terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Fim de festa

Em ritmo de fim de festa, já pensando no descanso merecido, o Corinthians conseguiu vencer seu último desafio ao empatar com o Avaí e, com 81 pontos, superou os 80 do Cruzeiro de 2014 e alcançou o record do Campeonato Brasileiro de pontos corridos com 20 clubes, além de rebaixar o Avaí. Já em clima de férias, desde a goleada de 6 a 1 sobre o São Paulo, o Timão fez a última lição de casa. 
Mesmo sendo mais efetivo do que o Avaí, o meio campo, sem a dupla Renadson, pouco criava e quando a bola chegava ao ataque, o gol mão saia, por erro ou por defesa do goleiro adversário. Mas, foi o time visitante que abriu o placar, aos 11 minutos da etapa final. Nino Paraíba levantou a bola na área corintiana, a zaga parou e Claudinei subiu no meio da defesa para cabecear e inaugurar o marcador em Itaquera. 
Gols
Somente com a entrada do Danilo o Corinthians passou a ser mais efetivo, até que aos 32 minutos, Vagner Love, aproveitando um erro de Romário, chutou na saída do Vagner e empatou a partida. Ainda teve um gol mau anulado de Malcom e uma bola cortada por Romário perto do gol, quando o Avaí estava sem o goleiro. 
Quanto às substituições, no Corinthians, Danilo entrou no lugar de Lucca,  Bruno Henrique no de Ralf e Rodriguinho saiu para a entrada de Romero. No Avaí, Rudnei e Pablo substituíram Renan Oliveira e Everton Silva. Ao não tirar o Rodriguinho para a entrada de Danilo, Tite queimou uma substituição e com a saída de Lucca, o time perdeu em movimentação e finalização. 
O último jogo do campeonato teve mais de 43 mil torcedores e homenagem para o treinador Tite, com um mosaico alusivo ao Mundial do Japão. 
Apesar de ter lutado para não encerrar o campeonato perdendo em casa, um empate com um time fraco e rebaixado acabou tendo um sabor de derrota. 
 
Melhores momentos
Ficha Técnica - Corinthians 1 X 1 Avaí 
Local: Arena Corinthians, em Itaquera, São Paulo (SP) 
Data: 6 de dezembro de 2015, domingo 
Horário: 17:00 horas (de Brasília) 
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden - RS (FIFA)
Árbitro Assistente 1: Cleriston Clay Barreto Rios - SE (FIFA)
Árbitro Assistente 2: Marcelo Bertanha Barison - RS (ESP-2)
Quarto Árbitro: Marielson Alves Silva - BA (CBF-1)
Delegado: Almir Alves de Mello - SP
Delegado: Dionísio Roberto Domingos - SP 
Quinto Árbitro: Rogério Pablos Zanardo - SP (ASP-FIFA)
Público: 43.389 pagantes (total de 43.652) 
Renda: R$ 2.678.940,00 
Cartões amarelos: Vagner Love e Elias (Corinthians); Everton Silva e Vagner (Avaí) 
Gols: Corinthians: Vagner Love, aos 32 minutos do segundo tempo; Avaí: Claudinei, aos 11 minutos do segundo tempo 
Corinthians: Cássio; Fagner, Felipe, Gil e Uendel; Ralf (Bruno Henrique), Elias, Malcom, Rodriguinho (Romero) e Lucca (Danilo); Vagner Love; Técnico: Tite 
Avaí: Vagner; Nino Paraíba, Antonio Carlos, Emerson e Romário; Claudinei, Renan (Roberto) e Renan Oliveira (Rudnei); Everton Silva (Pablo), Anderson Lopes e Rômulo; Técnico: Raul Cabral

Créditos e fontes de imagens e vídeos
globoesporte.globo.com/Luis Moura-gazeta Press/MAON
Fernando Dantas.Gazeta Press/Marcos Ribolli-globoesporte.globo.com/MAON
youtube.com/globo.com
Daniel Augusto Jr/corinthians.com.br
youtube.com/globo.com 

domingo, 6 de dezembro de 2015

Corinthians X Avaí

Pela última rodada do Campeonato Brasileiro, o Corinthians receberá hoje, domingo, 06/12, o desesperado Avaí, em sua Arena em Itaquera. Campeão com três rodadas de antecedência, com 80 pontos, 24 vitórias, 8 empates, 5 derrotas e 72% de aproveitamento, o Timão terá como adversário o 16º colocado, com 41 pontos, 11 vitórias, 8 empates, 16 derrotas e 37% de aproveitamento. Enquanto o adversário joga para fugir do rebaixamento, o Corinthians tenta buscar o recorde de maior aproveitamento desde a implantação do sistema de pontos corridos. Basta um empate para atingir tal objetivo. A tarefa do Avaí é mais complicada. Se vencer, permanece na elite sem depender dos rivais. Caso contrário dependerá do desempenho do Vasco, Figueirense e Goiás.
Ficha Técnica - Corinthians X Avaí
Local: Arena Corinthians em Itaquera, São Paulo (SP)
Data: 6 de dezembro de 2015, domingo
Horário: 17:00 horas (de Brasília)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden - RS (FIFA)
Árbitro Assistente 1: Cleriston Clay Barreto Rios - SE (FIFA)
Árbitro Assistente 2: Marcelo Bertanha Barison - RS (ESP-2)
Quarto Árbitro: Marielson Alves Silva - BA (CBF-1)
Delegado: Almir Alves de Mello - SP
Delegado: Dionísio Roberto Domingos - SP 
Quinto Árbitro: Rogério Pablos Zanardo - SP (ASP-FIFA)
Corinthians: Cássio; Fagner, Felipe, Gil e Uendel; Ralf, Elias e Rodriguinho; Malcom, Vagner Love e Lucca; Técnico: Tite
Avaí: Vagner; Nino Paraíba, Antonio Carlos, Emerson e Romário; Claudinei, Eduardo Neto (Tinga) e Renan Oliveira; Anderson, Everton Silva e André Lima; Técnico: Raul Cabral
No Corinthians, além dos possíveis escalados, também foram relacionados os goleiros Walter e Matheus Vidotto, os laterais Edílson e Guilherme Arana, os zagueiros Edu Dracena e Yago, os volantes Bruno Henrique, Cristian e Marciel, o meia Danilo, e os atacantes Romero e Lincom.
Estão fora, no Corinthians, Jadson, suspenso, Renato Augusto, com desgaste físico, Luciano, em recuperação de cirurgia no joelho e Rildo, em recuperação de cirurgia no ombro. No Avaí, Marquinhos, que se recupera de uma cirurgia no joelho, e Léo Gamalho, com dores na coxa.
O técnico do Avaí fez um treino fechado e não liberou a escalação, mas afirmou existirem três possíveis opções.
No Corinthians, com exceção de Jadson, suspenso, e de Renato Augusto, desgastado fisicamente, o time deverá manter a formação que foi titular na maioria dos jogos. Depois do fiasco em Recife, Tite resolveu mandar a campo seus titulares disponíveis. Rodriguinho deverá entrar no lugar de Renato Augusto e Lucca substituirá Jadson.
Jogando em casa, com a Arena lotada e com a Fiel apoiando, o Corinthians tem a obrigação de vencer o Avaí, mantendo na última rodada o bom desempenho do campeonato. Creio na seriedade e no profissionalismo do time para não haver entregas nem corpo mole. Além da superioridade técnica, podemos tirar vantagem do desespero do Avaí que, necessitando da vitória, tentará o gol a qualquer custo.  Mais tranquilo e experiente, o Timão deverá, mais uma vez, fazer valer seu mantra: "caiu em Itaquera, já era".

Créditos e fontes de imagens
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Daniel Augusto Jr-Agência Corinthians-meutimao.com.br/André Podiacki-Agência RBS-dc.clicrbs.com.br/MAON
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facebook.com/Torcedores Corinthianos-vaicorinthians 

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Cumprindo tabela o Corinthians deu W.O.

Em ritmo de férias e com a adrenalina em baixa, o Corinthians não foi a Recife e perdeu por W.O. Os jogadores eram do Corinthians, o uniforme era do Corinthians, a comissão técnica era do Corinthians, a torcida era do Corinthians, mas quem entrou em campo foi um grupo de amigos para disputarem uma pelada numa tarde de domingo. Do outro lado do campo, o Sport, mesmo também não disputando nada, compareceu para jogar, atuou com seriedade, com responsabilidade, jogou futebol de verdade e colocou os hexacampeões na roda. Venceu por 2 a 0, um resultado mais que merecido, do único time que entrou em campo.
Já o Corinthians fake foi apático, desmotivado, desarticulado, desorganizado, burocrático e inoperante. A defesa dormiu, a marcação falhou, o meio campo nada criou, a transição para o ataque inexistiu e, embora os atacantes tentassem jogar, foram prejudicados pela falta de criação. Tantos foram os erros e as omissões que, se não fosse a final do Campeonato Paulista sub 20 no sábado, teria sido melhor ter atuado com o time da base. Acho que até o sub 17 teria feito um jogo melhor. 
Mas não foi apenas a apatia e a desmotivação que causaram a derrota alvinegra. Faltou qualidade para alguns jogadores. Cristian perdeu uma excelente oportunidade para justificar sua contratação e seu alto salário, Bruno Henrique esteve muito abaixo do que se espera dele e Rodriguinho parece que só funciona quando joga na posição do Elias. Quando escalado na criação sempre vai mal. Jadson está numa fase incrível, mas jogando sozinho não faz milagre. Contra um time rápido, faltou movimentação, mas eram poucas as opções no banco. Danilo cadencia mais o jogo e, sem o Lucca no banco, só restou Malcom, que não iniciou o jogo por veto do Departamento Médico. Portanto, não deveria estar em suas melhores condições. O fato é que as mudanças não funcionaram e não mudaram o panorama do jogo. A nhaca continuou a mesma. 
Tenho dó da torcida que viajou para ver o Corinthians e acabou vendo o jogo de um time só, um jogo do adversário. 
Para Tite faltou entrosamento e competitividade. Na realidade faltou comprometimento e vontade. Psicologicamente, já estão de férias. Isso ficou evidente na falta de concentração na linha burra corinthiana no 1º gol do Sport, na marcação frouxa, nos toquinhos de lado e no comportamento da maioria alvinegra, que mais parecia estar disputando um "casados X solteiros" depois de um churrasco com muitas brejas. 
Ruim também foi a arbitragem, perdida no jogo e sem pulso, permitindo faltas duras dos recifenses, principalmente de Marlone e Rithely, nada fazendo para coibi-las, cometendo muitos erros e validando o 2º gol do Sport, com Marlone impedido antes de cruzar para o André. 
Mas, os erros de arbitragem não tiram o mérito do Sport, indiscutivelmente superior no jogo, nem diminuem a responsabilidade do Corinthians pela derrota. Se o jogo era também um teste para os reservas, serviu para mostrar que alguns jogadores não têm condições de jogarem no Corinthians e outros servem apenas para compor elenco. 
Para quem acha que por sermos hexacampeões, a derrota não teve importância, considero que a grandeza do Corinthians não pode ser desmerecida num jogo sem comprometimento e sem vontade. Concordo que ganhar e perder fazem parte do jogo, mas perder por uma atuação apática e burocrática, por falta de vontade e de empenho é inadmissível. Considero, também, que o respeito à camisa do Corinthians é essencial em toda e qualquer situação e que, independente do jogo e da modalidade, quem a veste tem que estar disposto e motivado para honrá-la. Ter o privilégio de jogar no Corinthians deverá ser a maior motivação de todo jogador. 
Melhores momentos
Ficha Técnica - Sport 2 X 0 Corinthians 
Local: Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata (PE)
Data: 29 de novembro de 2015, domingo
Horário: 17:00 horas (de Brasília)
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro - MG (FIFA)
Árbitro Assistente 1: Kléber Lúcio Gil - SC (FIFA)
Árbitro Assistente 2: Bruno Boschilia - PR (FIFA)
Quarto Árbitro: Jaílson Macedo Freitas - BA (ESP-2)
Delegado: Francisco Domingos da Silva - PE (ASS)
Quinto Árbitro: Albino Andrade Albert Junior - PE (CBF-1)
Público: 19.048 espectadores
Renda: R$ 836.300,00
Cartões amarelos: Diego Souza, Marlone, Rithely, Wendel, Ronaldo e André (Sport); Jadson e Rodriguinho (Corinthians)
Gols: Matheus Ferraz, aos 23 minutos do primeiro tempo, e André, aos 45 minutos do segundo tempo
Sport: Danilo Fernandes; Samuel Xavier, Matheus Ferraz, Durval e Renê; Rithely (Ronaldo), Wendel (Neto Moura), Élber (Maikon Leite) e Marlone; Diego Souza e André; Técnico: Paulo Roberto Falcão
Corinthians: Walter; Fagner, Edu Dracena, Gil e Uendel; Cristian (Lincom), Bruno Henrique, Rodriguinho (Malcom) e Jadson; Romero e Vagner Love (Danilo); Técnico: Tite

domingo, 29 de novembro de 2015

Sport X Corinthians

Já campeão brasileiro, o Corinthians foi para Recife enfrentar o Sport pela 37ª rodada do campeonato. Com 80 pontos, 24 vitórias, 8 empates, 4 derrotas e 74% de aproveitamento, terá como adversário o 7º colocado com 53 pontos, 13 vitórias, 14 empates, 9 derrotas e 49% de aproveitamento. Se para o adversário o objetivo é apenas fazer um bom jogo, conforme declaração do seu treinador, pois não tem mais chances de chegar ao G4, o Timão busca a melhor campanha da história da competição. Com 80 pontos, só precisa de um contra o Sport, para atingir a maior marca desde que a disputa passou a ter 20 clubes. Vencer assegurará também um aproveitamento superior aos 72,5% do Cruzeiro de 2003, o melhor até hoje. O Corinthians ainda tem como motivação a busca da maior pontuação da era dos pontos corridos, melhor aproveitamento, melhor saldo de gols, melhor ataque, maior número de vitórias, menor número de jogos perdidos, e maior vantagem para o vice-líder.
Ficha Técnica - Sport X Corinthians 
Local: Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata (PE)
Data: 29 de novembro de 2015, domingo
Horário: 17:00 horas (de Brasília)
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro - MG (FIFA)
Árbitro Assistente 1: Kléber Lúcio Gil - SC (FIFA)
Árbitro Assistente 2: Bruno Boschilia - PR (FIFA)
Quarto Árbitro: Jaílson Macedo Freitas - BA (ESP-2)
Delegado: Francisco Domingos da Silva - PE (ASS)
Quinto Árbitro: Albino Andrade Albert Junior - PE (CBF-1)
Sport: Danilo Fernandes; Samuel Xavier, Matheus Ferraz, Durval e Renê; Rithely, Wendel, Diego Souza, Marlone e Élber; André; Técnico: Paulo Roberto Falcão
Corinthians: Walter; Fagner, Edu Dracena, Gil e Uendel; Cristian, Bruno Henrique, Rodriguinho e Jadson; Romero e Vagner Love; Técnico: Tite
Estão fora, no Sport, Rodrigo Mancha, com lesão no joelho e Mike, com lesão na coxa. No Corinthians, Edílson, suspenso, Cássio, com gripe, Guilherme Arana, que retirou neste sábado um abscesso da coxa direita, Luciano, recuperando-se de cirurgia no joelho direito, e Rildo, que reiniciou trabalhos físicos nesta semana após cirurgia no ombro esquerdo.
Estão pendurados com dois cartões amarelos, no Sport, Danilo, Hernane, Marlone, Matheus Ferraz, Rithely, Samuel e Wendel; e no Corinthians, Cássio, Danilo, Guilherme Arana, Jadson, Lucca, Malcom, Renato Augusto e Vagner Love.
No Sport, sem grandes problemas para escalar o time, Falcão terá em campo o que tem de melhor. No ataque, André volta de suspensão e Hernane Brocador volta para o banco de reservas.
No Corinthians, as novidades são a presença do goleiro Walter, substituindo o Cássio que, gripado, foi vetado pelo Departamento Médico, e de Cristian, no lugar de Ralf. Tite escalou um time misto e Gil, Jadson e Vagner Love, que folgaram contra o São Paulo, voltam a atuar. Felipe e Ralf ganharam descansam. Hoje é a grande oportunidade do Cristian mostrar que ainda pode ser útil ao Corinthians. 
Motivado por novos desafios e novos recordes, ao Timão só interessa a vitória. O Sport tem sido um time irregular e mesmo com um time misto, temos plenas condições de vencê-lo. Nosso misto é um misto quente, com reservas de qualidade, que seriam titulares em qualquer outro time da Série A. E que precisam mostrar serviço para voos mais altos em 2016.

Créditos e fontes de imagens
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terça-feira, 24 de novembro de 2015

Seis vezes Corinthians - Um gol para cada título brasileiro

A festa do Hexa não poderia ser melhor. Não faltou nada. Mosaico gigante em comemoração ao hexacampeonato, gols, muitos gols, um para cada título brasileiro, defesa de pênalti, muito olé, entrega das medalhas e da taça de campeão. Seis a um, fora o baile. Defesa precisa, ataque tinindo e o freguês de volta. Festa completa em Itaquera. Pena que os "convidados" não ficaram até o final e abandonaram o barco no meio do naufrágio tricolor. Não tiveram a grandeza da orquestra do Titanic. 
Tite ousou e escalou uma equipe diferente, dando folga à maioria do time considerado titular. Do time que vinha jogando, apenas Cássio, Felipe e Ralf foram a campo, o que preocupou parte da torcida. Afinal, o adversário, que havia vencido por 4 a 2 o vice líder, precisava da vitória para buscar uma vaga na Libertadores e a expectativa era de um jogo duro. Os tricolores mais otimistas já falavam em carimbar a faixa e ficaram eufóricos ao ver a escalação alvinegra. E nem o corinthiano mais otimista esperava o massacre de Itaquera. 
Muitos, inclusive eu, queimaram a língua. Mas, com a maior alegria silenciamos nossa corneta e aplaudimos de pé o show, o baile e a goleada. E constatamos a dificuldade de diferenciar titulares de reservas, pois mudam os jogadores, mas mantém-se o padrão, o desempenho, a raça e a concentração. 
Méritos da equipe, méritos da comissão técnica, do Departamento Médico e da fisiologia. Méritos do Tite, que teve o desafio de remontar a equipe e de manter o padrão, quando muitos davam o time por acabado e brigando para não cair. 
Gols
Marcando bem e sem dar chances para o São Paulo, o Corinthians dominou totalmente o jogo  e os gols começaram a sair. Numa cobrança de escanteio, Bruno Henrique aproveitou o rebote de Denis em uma cabeçada de Felipe para abrir o placar. O gol desestabilizou a equipe adversária e o Corinthians continuou atacando. E, novamente, em outra cobrança de escanteio, Romero subiu no meio da defesa rival e cabeceou para ampliar. Aos 45 minutos, Danilo fez o cruzamento da esquerda, Edu Dracena ganhou a disputa de bola com Lucão para cabecear, Denis rebateu para o meio e o próprio zagueiro, na sobra, mandou a bola para a rede. O São Paulo voltou dos vestiários com Luis Fabiano e Reinaldo em substituição a Rogério e Bruno. Aos 15 minutos, Romero que passou a bola para Bruno Henrique rolar para Danilo tocou de letra para Lucca fazer um golaço. Após três minutos, Romero foi lançado por Fagner nas costas de Reinaldo, avançou pela direita e bateu cruzado na grande área. Hudson desviou para o gol, mas na súmula, o árbitro anotou o gol para o atacante paraguaio. Na tentativa de parar a enxurrada de gols, Milton Cruz reforçou a defesa tricolor, substituindo Wesley por Edson Silva. O São Paulo fez seu gol de honra, após cruzamento de Alan Kardec e a torcida do Corinthians ironizou: “Eu acredito! Eu acredito! Eu acredito!”. Já com Lincom e Cristian nas posições de Danilo e Rodriguinho, aos 30 minutos, Romero foi derrubado por Reinaldo dentro da área, o árbitro assinalou o pênalti   Cristian cobrou no canto, marcando o 6º gol do massacre corinthiano. 
Mas, o vexame tricolor ainda não estava completo. Aos 35 minutos, o árbitro marcou um pênalti de Edu Dracena sobre Carlinhos e Cássio acertou o canto e defendeu a cobrança de Alan Kardec. 
Romero infernizou e sufocou a zaga tricolor, Lucca foi muito bem nas bolas paradas e Danilo, mais uma vez incorporou o Sócrates com um passe de letra. A marcação foi cirúrgica e ainda tivemos gol de zagueiro e de volante. Bruno Henrique, Fagner e Uendel nem pareciam ter ficado tanto tempo sem jogar. Quem entrou deu conta da tarefa e se não fossem as defesas do Denis, o placar seria ainda mais dilatado. 
Embora fosse um jogo de festa, houve muita seriedade, entrega e determinação. Jogaram muito, vibraram muito e celebraram o hexacampeonato com um gol para cada título conquistado no Brasileirão. Com muito apeTITE e fome de bola, HEXAgeram na competência e na entrega, mostraram, para quem ainda duvidava, que o título não veio por acaso.
A torcida foi um espetáculo à parte, antes, durante e depois do jogo. Chegaram comemorando, apoiaram o jogo inteiro e, na volta pra casa, transformaram a estação do metrô numa extensão da arquibancada. 
Festa e entrega da taça
A única nota dissonante nessa bela sinfonia esteve justamente na premiação, com dois fatos lamentáveis. O presidente do clube, Roberto de Andrade, quebrou o protocolo e se antecipou ao capitão Ralf, recebendo a taça das mãos do representante da CBF e erguendo-a, antes de passá-la a quem, de direito, deveria levantá-la. E Ronaldo, ex atacante do Corinthians, que em 2010 não conseguiu ser campeão, tentou pegar uma carona na celebração do Hexa, tocando na taça antes de quem tinha o direito legítimo de recebê-la. Fato lamentável e total falta de fair play de quem pensa ser maior que o próprio Corinthians. Ronaldo de penetra no Hexa e Roberto usurpando o direito do capitão Ralf. Em respeito ao futebol e ao próprio time, o cartola e o ex jogador jamais deveriam tocar na taça antes do capitão e dos jogadores que, dentro do campo, a ela fizeram jus. 
Apesar dessa gafe, a festa continuou. Ralf, finalmente pode erguer o merecido troféu e repassá-lo aos companheiros e com muito entusiasmo e aplausos aconteceu a primeira volta olímpica na arena de Itaquera. 
Melhores momentos
Ficha Técnica - Corinthians 6 X 1 São Paulo 
Local: Arena Corinthians, em Itaquera, São Paulo (SP)
Data: 22 de novembro de 2015, domingo
Horário: 17:00 horas (de Brasília)
Árbitro: Péricles Bassols Pegado Cortez - RJ (FIFA)
Árbitro Assistente 1: Danilo Ricardo Simon Manis - SP (ASP-FIFA)
Árbitro Assistente 2: Miguel Cataneo Ribeiro da Costa - SP (CBF-2)
Quarto Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza - SP (CBF-1)
Delegado: Nilson de Souza Monção - SP (000)
Quinto Árbitro: Alex Ang Ribeiro - SP (CBF-2)
Público: 44.976 pagantes (total de 45.469)
Renda: R$ 2.939.497,50
Cartões amarelos: Fagner e Edílson (Corinthians); Bruno e Thiago Mendes (São Paulo)
Gols: Corinthians: Bruno Henrique, aos 26, Romero, aos 28, e Edu Dracena, aos 45 minutos do primeiro tempo; Lucca, aos 15, Romero, aos 18, e Cristian, aos 30 minutos do segundo tempo; São Paulo: Carlinhos, aos 24 minutos do segundo tempo
Corinthians: Cássio; Fagner, Felipe, Edu Dracena e Uendel (Yago); Ralf, Bruno Henrique, Danilo (Lincom), Rodriguinho (Cristian) e Lucca; Romero; Técnico: Tite
São Paulo: Denis; Bruno (Reinaldo), Rodrigo Caio, Lucão e Carlinhos; Hudson, Wesley (Edson Silva), Thiago Mendes e Michel Bastos; Rogério (Luis Fabiano) e Alan Kardec; Técnico: Milton Cruz (interino)
Memes

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domingo, 22 de novembro de 2015

Corinthians X São Paulo

Pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Corinthians receberá hoje, domingo, 22/11, às 17:00 horas, o São Paulo, em sua Arena, no bairro de Itaquera, em São Paulo. Este, que será o jogo da entrega da taça e das faixas ao campeão brasileiro de 2015, terá frente a frente o Corinthians, com 77 pontos, 23 vitórias, 8 empates, 4 derrotas e 73% de aproveitamento, e o São Paulo, 4º colocado, com 56 pontos, 16 vitórias, 8 empates, 11 derrotas e 53% de aproveitamento. Para os anfitriões será um jogo de festa, de comemoração do título, mas para o Tricolor o jogo será decisivo para a conquista de uma vaga na Libertadores. 
Ficha Técnica - Corinthians X São Paulo
Local: Arena Corinthians, em Itaquera, São Paulo (SP)
Data: 22 de novembro de 2015, domingo
Horário: 17:00 horas (de Brasília)
Árbitro: Péricles Bassols Pegado Cortez - RJ (FIFA)
Árbitro Assistente 1: Danilo Ricardo Simon Manis - SP (ASP-FIFA)
Árbitro Assistente 2: Miguel Cataneo Ribeiro da Costa - SP (CBF-2)
Quarto Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza - SP (CBF-1)
Delegado: Nilson de Souza Monção - SP (000)
Quinto Árbitro: Alex Ang Ribeiro - SP (CBF-2)
Corinthians: Cássio; Fagner, Felipe, Edu Dracena e Uendel; Ralf, Bruno Henrique, Jadson, Rodriguinho e Malcom; Vagner Love; Técnico: Tite
São Paulo: Denis; Bruno, Rodrigo Caio, Lucão e Carlinhos; Hudson, Thiago Mendes, Michel Bastos e Ganso; Rogério e Luis Fabiano; Técnico: Milton Cruz (interino)
Além dos possíveis escalados, também foram relacionados os seguintes jogadores: 
No Corinthians, os goleiros Walter e Matheus Vidotto, os laterais Edílson e Guilherme Arana, os zagueiros Gil e Yago, os volantes Elias e Cristian, os meias Renato Augusto e Danilo, e os atacantes Lucca, Lincom e Romero.
No São Paulo, o goleiro Renan Ribeiro, os laterais Reinaldo e Auro, os zagueiros Edson Silva e Lyanco, os volantes Wesley e João Schmidt, os meias Daniel e Wilder, e os atacantes, Alan Kardec e Centurión. 
Estão fora, no Corinthians, os atacantes Luciano e Rildo, recuperando-se de cirurgia; e no São Paulo, o atacante Alexandre Pato, por cláusula contratual, os zagueiros Breno, cirurgia no joelho direito e Luiz Eduardo, cirurgia no joelho esquerdo, e o goleiro Rogério Ceni, ruptura do ligamento tíbio-fibular do pé direito. 
Estão pendurados, com dois cartões amarelos, no Corinthians, Cássio, Danilo, Edílson, Guilherme Arana, Jadson, Lucca, Malcom, Renato Augusto e Vagner Love; no São Paulo, Alan Kardec, Carlinhos, Edson Silva, Ganso, Luiz Eduardo, Matheus e Rodrigo Caio. 
No Timão, com o título já garantido, o trio que atuou na seleção contra o Peru e no jogo contra o Vasco, Gil, Elias e Renato Augusto, ficará no banco de reservas. Tite poderá promover a volta dos laterais titulares Fagner e Uendel, recuperados de lesão, e deverá utilizar Edu Dracena, Rodriguinho e Bruno Henrique. Serão cinco possíveis mudanças em relação à equipe que empatou com o Vasco na quinta feira em São Januário. A preparação para o jogo foi atípica. Os jogadores que foram titulares no Rio de Janeiro fizeram um treino regenerativo, apenas Cássio e os reservas foram a campo e o time foi liberado da concentração, com o compromisso de se apresentar no CT apenas para o almoço, às 11:00 horas de domingo. 
No São Paulo estarão ausentes duas referências importantes, o goleiro e capitão Rogério Ceni e o atacante Alexandre Pato. Na véspera do clássico, Milton Cruz fez treino fechado e não revelou o time tricolor. A principal dúvida é se Alan Kardec e Luis Fabiano jogarão juntos ou se só um deles comandará o ataque. 
Com todos os ingressos esgotados, o Corinthians receberá a taça de campeão e dará a volta olímpica no estádio lotado. Ralf, merecidamente, será o capitão que irá levantar a taça. 
Embora o clima seja de festa, de comemoração, o time não pode perder o foco nem a concentração. Tem que deixar a festa para a torcida e dentro do campo atuar com a mesma seriedade dos jogos decisivos. Clássico é sempre um campeonato a parte. O adversário precisa da vitória para tentar se garantir na Libertadores. E o Corinthians deverá se precaver para não deixá-lo carimbar a faixa de campeão. 

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sábado, 21 de novembro de 2015

Hexacampeão - Uma história de superação

Após um início conturbado e irregular, em que o próprio Tite quase jogou a toalha, com atrasos de salários, saída de jogadores, eliminações e oscilações, o Corinthians foi capaz de levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima. Após a eliminação na Libertadores e no Paulistão, de alguns tropeços no Campeonato Brasileiro, da perda de jogadores e da 11ª colocação na tabela, os mais pessimistas chegaram até a falar em risco de rebaixamento e a lutar para não cair. Para outros, classificar para a Libertadores já seria lucro. 
Mas, aos poucos, as coisas foram se ajeitando e as dificuldades, gradativamente, foram superadas. Reequilibrou a marcação, a defesa parou de tomar gols, o meio campo se acertou, os gols aconteceram, os pontos se acumularam e os adversários foram passados pra trás. Na 18ª rodada, assumimos a liderança para não mais deixá-la e na 35ª, finalmente, soltamos o grito: É CAMPEÃO!!!
Individual e coletivamente, as dificuldades foram superadas. As saídas de jogadores, por transferência ou por lesão, tiveram a resposta no comprometimento dos que os substituíram. E assim, o "desmanche" foi superado pelo esforço, pela disciplina tática e pelo espírito do grupo, que fiel ao lema mosqueteiro do "um por todos e todos por um," não deixaram o edifício ruir. 
Cássio recuperou-se das falhas pontuais, mas decisivas, e Felipe evoluiu muito. Elias se ajustou ao novo Corinthians e passou a ter uma atuação mais regular. Jadson, que alternava bons e maus momentos, revesando o "JadSONO" com o "JadSHOW", superou sua irregularidade, tornando-se o mestre das assistências e o artilheiro da equipe no campeonato. Renato Augusto, até chamado em alguns momentos de "Renato Angústia", superou não apenas as lesões, mas a angústia, a insegurança e o medo das divididas, transformando-se no "Renato Augustus", (Renato, o soberano), no "REInato", no "DEUSnato". E assim, removendo-se as dificuldades, foi construído o melhor meio campo do Brasil. 
Outro desafio foi a superação das lesões recorrentes, bem como as convocações para a seleção, obrigando Tite a fazer modificações no time, inclusive improvisando em algumas posições. Mas, mesmo com alguns tropeços, o desafio foi vencido e as dificuldades sobrepujadas. O time sagrou-se campeão com reservas nas duas laterais, no decorrer do campeonato os gols foram marcados por vários jogadores e os que entraram deram conta da tarefa.
Precisando enxugar a folha de pagamento a solução barata foi a caseira e os garotos da base superaram a inexperiência, a pouca idade e deram conta do recado, substituindo a contento os campeões mundiais. Malcom, Guilherme Arana, Yago e Marciel amadureceram na marra, pela necessidade de superar as carências do Time. 
E o que dizer do tão criticado Vagner Love que percorreu um longo caminho, tendo que vencer a desconfiança pelo seu passado nos rivais, o peso por ter que substituir o então "ídolo" do Mundial, as diferenças existentes entre o futebol brasileiro e o chinês, o período de inatividade e a ausência da pré temporada? Descreditado, criticado, xingado e até vaiado, não perdeu a confiança, não desistiu, continuou trabalhando até se tornar peça fundamental no esquema tático do time hexacampeão. 
Nem mesmo o regente dessa orquestra afinada e harmoniosa, em que se transformou o futebol corinthiano, ficou isento da necessidade de ultrapassar os limites colocados pela situação atravessada pelo Timão. Como Maestro, participou de todo o processo de superação mencionado, colaborando e contribuindo para o progresso de cada um, tanto no âmbito individual como no coletivo. Mas, não foi somente isso. Precisou enfrentar os desafios inerentes aos novos conhecimentos amealhados no ano sabático, bem como as mudanças táticas implementadas, obrigando-se a superar uma postura tática mais contida, mais retrancada e a jogar mais no ataque, pressionando o adversário. Teve que superar sua própria postura anterior para implantar um novo esquema tático e um novo padrão de jogo. 
Nesse processo, em que o futebol do time foi recuperado e em que os limites foram ultrapassados, foi fundamental a atuação da comissão técnica, do Departamento Médico e da fisiologia. Confiança, competência e muito trabalho conseguiram o "milagre" de enfrentar os desafios, remover os obstáculos e vencer as dificuldades.
De fora do gramado, a força da Fiel foi o combustível capaz de mover e impulsionar o motor corinthiano, o que levou o Tite, após a confirmação do Hexa, a gravar uma mensagem especial para o torcedor.
Eu acredito no Corinthians
Acreditando no trabalho, no talento de cada um, na união do grupo, na raça, na mística corinthiana e na força da Fiel, esse Corinthians, desacreditado por alguns, achincalhado pelos anticorinthianos e depreciado por parte da crítica esportiva, sobrepujou as mais pessimistas expectativas e sagrou-se campeão na 35ª rodada e como o melhor mandante, o melhor visitante, com o maior saldo de gols, como a melhor defesa, o melhor ataque e como o time mais disciplinado. Em uma verdadeira história de luta e de superação, a grandeza do Timão, mais uma vez se fez presente, mostrando toda a força de nossa Nação.
Sócrates tinha toda razão: "O Corinthians é muito mais que um time, é um estado de espírito...", o autêntico espírito corinthiano.
O jogo em São Januário esteve muito aquém das nossas possibilidades e da nossa capacidade. Vários fatores contribuíram para isso, o desgaste dos nossos selecionáveis, a ansiedade, a pressão e o estado emocional. Mas, num campeonato de pontos corridos, o que vale é o conjunto da obra e nisso, o Corinthians sobrou no campeonato. E em que pesem o chororó e o mi mi mi dos rivais, se o campeonato está manchado, só pode ser pelas lágrima derramadas. Pelas lágrimas do desespero e da tristeza dos adversários e pelas lágrimas da alegria e da felicidade de mais de trinta milhões de loucos, dos loucos por ti Corinthians.
Hexa na favela
Registro oficial do título

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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Vasco X Corinthians

Dependendo somente de si para levantar a taça do Brasileirão, o Corinthians foi para o Rio de Janeiro enfrentar o Vasco pela 35ª rodada do campeonato. Será o embate entre o líder do campeonato, com 76 pontos, 23 vitórias, 7 empates, 4 derrotas e 75% de aproveitamento, e o 19% colocado, com apenas 8 vitórias, 9 empates, 17 derrotas e 32% de aproveitamento. Será a disputa entre o melhor visitante e o pior mandante, entre o melhor ataque e a pior defesa, o que poderia dar a impressão de um jogo fácil e de um placar previamente definido. Mas, a arrancada do Vasco no 2º turno, bem como a necessidade de fugir do 3º descenso no campeonato, aliados ao mando de campo em São Januário, equilibram parcialmente as forças da partida. Além disso, os primeiros resultados da rodada impediram que o time carioca tivesse a possibilidade de deixar a zona de rebaixamento, aumentando ainda mais a pressão pela vitória sobre o líder. 
Para o Timão, basta uma vitória para ser campeão, mas mesmo se não vencer, ainda poderá obter o título, desde que o Atlético-MG não pontue no Morumbi. 
Ficha Técnica - Vasco X Corinthians
Local: estádio de São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 19 de novembro de 2015, quinta-feira
Horário: 22:00 horas (de Brasília)
Árbitro: Anderson Daronco - RS (FIFA)
Árbitro Assistente 1: Alessandro A Rocha de Matos - BA (FIFA)
Árbitro Assistente 2: Fabiano da Silva Ramires - ES (ESP-2)
Quarto Árbitro: Nielson Nogueira Dias - PE (ESP-2)
Delegado: Nilson de Souza Monção - SP (000)
Quinto Árbitro: Dibert Pedrosa Moises - RJ (ESP-1) 
Vasco: Martin Silva, Madson, Luan, Rodrigo e Julio Cesar; Diguinho, Serginho, Andrezinho e Nenê; Rafael Silva e Riascos; Técnico: Jorginho
Corinthians: Cássio; Edílson, Felipe, Edu Dracena e Guilherme Arana; Ralf, Bruno Henrique, Jadson, Rodriguinho e Malcom; Vagner Love; Técnico: Tite
No Corinthians, além dos possíveis escalados, também foram relacionados os goleiros Walter e Matheus Vidotto, os laterais Fagner e Uendel, os zagueiros Gil e Yago, os volantes Elias e Cristian, os meias Renato Augusto e Danilo, e os atacantes Romero, Lucca e Lincom.
Estão fora, no Corinthians, Luciano, que se recupera de cirurgia no joelho direito, e Rildo, que reiniciou trabalhos físicos nesta semana após cirurgia no ombro esquerdo. 
Estão pendurados, com dois cartões amarelos, no Vasco, Andrezinho, Emanuel Biancucchi, Julio dos Santos, Luan, Nenê, Rafael Vaz e Serginho; e no Corinthians, Cássio, Danilo, Guilherme Arana, Malcom, Renato Augusto e Vagner Love.
No Vasco, o técnico Jorginho deverá mandar ao gramado o mesmo time que venceu o Palmeiras. 
No Corinthians, as alterações possíveis estão na dependência de Gil, Elias e Renato Augusto, titulares no último jogo da seleção, terem condições de jogo. O mais provável, é que fiquem no banco e, se necessário, entrem no decorrer da partida. Suas vagas deverão ser ocupadas por Edu Dracena, Bruno Henrique  e Rodriguinho. Minha preocupação é a falta de ritmo de jogo de Bruno Henrique. A decisão final só será tomada após conversa de Tite com o Departamento Médico e com os jogadores. Nas laterais, Fagner e Uendel ainda não têm condições para 90 minutos de jogo e Edílson e Guilherme Arana iniciarão jogando. O único jogador da Seleção garantido no duelo é o goleiro Cássio, que ficou no banco de reservas na partida contra o Peru. 
No último treino, apenas com os possíveis titulares, Tite ensaiou contra ataques, cruzamentos e jogadas de bola parada.
Desesperada, a torcida vascaína tudo fez para desestabilizar o Corinthians, prometendo uma verdadeira guerra em São Januário. Provocações, intimidações e até ameaças de morte levaram o Timão a recorrer ao Ministério Público e a Polícia carioca a reforçar o esquema de segurança. Mas, experiente e centrado, nosso time vai estar focado no jogo e dentro das quatro linhas temos plenas condições de voltar do Rio com mais um título na bagagem. Meu maior temor é com a segurança da nossa torcida, pois, qual animais acuados, os vascaínos estão desesperados com a possibilidade de uma 3ª queda para a Série A. 
Peço a Deus que proteja todos os torcedores e que nada de grave aconteça. 

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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Errando como nunca e vencendo como sempre

Para quem esperava um jogo com padrão Corinthians, foi um susto e uma decepção. Algumas dificuldades eram previstas, devido à necessidade do Coritiba tentar manter-se na Série A do campeonato, mas nem o corinthiano mais pessimista poderia imaginar o sufoco que foi o jogo, mais por erros nossos do que pela qualidade do rival. Parecia que o time em campo nem era o mesmo que depenou o Galo no Horto. 
A equipe entrou desconcentrada, desatenta, jogando sem objetividade, errando passes e finalizações. Os jogadores aparentavam estar ansiosos e dispersivos, cometendo erros juvenis e enfeitando as jogadas. Não sei se entraram no oba oba da torcida ou se entraram de salto alto. O time estava irreconhecível, a defesa desatenta, o meio campo com dificuldades na criação e errando muito. Jadson e Renato Augusto erraram 14 passes, 7 cada um. O problema era mais de postura em campo do que tático, era muita desconcentração e até uma aparente displicência. 
Mesmo assim, o time saiu na frente. Edílson sofreu pênalti e Jadson converteu. Depois do gol o Coritiba melhorou a marcação, passou a trabalhar melhor a bola e chegou a nos dar alguns sustos. Mas, nossa superioridade técnica fez a diferença, tivemos maior volume de jogo e se não fossem os gols perdidos poderíamos ter ampliado o placar. Na etapa final, o Coritiba voltou modificado e mais ligado no jogo, enquanto o Corinthians parecia ter comido uma feijoada no intervalo. Negueba, que já havia dado trabalho no 1º tempo, voltou ligado no 220 volts, empatando o jogo no 1º minuto e puxando contra ataques. Meio atordoado com o empate, o Corinthians demorou uns 10 minutos para equilibrar o jogo, mas errando passes e criando pouco, sofreu para superar a marcação do Coritiba. Mesmo assim levou perigo e obrigou o goleiro Wilson trabalhar. 
Tite, preocupado no banco, tentava arrumar o time no gramado. Não tendo o retorno necessário, substituiu Malcom por Lucca, Vagner Love por Danilo e, quase no final, Renato Augusto por Rodriguinho. Mesmo sem sua organização habitual, o Corinthians tentou acuar o adversário, que não se entregou. Mas, se de início as mudanças não surtiram efeito, aos 43 minutos, numa jogada ensaiada, Edílson cruzou para a área, a bola desviou na cabeça do Danilo, e Lucca se jogou entre dois zagueiros, alcançou a bola e mandou-a pra rede, desempatando a partida, para a alegria da Nação Corinthiana. 
Com o resultado, o Corinthians chegou aos 76 pontos, atingiu 75% de aproveitamento no campeonato e manteve a distância de 11 pontos do 2º colocado, o Atlético-MG, que venceu o Figueirense por 1 a 0, adiando o hexa do Timão, que continua dependendo apenas de si mesmo para conquistá-lo. 
Os próprios jogadores e o técnico reconheceram que, apesar da vitória, não fizeram um bom jogo e que entraram na empolgação da torcida. A vitória apertada e sofrida de sábado foi um dos piores jogos do campeonato. Vacilos atípicos da defesa, indecisões, erros de passes e de finalizações, bem como dificuldades de criação, aliadas à falta de objetividade e desconcentração determinaram um mau desempenho, muitos sustos e um grande sufoco, algo impensável diante de um adversário de poucos recursos técnicos, que luta para não cair e com um técnico interino e improvisado. 
Como em uma semana ninguém desaprende a jogar futebol, somente o fator emocional, a ansiedade e o descontrole psicológico podem explicar tamanha queda de rendimento num jogo tão decisivo. Podemos mesmo afirmar que foi um jogo atípico em que o Timão errou como nunca, mas venceu como sempre. 
Com a parada do campeonato devido à disputa das eliminatórias da Copa, Tite terá tempo suficiente para aparar as arestas, trabalhar o psicológico e fazer o time retomar o padrão de jogo. A próxima partida será no dia 19/11, às 22 horas, contra o Vasco, no Rio de Janeiro e basta uma vitória corinthiana ou o Atlético-MG não vencer o São Paulo, para a conquista do hexacampeonato. 
Melhores momentos
Gols
Ficha Técnica - Corinthians 2 X 1 Coritiba
Local: Arena Corinthians, em Itaquera, São Paulo (SP)
Data: 7 de novembro de 2015, sábado
Horário: 19:30 horas (de Brasília)
Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva - PA (FIFA)
Árbitro Assistente 1: Guilherme Dias Camilo - MG (FIFA)
Árbitro Assistente 2: José Javel Silveira - RS (ESP-2)
Quarto Árbitro: Igor Junio Benevenuto - MG (ASP-FIFA)
Delegado: Márcio Verri Brandão - SP (ASS)
Quinto Árbitro: Daniel Paulo Ziolli - SP (ASP-FIFA)
Público: 43.688 pagantes (total de 44.015)
Renda: R$ 2.772.735,50
Cartões amarelos: Carlinhos, Kleber, Leandro Silva e Rafael Marques (Coritiba)
Gols: Corinthians: Jadson, aos 15 minutos do primeiro tempo, e Lucca, aos 42 minutos do segundo tempo; Coritiba: Negueba, a 1 minuto do segundo tempo
Corinthians: Cássio; Edílson, Felipe, Yago e Guilherme Arana; Ralf, Elias, Jadson, Renato Augusto (Rodriguinho) e Malcom (Lucca); Vagner Love (Danilo); Técnico: Tite
Coritiba: Wilson; Leandro Silva, Rafael Marques, Juninho e Carlinhos; João Paulo, Alan Santos (Cáceres), Negueba (Lúcio Flávio) e Juan (Thiago Lopes); Kleber e Henrique Almeida; Técnico: Pachequinho

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sábado, 7 de novembro de 2015

Corinthians X Coritiba

Pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Corinthians enfrentará o Coritiba, neste sábado, dia 07/11, em sua Arena, no bairro de Itaquera, em São Paulo. Líder do campeonato, com 73 pontos, 22 vitórias, 7 empates, 4 derrotas e 74% de aproveitamento, o Timão terá como adversário o 18º colocado, com 33 pontos, 8 vitórias, 10 empates, 15 derrotas e 34% de aproveitamento. Se vencer o jogo e o Atlético-MG não ganhar do Figueirense no domingo, o Corinthians poderá sagrar-se campeão nesta rodada. Apesar da diferença existente na pontuação entre os dois times, Tite pediu respeito ao adversário, e o meia Renato Augusto, além de descartar a volta olímpica se o Corinthians vencer o jogo, declarou: “Precisamos respeitar o Coritiba, vai ser um jogo difícil. É complicado enfrentar um time que está brigando para não cair. Como vai fazer volta olímpica se você não é campeão? Primeiro, temos que respeitar o Coritiba e conseguir o resultado.”
Ficha Técnica - Corinthians X Coritiba
Local: Arena Corinthians, em Itaquera, São Paulo (SP)
Data: 7 de novembro de 2015, sábado
Horário: 19:30 horas (de Brasília)
Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva - PA (FIFA)
Árbitro Assistente 1:    Guilherme Dias Camilo - MG (FIFA)
Árbitro Assistente 2:    José Javel Silveira - RS (ESP-2)
Quarto Árbitro:     Igor Junio Benevenuto - MG (ASP-FIFA)
Delegado:    Márcio Verri Brandão - SP (ASS)
Quinto Árbitro:     Daniel Paulo Ziolli - SP (ASP-FIFA)
Corinthians: Cássio; Edílson, Felipe, Gil e Guilherme Arana; Ralf; Jadson, Elias, Renato Augusto e Malcom; Técnico: Tite 
Coritiba: Wilson; Leandro Silva, Juninho, Rafael Marques e Carlinhos; João Paulo, Alan Santos, Ruy e Juan; Henrique Almeida e Kleber; Técnico: Pachequinho
No Corinthians, além dos escalados, também foram relacionados, os goleiros Walter e Matheus Vidotto, os laterais Fagner e Uendel, os zagueiros Edu Dracena e Yago, os volantes Bruno Henrique e Cristian, os meias Danilo e Rodriguinho e os atacantes Romero, Lincom e Lucca.
Estão fora, no Corinthians, os atacantes Luciano, recuperando-se de cirurgia no joelho direito, e Rildo, recuperando-se de cirurgia no ombro. No Coritiba, Walisson Maia, suspenso e Keirrison, afastado pela diretoria.
Estão pendurados, com dois cartões amarelos, no Corinthians, Cássio, Danilo, Guilherme Arana, Malcom, Renato Augusto e Vagner Love; e no Coritiba, Alan Santos, Fabrício Baiano, João Paulo, Kleber, Luccas Claro, Lúcio Flávio, Paulinho, Rafael Marques e Rafhael Lucas.
Na sexta feira, no CT Dr Joaquim Grava, o técnico Tite optou por trabalhar só com os titulares e treinou jogadas de bola parada, saídas de bola e cobranças de pênaltis. No time titular, a única alteração é a volta do volante Elias, que cumpriu suspensão no último jogo. Mas, as novidades estão no banco de reservas. Os laterais Fagner e Uendel, recuperados de lesão, mas ainda sem condições de atuarem 90 minutos, estão relacionados e ficarão como opção para entrarem durante a partida.
O Coritiba, após ter demitido o técnico Ney Franco, enfrenta problemas, principalmente no comando da equipe. O técnico interino Pachequinho teve apenas quatro dias para trabalhar com seus jogadores. Além disso, o zagueiro Walisson Maia cumpre suspensão pelo terceiro amarelo e Keirrison, afastado pela diretoria, não atuará mais no campeonato. Sem Walisson Maia, suspenso, o zagueiro Rafael Marques retorna para a defesa. No meio-campo, saem Cáceres, Lúcio Flávio e Esquerdinha para as entradas de Alan Santos, Ruy e Juan.
Os maiores problemas no Corinthians serão controlar a ansiedade e a euforia e manter o foco no jogo. Apesar da situação favorável e do time estar com a "mão na taça," sabemos que equipes em situação desesperadora vêm pro tudo ou nada e podem surpreender. Não nos esqueçamos que empatamos com o Coritiba no 1º turno e que esse time venceu o Flamengo por 2 a 0, no estádio Mané Garrincha lotado de rubro negros.
Mas, esses fatos não deverão amedrontar o Timão, mas sim servirem de alerta para evitar a empolgação e comemorações antecipadas. Nosso time é superior física, técnica e taticamente e nosso estádio é um caldeirão. O desafio de hoje será vencido se o time entrar concentrado e  jogar o que sabe. Explorar os pontos fracos e o desespero do adversário, manter o foco e mostrar, desde o início, que quem manda no jogo é o Timão. Com a casa lotada e com o time focado, não vai ter pra mais ninguém. Vamos colocar as duas mãos na taça e aguardar o domingo para levantá-la.

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terça-feira, 3 de novembro de 2015

Massacre no Horto - O Galo está morto

Mais uma vez o Galo ciscou mas não cantou. E foi abatido no próprio terreiro, sem dó nem piedade e até com requintes de crueldade. Massacrado pelo Timão, caiu no Horto e está morto. Morto para o título, que embora com mínimas chances matemáticas, já reconheceu que somente uma hecatombe corinthiana lhe daria o tão sonhado título nacional. Às acusações dos rivais e da abutraiada da imprensa que o campeonato estava manchado, da existência do apito amigo e de outras pataquadas, o Corinthians respondeu dentro do campo, fazendo a melhor campanha do campeonato e com 100% de aproveitamento no confronto direto com o vice líder. 
Com uma vitória incontestável, com o controle do jogo, com uma marcação beirando a perfeição, o Timão, literalmente, cozinhou o Galo no 1º tempo para matar o jogo na etapa final. Necessitando da vitória, o Atlético voltou do vestiário com um jogo mais aberto, deixando sua defesa mais vulnerável e o resultado foi dar mais espaço para os visitantes. E assim, foram saindo os gols alvinegros. 
Gols
Aos 22 minutos, o zagueiro Felipe desarmou Lucas Pratto, avançou pela direita como se fosse um ponta, cruzou para Jadson, Edcarlos errou o corte, e o meia colocou a bola na cabeça do Malcom, que mandou para a rede, abrindo o placar. Aos 29 minutos, numa troca de passes entre Rodriguinho e Jadson, o meia passou para Vagner Love, que driblou Edcarlos e fuzilou a meta de Victor. Aos 39 minutos, Lucca, que acabara de entrar, de voleio e numa meia bicicleta, fez o 3º gol, numa jogada da qual participaram Renato Augusto e Vagner Love. 
Diante de um Atlético tenso, venceu o time mais equilibrado técnica, tática e emocionalmente. Com um futebol envolvente, a segurança e a frieza do time corinthiano, bem como as defesas do Cássio, fizeram a diferença. Com uma formação compacta e bem posicionado, marcando a saída de bola de maneira precisa, com toques rápidos e saindo em velocidade o Corinthians infernizou a defesa atleticana e segurou o seu setor ofensivo, induzindo o adversário a erros. Mostrando um bom preparo físico e muito comprometimento e determinação, cansou e desestabilizou o adversário, antes de matar o jogo.
Após a abertura do placar, os jogadores do Atlético partiram para o abafa, desguarnecendo a defesa e abrindo brechas que foram bem aproveitadas pelos alvinegros paulistas. E assim, sucumbiram à pressão corinthiana e perderam a oportunidade de se manterem vivos na busca pelo título brasileiro.
Ponto negativo da partida foi a atuação de parte da torcida atleticana, que, durante a madrugada, soltou fogos nas imediações do hotel onde os corinthianos estavam hospedados para atrapalhar o sono da delegação, e no início do jogo cuspiram no técnico Tite, obrigando-o a se proteger com um agasalho com capuz, incidente que foi relatado pelo árbitro na súmula do jogo.  
Também lamentável foi a postura do técnico mineiro, que embora reconhecendo a superioridade corinthiana no jogo, continuou insistindo que o campeonato está manchado devido aos erros de arbitragem que prejudicaram seu time. Levir Culpi parece ignorar que erros ocorreram em prejuízo de todos os times e que o Corinthians também foi prejudicado em várias ocasiões. As manchas do campeonato são fruto das lágrimas derramadas pelo Atlético MIMIMIneiro e do chocolate que tomaram no Horto.
Às acusações de Levir, Tite contrapôs os números do Timão no campeonato: o maior número de desarmes, o time com menos faltas, o maior saldo de gols, o melhor ataque, o mais vitorioso, o que teve menos derrotas, o melhor visitante, o melhor mandante e a melhor defesa. 
Se não bastassem esses dados, no confronto direto depenamos o Galo no seu próprio terreiro e diante de sua torcida, deixando-os de MALCOM com a vida, enquanto para os lados do Timão só LOVE, só LOVE, só LOVE... 
Embora o Corinthians ainda não tenha matematicamente conquistado o título, a vitória em Belo Horizonte aumentou para 11 pontos a diferença para o vice líder, (73 a 62) e o hexacampeonato passou a ser mera questão de tempo. O Corinthians, com apenas quatro derrotas em 33 partidas, teria que perder outras quatro das cinco que restam, um desastre improvável. Com 15 pontos em disputa, a taça pode ser garantida já na próxima rodada, em caso de vitória corinthiana e derrota ou empate do time mineiro. 
A caminhada para o título segue na próxima rodada. No sábado, às 19:30 horas (de Brasília), os paulistas receberão o ameaçado Coritiba na Arena Corinthians em Itaquera e os mineiros enfrentarão o também ameaçado Figueirense, fora de casa, às 17 horas do domingo. 
Melhores momentos
Ficha Técnica - Atlético-MG 0 X 3 Corinthians 
Local: estádio Independência, em Belo Horizonte (MG)
Data: 1º de novembro de 2015, domingo
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes - SC (FIFA)
Árbitro assistente 1: Kléber Lúcio Gil - SC (FIFA) 
Árbitro assistente 2: Fabrício Vilarinho da Silva - GO (FIFA)
Quarto árbitro: Anderson Daronco - RS (FIFA) 
Delegado: José Alexandre Barbosa Lima - RJ (ASS) 
Quinto árbitro: Marcos Vinicius Gomes - MG (CBF-1)
Público: 21.798 torcedores
Renda: R$ 1.605.755,00
Cartão amarelo: Leandro Donizete (Atlético-MG)
Gols: Malcom, aos 22 minutos do segundo tempo, e Vagner Love, aos 29 minutos do segundo tempo, e Lucca, aos 39 minutos do segundo tempo
Atlético-MG: Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Edcarlos e Douglas Santos; Leandro Donizete (Cárdenas) e Rafael Carioca; Luan, Giovanni Augusto (Thiago Ribeiro) e Dátolo; Lucas Pratto; Técnico: Levir Culpi
Corinthians: Cássio; Edílson, Felipe, Gil e Guilherme Arana; Ralf, Rodriguinho (Cristian), Jadson, Renato Augusto e Malcom (Lucca); Vagner Love (Romero); Técnico: Tite

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