quarta-feira, 31 de agosto de 2011

#diadocorinthians

Hoje é e estamos comemorando

Não importa se pertenço às organizadas, se vejo o jogo na arquibancada, no Tobogã ou nas numeradas, lá no bar ou no sofá. O que importa é que torço, que vibro, que rio e que choro, que grito, que apoio, que às vezes corneto mais que deveria, mas que que eu nunca abandono e que sem você eu não viveria. 
Corinthians do meu coração, Corinthians minha paixão! Você pra mim é essencial, é como o ar que respiro, como a comida que me alimenta, como a brisa que me acaricia, como o Sol que me ilumina. 

Neste dia tão especial, dia do seu aniversário, todo mano se anima e sai pra comemorar. Comemorar sua grandeza, comemorar sua beleza e a felicidade por pertencer à Nação; de fazer parte da torcida, dessa torcida aguerrida, que está sempre junto, com tanto amor e dedicação. Que com você chora nas derrotas, que afaga e que consola, que enxuga o seu pranto, que está sempre ao seu lado, não importa o momento, a angústia e o sofrimento... Mas que vibra nas vitórias e de alegria também chora. Que está sempre presente, que não mede sacrifícios para ver você jogar.
Como todo corinthiano e corinthiana, como membro da Fiel também estou comemorando este dia. Mas, acho que estou me enganando, pois apesar de toda a festa e de toda comemoração, para todo corinthiano, para toda a Fiel todo dia é , dia de comemorar, de confraternizar, de celebrar sua grandeza, sua beleza e a imensa paixão que sentimos pelo nosso Poderoso Timão.



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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Corinthians X Grêmio - Pré-jogo

Vamos iniciar o 2º turno com pressão de todos os lados. Ninguém aguenta mais tantos vexames, tanta incompetência, tanta desculpa, tanta conversa fiada, tanto blá blá blá nem tão pouco futebol. Ninguém aguenta mais ver um Corinthians irreconhecível, sem garra, sem determinação, previsível, errando passes, finalizações, cobranças de faltas e de escanteios, incapaz de uma jogada ensaiada, jogando um futebolzinho morno e sem graça. Ninguém aguenta mais ver o time recuar e se dar mal, jogador andando em campo, jogador dando muigué, técnico dando desculpas, dirigente omisso, imprensa tirando sarro e treinador pagando mico nas entrevistas.

E a Fiel, mesmo desprestigiada e desrespeitada, continua apoiando. Mesmo com o jogo em horário desfavorável os ingressos das arquibancadas já esgotaram. Para o jogo de 4ª feira, antecipado para meia dúzia de vips comemorarem o aniversário do time com festinha para convidados privilegiados, a maioria da Fiel foi impedida de prestigiar e apoiar o Time do Coração. Mesmo com ingressos adquiridos, o torcedor que trabalha não terá condições de participar, pois, não tem como largar o trampo às 18 horas e chegar ao Pacaembu no mesmo horário. Assim, para favorecer a cartolagem e seus amiguinhos, o jogo foi antecipado, a Fiel foi desrespeitada e impedida do seu maior prazer e alegria, ver o Timão jogar no Pacaembu.
Sobre o jogo, o que falar? Apesar de ser no Paca, em vez de entrar com 3 atacantes (William, Liedson e Émerson) Tite substitui Jorge Henrique por Edenilson, Tira um atacante e põe um volante? Não sei. No elenco do site oficial, Edenilson aparece como meia e na prática JH fica só na marcação, portanto, vem jogando como volante. 
No último treino Tite abriu mão do esquema com  três atacantes e optou pelo 4 4 2 com três volantes: Ralf, Paulinho e Edenilson e Danilo como meia. Émerson e Liedson formaram a dupla de ataque. Neste jogo, Edenilson, o novo garoto Bombrill, vai de volante. Segundo o técnico, JH perdeu a titularidade devido a queda de rendimento nos últimos jogos. A proposta do treinador é ter um losango no meio campo, com Ralf mais recuado, Paulinho e Edenilson pelos lados e Danilo na armação, mais próximo aos atacantes, ou seja, um volante, dois articuladores, um meia e dois centroavantes. Paulo André substituiu o suspenso Castán e Alessandro voltou na lateral direita. Espero que com a Avenida Direita interditada.
O Corinthians deve enfrentar o Grêmio, pela 20ª rodada do Brasileiro com a seguinte escalação: Júlio César; Alessandro, Chicão, Paulo André e Ramon; Ralf, Paulinho, Edenilson e Danilo; Émerson Sheik e Liedson. 
Com esta nova formação o  time vai melhorar? Os erros serão corrigidos? Vamos retomar o caminho da vitória? Podemos ter esperança? Podemos confiar?
São perguntas que fazemos e que não encontramos respostas. A única certeza que tenho é que o Corinthians está precisando de um choque de competência, de responsabilidade e de comprometimento. 
De voltar a ser um time aguerrido, comprometido com a vitória, um time de lutadores e guerreiros, de voltar a jogar com raça, com gana. O time parece acomodado, sem ambição, sem vontade, além de apresentar um jogo previsível, facilmente anulado pelos adversários e sem nenhuma criatividade nem variação de jogadas. 
O elenco e a comissão técnica deveriam assistir vídeos de jogos do passado para aprenderem como superar as dificuldades com o comprometimento, com a vontade e com o amor à camisa e numa época em que a estrutura era precária, os recursos eram escassos e os salários não eram milionários. Que saudades do Corinthians  do Wladimir e do Zé Maria que, literalmente suavam a camisa e davam o sangue pelo time, e de muitos outros guerreiros que vi lutar, que vi ganhar, que vi perder, mas nunca vi pipocar nem se entregar.
Se para aprender postura e comprometimento deveriam ver os vídeos do passado, para aprenderem tática e posicionamento em campo, eles poderiam aproveitar a concentração para ver os vídeos dos jogos do Barcelona contra o Porto no final da Copa UEFA (2 a 1) e o da vitória por 5 a 0 sobre o Vila Real pelo Campeonato Espanhol.
E mais uma observação. Jogador tem que ser valente e guerreiro com a bola no pé e não querer ganhar no grito e nem aceitar  provocação. Tem que ser superior na técnica e na tática e não querer sair no braço. Para dar socos e pancadas nós temos o Anderson Silva e isto nos basta. Do outro Anderson, do Paulinho e demais jogadores, o que queremos e o Corinthians precisa é que voltem a jogar um bom futebol. E que façam um bom jogo, conquistem os três pontos e retomem o caminho do sucesso.


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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Blog do Silvinho pergunta. Timão para sempre responde

O Blog do Silvinho, meu amigo e Guru, propõe aos seus leitores algumas questões importantes, que deveriam ser objeto de reflexão dos responsáveis pelo futebol do Corinthians, de quem realmente manda e dos "café com leite." Não sei se eles vão analisá-las, mas se o fizessem, muito ganharia nosso futebol.
Refletindo sobre as questões propostas, cheguei às seguintes conclusões:


1. Não existe nenhum corinthiano, em sã consciência, satisfeito com o que está acontecendo.





2. Rachão no meio campo às sextas feiras deve ser para animar a sessão da tarde da TV Corinthians.



3. A diretoria, do Andrés aos "café com leite," não devem estar satisfeitos com o que estão vendo, pois esses vexames respingam diretamente neles e no candidato da situação. 


Já chamaram o TITEanic para uma reunião... Só espero que tenha sido para o devido enquadramento e não para dizer que "não vivemos de títulos, vivemos do Corinthians" embora muitos, literalmente, vivam do e às custas do Corinthians.
4. Nossos goleiros, desde o tempo do Felipe, cometem falhas grosseiras nos fundamentos, posicionamento, saídas de bolas aéreas, tiro de meta, formação de barreiras e entrosamento com a zaga. Como os erros são recorrentes, as falhas decorrem mais dos treinamentos do que da qualidade individual dos goleiros. Aliás, já afirmei isso em várias ocasiões.
5. Contusões de "última hora" tem acontecido com frequência. Isto é muito estranho, até porque temos no CT uma tecnologia capaz de diagnosticar desgastes e prevenir contusões, o que nos leva a duas hipóteses: os recursos disponíveis estão sendo mau utilizados ou deram muigué.
6. Queda do rendimento de Chicão e Jorge Henrique: prazo de validade vencido ou fadiga de material? Chicão sente falta do William Capita ou está desmotivado ou sentiu o peso da braçadeira? Ou seria treinabilidade inadequada e insuficiente? Jorge Henrique deve estar em crise de identidade. O Garoto Bombrill, deve ficar confuso em campo, pois ora é atacante, ora volante, ora é meia de sustentação ou lateral e até zagueiro. Em resumo, o técnico, ao invés de armar o jogo conforme as características dos jogadores, obriga-os a se adequarem a um esquema tático pré definido na sua cabeça. O problema parece estar na treinabilidade.
7. Quanto ao treinador, considero que sua postura de perdedor é um obstáculo ainda maior que suas táticas equivocadas e retrancadas. Ficar repetindo à exaustão que "um dia o time vai perder" passa aos jogadores uma mensagem subliminar que perder é natural, que se perderem não tem importância e que não serão cobrados pela derrota.
8. Reverter o processo decadente, a queda livre, não é impossível. Basta os jogadores resgatarem a velha raça corinthiana, jogando com garra e determinação. E deixarem de ser vaquinhas de presépio, apontando os erros do treinador, sendo mais participativos, discutindo e questionando os posicionamentos equivocados e, se necessário, até desobedecendo certas orientações, como recuar após o gol, 11 na área na cobrança de escanteio, o centro avante não voltar para marcar e buscar a bola, etc... Para reverter a queda livre tem que partir da bolerada, do resgate do espírito de luta, do entusiasmo, do espírito vencedor... Para isso não dá para contar com o técnico, que pensa, sente e age como perdedor.

9. Minha paciência e, creio, da maioria dos torcedores, já se esgotou faz tempo. E a liderança ainda não acabou porque o nível do futebol brasileiro está muito ruim. 





E pela proteção de Jorge, um Espírito iluminado que sempre nos ampara e protege.





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SOS - O TITEanic está indo a pique... e ninguém toma providência


Nessa longa caça ao título estamos ficando sem munição e deixando as presas escaparem. Desta vez o porco estava ensebado; até conseguimos agarrá-lo, mas ele acabou fugindo. Baixamos as nossas guardas, erramos a pontaria e viramos o caçador caçado. 
Começamos bem, fizemos o 1º gol com o Sheik e aí tiramos o pé, recuamos e levamos a virada. Para não variar a zaga bobeou, Júlio César se atrapalhou, o Palmeiras empatou e depois virou. Os gols saíram da forma prevista e alertada por 99,99999999% dos blogueiros e comentaristas; de bola parada e com lançamento de Marcos Assunção. O 1º de escanteio, convertido por Luan e o 2º num lançamento para Fernandão, que matou no peito e mandou pro gol, diante de uma defesa corinthiana perdida e atabalhoada. Parece piada, mas ninguém ficou encarregado de marcar o Marcos Assunção.

Defesa corinthiana
Se no 1º tempo o Corinthians foi superior, no 2º o domínio foi do adversário e nem as substituições melhoraram nosso desempenho. Nossos atacantes fortemente marcados, nas poucas vezes que conseguiram furar o bloqueio ou erraram a pontaria ou foram parados por Marcos. Danilo, mais lento que do costume, errava passes e nada criava, tendo sido substituído por William. Aí ficamos 10 minutos com 4 atacantes e zero meia, quando entrou Morais, totalmente sem ritmo. Como ninguém criava, Paulinho tentou criar, desguarneceu a marcação e não fez nem uma coisa nem outra. 
Edenilson, já no final do 2º tempo entrou no lugar de Wallace, dando maior movimentação ao setor. Até acho que a improvisação do Edenilson teria sido melhor que a do Wallace, pois,  depois da saída de Welder, a direita do campo corinthiano virou uma larga avenida para os adversários. 
Também para não variar, como ninguém criava, continuaram os chutões e as chuveiradas na área, obviamente, interceptadas pelos zagueiros armários do outro time. Além disso, gol de falta continua proibido e a boa pontaria também.
Tite levou mais um nó tático, desta vez do Felipão que, com um elenco tecnicamente inferior, conseguiu virar a partida. De uns tempos pra cá isto já virou rotina. 
Apesar da derrota, ainda somos líderes e campeões do 1º turno, seja lá o que isso significa e para que serve neste campeonato de pontos corridos que só está na metade. 
O pior é quem tem gente comemorando como se já tivéssemos ganho alguma coisa. A estes, que não se cansam de brincar de Pollyanna, fazendo o jogo do contente, informo que estamos numa queda livre na tabela  e que se nos dez primeiros jogos conquistamos a liderança, só não a perdemos pelos erros de nossos adversários e não pelos nossos acertos. 
Nos dez primeiros jogos ganhamos 28 pontos dos 30 disputados e tivemos 93,3% de aproveitamento. Nos últimos nove jogos obtivemos 9 pontos dos 27 disputados, ou seja, tivemos 33,3% de aproveitamento. Contrariamente, nossos adversários mais próximos mantém a regularidade, com uma leve tendência crescente, podendo nos ultrapassar com uma simples vitória, se não reagirmos a tempo.


Diante disso tudo, ainda temos que conviver com desculpas esfarrapadas e com chiliques de jogadores, dentro e fora de campo.


A maionese está desandando, o leite está azedando, o feijão está carunchando e o vinho avinagrando.  São indícios de que nesta dispensa têm muitos ingredientes com prazo de validade vencida e que precisam ser substituídos, pois se continuarem no time farão muito mal à saúde do Corinthians e dos Corinthianos.

E para quem  vive  do Corinthians, mas ainda não entendeu, eu aviso mais uma vez


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domingo, 28 de agosto de 2011

Palmeiras X Corinthians - Pré-jogo

Hoje tem Corinthians, hoje tem clássico, hoje tem emoção, hoje tem decisão. Decisão de um título simbólico, de campeão do 1 º turno, que para nós corinthianos significa permanecer na liderança do Brasileirão.
O jogo não será em São Paulo nem no Pacaembu. Oficialmente, o adversário, para economizar uns trocados, levou o jogo para Presidente Prudente. Mas, por traz disso, tem também o medinho que  ele tem do Pacaembu, totalmente impregnado com a energia da Fiel. 
Ambos os times tem alguns desfalques, alguns de última hora, Maikon Leite do lado deles e Alex do nosso lado. Felipão, suspenso, não fica no banco e será substituído por Murtosa. Vamos nos livrar da choradeira e do mi mi mi... 
Depois do vexame de sábado no Pacaembu contra o Figueirense, Tite teve uma semana inteira para treinar e acertar o time. Mas, logo de cara, jogou um dia no ralo e o time folgou, também na 2ª feira. Como na 3ª feira alguns jogadores apresentaram-se com problemas físicos, perdeu-se um dia para recuperação, o que pode ter pesado na escalação final. Com Alessandro e Welder lesionados, o zagueiro Wallace será improvisado na lateral direita, enquanto na esquerda teremos a volta de Ramon. 
Depois de muita experiência durante a semana em que foram testados vários esquemas: 3 zagueiros, Castán na lateral esquerda e Paulo André na zaga, 3 6 1, 4 3 3... o treinador optou pelo último, com a provável escalação: Júlio César, Wallace, Chicão, Castán e Ramon; Ralf, Paulinho e Danilo; Jorge Henrique, Émerson e Liedson. Volta o esquema vitorioso com três atacantes, mas com Wallace, zagueiro de origem teremos mais marcação e menos avanço pela lateral, sobrecarregando o meio campo na armação, agora com um único meia. Jorge Henrique e Émerson vão ter que buscar a bola e os volantes aparecerem de surpresa na área, pois na prática estaremos jogando com três zagueiros. Espero que Tite tenha treinado a defesa para segurar as bolas paradas, vindas das cobranças de faltas e de lançamentos de bolas na área para cabeceio, realizados pelo Marcos Assunção, o jogador e as jogadas que mais levam perigo. E, também, que tenham treinado, a exaustão, cobranças de faltas e finalizações.
Como, depois do lampejo de sucesso no 2º tempo contra o Atlético MG, o time voltou a patinar e perdeu, vergonhosamente, no Pacaembu, volto ao meu velho mantra:
O time tem que entrar concentrado, trabalhar a bola com paciência, evitar chutões, não errar passes, cruzamentos e finalizações, acertar as cobranças de faltas e de escanteios e, nestes, não deixar os 11 jogadores na área, pois, alguém precisa estar na intermediária e mais próximo do gol adversário para receber a bola num contra ataque rápido. No mais, é só jogar com a velha raça corinthiana, com muita garra e determinação.

Perder este jogo, nem pensar. É clássico, é contra nosso histórico rival e precisamos desta vitória para nos mantermos na liderança. Apesar do jogo ser bem longe de São Paulo, teremos 41% dos ingressos e sábado, na chegada do time no aeroporto de Prudente, a força da Fiel já se fez presente e no jogo não será diferente. Ontem, a torcida deu o sangue, participando da campanha Sangue Corinthiano. Hoje é o dia dos jogadores testemunharem o amor à camisa resgatando a velha raça corinthiana e voltando de Prudente com a vitória, com os três pontos e com a liderança.




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Airton Vignola/Agência Estado/globoesporte.globo.com
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Diego Ribeiro/globoesporte.globo.com
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Sangue corinthiano Doando amor Doando vida

Uma torcida sem limite por uma causa sem tamanho!!!
A Fiel é de fato uma torcida sem limites. Ilimitado é seu amor pelo Corinthians, ilimitado é o entusiasmo com que o apoia nos jogos, ilimitada é a sua paixão pelo Timão. Também não tem limites nem no tempo nem no espaço, é Fiel todo dia e em todas as horas, é Fiel em todos os lugares, é Fiel até no longínquo Japão.
Mas não é Fiel só nos esportes. Tanta fidelidade ultrapassa os limites do time do coração e transborda para a solidariedade, tornando-a Fiel também na cidadania, na esperança, no amor, na defesa e na doação de vida. E somente uma torcida sem limite seria capaz de assumir uma causa sem tamanho, criando e desenvolvendo um movimento com a grandeza da campanha Sangue Corinthiano.
Sangue Corinthiano é uma campanha nacional que usa a força da torcida corinthiana para conscientizar os torcedores sobre a importância da doação de sangue. Idealizada por Milton de Oliveira, tem o objetivo, de três vezes ao ano, promover o "Dia do Corinthiano Doar Sangue", fidelizando e conscientizando os torcedores sobre a importância da doação de sangue. Para saber mais consulte http://www.sanguecorinthiano.com.br/campanha.php
A campanha Sangue Corinthiano é tão importante que só é superada pela campanha realizada pelos bombeiros e desempenha papel fundamental na normalização do estoque de sangue da Fundação Pró Sangue do Hospital das Clínicas.
A campanha chega à sua 8ª edição e terá o seu Dia D em 27 de agosto em sua matriz, na fundação Pró Sangue, do Hospital das Clínicas de São Paulo e se estenderá até o dia 10 de setembro por mais de 40 postos de coleta. A lista dos hemocentros cadastrados e o torcedor responsável por cada posto de coleta encontra-se no site http://www.sanguecorinthiano.com.br/ondedoar,php
Uma novidade que aumentará o número de doadores é a ampliação da faixa etária para doação de sangue no país. Agora a idade mínima é de 16 anos com apresentação de autorização dos pais e o limite foi ampliado para 68 anos.
Doar sangue é um ato de amor, de solidariedade, de cidadania, de esperança. Doar sangue é decisivo para o salvamento de uma vida, sendo para muitos a única possibilidade de continuar mantendo por mais tempo sua vida corporal.
Quem doa não sabe a quem vai beneficiar, o que torna a doação um ato de amor incondicional, por não sabermos a quem o sangue doado irá servir. Somente uma torcida como a nossa poderia protagonizar uma ação tão grandiosa e doando um sangue de tamanha qualidade. Um sangue quente, apaixonado, valente, ardente, cheio de amor e de esperança... Um sangue diferente. Um sangue que pulsa nas veias de quem sabe rir e chorar, lutar e vibrar, de quem nunca desanima, de quem sabe o que quer e que, mesmo nos piores momentos, continua acreditando, estimulando e apoiando. Um sangue especial, um sangue preto e branco, embora aparente ser grená. 


Infelizmente, meus 70 anos não me permitem fazer a doação. Mas, para garantir minha participação, já estou desfilando com a minha camiseta da campanha, adquirida na Loja Poderoso Timão do Shopping Metrô Tatuapé.




E você, que faz parte da Fiel Torcida, seja Fiel, também, na solidariedade! Vamos atender à convocação de Milton de Oliveira, o idealizador da campanha. 


"Não importa se você é torcedor de arquibancada, de torcida organizada ou acompanha o Timão só pelo rádio ou TV. O importante é fazermos nossa parte na sociedade, doar um pouco de Sangue Corinthiano que corre em nossas veias. Vamos (...) vestir nosso manto sagrado, doar sangue, salvar vidas e mostrar ao Brasil o poder da nossa torcida."


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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Quero o meu Corinthians de volta!!!

Mais de 28 mil pessoas foram ao Pacaembu e 26256 pagaram para ver o Corinthians dar vexame. Tomaram chuva, passaram frio e muita raiva. 
No final, o time saiu vaiado e  os jogadores ficaram bravos e magoados com a reação da torcida. O que eles queriam? Aplausos depois do festival de erros que protagonizaram? Antes de comentar o jogo já vou avisando aos dengosos que se não aguentam pressão devem se transferir para um time da 2ª divisão e trocarem seus salários  polpudos pelos salários dos jogadores da Série B. Ou, façam como o Roberto PIPOCArlos e peçam pra sair. Corinthians é time para guerreiros e não para pipoqueiros. Nem para melindrosos.

Sobre o jogo, nem dá vontade de comentar... Mas, tem que ser Corinthiana, também nos maus momentos. Então vai...
No 1º tempo, o Corinthians, sem velocidade, sem pique, sem pegada e até com certa preguiça pouco ameaçou, a não ser com uma bola na trave em falta cobrada pelo Chicão. O time apresentava um comportamento apático e displicente. Parecia subestimar o adversário e, desmotivado, pouco se movimentava e pouco se infiltrava. Danilo, meia canhoto, sofria, aberto pela direita, enquanto Welder, destro, passava apuros na lateral esquerda. E o lateral esquerdo Denner, no banco. 
Pela direita, a Avenida Alessandro, totalmente descongestionada, dava livre passagem para quem quisesse por ela transitar. O nosso Velho Guerreiro, (que não é o Chacrinha) vem de contusão, não tem atuado bem, mas o Tite teimou em escalá-lo, ainda lhe deu de presente a faixa de capitão, em homenagem ao se 150º jogo com a camisa do Timão e deixou-o no jogo até o fim. Ele bem que poderia tê-lo poupado deste mico e do vexame de ter contribuído para os gols do time da Figueira. 
Com ampla liberdade pela direita, com facilidade no toque de bola, com a fraca marcação do Corinthians, com o Liedson bem marcado, com pouco deslocamento dos nossos homens de frente, o adversário avançava e numa descida pela Marginal Direita, totalmente livre, sai o 1º gol dos catarinenses, com a colaboração da nossa defesa que, mais uma vez não se entendeu. 
E depois do gol, Jorginho não mandou o time recuar, viu Tite. 
Aí o Corinthians acordou, mas, afobados e bem marcados, os jogadores pouco criavam e, quando conseguiam chegar, erravam o chute. Com Liedson encaixotado entre os zagueiros, Danilo e Alex não tinham para quem passar a bola. 
A  "brilhante" solução encontrada foi lançamento de bolas altas na área para nossos baixinhos atacantes, todas interceptadas pelo zagueiros armários do Figueirense. Apesar da água que caia, o Corinthians insistia nos chuveirinhos, mas a pressão era pouca e a agua mal pingava. Será que estão querendo novos patrocínios? Duchas Corona, Fame ou Lorenzetti?
Se Tite errou na escalação do time, iniciando o jogo com a formação quase idêntica a que tomou de  2 a 0 no 1º tempo  do jogo com o Atlético MG, ao invés de colocar o time que conseguiu a virada contra o Figueirense, ele errou também nas mudanças da etapa final. Em vez de interditar a Avenida Alessandro e colocar Welder, que está melhor na lateral direita, deixou Alessandro em campo, mandou o Welder pro chuveiro e improvisou o Jorge Henrique  na lateral esquerda, mesmo tendo no banco um jogador da posição. 
Aliás, ultimamente, apesar de correr muito, o Motorzinho anda desregulado. Está mais para atleta do Corre Corinthians do que para jogador de futebol... Pudera! Tite deve estar deixando-o em crise de identidade profissional, depois que fez dele o garoto Bombril, atribuindo-lhe mil utilidades: zagueiro (no jogo de Minas Gerais), lateral, volante, (quando só marca), meia de sustentação e atacante. Só não jogou de goleiro, ainda. Como última modificação do intervalo, colocou o Émerson Sheik. Jogando com dois meias, um canhoto, mas aberto pela direita e com o Alex, que não tinha pra quem passar a bola, porque ninguém se movimentava para recebê-la, Tite deveria ter tirado um meia e já ter iniciado o 2º tempo com o William, ter sacado o Alessandro e JH, passado o Welder para sua posição de origem, colocado o Denner  na lateral esquerda e ir pra cima com três atacantes, William, Liedson e Émerson. Ou, até mesmo deixado  o improvisado JH na esquerda.
Com falhas na marcação, com imprecisão nos passes e erros de finalizações não conseguimos fazer o gol de empate. E como diz o ditado "quem não faz toma", o adversário, mais uma vez, aproveita a falta de congestionamento da Avenida Alessandro e parte com tudo para fazer o 2º gol já na prorrogação. Castán, fora do campo por estar sangrando, não participou da jogada. Ralf, talvez pudesse ter parado o ataque com falta... Alessandro veio andando de fasto... de fasto... de fasto... e só. O Figueirense liquidou a fatura, matou o jogo e as esperanças de mais de 30 mil corinthianos

Parece que ninguém mais se intimida com o Corinthians no Pacaembu. O Corinthians tornou-se um time tão previsível que qualquer técnico consegue dar um nó tático no Tite. Como o veneno já é conhecido, já existem vacina e antídoto necessários para anulá-lo. E ninguém se preocupa em mudar a fórmula do veneno. 
E para complicar, vêm as mesmas desculpas esfarrapadas. Elogios ao adversário, campo pesado e chuva, ansiedade e desespero  para vencer, calendário apertado ocasionando cansaço  e falta de treinamento na semana e outras desculpabilidades. Pára vai... O calendário é apertado para os dois times, o campo, a chuva e o cansaço também. Se não houve tempo durante a semana para treinar passes e finalizações, a esta altura do campeonato isto já foi, ou já deveria ter sido, treinado à exaustão. 
E, por maior que seja o desgaste, o cansaço não deve ser maior do que o da maioria dos trabalhadores brasileiros. Creio que é mais cansativo encher laje de concreto depois de levantar de madrugada e passar três horas dentro de uma condução lotada, almoçar feijão com farinha e pegar mais três horas de condução na volta pra casa. E se ficar doente ou se lesionar no trabalho, se tratar no SUS e não na Clínica Joaquim Grava e no CT do Corinthians. Tudo isso ganhando um salário que mal dá para sobreviver.
Reconheço as dificuldades impostas pelo calendário, sou a favor de que os atletas tenham condições de trabalho, treinamento, assistência médica e acompanhamento necessários ao seu bom desempenho e que sejam bem remunerados. Só não concordo com todo esse chororó e com esse mi... mi... mi... Afinal, além de não serem uns coitadinhos, todos os times enfrentam os mesmos problemas e a maioria está em situações muito piores quanto à estrutura e aos salários. E apesar disso, alguns destes têm nos criado muitas dificuldades.
Tem horas que não reconheço no meu Corinthians aquele time raçudo, brioso, brigador, cheio de garra, de gana. Meu Corinthians destemido, vibrante, lutador... Vejo hoje um time acomodado, amedrontado, recuado, temeroso, assustado, com muito bla bla blá, cheio de explicações, desculpas e com pouco futebol. Um time previsível, sem vibração, às vezes afobado demais outras apenas acomodado. Um time irregular, que vai bem num tempo ou num jogo e mal no seguinte, que parece que vai engrenar e volta a patinar, que tem lampejos de Timão e depois vira um timinho comum, muito diferente daquele Corinthians que até perdia jogos e campeonatos, mas jamais perdia a garra. Hoje o time é grande na sua estrutura, na arrecadação, no marketing, mas tem se apequenado naquilo que é essencial, apresentando um futebol irreconhecível e perdendo e empatando com times tecnicamente muito inferiores. Parece que falta comando, motivação, atitude, vontade de vencer... 
Sinto falta do espírito, da alma corinthiana, do amor à camisa dos ídolos do passado. Alguns nem eram craques, mas, pela garra, pelo empenho, pelo esforço, pela luta e pela doação com o manto alvinegro tornaram-se grande ídolos. Tem horas que sinto como se o meu Corinthians tivesse sido sequestrado e isto dói muito. Por isso mais uma vez eu insisto, mas uma vez eu grito...

       Quero o meu Corinthians de volta! 


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