quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Corinthians X Millonarios - Muita força guerreiros!

Hoje será um post diferente, Nada de discutir técnica e tática. escalação, jogadores e banco de reservas. Embora tudo isso seja fundamental, vou limitar-me a apresentar, no final, a ficha técnica e o banco de reservas. Porque mais que isso, hoje, nosso papel  e nossa responsabilidade como torcedores são outros.
Hoje é dia de demonstrarmos na prática, todo nosso amor pelo Timão, enviando ao time, nossas amorosas vibrações.
Hoje é o dia de mostrarmos que até podem dele nos separar material e fisicamente, mas que jamais conseguirão dele nos afastar pelo pensamento e pelo sentimento, porque nosso amor, incondicional e infinito, não conhece barreiras, transpõe qualquer obstáculo e supera qualquer dificuldade.
O Corinthians é um time forjado na luta e sua história é um documentário de superação. Não será agora que vai sucumbir. 
Sabemos que para o pensamento não existem barreiras, que ele ultrapassa todas as fronteiras. Se nossos guerreiros irão a campo sem a nossa presença física e se, por uma medida arbitrária da CONMEBOL, não poderemos acompanhá-los, podemos e devemos formar uma imensa corrente energética para envolvê-los, fortalecê-los e energizá-los, vibrando intensamente pelo seu sucesso no jogo contra o Millionarios.
Sei que não estamos felizes nem confortáveis com essa situação Kafkiana, mas não podemos desanimar nem nos desesperar. O pensamento de mais de 30 milhões terão a força de potencializar as energias que, mesmo à distância, empurrarão o time para a vitória. Nossa meta, hoje. é acreditar na capacidade de superação dos nossos guerreiros e, mesmo à distância, passar-lhes confiança, esperança e muita energia. É formar uma imensa corrente vibratória para romper as barreiras da intolerância, da arbitrariedade e do ódio manifestado pela anticorinthianada doente e pelos abutres que nos pegaram para bode expiatório.
Sim nossa corrente de amor, a energia de todos os loucos do bando, nosso corinthianismo é muito maior que toda a negatividade que tentam nos impingir. Se o mal é a ausência do bem e o ódio a ausência do amor, vamos preencher todos os espaços do Pacaembu com o imenso amor que só a Fiel é capaz de ofertar, vamos impregnar nossa casa com a energia da torcida, fortalecendo nossos guerreiros para a batalha.
Assim, através dessa mensagem, em nome da Fiel Torcida, deixo a todos aqueles que defenderão nossa Nação no Pacaembu, amorosas vibrações, muita confiança e esperança.
Muita força guerreiros! 
Para o pensamento não existem barreiras e, neste momento, nossas vibrações positivas e todo o nosso carinho estarão com vocês. 
Recebam toda a energia da Fiel, saibam que nosso amor não tem limites e que a separação física que nos foi imposta, em nada diminuirá nossa torcida e nossas vibrações. 
Hoje, no Pacaembu, sintam-se abraçados por cada corinthiano(a) Fiel e recebam nossas energias, nossa força, nosso carinho e nossas mais positivas vibrações. 
Nossa ligação com o Corinthians transcende os limites físicos da matéria, portanto, essa separação imposta é apenas física e vamos superá-la com a força do imenso e infinito amor que sentimos pelo Timão. 
Na certeza de que o Espírito de Jorge da Capadócia estará com nossos guerreiros, envolvendo-os e inspirando-os, pedimos a Deus que abençoe e proteja nosso time em mais essa prova. 
Tamo junto manos.


Ficha Técnica - Corinthians X Millonarios
Local: estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 27 de fevereiro de 2013, quarta-feira
Horário: 22 horas (de Brasília) 
Árbitro: Néstor Pitana (ARG) 
Assistentes: Hernán Maidana (ARG) e Diego Bonfa (ARG)
Corinthians: Cássio; Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Renato Augusto e Danilo; Alexandre Pato e Guerrero. Técnico: Tite
Millonarios: Luis Delgado; Lewis Ochoa, Pedro Franco, Ignacio Ithurralde (Anderson Zapata) e Jarold Martínez; Rafael Robayo, Elkin Blanco, Hárrison Otálvaro e Máyer Candelo; Wason Rentería e Fredy Montero. Técnico: Hernán Torres
Outros relacionados pelo Tite: Danilo Fernandes, goleiro; Edenílson e Igor, laterais; Felipe, zagueiro; Guilherme, volante; Douglas, meia; Romarinho e Émerson, atacantes.

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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Empatabilidade

Melhores momentos
Está difícil de engolir 5 empates seguidos, principalmente contra times tecnicamente inferiores. Mas, nesse último empate, deve ter havido uma forte influência do fator emocional do time, abalado pelos acontecimentos na Bolívia. 
O jogo iniciou com 1 minuto de silêncio em homenagem ao garoto Kevin e os jogadores do Corinthians jogaram com uma fita preta no braço, em sinal de luto.
Com uma atuação irregular, o Corinthians não conseguiu passar pelo ferrolho armado pelo Bragantino e, por duas vezes, teve que correr atrás do resultado.
Eventos
Embora melhor no 1º tempo, o timão não conseguiu abrir o placar e logo no início da etapa final, foi surpreendido pelo gol do Léo Jaime. Logo em seguida, Pato deixou tudo igual, mas nem deu pra comemorar muito, pois aos 9 minutos, em mais uma bobeada da defesa, inclusive com uma falha do Cássio, Lincom colocou novamente o Bragantino na frente. Daí em diante foi um sufoco, com muitos erros de passes e de finalizações (13 finalizações erradas).
Tite fez o que pode para melhorar o desempenho. Substituiu o Douglas pelo Guerreiro, tirou os cansados Paulo André e Fábio Santos, passou o Ralf pra zaga e entrou com Igor na lateral e com Guilherme no meio campo. Mas, pouco adiantou e no final do jogo, poucas eram as esperanças de voltarmos pelo menos com um empate.
Mas, eis que no último minuto da partida, o zagueiro deles se apavorou e colocou a mão na bola. O juiz marcou pênalti e Guerreiro nos salvou de uma derrota.
Pontos negativos do jogo foram a violência do adversário, que bateu sem dó, haja visto o número de cartões, e um pênalti não assinalado, em Alexandre Pato. 
Em que pese o emocional abalado do time e o fato de ter atuado com cinco jogadores diferentes, a sucessão de cinco empates seguidos contra times mais fracos é preocupante. Nossa defesa não se acerta e vem levando gols bobos por lentidão e por mal posicionamento e até o Cássio tem cometido falhas bizarras.
Nosso meio campo não consegue fazer a transição pro ataque. Ralf e Paulinho ainda muito longe do bom futebol que podem apresentar e pouca criação dos meias. No ataque, muitos erros na hora de finalizar. E as bolas paradas continuam um desastre. 
Alexandre Pato foi o nome do jogo e já merece a titularidade. Romarinho movimentou-se bem, mandou bola na trave e não decepcionou. Guerreiro entrou e dinamizou a partida, além de bater com perfeição o pênalti que empatou o jogo.
Outro ponto negativo foi a postura de alguns torcedores adversários que colocaram uma faixa atrás do nosso banco de reservas com a palavra assassino e chegaram até a cuspir em nosso treinador.
Diante da exploração pela mídia do acidente na Bolívia que causou a morte do garoto Kevin, incidentes como esse deverão se repetir e o time tem que estar psicologicamente preparado para enfrentar as dificuldades. Sim, somos a Escola Base do futebol e esse triste episódio de Oruro é o banquete da abutraiada. 
Mas, somos um time forjado na luta e não vamos nos abater. Vamos dar a resposta dentro do campo e mostrar, como bem definiu o Doutor Sócrates, que somos mais que um time de futebol, que somos uma família, uma Nação.
Ficha Técnica - Bragantino 2 X 2 Corinthians
Local: estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista (SP)
Data: 24 de fevereiro de 2013, domingo
Horário: 16 horas  (de Brasília)
Árbitro: Leandro Bizzio Marinho
Assistentes: Fabricio Porfirio de Moura e Claudenir Donizeti Gonçalves da Silva
Público: 8.822 pagantes
Renda: R$ 377.406,00
Cartões amarelos: Geandro, Neto, Graxa e Robertinho (Bragantino); Fábio Santos (Corinthians)
Cartão vermelho: Raphael Andrade (Bragantino) 
Gols: Bragantino: Léo Jaime, a 1 minuto do segundo tempo, e Lincom, aos 9 minutos do segundo tempo; Corinthians: Alexandre Pato, aos 2 minutos do segundo tempo, e Guerrero, aos 50 minutos do segundo tempo
Bragantino: Rafael Defendi; Raphael Andrade, André Astorga e Kadu; Diego Macedo, Serginho, Geandro (Robertinho), Neto e Léo Jaime (Graxa); Malaquias (Cairo) e Lincom. Técnico: Mazola Júnior
Corinthians: Cássio; Edenílson, Gil, Paulo André (Guilherme) e Fábio Santos (Igor); Ralf e Paulinho; Renato Augusto, Douglas (Guerrero) e Romarinho; Alexandre Pato. Técnico: Tite
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sábado, 23 de fevereiro de 2013

Bragantino X Corinthians

De luto e ainda consternado pela tragédia de Oruro, o Corinthians enfrentará o Bragantino pela 9ª rodada do Campeonato Paulista de 2013, em Bragança Paulista, no estádio Nabi Abi Chedid, às 16 horas de domingo, 13/02/2013.
Vindo de três empates seguidos e na 8ª colocação, a última da zona de classificação, o Timão terá como adversário um time que tem apenas um ponto a menos, se recuperou de uma série ruim vencendo dois jogos seguidos e tem a ambição de avançar para obter a classificação para a série seguinte.
Ficha Técnica - Bragantino X Corinthians
Local: estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista (SP) 
Data: 24 de fevereiro de 2013, domingo 
Horário: 16 horas (de Brasília) 
Árbitro: Leandro Bizzio Marinho 
Assistentes: Fabrício Porfírio de Moura e Claudenir Donizeti Gonçalves da Silva 
Bragantino: Rafael Defendi; Kadu, André Astorga e Rafael Andrade; Diego Macedo, Serginho, Geandro, Neto e Léo Jaime; Malaquias e Lincom. Técnico: Mazola Júnior 
Corinthians: Cássio; Edenílson, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf e Paulinho; Renato Augusto, Douglas e Romarinho; Alexandre Pato. Técnico: Tite 
Além dos escalados, Tite relacionou, também Júlio Cesar, goleiro; Igor, lateral; Felipe, zagueiro; Guilherme e William Arão, volantes; Giovanni, meia; e Léo e Paolo Guerreiro, atacantes. O Timão atuará sem cinco titulares. Jorge Henrique, com a coxa direita machucada, está fora, bem como os desgastados Alessandro, Danilo, Emerson e Guerrero. 
Conforme o treinamento deste sábado, Edenílson será utilizado na vaga de Alessandro na lateral-direita. Já no meio-campo, Douglas ganha nova oportunidade e ocupa a função de Danilo como principal armador. Renato Augusto jogará no lugar de Emerson, enquanto Alexandre Pato será a referência ofensiva. Jorge Henrique, que deixou o jogo contra os bolivianos com dores musculares, dá lugar a Romarinho. Com dores musculares, Guerreiro ficará no banco de reservas. A grande novidade é a volta de Douglas, que nos últimos jogos ficou fora até do banco de reservas para recuperar a força física.
No último treino, Tite comandou uma atividade de quase duas horas. Preocupado com os erros de finalizações e com a ausência de gols de bola parada, tais fundamentos foram enfatizados no treinamento, com um ótimo índice de aproveitamento por parte de Alexandre Pato. Tite reconheceu a necessidade de aprimorar a bola parada, que pode ser decisiva num jogo. 
Técnica e estruturalmente temos um time muito superior, que pela qualidade do seu elenco, dá-se ao luxo de ter como reserva, jogadores que seriam titulares em qualquer outro clube. Mas, o momento do Corinthians não é fácil. Vindo de quatro empates consecutivos e abalados emocionalmente pela morte do torcedor boliviano em Oruro, os jogadores e comissão técnica precisam sufocar suas emoções e atuar profissionalmente, superando seus próprios sentimentos diante do ocorrido. Mais do que nunca, o time vai precisar de muita concentração para não perder o foco.
Creio que as mudanças no time não são preocupantes, e em alguns casos, poderão até melhorar o desempenho, tendo em vista que alguns jogadores, por desgaste ou por outras razões, caíram muito de rendimento. 
A expectativa é de um bom jogo e que o mesmo sirva, não só para o reencontro com a vitória, mas também para a superação dos traumas e ara a retomada do equilíbrio, imprescindível para o enfrentamento dos próximos obstáculos.

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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Dois pontos perdidos

Melhores momentos
Ainda consternada com a tragédia de Oruro, quando, devido à imprudência de um torcedor irresponsável e falhas do time mandante na segurança um jovem boliviano perdeu a vida, vou tentar comentar o jogo de estreia do Timão na Libertadores.
O empate de 1 a 1 numa altitude de 3700 metros não seria um mau resultado se não tivéssemos vacilado e perdido a chance de voltarmos da Bolívia com uma larga vantagem. Se era óbvio que o time morreria na etapa final, as oportunidades de gol foram inúmeras e perdidas.
Diante de um time tecnicamente limitado, o Timão não conseguiu aproveitar a sua superioridade. Oportunidades foram criadas, mas desperdiçadas. Com uma péssima pontaria, perdemos gols imperdíveis e no quesito bola fora, Émerson está ficando "hors concours". A oportunidade de alargar o placar era aproveitar o fôlego do 1º tempo, mas faltou competência e/ou tranquilidade e/ou concentração. Mesmo com fôlego curto, até conseguimos criar na etapa final, mas desperdiçamos todas.
E numa bobeada geral da nossa defesa, com falhas explícitas dos laterais, o San José deixou tudo igual aos 15 minutos da etapa final. 
Eventos
O empate obrigou o Corinthians a voltar ao ataque com mais intensidade e, em menos de dois minutos, Emerson desperdiçou duas chances de gol. Aos 20 minutos, ele ficou livre de marcação após cruzamento rasteiro de Fábio Santos e chutou na trave. Em seguida, recebeu nova assistência e bateu por cima do gol. Aí o time começou a morrer e não conseguiu reverter o resultado.
Com o fôlego em fase terminal, o Corinthians diminuiu o ritmo e se esforçou apenas para evitar eventuais sustos. Paulo André, cansado, chegou a ser substituído por Felipe. Guerrero, igualmente exausto, teve de sair de campo para recuperar o fôlego. E, todos devem ter começado a rezar para o jogo acabar.
Cássio, pela sua segurança na altitude, e Guerrero, não só pelo gol, mas pelo conjunto da obra, foram os nomes do jogo.
Com os volantes não vivendo seus melhores momentos no futebol e com os laterais falhando nos últimos jogos, nossa defesa esta bastante fragilizada e temos tomado gols desconcertantes, o que fica mais grave pelos vacilos nas finalizações. Depois da saída de Jorge Henrique, a fragilidade do lado direito ficou mais evidente. Não seria uma boa o Edenílson começar a entrar no jogo e o Tite devolver ao Jorge Henrique a posição de atacante?
O próximo jogo do Corinthians pela Libertadores será na próxima quarta feira, no Pacaembu, contra os colombianos do Milionarios. E por conta de uma condenação sumária e sem direito de defesa, com os portões fechados e sem a presença da Fiel.
Ficha Técnica - San Jose 1 X 1 Corinthians
Local: Estádio Jesus Bermudez, em Oruro (Bolívia)
Data: 20 de fevereiro de 2013, quarta-feira
Horário: 22 horas (de Brasília)
Árbitro: Carlos Vera (Equador)
Assistentes: Christian Lescano e Byron Romero (ambos do Equador)
Cartões amarelos: Guerrero, Cássio e Fábio Santos (Corinthians)
Gols: San Jose: Saucedo, aos 15 minutos do segundo tempo; Corinthians: Guerrero, aos 5 minutos do primeiro tempo
San Jose: Lampe; Tordoya, Luis Torrico e Palacios; Dury (García), Didi Torrico, Carrizo (Sejas), Reyes e Gomes (Bonafina); Saucedo e Cabrera. Técnico: Marcos Ferrufino
Corinthians: Cássio; Alessandro, Gil, Paulo André (Felipe) e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Jorge Henrique (Renato Augusto) e Danilo; Emerson (Alexandre Pato) e Guerrero. Técnico: Tite
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

O banquete dos abutres

A tragédia que aconteceu em Oruro, onde um adolescente perdeu a vida devido à imprudência de alguns torcedores e falhas na segurança consternou toda a Nação Corinthiana. Ninguém, em sã consciência, poderá eximir de culpa os seus responsáveis.
Lamentamos o ocorrido, mas nem por isso podemos admitir que haja uma condenação sumária ao Corinthians, sem a apuração devida dos fatos. Nem o clube nem a torcida como um todo podem ser responsabilizados pelo ato de um ou de alguns torcedores. Além disso, houve falha gritante da segurança do estádio, responsabilidade da CONMEBOL e do time mandante. 
As fotos e vídeos demonstram que inúmeros sinalizadores entraram no estádio e se houve revista na entrada, ela foi precária, pois não detetou tanta gente portando os sinalizadores. Por outro lado, levar sinalizadores de navio para o estádio é prova de total insanidade e irresponsabilidade.
Mas, nisso tudo, qual é a responsabilidade do Corinthians? Por que ele deve ser punido? Por que toda essa raiva de parte da imprensa e de torcedores de outros times, raiva que não foi manifestada quando fomos vítimas de agressões, inclusive que causaram morte de nossos torcedores? 
Toda a Nação Corinthiana lamenta profundamente o ocorrido e se solidariza com os amigos e familiares do garoto morto e exige que o fato seja devidamente apurado e seus responsáveis punidos, não somente os que dispararam o artefato letal, mas os que falharam na segurança e na proteção aos torcedores.
Mas, lamentamentos igualmente, o fato de profissionais e órgãos da imprensa, bem como torcedores de outras torcidas, tal como abutres, estejam utilizando este episódio tão triste como carniça, para alimentar todo o seu ódio e seu anticorinthianismo.
Mas, até dá para entender o comportamento da abutraiada. Além de ser o time a ser batido, o Corinthians é o franco favorito desse torneio continental. E tanto os times adversários, seus torcedores e parte da imprensa sabem que, em condições normais é difícil vencer o Timão. Por isso, tudo fazem para minar as forças corinthianas, entre as quais a torcida é fundamental, e desestabilizar emocionalmente seus jogadores, torcedores e direção. Para isso, criaram tamanha comoção, visando influenciar na decisão da CONMEBOL, cobrando medidas e punições. O raciocínio foi esse: Se o responsável foi um torcedor, puna-se toda a torcida e, por tabela, favoreça os adversários.
Nesse processo patológico, apesar de certas lágrimas midiáticas de crocodilo, mais que o sentimento pela perda de uma vida, o foco central foi a desqualificação da torcida corinthiana, o ódio ao Corinthians e aos seus torcedores e um sentimento de vingança travestido de clamor por justiça.
E a CONMEBOL, cujo comportamento tem sido frouxo e omisso, aproveitou para limpar sua barra mais suja que pau de galinheiro, tratou de pegar o bonde e mostrar serviço para os abutres da mídia. E, mesmo sem os fatos estarem devidamente apurados, sem mesmo ouvir o Corinthians, num julgamento sumário, foi logo condenando e punindo. E decidiu que o Timão irá disputar os jogos da competição com portões fechados e não poderá levar torcedores para as partidas fora de casa. A punição abrangerá o tempo que o processo durar ou 60 dias.
Além disso, 12 corinthianos presos, foram indiciados por homicídio, embora ainda não haja provas conclusivas sobre quem seja o autor do disparo e os acusados neguem ter sido eles. 
Não podemos ser contra a punição dos culpados. Mas, apenas dos culpados e só depois de tudo devidamente apurado. Se poucos torcedores estão envolvidos, não tem sentido punir toda a torcida e se o Corinthians não era o mandante do jogo e o mandante é o responsável pela segurança do estádio, porque o punido foi o Corinthians e não o San Jose?
O Corinthians tem três dias para recorrer. Aguardemos o que vai fazer nosso Departamento Jurídico.
Mas, qualquer que seja o veredito final, nosso amor ao Corinthians continuará incondicional. pois sabemos que nosso time é muito maior que essa várzea da CONMEBOL.

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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Atitude na altitude

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Após três empates no Campeonato Paulista com times tecnicamente fracos, o Corinthians, com a responsabilidade de defender o título, estreará na Copa Libertadores da América contra o San Jose, na cidade de Oruro, na Bolívia, numa altitude de três mil e setecentos metros do nível do mar.

Para amenizar os efeitos da altitude, o time fez escala em Cochabamba, a intermediários 2.550 metros do nível do mar, e só irá para Oruro pouco antes da partida.
O adversário preocupa menos do que a altitude, motivo pelo qual o clube preparou até cilindros de oxigênio para os atletas suportarem eventuais dificuldades. Como o corpo humano leva de seis a sete horas para acusar os efeitos da altitude a delegação pretende chegar em cima da hora para o confronto com os bolivianos.

Ficha Técnica - San Jose X Corinthians
Local: estádio Jesus Bermudez, em Oruro (Bolívia)
Data: 20 de fevereiro de 2013, quarta-feira
Horário: 22 horas (de Brasília) 
Árbitro: Carlos Vera (Equador) 
Assistentes: Christian Lescano (Equador) e Byron Romero (Equador)
San Jose: Carlos Lampe; Luis Palacios, Carlos Tordoya, Ignacio García e Isaías Dury; Didi Torrico, Marcelo Gomes, Sebastian Carrizo, e Abdon Reyes; Cabrera e Saucedo. Técnico: Marcos Ferrufino
Corinthians: Cássio; Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf e Paulinho; Jorge Henrique, Danilo e Emerson; Guerrero. Técnico: Tite
Sem jogadores com problemas de ordem médica, o Corinthians estreará na Taça Libertadores com a mesma equipe que empatou por 2 a 2 com o Palmeiras, domingo passado, pelo Campeonato Paulista. Para enfrentar adversidades típicas de um jogo na altitude, principalmente a falta de ar e a mudança na velocidade da bola, no treino desta terça, em Cochabamba, Tite trabalhou muito os lançamentos e as longas inversões de jogo na parte defensiva e o toque curto de bola no setor ofensivo. Diante de tais dificuldades, é necessário que o passe seja preciso, que o time atue mais compactado, com os jogadores mais próximos uns dos outros.


O maior destaque do San José é o veterano Carlos Saucedo, de 33 anos, que em novembro do ano passado, nas eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2014, anotou três gols na vitória por 4 a 1 da seleção boliviana sobre o Uruguai. Ele formará a dupla de ataque com Diego Cabrera, que voltou ao futebol boliviano no início desta temporada após ter passado cinco anos na Colômbia. Os dois são conhecidos pela força física e tem apelidos que condizem com esta fama. Na Bolívia, os torcedores e a imprensa local costumam chamar Saucedo de "Cavalo" e Cabrera de "Potro".
Vindo de três empates suados no Paulistão, o Corinthians, para vencer a partida, precisa resgatar o bom futebol de 2012. Se mantiver a mesma postura dos últimos jogos, dificilmente obterá um bom resultado. O futebol apresentado neste ano, com exceção da goleada contra o fraco Oeste, leva-me a ter mais medo da atitude do time, do que da altitude de Oruro, embora esta seja uma dificuldade a mais, pois alguns jogadores não conseguiram manter o pique no Pacaembu, numa altitude normal e o Corinthians só conseguiu o empate nos dois últimos jogos, depois que Tite sacou os veteranos e colocou a ala jovem.

Mas, apesar do preparo físico ainda não estar 100%, o maior problema desses jogos foram a falta de concentração e a displicência. É por isso que tenho mais medo da atitude que da altitude. Como já afirmei, as taças e as medalhas de campeão não entram em campo. Quem entram são os jogadores, a raça, a vontade, a concentração, a garra e o compromisso. Será a atitude da bolerada e do técnico o fator decisivo da partida. Deste, espero, principalmente, agilidade nas decisões e que não faça as mudanças necessárias no time somente depois do leite derramado e do creme desandado.
Mas, como a Libertadores é a prioridade do ano, a expectativa é que haja maior motivação e comprometimento e que os jogadores honrem a camisa que estão vestindo. Que joguem com raça, com dedicação e que não se esqueçam que

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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Empate com sabor de derrota

Melhores momentos
Tinha tudo para ser uma festa. Time campeão do mundo quase completo, estádio lotado, torcida animada e, do outro lado, um adversário bi rebaixado, que perdeu seus principais jogadores, com um time desentrosado e que, recentemente, perdeu até do Penapolense. 
A expectativa era de um show de bola e até de uma goleada. Apesar do discurso de respeito ao adversário e do manjado "clássico é clássico", o Timão era o franco favorito. Com um time mais técnico, mais experiente, mais organizado e com um banco que seria titular em qualquer outro time, jogando no Pacaembu lotado pela Fiel, ninguém poderia imaginar que os alvinegros levariam um sufoco e sairiam do campo com um empate arrancado a fórceps. 
O Corinthians até que começou bem, foi pra cima como era de se esperar, mandou bolas na trave, abriu o placar e parecia que ia golear. Mas, a marcação afrouxou, sem nenhuma criação a transição para o ataque patinou e a defesa, mais uma vez, bobeou. Tomamos o empate e o time sofreu um apagão geral. E, superando a inferioridade com muita raça, o time verde virou o jogo. 
Tirando leite de pedra, Gilson Kleina, que já nos eliminou do Paulista em 2012, que não é bobo, estudou bem o adversário e conseguiu, novamente, dar um nó tático no Tite.
Eventos
No Tite que, mesmo vendo o time sofrer um apagão, esperou levar a virada para fazer as substituições. Substituições que acordaram o time com as entradas do Romarinho, Renato Augusto e do Pato.
Entrevista de Romarinho
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E, mais uma vez brilhou a estrela do Lobo Mau, Romarinho, o exterminador de porquinhos, que numa bela jogada com o Pato, nos livrou de passar o maior vexame e garantiu a manutenção do tabu de 17 anos sem perder do time verde no Pacaembu.
Intrigada com esse empate com sabor de derrota e tentando entender o ocorrido, levanto várias hipóteses:
Teria havido excesso de confiança, salto alto e o sentimento de que se poderia ganhar o jogo a qualquer momento?
Jogadores com a cabeça na Libertadores?
Tática manjada e facilmente anulada por um técnico perspicaz, que estudou o adversário?
Desconcentração e desmotivação com um campeonato, cujo regulamento exige pouco para classificar para a fase seguinte?
Uma certa soberba pintando na área?
Ou, tudo junto e misturado?
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Ainda não entendi porque, tendo no banco de reservas jogadores de muita qualidade, alguns titulares continuam imexíveis e os reservas só entram com o time perdendo? Depois de três empates para times pequenos, não estaria na hora de dar chance para quem tem entrado para apagar os incêndios?
Mas, se os gols não saiam, sobraram gracinhas. Chapéus, pedaladas, dribles, rolinhos e canetas animaram a galera. Mas, não impediram de levarmos um sufoco de um time limitado, mas raçudo. Sinceramente, preferia mais gols e menos show.
Se na Bolívia nosso inimigo será a altitude, no dérbi de domingo, foi a atitude que quase nos derrotou. Desconcentração, displicência e pouca seriedade aliadas a uma certa soberba por alguns jogadores destoaram do discurso de humildade que antecedeu o clássico. Se o resultado não foi o esperado, o desempenho foi ainda pior.
E o mais preocupante é que foi o 3º empate seguido com times muito fracos: Botafogo-SP, São Caetano e Palmeiras. Será que não estamos sabendo aproveitar os jogos treinos para a Libertadores?
Entrevistas: técnicos e jogadores
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Sim, somos campeões da Libertadores 2012 e bi Mundiais. Mas, quem entra em campo não são os títulos nem as taças, mas sim os jogadores comandados pelo técnico. 2012 foi um ano vitorioso, glorioso, esplendoroso. Mas já foi, pertence ao passado. 2013 está sendo construído e será o que nele formos capaz de edificar com muito trabalho, garra e vontade. Temos como desafio títulos para defender e uma camisa para honrar. É hora de acordar.
Ficha Técnica - Corinthians 2 X 2 Palmeiras
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 17 de fevereiro de 2012, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Rogério Batista do Prado (SP)
Assistentes: Anderson José Coelho e Ricardo Pavaenelli Lanutto (ambos de SP)
Assistentes adicionais: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza e Flávio Rodrigues Guerra (ambos de SP)
Público: 34.010 pagantes (total de 36.072 )
Renda: R$ 1.139.287,50
Cartões amarelos: Jorge Henrique, Emerson e Romarinho (Corinthians); Mauricio Ramos (Palmeiras)
Gols: Corinthians: Emerson, aos 18 minutos do primeiro tempo, e Romarinho, aos 27 minutos do segundo tempo; Palmeiras: Vilson, aos 29 minutos do primeiro tempo, e Vinicius, aos 8 minutos do segundo tempo
Corinthians: Cássio; Alessandro (Romarinho), Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Jorge Henrique e Danilo (Renato Augusto); Emerson e Guerrero (Alexandre Pato). Técnico: Tite
Palmeiras: Fernando Prass; Weldinho, Henrique, Mauricio Ramos e Marcelo Oliveira; Vilson e Márcio Araújo; Souza, Wesley (Caio), Patrick Vieira (Charles) e Vinicius (Ronny). Técnico: Gilson Klein
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