocação a sério. Com uma pitada enorme de mau gosto e inveja, o periódico carioca cometeu um enorme ato falho que para nós já está superado.
Afinal, o Corinthians tem acordo com Ministério Público de não provocar nenhuma torcida, o cumpre e sabe a enorme responsabilidade que tem sobre o tema.
Além de usar de mau gosto para ofender a torcida do Corinthians, os jornalistas do Lance RJ esqueceram também que o jornal é parceiro comercial do Corinthians. De forma conjunta, lançamos bons produtos para atender ao nosso torcedor, como as camisas retrô, por exemplo.

Por fim, a capa carioca do Lance de hoje une mau gosto, inveja, desrespeito ao torcedor, ao parceiro comercial em um capítulo triste do “jornalismo” esportivo.

Depois dessa resposta, imediata e na lata, eu, como torcedora me senti de alma lavada e totalmente contemplada. Mas nem por isso deixo de lamentar o baixo nível da maioria da imprensa desportiva brasileira que, ao invés de buscar leitores e audiência, melhorando a qualidade de suas matérias, apela para o anti jornalismo com informações adulteradas pela ótica de pseudo jornalistas, mais torcedores que jornalistas, por chamadas bombásticas e que, muitas vezes, nada têm a ver com a matéria publicada e agora, com uma capa provocativa e desrespeitosa.

Para esses jornalistas covers um alerta:

Inveja, mágoa e rancor fazem mal à saúde física, pois todos os males do corpo decorrem de um espírito doente e desequilibrado. O Lance do Rio de Janeiro deveria mudar seu nome para Jornal dos Anticorinthianos, explicitando para seus leitores sua postura sectária e antidesportiva, que depõe contra a reputação de um jornal, que pretende ser top no cenário esportivo nacional. Sua diretoria, que aprovou a capa publicada, demonstra ser uma diretoria de torcedores anti corinthianos, além de ser totalmente desprovida de profissionalismo, conhecimento dos fatos, ética jornalística e bom senso, manifestando, através de seu comportamento, sintomas nítidos de inveja, recalque e rancor.
E infelizmente, notícias desrespeitosas, bem como adulteradas e ofensivas, são comuns, também em outros órgãos da nossa imprensa desportiva, majoritariamente tendenciosa.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

A arbitragem derrubou o Corinthians da Ponte

Melhores momentos
Novamente caímos da Ponte, mas desta vez o tropeço teve a participação decisiva da arbitragem de araque, que inventou um pênalti Mandraque. Não bastasse os problemas que estamos enfrentando, com o atraso da apresentação dos jogadores que atuaram no Mundial do Japão, ainda tivemos um adversário extra: uma arbitragem incompetente, confusa e parcial. Está certo que o futebol de ambas as equipes não foi nenhum primor, mas diante do que foi apresentado, o resultado mais justo seria o empate.
O Corinthians continuou com os mesmos problemas do 1º jogo e, apesar de Guilherme ter atuado mais adiantado no meio campo, persistiram os problemas na armação e a bola não chegava ao ataque, obrigando os atacantes a virem buscá-la na intermediária.
Na zaga, apesar do desentrosamento, a estreia de Gil, com sua experiência, deu mais qualidade e o pênalti inventado pelo árbitro não desmereceu o bom desempenho do Felipe.
Danilo no gol foi muito bem e fez, no mínimo duas defesas importantes.
As laterais improvisadas deixaram muito a desejar. Edenilson, volante de origem, após ter substituído muito bem o Alessandro na Libertadores, errou muitos passes e não apresentou nesses dois jogos o mesmo padrão de jogo e Welder, lateral direito de origem, que depois de ter atuado bem na sua estreia contra o Flamengo, nunca mais fez um jogo no mesmo nível, improvisado na esquerda, teve espaço para atacar, mas ficou preso à marcação e pouco rendeu.
No meio campo William Arão e Guilherme Andrade  tiveram um desempenho inferior à dupla dos Guilhermes contra o Paulista e o Guilherme de meia, portanto, também improvisado, apesar de esforçado, não conseguiu fazer a ligação meio campo-ataque. William Arão errou muitos passes e Guilherme Andrade limitou-se a marcar os adversários.
O trio de ataque, a toda hora tinha que vir buscar a bola, revesando-se nas pontas e na função de centro avante, mas ninguém conseguiu fazer o pivô nem acertar o gol. Resultado, apenas 7 finalizações, e nem todas dos atacantes, apenas uma certa e nenhuma gol. E Giovanni e Zizao cansando e sendo substituídos. 
O chinês, apesar do apoio da torcida, que sempre aplaudia quando ele tocava na bola, não teve o lampejo de craque do jogo em que estreou como titular. Muito esforçado, correu muito, buscou o jogo, mas suas limitações técnicas diante de um time melhor qualificado que o Paulista de Jundiaí, impediram que tivesse o mesmo brilho do jogo anterior.
As substituições não surtiram efeito, até porque foram mal feitas. Precisando de um gol, Tite tirou um atacante e colocou um volante de pouca qualidade, mesmo tendo no banco o atacante Leandro, o artilheiro do Corinthians na Copinha. Aí a coisa piorou, pois, ofensivamente, ficamos com um volante improvisado de meia e com um atacante a menos. Situação agravada pelo baixo rendimento do Romarinho, cujo futebol deve estar voltando de caravela do Japão, pois ainda não chegou.
Na realidade, além de jogarmos com um time reserva, enxertado de jogadores da base, atuamos com uma equipe cheia de remendos e improvisações, com volante (Edenílson) na lateral direita, lateral direito (Welder) na lateral esquerda, lateral (Guilherme Andrade) de volante, volante (Guilherme) de meia e com um volante (Nenê Bonilha) substituindo atacante. Se considerarmos a posição original dos jogadores, terminamos o jogo com 5 volantes.
 
Pênalti inventado pelo árbitro
E para complicar mais um pouco, tivemos uma arbitragem de péssima qualidade, que truncou o jogo, marcando faltas inexistentes, invertendo faltas e laterais, deixando de assinalar faltas que nos favoreciam e assinalando pênalti numa jogada normal de jogo, em que o Cicinho se jogou. Aliás, esbarrão como o do pênalti Mandraque, o Zizao sofreu pelo menos uns três e nada foi marcado. Obviamente, Tite, os jogadores e a torcida do Corinthians saíram revoltados do Pacaembu, e com toda razão.
Apesar do horário impróprio e do preço escorchante dos ingressos, mais de 17 mil ingressos foram vendidos, embora o público anunciado, não tivesse presente no estádio. Muitos que adquiriram o ingresso pelo Fiel Torcedor e que não puderam comparecer devido à mudança de horário, não devem ter pedido o reembolso.
E por falar em torcida, algo estranho aconteceu no jogo. Zizao causou uma comoção descomunal no estádio e era ovacionado sempre que tocava na bola. Até parecia que tinha um verdadeiro craque atuando, quando na realidade havia apenas um jogador carismático, com alguma habilidade, muito esforçado, disciplinado, mas limitado e em formação. Um entusiasmo exagerado, que pode trazer sérios prejuízos para o próprio jogador, mitificando uma performance, criando uma expectativa  impossível de se tornar realidade e uma pressão muito grande. Muito oba oba e, por parte de muitos torcedores, um tratamento muito próximo ao dado à uma atração circense. E, mesmo se ele fosse esse craque idealizado, não justificaria tanto barulho, porque nenhum jogador foi, é ou será maior que o Corinthians. Essa Zizaolatria poderá resultar em mais ônus do que bônus para a carreira do jogador, prejudicando seu desempenho futuro.
Tite está ciente desse problema e alertou a torcida sobre a necessidade de diminuir as expectativas e a pressão sobre o chinês.
Apesar das dificuldades Tite elogiou o time e minimizou as falhas, talvez para não desmotivar os jogadores que terão pelo menos mais um jogo pela frente antes da volta dos titulares e que, após o início da Copa Libertadores, deverão atuar em outros jogos do Paulista. 
Mas, nesse time que iniciou o Paulistão, embora tenhamos jogadores de qualidade e jovens promessas, temos outros que não têm a mínima condição de jogar no Corinthians. Seria mais razoável substitui-los por jogadores da base. Não dá para entender como e porquê alguns foram contratados. E por falar nisso, por onde andam o bom volante Gomes e o meia Matheuzinho, que em 2012 subiram para o profissional, foram emprestados para adquirir experiência e não apareceram na relação de jogadores de 2013?
Com a volta dos titulares e com os reforços contratados em condições de jogo, teremos um elenco melhor qualificado, capaz de dar conta dos desafios que temos pela frente. E, espero que alguns jogadores sem a mínima qualidade sejam negociados.
Escalação
Eventos 
Ficha Técnica - Corinthians 0 X 1 Ponte Preta
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 23 de janeiro de 2013, quarta-feira
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Luiz Vanderlei Martinucho
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho e João Edilson de Andrade
Público: 17.663 pagantes
Renda: R$ 473.930,40
Cartões amarelos: Gil e Zizao (Corinthians); Uendel, William, Cicinho, Baraka e Artur (Ponte Preta)
Gol:William, aos 43 minutos do segundo tempo
Corinthians: Danilo Fernandes; Edenílson, Felipe, Gil e Welder; Guilherme Andrade e Willian Arão; Giovanni (Nenê Bonilha), Guilherme e Zizao (Léo); Romarinho. Técnico: Tite
Ponte Preta: Edson Bastos; Artur, Cleber, Ferron e Uendel; Baraka, Bruno Silva, Cicinho (Memo) e Wellington Bruno (Geovane); William e Chiquinho (Ferrugem). Técnico: Guto Ferreira
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Corinthians X Ponte Preta


Após o empate com o Paulista, em Jundiaí, o Corinthians enfrentará a Ponte Preta, nesta 4ª feira, às 17 horas, no Pacaembu. Os dois times empataram a 1ª partida do campeonato Paulista e vão tentar a recuperação em seu 2º jogo.
Ficha técnica - Corinthians X Ponte Preta
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP) 
Data: 23 de janeiro de 2013, quarta-feira
Horário: 17 horas (de Brasília) 
Árbitro: Luiz Vanderlei Martinucho
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho e João Edilson de Andrade
Corinthians: Danilo Fernandes; Edenílson, Felipe, Gil e Welder; Guilherme Andrade, Willian Arão e Guilherme; Giovanni, Romarinho e Zizao. Técnico: Tite
Ponte Preta: Edson Bastos; Artur, Cléber  Ferron e Uendel; Baraka, Bruno Silva, Cicinho e Wellington Bruno; Chiquinho e William.
Além dos escalados, foram relacionados Júlio Cesar, goleiro; Ygor, lateral; André Vinicius e Antonio Carlos, zagueiros; Nenê Bonilha e Ânderson, volantes; e Leandro e Léo, atacantes.
No último treino Tite fez 3 mudanças em relação ao jogo anterior: Danilo Fernandes substituiu Júlio Cesar no gol; na zaga, Gil substituiu André Vinicius e no meio campo saiu Nenê Bonilha e entrou William Arão. Mas, se o nome do Gil não for publicado no Boletim Informativo Diário da CBF até a hora do jogo, o zagueiro não poderá atuar e deverá ser substituído por um dos reservas relacionados.
Com essa nova formação Guilherme atuará mais avançado, como já fez na Portuguesa, formando a linha de três com Zizao e Giovanni. Arão ficará mais recuado, ao lado de Guilherme Andrade e Romarinho será o centroavante.
A Ponte Preta, que vem de empate sem gols com o Mogi Mirim na rodada inaugural, em Campinas, perdeu o atacante Rildo, com uma lesão no ombro. A Macaca também não poderá contar com o peruano Luis Ramírez, emprestado pelo Corinthians e impedido de atuar por cláusula contratual.
No Timão, as modificações introduzidas no meio campo deverão melhorar a ligação com o ataque e, consequentemente, a armação, o setor mais prejudicado no empate contra o Paulista.
Neste reencontro do time com o Pacaembu, a grande expectativa da torcida é que o chinês Zizao repita a performance do último jogo, que encantou a todos numa jogada sensacional, no passe para o gol do Giovanni. Mas, com os pés no chão, Tite procura conter a euforia da torcida para não colocar muita pressão nem queimar etapas na carreira do carismático chinês.
Mas, mais do que trocar jogadores, no jogo de hoje, o mais importante é mudar a atitude dos mesmos, diminuir a ansiedade e a afobação dos mais novos e aumentar o empenho e o comprometimento dos mais experientes, que no último jogo ficaram devendo muito, principalmente Romarinho, que parecia ainda não ter voltado do Japão. E que o Tite, se for necessário, não demore tanto para fazer as substituições.
Com o jogo de estreia e com o treinamento de terça feira, creio que o Tite já deve ter corrigido as falhas mais gritantes e trabalhado o psicológico dos jogadores.
Embora o jogo seja no Pacaembu, o horário é bastante prejudicial à torcida, pois os torcedores trabalhadores, a maioria, dificilmente conseguirão, num dia normal de trabalho, chegar ao estádio,  às 17 horas. Isso sem falar no preço abusivo dos ingressos impostos pela Federação Paulista de Futebol, um verdadeiro assalto ao bolso do trabalhador. Mas, mesmo com tais fatores adversos, quase 13 mil ingressos já haviam sido comercializados até a tarde de terça feira.
Acredito que controlada a ansiedade, principalmente dos jogadores mais novos, corrigidas as falhas da defesa e do meio campo, com maior aproximação do ataque, com mais garra e vontade dos que não se empenharam suficientemente na estreia e com o apoio da Fiel o Corinthians passará pela Ponte sem tropeço.

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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Num jogo morno Zizao rouba a cena com garra e habilidade

Melhores momentos
Com muita afobação, principalmente na etapa inicial, e com dificuldades na armação, apenas empatamos na estreia do Paulistão. Os responsáveis pela armação, Romarinho e Nenê Bonilha, deixaram muito a desejar. O exterminador de porquinhos e herói da Bombonera estava numa tarde pouco inspirada, foi muito individualista e se omitiu na armação. Nenê Bonilha tentou algumas jogadas de efeitos e parecia estar mais preocupado em jogar para a assistência do que em dar assistência para um gol. 
Estatísticas
Com muita correria, faltou um jogador cerebral para pensar as jogadas, faltou paciência pra rolar a bola com objetividade e tranquilidade para finalizar. E faltou empenho e vontade dos jogadores mais experientes, que não assumiram devidamente suas responsabilidades. De 13 finalizações, 10 foram erradas e das 3 certas só uma resultou em gol. Muitos passes errados e muitas bolas perdidas revelaram o desentrosamento e a falta de ritmo, até certo ponto natural em início de temporada, agravado pelo fato dos jogadores desse time alternativo jamais terem atuado juntos. E em 16 dias de pré temporada é impossível adquirir entrosamento e ritmo de jogo.
Com uma defesa totalmente diferente, com improvisação nas duas laterais e com uma zaga inédita e modificada dois dias antes do jogo, não dava pra se esperar muita coisa. Faltou entrosamento e malícia, principalmente no lance do gol que tomamos, onde a falha não pode ser creditada apenas ao goleiro, em que pese sua saída do gol.
Os dois Guilhermes foram bem na marcação, mas o 2º volante poderia ter atuado mais ofensivamente e mais perto dos atacantes, com algumas chegadas ao ataque para compensar as deficiências dos responsáveis pela armação.
Na etapa final, o time voltou menos ansioso, menos afobado e conseguiu ficar mais com a bola nos pés. E numa jogadaça do Zizao, Giovanni marcou um golaço e abriu o placar. O chinês arrancou pela esquerda, ganhou na corrida dos marcadores, invadiu a área, pedalou, foi até a linha de fundo e cruzou na medida para Giovanni mandar para as redes. 
Zizao mostrou que tem potencial para ser mais que uma jogada de marketing. É um jogador habilidoso, ágil, rápido, disciplinado taticamente e muito voluntarioso. Marca, vai pra cima, desarma, pedala e busca o jogo. De acordo com dados do Datafolha, Zizao, além da assistência perfeita para Giovanni, recebeu 37 bolas dos companheiros, deu um chute a gol, teve aproveitamento de 78,8% nos passes (26 certos em 33), fez seis jogadas pela linha de fundo e mostrou bom poder de marcação, ao fazer seis desarmes completos.
Assim, o chinês, que segundo Tite ainda precisa melhorar a parte física, se continuar nesse ritmo evolutivo, poderá ter um grande futuro no Timão. Mas, apesar do carisma e de ter caído nas graças da torcida, ainda é um jogador em formação, uma boa aposta, embora possa ser muito útil na ausência dos titulares. 
O Paulista, com um time mais arrumado e entrosado, que conservou a base da Copa Paulista e que vem se preparando desde dezembro para o Paulistão, mostrou mais resistência e empenho no final do jogo e conseguiu o empate, numa falha conjunta do Corinthians, que começou com uma bola perdida e terminou com uma vacilada da nossa defesa. Além disso, depois de abrir o placar, o Corinthians se acomodou, talvez pelo desgaste do forte calor e da falta de ritmo de jogo.
Tite demorou muito pra mexer no time e deveria ter substituído muito antes o Nenê Bonilha pelo Léo, que apesar de ser um garoto, tem mais qualidade técnica, um bom passe, sabe armar as jogadas e finaliza bem. Na avaliação do treinador, o time, por ser muito jovem, pecou pela ansiedade e pela pressa em definir o jogo. Para ele, o desempenho foi melhor que o resultado e a vitória do Corinthians seria um resultado mais justo.
Os melhores jogadores em campo foram Zizao e Giovanni. Surpreendentemente, Edenilson e Romarinho não jogaram tudo o que podem e o que sabem e a defesa ainda precisa melhorar muito. Acredito também que faltou vontade e empenho do Romarinho, Edenílson e Guilherme, os jogadores mais experientes do time que atuou domingo.
Mas, esse time é ainda muito jovem e com o transcorrer do campeonato  vai se entrosar e adquirir ritmo de jogo, os reforços vão estrear e os titulares, também estarão de volta. Mas, com o início da Libertadores, o time alternativo deverá continuar atuando no Campeonato Paulista, razão pela qual, todo o elenco precisa ter boas condições de jogo.
Estamos no início da temporada e o jogo de estreia serviu para dar ritmo de jogo e diagnosticar as deficiências para poder corrigir as falhas. Apesar do baixo rendimento de alguns jogadores, não dá para mandar ninguém para a cruz nem para elevar ninguém aos céus.
Ficha Técnica - Paulista 1 X 1 Corinthians
Local: Estádio Jayme Cintra, em Jundiaí (SP)
Data: 20 de janeiro de 2013, domingo
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza (SP)
Assistentes: Daniel Paulo Ziolli e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (ambos de SP)
Cartões amarelos: Thales (Paulista); Giovanni e Guilherme Andrade (Corinthians)
Gols: Paulista: João Henrique, aos 34 minutos do segundo tempo; Corinthians: Giovanni, aos 13 minutos do segundo tempo
Paulista: Richard; Thales, Lima, Lázaro e Correia; Matheus, Flávio (Diego Marangon), Chiquinho e Kasado (Régis); Cassiano Boldini e Marcelo Macedo (João Henrique). Técnico: Giba
Corinthians: Júlio Cesar; Edenílson, Antônio Carlos, Felipe e Welder; Guilherme Andrade, Guilherme, Nenê Bonilha (Leonardo) e Giovanni (Willian Arão); Zizao e Romarinho. Técnico: Tite
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