sexta-feira, 31 de maio de 2013

Volta por cima do Maestro e Pato em dia de Marreco

Melhores momentos e comentários
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Como um time que no final de semana foi goleado pode fazer o campeão do mundo sofrer para empatar?
Como pode um jogador que custou ao clube 15 milhões de euros (cerca de R$ 40,5 milhões) perder gol até sem goleiro?
Como pode um jogador experiente e com a braçadeira de capitão dar piti em campo?
Como pode um dos ataques mais caros do país não conseguir fazer gol desde as quartas de final do Paulistão?
Como pode falar tanto em merecimento e escalar jogador que há muito tempo não vem jogando nada?
Como pode um time com um elenco tão qualificado empatar tanto e ter grandes dificuldades pra fazer um gol?
Essas são apenas algumas questões que estão na cabeça da torcida corinthiana e até da própria mídia esportiva. Procuro respostas plausíveis e não as encontro, pois quero respostas, explicações e não desculpas.
Cansaço e desgaste com um elenco privilegiado, com as melhores condições de trabalho e com ótimos salários? Talvez para alguns jogadores mais velhos e com histórico de lesões. A não ser que seja fadiga de material ou desgaste de relacionamento. Será que o Tite está perdendo o grupo?
Peso da bola? Como, se tem times que, com essa mesma bola, meteram 5 gols nos adversários, inclusive no próprio Goiás? Parece-me mais plausível falta de treino.
A verdade é que o time está precisando de uma boa chacoalhada, talvez de um choque de gestão, de uma boa mexida. Mudar o esquema tático, sobejamente manjado, colocar alguns jogadores no banco, dar uma oportunidade para os mais novos e descanso para os velhinhos cansados, e/ou desgastados e/ou estressados.
Jogar com dois meias e dois atacantes, colocar Émerson e Romarinho no banco e formar o ataque com Guerrero e Pato, que embora venham perdendo gols, têm mais mais qualidade técnica e atuam com mais objetividade, substituir o estressadinho Fábio Santos pelo garoto Igor, dar mais oportunidades para os garotos Léo, Leandro e Paulo Victor, não demorar tanto pra trocar os jogadores, ser mais ousado nas substituições, aprimorar os fundamentos: passe, bola parada e finalizações... E não ficar deitado eternamente no berço esplêndido das conquistas de 2012. Afinal, 2012 já acabou e 2013 já começou. E temos, ainda, muito a conquistar.
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Mas, voltando ao jogo contra o Goiás, depois de um mau 1º tempo, os jogadores voltaram mais ligados e a equipe mais organizada e só não venceu devido aos erros de finalizações.
O time ressentiu, e muito, a ausência do Paulinho, pois, embora o Guilherme não tenha ido mal, ele tem outras características e ainda falta-lhe um melhor entrosamento e ritmo de jogo. Mas, compensou com seu gol salvador. Émerson e Romarinho continuaram rendendo pouco, Pato viveu sua noite de Marreco, Guerrero deu mais qualidade ao ataque, mas não conseguiu marcar o gol e Léo entrou com muita raça e não sentiu o peso da camisa. A dupla de zaga, ainda desentrosada, bobeou no gol do Goiás, o Fábio Santos sobressaiu-se só pelos pitis e quase foi expulso, Edenílson foi mais volante que lateral, William Arão ainda não mostrou porque é jogador do Corinthians, Ralf, como sempre foi monstro na marcação e Cássio não teve culpa do gol.
Mas, o destaque da partida foi o meia Douglas. Jogador cerebral, de grande qualidade técnica, que pensa as jogadas, e muitas vezes é preterido porque não volta tanto pra marcar, deixou os atacantes na cara do gol. Pena que eles desperdiçaram. Dos 56 passes acertou 51, distribuiu o jogo com maestria e nos fez lembrar o velho Douglas de 2008/2009. Até o Tite elogiou seu desempenho.
E para não variar e não perder o costume,  o juiz Rodrigo Nunes de Sá deu falta de Pato em pênalti claro de William Matheus, que já tinha amarelo e meteu a mão na bola.
Entrevista do Tite
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Enquanto Tite procurou minimizar os erros e pediu paciência, os jogadores reconheceram que o sinal de alerta foi ligado, que o grupo está incomodado e que é preciso melhorar. Para isso são necessárias algumas mudanças fundamentais no esquema tático, nos treinamentos e na postura. E muita humildade para reconhecer os erros e coragem para corrigi-los. Eis o desafio para a comissão técnica.
Ficha Técnica - Goiás 1 X 1 Corinthians
Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO)
Data: 29 de maio de 2013, quarta-feira
Horário: 22 horas (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Assistentes: Wagner de Almeida Santos (RJ) e Luiz Cláudio Regazone (RJ)
Cartões amarelos: William Matheus, Vitor, Rodrigo e Valmir Lucas (Goiás); Fábio Santos e Emerson (Corinthians)
Público: 31.074 pagantes
Renda: R$ 815.800,00
Gols: Goiás: Ernando, aos 38 minutos do primeiro tempo; Corinthians: Guilherme, aos 41 minutos do segundo tempo
Goiás: Renan; Vitor, Ernando, Rodrigo e William Matheus; Dudu Cearense (David), Thiago Mendes, Ramon e Hugo (Valmir Lucas); Araújo (Renan Oliveira) e Walter. Técnico: Enderson Moreira
Corinthians: Cássio; Edenílson (Léo), Chicão, Gil e Fábio Santos; Ralf e Guilherme (Willian Arão); Romarinho, Douglas e Émerson (Guerrero); Alexandre Pato. Técnico: Tite

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terça-feira, 28 de maio de 2013

Goiás X Corinthians

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Depois de dois pontos perdidos em casa, o Corinthians vai em busca da recuperação em Goiás, com muitos desfalques e substituições. O 2º jogo do Brasileirão será no estádio Serra Dourada, contra o Goiás que, na 1ª rodada, perdeu do Cruzeiro por 5 a 0.
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Ficha Técnica - Goiás X Corinthians
Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO) 
Data: 29 de maio de 2013, quarta-feira
Horário: 22 horas (de Brasília) 
Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Assistentes: Wagner de Almeida Santos e Luiz Cláudio Regazone (ambos do RJ)
Goiás: Harlei; Vitor, Ernando, Valmir Lucas e William Matheus; Amaral, Thiago Mendes, Renan Oliveira e Hugo; Araújo e Walter. Técnico: Enderson Moreira
Corinthians: Cássio; Edenílson, Chicão, Gil e Fábio Santos; Ralf, Guilherme e Douglas; Romarinho, Emerson Sheik e Alexandre Pato. Técnico: Tite
Também foram relacionados por Tite o goleiro Júlio Cesar, o lateral Igor, o zagueiro Felipe, os volantes Maldonado e William Arão e os atacantes Guerrero, Léo e Paulo Victor.
Se por um lado, o Goiás está abalado com a goleada, o Timão com os desfalques, Paulinho, convocado para a seleção, Alessandro, Paulo André e Danilo, lesionados e Guerrero, desgastado e gripado, terá que se reconstruir em campo
Edenílson entrará, mais um vez na lateral direita, Chicão formará a dupla de zaga com o Gil, substituindo o Paulo André, Guilherme será o 2º volante, Douglas será o responsável pela armação, substituindo o Danilo e Alexandre Pato substituirá o Guerrero que, dependendo do resultado da avaliação médica, poderá ficar no banco.
O time do Goiás não tem desfalques para a partida e o seu treinador prioriza a mudança de atitude e de postura para superar a frustração da goleada e vencer o Corinthians em sua própria casa.
Gil, ex jogador do Atlético Goianiense, alerta os companheiros para as dificuldades de jogar no Serra Dourada, o maior gramado do Brasileirão, com 110 metros de comprimento e 75 metros de largura.
O último treino, na manhã de terça feira, começou com um trabalho em campo reduzido e quatro gols e terminou com o tradicional treino fantasma, só com os titulares, quando foram trabalhados o posicionamento dos atletas, as jogadas de bolas paradas e os cruzamentos.
Pela diferença técnica entre os dois times, bem como pela maior experiência do Corinthians, a lógica seria a vitória do Timão. Mas, quem disse que sempre dá a lógica no futebol? O adversário vai fazer valer o fator campo, além de vir mordido pela goleada sofrida. 
Além disso, podemos ressentir pela falta de ritmo de alguns jogadores e pelo desentrosamento dos reservas. Mas, por outro lado, com a entrada do Douglas, ganhamos na criação e a bola deverá chegar mais redonda ao ataque, o que não vem ocorrendo desde a contusão do Renato Augusto. E o Pato, jogador habilidoso e oportunista, será beneficiado pela presença do Maestro.
Acredito que não será um jogo fácil, mas voltaremos de Goiânia com a vitória e com os três pontos.

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domingo, 26 de maio de 2013

Empate no Pacaembu - Um mau começo

Melhores momentos
Mais de 31 mil torcedores compareceram ao Pacaembu, numa noite fria de sábado, para assistir a estreia do Timão no Brasileirão. Muita expectativa, abraços, homenagens, troca de faixas, muito salamaleque, mas pouco futebol. E, nos pontos corridos, dois pontos perdidos e um mísero ponto, muito sofrido.
Com um futebol muito aquém da qualidade do seu elenco, o Corinthians sofreu diante de um time bem arrumado, que sabe explorar as qualidades de seu único craque, o Seedorf, deixando-o à vontade para mostrar todo o seu talento. E foi numa jogada armada por ele, que saiu o gol do Botafogo, com a colaboração da defesa corinthiana. Enquanto isso, apresentamos um esquema tático mais do que manjado, improvisamos atacante de meia e deixamos o meia no banco, priorizamos a correria e matamos a criação. Todos marcando, todos correndo e ninguém produzindo. A bola não chegou ao centro avante que, ou ficou encaixotado no meio dos zagueiros ou teve que buscá-la no meio campo e ainda voltar pra marcar. Danilo, extenuado, não criou nada e nem voltou do vestiário, enquanto Romarinho, o meia cover, perdidinho, correu muito e criou pouco.  O outro atacante, atrapalhando-se nas jogadas, proporcionou-nos um grande ataque... de nervos. Mas não sai do time nem a pau.
Nas laterais, Edenílson mostrou velocidade e conseguiu ajudar o ataque, enquanto na Avenida Fábio Santos, Seedorf transitou livremente. Ralf, apesar de muitos passes errados, correu muito e conseguiu destruir jogadas, enquanto Paulinho, mesmo sem o brilho de outros jogos, foi o melhor do time, desarmou, armou e fez o gol, numa cobrança de falta do Douglas. Douglas que pode estar gordo e fora de forma, para alguns, mas sabe como tratar a bola e numa única jogada pode ser decisivo. Não foi por acaso que o gol do Paulinho saiu dos seus pés. Mas, sem chances com o Tite, que prefere a correria do Émerson e do Romarinho.
Apesar de maior posse de bola, 57%, isso não se traduziu nem em desempenho nem em resultado. Erramos passes, finalizações, lançamentos, cruzamentos e dribles. Fomos pouco efetivos e o empate só saiu numa cobrança de falta, pois pouco produzimos com a bola em jogo.
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O jogo foi tão ruim que técnico e jogadores reconheceram que a equipe toda esteve abaixo das suas possibilidades. Tite responsabilizou o desgaste dos jogadores pelo mau rendimento e afirmou que é preciso pensar na recuperação dos atletas. Émerson considerou "menos pior que não saímos com a derrota" e para Ralf "o empate saiu de bom tamanho".
Embora concorde que o empate ficou no lucro, discordo da avaliação do técnico e atribuo o mau desempenho do time não só ao desgaste dos jogadores, mas também ao esquema tático e aos equívocos na escalação. Nosso esquema tático está mais que manjado e qualquer técnico que analise nossos jogos anteriores sabe como nos anular. Nenhuma novidade, nenhuma variação tática, nada que possa surpreender o adversário. E muita correria, sem ninguém pra pensar o jogo, para criar... A grande arma de outrora, Paulinho chegando de surpresa, deixou de ser surpresa. Outro problema é a escalação. Romarinho e Émerson só correm, não criam nada, erram passes, perdem gols e continuam imexíveis. Cadê o merecimento? E para complicar, muitos erros de passes, de lançamentos, de cruzamentos e de finalizações.
O Brasileiro é um campeonato longo, com times de melhor qualidade que o Paulista e não podemos transformar os pontos corridos em pontos perdidos. Pessoalmente, prefiro que se jogue com dois meias e com dois atacantes, de forma mais cadenciada, sem tanta correria e com jogadas mais trabalhadas. E que o tão falado merecimento seja critério para todos e que, de fato, o campo fale e escale quem estiver melhor.
Ficha Técnica - Corinthians 1 X 1 Botafogo
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 25 de maio de 2013, sábado
Horário: 21 horas (de Brasília)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)
Assistentes: Fabrício Vilarinho da Silva (GO) e Dibert Pedrosa Moisés (RJ)
Público: 29.295 pagantes (total de 31.155)
Renda: R$ 940.359,00
Cartões amarelos: Paulo André e Paulinho (Corinthians); Antônio Carlos (Botafogo)
Gols: Corinthians: Paulinho, aos 28 minutos do segundo tempo; Botafogo: Rafael Marques, aos 25 minutos do primeiro tempo
Corinthians: Cássio; Edenílson, Gil, Paulo André (Chicão) e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Romarinho, Danilo (Douglas) e Émerson; Guerrero (Alexandre Pato). Técnico: Tite
Botafogo: Jefferson; Lucas, Antônio Carlos, Bolívar e Julio Cesar (Lima); Marcelo Mattos, Gabriel, Fellype Gabriel (Vitinho), Lodeiro (Andrezinho) e Seedorf; Rafael Marques. Técnico: Oswaldo de Oliveira

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sábado, 25 de maio de 2013

Começar de novo... Corinthians X Botafogo

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Mais uma guerra se inicia e a 1ª batalha será neste sábado, às 21 horas, no Pacaembu, contra o Botafogo. Será um encontro entre dois times que acabaram se sagrar-se campeões regionais, entre o campeão paulista e o campeão carioca. Será uma guerra longa. Um campeonato de pontos corridos, às vezes de pontos perdidos, outras de pontos sofridos, onde a regularidade fará a diferença. Um campeonato que, em alguns momentos, será disputado simultaneamente com outros e que por isso, a força do elenco será fundamental.
No jogo de estreia, os dois times vêm embalados por suas conquistas regionais. O Corinthians, depois da frustração do assalto que o eliminou da Libertadores, conseguiu dar a volta por cima e impedir o tetra do Santos e, diferentemente de 2012, pretende levar o campeonato a sério desde o início. E promete lutar desde as rodadas iniciais para acumular gordura, tal com fez em 2011.
Apesar do clima de rivalidade, os jogadores das duas equipes elogiaram-se mutualmente. E nesse clima de cordialidade, antes do jogo, haverá a troca de faixas de campeão estadual. E no intervalo, o Corinthians homenageará os campeões brasileiros de 1990 .
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Ficha Técnica - Corinthians X Botafogo
Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 25 de maio de 2013 (sábado)
Horário: 21 horas (de Brasília)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)
Assistentes: Fabrício Vilarinho da Silva (GO) e Dibert Pedrosa Moisés (RJ)
Corinthians: Cássio; Edenílson, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf e Paulinho; Romarinho, Danilo e Emerson; Guerrero. Técnico: Tite
Botafogo: Jéfferson, Lucas, Antônio Carlos, Bolívar e Julio Cesar; Marcelo Mattos e Gabriel; Fellype Gabriel, Lodeiro e Seedorf; Rafael Marques. Técnico: Oswaldo de Oliveira
Tite relacionou também o goleiro Danilo Fernandes, o lateral Igor, o zagueiro Chicão, o volante Guilherme, o meia Douglas e os atacantes Alexandre Pato e Léo.
Edenílson, substituto do lesionado Alexandre, será a única modificação em relação aos últimos jogos. E no banco de reservas, a grande novidade é a volta do zagueiro Chicão, recuperado dos problemas lombares.
Com uma semana para treinar, espero que os jogadores tenham exercitado finalizações e jogadas de bola parada, fundamentos deficitários nos jogos anteriores.
Embora o horário do jogo esteja mais para balada, espera-se um bom público no Pacaembu, pois o fator torcida tem sido fundamental em nossas conquistas. 
Pelo bom momento de ambos os times, a expectativa é de um jogo equilibrado e o resultado está em aberto. Mas a qualidade do nosso elenco e a torcida podem fazer a diferença a nosso favor. Assim espero e desejo, pois, para um time que quer ser campeão, começar o campeonato bem é fundamental

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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Mais uma conquista do Rei dos gramados paulista

Tenho um carinho especial pelo título de campeão paulista. Foi com um deles, o de campeão do IV Centenário, que conheci o Corinthians. Foi o início de uma paixão imensa, um caso de amor à primeira vista, de um amor eterno e infinito. Foi algo tão intenso que me deu forças para esperar quase 23 anos para, de novo, poder gritar, "É CAMPEÃO!" Depois vieram outros títulos paulistas e hoje já são vinte e sete. 
A cada campeonato conquistado a paixão se renova e o passado retorna mais vivo do que nunca. A cada nova conquista, uma nova emoção, um novo elo da nossa corrente, dessa corrente que jamais será quebrada. E este ano não foi diferente. Se o resultado foi o mesmo do título do IV Centenário, o adversário era outro, o campo não era do Pacaembu e ainda estávamos sob o impacto de um assalto, remoendo a frustração de uma injusta eliminação. 
Mas,  como "teu passado é uma bandeira, teu presente uma lição..." toda a Nação Corinthiana reagiu rapidamente e foi capaz de dar a volta por cima, conquistando mais um título no campeonato mais tradicional do futebol nacional. Um campeonato, que, graças a interesses que nada têm a ver com o futebol, tornou-se desinteressante, arrastado e madorrento e que somente desperta alguma atenção nos clássicos e nos jogos eliminatórios, quando assume as feições de um verdadeiro campeonato.
Apesar de ter perdido o antigo charme e de precisar ser reformulado, o campeonato paulista não perdeu o seu valor e a sua importância. Por isso, mesmo aqueles que, em menosprezo à hegemonia corinthiana, o chamam de paulistinha, querem vencê-lo e se aborrecem quando dele são eliminados ou, na final, são derrotados.
E nós, mesmo com a diretoria e a comissão técnica não o colocando como prioridade, almejamos esse título, como sempre desejamos todos os que disputamos. E com uma campanha irregular, com 11 vitórias, 10 empates, duas derrotas em 23 jogos, onde marcamos 38 gols e sofremos 18, nos sagramos campeões, após termos eliminado a Ponte Preta, vencendo por 4 a 0, o São Paulo nos pênaltis e termos vencido o Santos na final por um placar agregado de 3 a 2.
Mostrando um futebol superior nos dois jogos da final, mas sem conseguir traduzir esse resultado em gols, conquistamos nosso 27º título paulista, com o reconhecimento do técnico adversário e da própria mídia esportiva. E conquistamos o título fora de casa, num estádio horrível, com a presença física de apenas 800 corinthianos, mas com o apoio vibracional da energia emanada por mais de trinta milhões.
Além de impedir o tetra do Santos e de ter anulado aquele que a mídia considera o melhor jogador do Brasil, o Corinthians mostrou sua incrível capacidade de superação, a força do grupo e da torcida. Afirmo, sem medo de errar, que esse título foi consolidado a partir dos minutos finais da eliminação da Libertadores, quando a Fiel, solidária ao Timão, demonstrou todo o seu amor, seu reconhecimento e sua confiança. 
E assim, conquistamos mais um Paulistão, confirmando que, de fato e de direito, o Corinthians é o rei dos gramados paulista.

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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Superação, seu nome é Corinthians

Quem mais seria capaz de em quatro dias superar o trauma de um assalto, conquistar um título, colocar seis jogadores na seleção do campeonato e emplacar o cara do Paulistão e o gol mais bonito?
Se na maratona de um calendário irracional e estressante, já é difícil a recuperação física entre um jogo e outro, de onde vem essa força capaz de recuperar o psicológico abalado, não por uma derrota em si, mas pela ação de uma quadrilha travestida de árbitros de futebol, sob o olhar complacente da CONMEBOL?
Obviamente, quem faz essas perguntas não conhece a história do Corinthians, uma história de lutas e de superações, uma história de quem quebrou todos os paradigmas e conquistou para o povão o direito de participar da elite do futebol. Uma história que começou com a luta dos excluídos, do sonho de homens simples, de anarquistas graças a Deus e que desaguou na conquista do futebol mundial. Uma história de luta pela democratização do esporte, que contribuiu com a luta pela democratização do país, uma história de conquistas que transcendeu os limites dos gramados e beneficiou a sociedade como um todo.
Uma história de quem foi capaz de construir a maior e mais fiel torcida, uma torcida que, contrariando a lógica, cresceu imensamente no período do jejum de títulos, que esteve ao lado do time nos seus piores momentos, uma torcida vibrante, apaixonada, um verdadeiro bando de loucos, cujo amor e fidelidade ultrapassam os limites da razão, porque é puro sentimento, pura paixão.
Uma história secular, uma história de enfrentamentos, de desafios, de superações. Uma história vitoriosa, uma história de lutas e de conquistas, ultrapassando barreiras e transpondo obstáculos.
Uma historia de vencedor, de quem foi capaz de em cinco anos emergir do inferno do rebaixamento ao ápice do futebol mundial, num processo de reconstrução e de superação.
Em todo esse processo, em sua história centenária, onde muitas vezes o maior inimigo estava em suas próprias entranhas, tendo que lutar contra os que se utilizavam do SCCP em benefício próprio, não faltou garra, não faltou raça, não faltou determinação. Como também não faltaram na conquista do 27º título do campeonato Paulista. 
Por isso, esta conquista não é apenas mais um título, a conquista de mais um campeonato. Ela tem um valor simbólico muito maior. Ela representa a vitória da garra, a vitória da raça, da determinação, da superação. Ela é a prova, embora não precisássemos provar nada, do que o Corinthians é capaz. Ela sintetiza toda uma história de lutas, a capacidade de um time que se tornou uma Nação, de um time movido pela energia de sua torcida que reabastece continuamente a têmpera de seus jogadores, de sua diretoria, de sua comissão técnica. De uma energia emanada pelo amor de quase 40 milhões de torcedores apaixonados e fieis, de um amor cego, que ultrapassa as fronteiras da lucidez, que beira a loucura, que explode de paixão.
Paixão que rima com determinação, com coração, com emoção, com reconstrução, com superação. 
Superação que significa Corinthians, o rei dos gramados paulistas.

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domingo, 19 de maio de 2013

Santos X Corinthians - A batalha final

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Mais um jogo, mas não é um jogo qualquer. É uma decisão de campeonato. De um campeonato não priorizado, mas que agora tornou-se importante. Deixado de lado por causa da Copa Cucaracha, onde defendíamos o título, o Paulistão, que nunca foi prioridade, apresenta-se como uma compensação. Compensação de uma frustração, de um sonho roubado por uma arbitragem canalha, com a conivência da CONMEBOL.
É nesse clima de revolta, mas também de esperança, que enfrentaremos o Santos, numa batalha final, domingo, 19/05/2013 na casa do adversário. Esperança porque temos a vantagem de jogar pelo empate, porque temos um time melhor, porque jogamos bem no 1º jogo, porque precisamos fazer valer nossa capacidade de superação, tantas vezes já demonstradas.

Ficha técnica - Santos X Corinthians
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 19 de maio de 2013 (domingo)
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Guilherme Ceretta de Lima
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse e Danilo Ricardo Simon Manis
Santos: Rafael; Bruno Peres, Edu Dracena, Durval e Léo; Renê Júnior, Arouca, Cícero e Felipe Anderson; Neymar e André (Miralles). Técnico: Muricy Ramalho
Corinthians: Cássio; Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf e Paulinho; Romarinho, Danilo e Emerson; Guerrero. Técnico: Tite

Tite relacionou também o goleiro Danilo Fernandes, os laterais Edenílson e Igor, os zagueiros Felipe e André Vinicius, o volante Guilherme, o meia Douglas e os atacantes Alexandre Pato e Léo.
O Corinthians iniciará o jogo com a mesma formação que venceu o 1º jogo da final, com Danilo centralizado na armação, Émerson e Romarinho pelas pontas e com Guerrero como atacante de referência.
O Santos, vai tentar atuar como no 2º tempo no Pacaembu, com Felipe Ânderson no lugar de Montillo e com André no ataque.
No último treino tático do Corinthians, as jogadas aéreas, ofensivas e defensivas mereceram atenção especial.
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Focados na decisão, os corinthianos prometem dar o máximo para trazerem o 27º título paulista para São Paulo. Ao chegarem em Santos, no desembarque no hotel, tiveram uma recepção carinhosa da torcida.
Apesar de jogarem pelo empate, o time garante que vai pra cima e Tite promete buscar o gol desde o 1º minuto. Temos plenas condições para isso e se o time jogar com raça, concentrado e com determinação, só uma arbitragem como a de 4ª feira poderá nos roubar esse título. Mas, quero acreditar que o raio não cai duas vezes no mesmo lugar e que, apesar de ruim, a arbitragem paulista não é tão safada como a da CONMEBOL.
Confio que seremos campeões e que vamos subir a serra, de volta, com a bagagem mais pesada.

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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Pega ladrão...

Fomos assaltados. Na cara dura. Em pleno Pacaembu, com mais de 38 mil testemunhas presentes e com milhares de pessoas vendo pela televisão. 
Os autores do crime, três safados, armados com um apito e com duas bandeiras.
O delito, dois gols legítimos anulados, dois pênaltis não marcados, cartões para intimidar e enervar, faltas inventadas, laterais invertidas e outras lambanças mais.
Os mandantes estão ocultos, mas não indeterminados, escondidos e protegidos por uma tal de CONMEBOL, no mínimo cúmplice dessa e de outras safadezas que acontecem no mundo do futebol.
Não vou perder tempo em comentar o jogo em si, pois nada do que fizemos em campo foi decisivo para o resultado final. Quem decidiu o jogo foi a arbitragem e o que foi feito pelos jogadores foi café com leite.
Tal como as muambas e o whisky que vêm do Paraguai, tivemos uma arbitragem falsa que adulterou o resultado do jogo, o que foi reconhecido até pela própria imprensa argentina, o país do time adversário.
A ira do jornalista
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Apenas quero registrar toda a minha indignação, que é a mesma de toda a Nação Corinthiana e dos não corinthianos que colocam a lisura nos esportes acima dos interesses clubísticos, como a testemunhada por Rica Perrone e outros jornalistas isentos.
Mas, minha indignação, por maior que seja, jamais superará meu amor pelo Timão e meu orgulho de ser corinthiana, pois sei que ambos só não são maiores que a grandeza do Corinthians. E esse não é um sentimento meu, mas de toda uma Nação que coloca seu time do coração acima de qualquer título e de qualquer campeonato. É o sentimento de uma torcida que quer vencer tudo o que disputa, mas que valoriza o empenho, a garra, a raça, que está junto na alegria e na tristeza, na vitória e na derrota, que cobra, mas incentiva e apoia e reconhece o trabalho realizado, por isso não abandona jamais.
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Ao final do jogo, presenciando mais uma vez esse testemunho de amor, chorei de emoção e de felicidade por fazer parte dessa Nação de loucos apaixonados, desvairados e alucinados. 
Que prova de amor!
Que maturidade! 
Nada mais bonito! 
Nada mais envolvente! 
Nada mais comovente!
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E naquele momento, mais do que nunca, fui tomada por uma alegria imensa, por uma felicidade jamais sentida e me lembrei da música do Paulinho Nogueira, "Meus 20 anos". Entrei no túnel do tempo, revivendo tudo o que já passamos, os tempos do jejum, as alegrias, as tristezas, as esperanças jamais perdidas, as vitórias, as conquistas que vieram... Envolvida por tantas recordações, levantei-me, coloquei a mão no peito e, junto com os companheiros que estavam no Pacaembu, rindo e chorando, também cantei nosso Hino Sagrado.
Ao final, exclamei:
Ai, Corinthians, cachaça do torcedor
Por você, vivemos embriagados de tanto amor!

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Fotomontagem de Aurea Zanoni