sexta-feira, 17 de maio de 2013

RESUMO DO PRONTUÁRIO DE CARLOS AMARILLA

Fonte: Walter Falceta Jr


Trata-se de um árbitros mais corruptos do futebol mundial, apadrinhado pelo coronel do futebol latinoamericano, Nicolas Leoz. Figura sinistra, ganhou na imprensa paraguaia a alcunha de “o pior árbitro da história”. Ali, é considerado corrupto, oportunista, ignorante, egoísta e imoral. 

Na vida pessoal, é considerado autoritário e cruel. Em uma das investidas contra Edina López, mãe de seus três filhos, queimou-lhe o rosto com uma frigideira. Respondeu a processo, mas foi inocentado, mesmo com inúmeras provas e testemunhas de suas agressões.

Nos bastidores do futebol, é conhecido por aceitar subornos para “fazer resultados”. Em 2006, na Copa do Mundo, teve atuação tendenciosa no jogo entre Suíça e Togo, favorecendo descaradamente a equipe europeia. 

Em seguida, assaltou a seleção da Tunísia, empenhando-se em garantir a vitória da Ucrânia, presenteando-a com um pênalti não existente. Na época, afirmou-se que foi generosamente pago pela máfia daquele país. Por conta dessa atuação, foi impedido de atuar a partir das oitavas de final.

Em 2005, praticou vergonhoso assalto contra o Pumas, do México, na final da Copa Sulamericana. Nesta ocasião, privilegiou o Boca Juniors. A imprensa mexicana estampou no dia seguinte a seguinte manchete: “Boca ganó por decreto”.

Em 2006, Carlos Amarilla prejudicou deliberadamente o Corinthians em jogo da Libertadores contra o River Plate. Não expulsou Ferrari, que entrou de sola em Mascherano, dando-lhe apenas cartão amarelo.

Depois, invalidou gol legítimo de Tevez. Em seguida, deu o segundo cartão amarelo (expulsão) a Mascherano, em falta cavada por Gallardo.

Em 2009, foi novamente acusado de “vender arbitragens” e enfrentou um processo no Tribunal de Justiça Desportiva. Foi suspenso. A investigação mostrou claramente o favorecimento a determinadas equipes. Mesmo assim, foi absolvido.

Recentemente, em setembro de 2012, nas eliminatórias da Copa, operou o Equador no jogo contra o Uruguai. Nessa partida, deixou de marcar pênalti claro a favor do Equador, quando Muslera derrubou Benítez na área. Logo depois, assinalou falta inexistente a favor do Uruguai e sacou o cartão amarelo para Antonio Valencia, retirando-o da partida seguinte, contra o Chile.

Amarilla: o pior do futebol, o pior do gênero humano.

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