sexta-feira, 30 de março de 2012

Misto frio no Pacaembu gelado

Melhores momentos
A noite foi gelada, o misto frio e o jogo morno. Até os jogadores admitiram que o jogo não foi dos melhores e que o Corinthians, apesar da vitória, ficou devendo e muito. No 1º tempo dava a impressão de que o time tinha sido formado através de um catadão de solteiros X casados. Time confuso em campo, jogadores desentrosados, sem criatividade, abuso de chutões e bolas rifadas, passes errados, cruzamentos pra ninguém e gols perdidos. Com uma atuação feia, improdutiva e sonolenta, chegamos, inclusive, a levar alguns sustos. Um futebol inadmissível para um time com jogadores tecnicamente muito superiores ao time adversário. Tite reconheceu o mau desempenho, mas, passando a mão na cabeça dos jogadores, culpou a falta de entrosamento pelos problemas apresentados. 
O 1º tempo foi tão ruim, que após o intervalo, Tite nem esperou os tradicionais 15 minutos pra mexer no time. Já foi logo trocando o Gilsinho pelo Edenilson e adiantando o Ramires. A troca proporcionou maior velocidade e força no meio campo, melhorando a criação, infelizmente não aproveitada pelo ataque. Tudo indica que se o Liedson não desencantar e não for contratado outro centro avante, vamos continuar dependendo de gols dos volantes.
Gol do Ramon
Logo no primeiro minuto da etapa final, o lateral Ramon disparou pelo lado esquerdo, passou por três marcadores e chutou forte, acertando o canto de Gilson. Um golaço.
A partir daí, apesar das mudanças no meio campo ter melhorado o desempenho do time, todas as chances de gol foram desperdiçadas. 
Émerson - drible
Émerson, mais uma vez, demonstrou raça e vontade e que não pode ficar fora do time. Ramon, apesar das limitações, jogou com muita garra, mostrando que está brigando por uma vaga no time titular. Welder e William entraram ligados,  movimentaram-se bem e criaram mais oportunidades no ataque, mas que foram desperdiçadas por falta de pontaria. Ramires, depois que voltou pra sua posição original foi bem mais efetivo.
Tite - Douglas
Mas, nem todos aproveitaram a oportunidade. Élton ainda está patinando como centro avante e parece que o manto sagrado pesa toneladas em seus ombros. Gilsinho foi outro que desperdiçou sua oportunidade. Parece que a bola queima nos pés, se atrapalham sozinhos, caem, trombam e erram passes e finalizações. No entanto, o que mais surpreendeu foi a má performance do Douglas. Sua atuação foi muito aquém da sua capacidade, já comprovada no Corinthians e no Grêmio. Ainda nitidamente fora de forma e com pouca mobilidade, parecia desmotivado e desligado do jogo. Pouco criou e acabou sendo substituído pelo William. Eu que tanto torci pela sua volta, já estou perdendo a paciência. Será que, também, vai ser preciso interná-lo no SPA do CT para ele entrar em forma? Vou trocar o bordão "Um instante Maestro!" por "Acorda Maestro!"
Cássio, o estreante da noite, no 1º tempo foi pouco acionado e só veio a trabalhar pra valer no final da partida. Apesar de pouco exigido, mostrou segurança na saída de bola e fez boas defesas. Deixou muito boa impressão com duas defesas consecutivas no último lance do jogo, garantindo o resultado e a vitória do Timão. No entanto, ainda precisa ser testado diante de uma equipe cujo ataque ofereça maior perigo.
Alessandro, que retornou ao time após ficar afastado por 7 partidas, devido a uma lesão na coxa esquerda, voltou a sentir dores e pode desfalcar o time por mais um período. Ao dar uma arrancada, voltou a sentir dor no local e precisou ser substituído pelo Welder.
Resumo e comentários
O frio, o fraco adversário e a ausência de 8 titulares parecem ter desmotivado os torcedores e o jogo teve um público de apenas 7531 pessoas. Mas, os que lá estiverem, não deixaram de cantar e apoiar o time, embora devam ter saído decepcionados com o baixo rendimento da equipe, com o jogo feio e com a falta de empenho e de vontade de alguns. 
Com 55,71% de posse de bola, dos 55 lançamentos, apenas 14 certos e 41 errados; dos 23 cruzamentos, 7 certos e 16 errados e das 15 finalizações, 3 certas e 12 erradas. Isto diante de um time que não ofereceu grandes perigos nem mostrou qualidade técnica. Com a mudança tática promovida na etapa final, melhorou a criação, mas isso não se traduziu no resultado e se não fosse o gol resultante do oportunismo e habilidade do Ramon, teríamos amargado mais um empate. A falta de ritmo de jogo e de entrosamento pode ter interferido, mas não ao ponto de justificar tantos erros de fundamentos. Não sei se é só falta de intensidade na treinabilidade, de concentração, de empenho ou de entrosamento ou se é tudo isso junto e misturado. Mas, tenho certeza que é vergonhoso penar pra ganhar de times com tão pouca qualidade.
 
Ficha técnica - Corinthians 1 X 0 XV de Piracicaba
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 28 de março de 2012, quarta-feira
Horário: 22 horas (de Brasília)
Renda: R$ 197.125,50 
Público: 6.960 pagantes/7.531 no total 
Árbitro: Welton Orlando Wohnrath
Assistentes: Osny Antonio Silveira e Fabrício Porfirio de Moura
Assistentes Adicionais: Marcio Henrique de Gois e Sérgio da Rocha Gomes
Cartões Amarelos: Elton e Ramon (Corinthians); Edu Silva e Gláuber (XV de Piracicaba)
Gol: Corinthians: Ramon, no primeiro minuto do segundo tempo. 
Corinthians: Cássio; Alessandro (Welder), Marquinhos, Leandro Castán e Ramon; Ralf, Cachito Ramírez e Douglas (Willian); Gilsinho (Edenílson),  Elton Emerson. Técnico: Tite 
XV de Piracicaba: Gilson, Vinicius Bovi, Gláuber, Rafael Santos e Edu Silva; Adilson Goiano (André Cunha), Diego Borges, Diguinho (Cafu) e Ricardinho; Paulinho (Tiago Luís) e Adilson. Técnico: Estevam Soares

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quarta-feira, 28 de março de 2012

Corinthians X XV de Piracicaba

Depois do virado à paulista servido no domingo, passaremos do restaurante para a lanchonete. Nesta 16ª rodada vamos novamente de misto. Espero que seja um misto quente e não morno como foi no jogo contra o Comercial de Ribeirão Preto. Nosso adversário é o time da terra das famosas pamonhas, as "pamonhas de Piracicaba". Mas, isso não significa que vamos encontrar moleza, pois, na 17ª colocação, o XV de Piracicaba luta pra sair da zona de rebaixamento. Se sofremos para empatar com o último colocado, não podemos menosprezar o 17º. Nada de entrar displicente nem de salto alto; nada de bancar o Robin Hood. E, mais uma vez, vamos lembrar que diante do Corinthians todo time faz o jogo da vida.

FICHA TÉCNICA - CORINTHIANS X XV DE PIRACICABA
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 28 de março de 2012, quarta-feira
Horário: 22 horas (de Brasília)
Árbitro: Welton Orlando Wohnrath
Assistentes: Osny Antonio Silveira e Fabricio Porfírio de Moura
Assistentes Adicionais: Márcio Henrique de Gois e Sérgio da Rocha Gomes 
Corinthians: Cássio; Alessandro, Marquinhos, Leandro Castán e Ramon; Ralf, Cachito Ramírez e Douglas; Gilsinho, Élton e Émerson. Técnico: Tite
XV de Piracicaba: Gilson, Vinicius Bovi, Gláuber, Rafael Santos e Edu Silva; Adilson Goiano, Rodolfo, Diguinho e Ricardinho; Paulinho e Adilson. Técnico: Estevam Soares
Além dos titulares, também foram relacionados os jogadores Danilo Fernandes, goleiro, Welder, lateral, Felipe, zagueiro, Edenilson, volante, Vítor Júnior, meia, Bill e William, atacantes.
Oito jogadores que participaram da virada contra o Palmeiras, não estarão em campo contra o XV de Piracicaba, alguns por problemas físicos, outros para prevenir desgastes. Leandro Castán, Ralf e Émerson, são os únicos dos que iniciaram jogando domingo que vão enfrentar o time piracicabano. 
Com Júlio César preservado, a pedido do treinador de goleiros, a grande novidade é a estreia do goleiro Cássio, de 24 anos, com 1,95m de altura. Ele foi revelado pelo Grêmio e é ex goleiro da Seleção Brasileira  sub 20, com passagens pelo PSV Eidhoven e pelo Spata Roterdan, ambos da Holanda. Treinando desde janeiro no Timão, Cássio, finalmente, terá a oportunidade de mostrar se tem condições de ser uma sombra para o Júlio César.
Alessandro, recuperado de um problema na coxa esquerda e que não atua desde 29/02, data da vitória do Corinthians contra o Catanduvense, retorna ao time contra o XV de Piracicaba. Pelo que Edenilson vem produzindo na lateral direita, o Guerreiro vai ter que comer a bola e mostrar serviço para recuperar a posição.
Contrariando a rotina, Tite não deu entrevista após o treino de terça feira, passando a bola para o estreante do dia, ou melhor, da noite, o goleiro Cássio e para o lateral Ramon. O lateral enalteceu a qualidade e o ambiente do grupo e ressaltou a importância do jogo e a oportunidade para os jogadores mostrarem suas qualidades e poderem ganhar a vaga de titular. Afirmando que não importa quem esteja em campo, pois todos tem que honrar a camisa do Corinthians, Ramon declarou que se cobra muito. Considerando os erros que ele cometeu contra o Comercial, essas cobranças ainda precisam ser pagas com um melhor desempenho em campo. E se não pagar logo, corre o risco de ficar inadimplente, pois Denner já mostrou que tem muita qualidade e creio que com um pouco mais de experiência e oportunidades, tem tudo pra conquistar a titularidade.
Destaque na vitória no Dérbi, Émerson formará o quarteto ofensivo ao lado de Douglas, Gilsinho e Élton, enquanto William, em má fase técnica, será opção de banco.
Douglas terá outra oportunidade de mostrar serviço. Qualidade técnica e habilidade não lhe faltam. Ele é um típico camisa 10, armador que pensa a jogada, que dá aquele penúltimo passe, capaz de deixar o atacante na cara do gol. Mas, parece que está fora de forma, ainda um pouco gordinho e sem ritmo. Será que vai ser preciso interná-lo no SPA Joaquim Grava? Dessa vez o jogo será no tapete do Pacaembu e não no pasto de Ribeirão, favorecendo o toque de bola refinado, sua principal característica.
O mau momento do adversário também ajudou a colocar em prática o revezamento. O XV de Piracicaba é apenas o 17º colocado no campeonato com 11 pontos, tem apenas 3 vitórias, 2 empates e 10 derrotas e luta desesperadamente contra o rebaixamento. 
Mas, apesar da má campanha, o XV de Piracicaba vem empolgado pela vitória por 2 a 0 sobre o Guaratinguetá, em casa, na última rodada e o técnico Estevam Soares, que não poderá escalar o volante Diego Silva, expulso, acredita que a reação da equipe ainda é possível. “Não preciso nem falar da qualidade do time do Corinthians, mas precisamos dos três pontos e vamos lutar por eles,” disse o treinador.
Classificado à segunda fase, o Timão é o vice-líder com os mesmos 34 pontos do São Paulo, mas perdendo no saldo de gols: 16 a 11. Além disso, apesar de considerado reserva, o time escalado tem jogadores experientes e de qualidade indiscutível. Muitos deles, nada ficam devendo aos considerados titulares. E, além disso, jogamos em casa e com o apoio da Fiel. Por isso, sou mais Corinthians e acredito na vitória, nos 3 pontos e até na retomada da liderança. 


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terça-feira, 27 de março de 2012

Mudamos a dança e o cardápio do dia, afundamos o Barcos Pirata e afogamos a porcada


Melhores momentos
Defendendo um tabu de 17 anos sem perder do rival no Pacaembu e disposto a quebrar a sua invencibilidade, o Corinthians foi surpreendido com um chute de fora da área do Marcos Assunção, que desviou no Castán, mudou de rumo e enganou o Júlio César. Com um 1º tempo muito aquém da nossa capacidade, o Timão foi para o intervalo em desvantagem no placar e com os jogadores, torcida e técnico insatisfeitos com o desempenho do time. Felizmente, a eficiência das cobranças de falta do Professor Raimundo eram do tamanho do salário do professor, o Barcos estava sem bússola e os truques do Mago não conseguiam iludir nem criança de cirquinho mambembe. Satisfeitos com a vitória parcial, os herdeiros do Palestra Itália comemoravam com uma bela macarronada a porpeta que mandaram no gol do Júlio César e, saltitantes, foram para o vestiário, dançando a tarantela.
Mas, time que se presa não se deixa abater por tão pouco. Afinal, não somos porco pra ir pro abate. Somos Corinthians Paulista e, pensando assim, voltamos decididos a mudar logo esse cardápio e em menos de 3 minutos, nosso garçom Jorge Henrique já foi servindo às visitas um suculento virado à Paulista, com uma bela linguiça e um delicioso torresmo de porco da melhor qualidade. E como a dança estava muito agitada, em homenagem aos descobridores do Brasil, substituímos a tarantela pelo Vira.
Prosseguindo na dança, ao percebermos que o Barcos era Pirata e que o Mago caia mais que o Neymar, conseguimos quebrar o pseudo encanto, o Barcos afundar e a porcada toda afogar.
Se até os maiores barcos afundam, o que esperar da canoinha que pensou que fosse conseguir navegar tranquila, no imenso mar alvinegro do Pacaembu. Chegou com status de iate, mas não resistiu aos torpedos da zaga do Coringão, muito bem guardada pelo Ralf Pitbull. Assim, tão cercada e torpedeada, não demorou pro Barcos afundar de vez e com ele a tripulação, que não conseguiu sobreviver à uma boa marcação.
Aí, de tão contente que fiquei, lembrei-me dos meus tempos de menina, resolvi brincar de roda e comecei a cantar
A canoa virou
Foi deixá-la virar,
Foi por causa do Palmeiras
Que não pode jogar...
Não sei qual foi a conversa no vestiário do Corinthians para os jogadores voltarem tão embalados. Na etapa final vi um outro time, bem diferente daquele que começou jogando. Um time com os mesmos jogadores, mas com outra atitude, um time raçudo, que anulou o adversário com uma mudança tática fundamental. Se no 1º tempo, com o Danilo jogando aberto pela direita, o Jorge Henrique pela esquerda, o Émerson centralizado e o Liedson mais a frente, havia espaço para o Palmeiras atacar, na etapa final, Tite colocou o Danilo de armador e o Émerson ficou mais livre pela ponta. Com essa modificação, o Timão passou a dominar o jogo, tocando a bola com velocidade, com Émerson, Paulinho, Edenilson e Jorge Henrique, que ainda ajudava na marcação. 
E, sem dúvida, apesar do gol do Paulinho, da eficiência da zaga que afundou o Barcos, da precisão de Ralf na marcação, da eficiência do Edenilson e da raça e da habilidade do Émerson, Jorge Henrique foi o nome do jogo. Com dores na coxa esquerda, ficou tratando o adutor e não foi ao campo nas atividades com bola, nem mesmo no sábado, para o tradicional trabalho de posicionamento comandado por Tite. Mesmo assim, foi um dos destaques do Timão, tendo participação decisiva na virada, ao cobrar as duas faltas que originaram os gols, aos 3 e aos 6 minutos do 2º tempo, marcados por Paulinho e por Márcio Araújo, (contra). Foi o grande responsável pela vitória, ao fazer com que o adversário experimentasse o seu próprio veneno, as bolas paradas. Se não fosse tão guerreiro quanto seu homônimo Padroeiro, poderia ter calçado o chinelinho e ter ficado em casa tomando cerveja e vendo o jogo pela TV.
Na etapa final, o futebol do Palmeiras, que fez uma bela homenagem ao Chico Anysio, foi uma piada em que o único encanto do Mago Divino, foi fazer o time desaparecer dentro do campo. O próprio Felipão, vendo um 2º tempo protagonizado por 11 Coalhadas e tomando 2 gols no estilo VAPT VUPT,  afirmou ser difícil entender o que aconteceu.
Por sua vez, Valdívia, o Divino que foi aos infernos, reconheceu o vareio do 2º tempo e lamentou que o Corinthians tenha atropelado o Palmeiras, enquanto o Professor Raimundo, (Marcos Assunção) criticou a falta de atenção dos jogadores do seu time.
A torcida fez a sua parte, apoiou e incentivou o jogo todo, empurrando o time para o empate e para a virada. Não desanimou quando o time tomou o gol, persistiu, insistiu e não desistiu. Mostrou porque é chamada de Fiel.
No final, saímos satisfeitos, pois mantivemos o tabu de 17 anos sem perder pro rival no Pacaembu, quebramos a invencibilidade do Palmeiras, que perdeu a liderança, e saímos com a vitória, com os 3 pontos e com a vice liderança, mas com o mesmo nº de pontos do 1º colocado. Foi a vitória da técnica e da tática, mas também da garra e da superação, para a alegria de mais de 30 milhões de Joãos Bacurinhos espalhados pelo Planeta.
Estou tão feliz que nem vou criticar o Tite porque demorou para colocar o Douglas no jogo. 

Ficha Técnica - Corinthians 2 x 1 Palmeiras
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP) 
Data: 25 de março de 2012, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília) 
Renda: R$ 902.189,00 
Público: 29.284 pagantes/31.059 no total 
Árbitro:  Marcelo Rogério
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo
Assistentes adicionais: Vinicius Furlan e Raphael Claus
Cartões Amarelos: Liedson, Chicão, Gilsinho e Emerson (Corinthians); Márcio Araújo, Henrique, Marcos Assunção e Ricardo Bueno (Palmeiras) 
Gols: Corinthians: Paulinho, aos três minutos, e Márcio Araújo (contra), aos seis minutos do segundo tempo. Palmeiras: Marcos Assunção, aos 17 minutos do primeiro tempo. 
Corinthians: Júlio César; Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho e Danilo (Douglas); Emerson, Jorge Henrique (Gilsinho) e Liedson (Elton). Técnico: Tite 
Palmeiras: Deola; Cicinho (Pedro Carmona), Leandro Amaro, Henrique e Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção, João Vitor (Artur) e Valdívia; Maikon Leite (Ricardo Bueno) e Barcos. Técnico: Luiz Felipe Scolari
 


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domingo, 25 de março de 2012

Corinthians X Palmeiras

No encontro entre a melhor defesa (Corinthians) e o melhor ataque (Palmeiras) do campeonato, o Timão luta pela retomada da liderança e para quebrar a invencibilidade do adversário. O Palmeiras aparece na primeira colocação do Estadual, com 32 pontos, um a mais que o Corinthians, que ocupa o terceiro lugar, já que leva desvantagem nos critérios de desempate em relação ao São Paulo, e não perde há 22 partidas, incluindo compromissos pelo Brasileirão de 2011, Paulistão,  Copa do Brasil e o amistoso contra o Ajax.
O Corinthians vem embalado de uma vitória sobre o Cruz Azul do México na Copa Libertadores e tem a vantagem de jogar em casa. Os dois times encontram-se numa boa fase e a previsão é de um jogo equilibrado.
Ficha técnica - Corinthians X Palmeiras
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP) 
Data: 25 de março de 2012, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília) 
Árbitro: Marcelo Rogério
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo
Assistentes adicionais: Vinicius Furlan e Raphael Claus
Corinthians: Julio Cesar; Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho e Danilo; Emerson, Jorge Henrique e Liedson. Técnico: Tite
Palmeiras: Deola; Cicinho, Leandro Amaro, Henrique e Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção, João Vitor e Valdivia; Maikon Leite e Barcos. Técnico: Luiz Felipe Scolari
Além dos prováveis titulares, também foram relacionados os jogadores Danilo Fernandes, goleiro, Marquinhos, zagueiro, Welder, lateral direito, Ramon, lateral esquerdo, Douglas e Ramires, meias, e Élton e Gilsinho, atacantes.
Com Alex com dores na coxa e vetado pelo Departamento Médico, Tite pode adotar o esquema com 3 atacantes ou utilizar Douglas, mantendo a equipe com 2 armadores e 2 atacantes de velocidade.
No último treino Jorge Henrique foi poupado em decorrência de dores musculares na coxa esquerda e permaneceu no Departamento Médico fazendo tratamento. Douglas e Émerson treinaram nas vagas de Alex e Jorge Henrique, mas o atacante foi relacionado e tem boas chances de ir pro jogo.  No entanto, a escalação e o esquema tático só serão divulgados momentos antes da partida.
Émerson tem grandes chances de ser titular, independentemente do esquema tático a ser utilizado. Pelo que vem jogando, pela sua técnica, raça e experiência, já vem merecendo a titularidade há tempos.
Considerando o adversário forte no conjunto e na individualidade, Tite está consciente da necessidade e da importância de vencer o clássico, razão pela qual não poupou os titulares. Depois de evitar trabalhos pesados, devido ao desgaste com a maratona de jogos, o técnico comandou o tradicional treino de posicionamento apenas com os titulares, ensaiando jogadas de marcação e lances de bolas paradas ofensivas e defensivas.
Preocupado com a grande fase do palmeirense Marcos Assunção, principalmente pela pontaria afiada em cobranças de faltas, o treinador deu ênfase às orientações nesse tipo de lance, contando com a participação do treinador de goleiros Mauri como cobrador oficial. O treinador de goleiros foi o encarregado de fazer os levantamentos para a área em escanteios e cobranças de faltas, pelos lados e de frente para a área. Tite falou bastante durante a atividade e posicionou os atletas mais altos no combate ao jogo aéreo, deixando os mais baixos para as saídas rápidas de contra-ataque. Uma das preocupações de Tite é a altura dos defensores. Nas laterais, Edenílson tem 1,75m e Fábio Santos, 1,79m. Já na zaga, Chicão possui 1,80m, ficando abaixo de Leandro Castán, com 1,85m. Por isso, o meia Danilo, com 1,86m, também terá funções defensivas para ajudar no combate, principalmente de Barcos, com 1,89m. Os atletas também foram orientados a se precaverem contra lances próximos da área. 
Apesar do bom momento dos dois times, o Corinthians tem a vantagem de jogar no Pacaembu, com o total apoio da sua torcida. Na véspera do jogo, mais de 28 mil ingressos já tinham sido vendidos.
Como o Palmeiras quebrou o acordo de cavalheiros, que cedia ao time visitante o tobogã, caberá à torcida adversária apenas o chiqueirinho. Muito justa esta medida, pois, quem não é capaz de honrar o que foi tratado, não merece favores. Além disso, é bom lembrar, que no último jogo em que ficou no tobogã, a torcida palmeirense fez a maior sujeira. Além de atirar objetos  na torcida mandante, atirou também o ralo de escoamento d'água, danificando o carro de uma emissora de TV que fazia a cobertura do jogo. Como consequência desse vandalismo, o Corinthians foi responsabilizado por não ter fixado o ralo no solo e arcou com uma pesada multa. Medida injusta, pois, como o estádio é municipal, se o ralo tivesse que ser fixado no solo, a responsabilidade seria da Prefeitura e não do Corinthians. Por outro lado, esse tipo de ralo, para evitar entupimento, exige limpeza frequente, razão pela qual, é apenas encaixado e não chumbado no solo. Portanto, nada melhor que o chiqueiro, pra quem costuma fazer sujeira. Quem mandou ser espírito de porco...
Embalados pelo apoio da Fiel, nossos jogadores saberão tirar proveito da situação. Como afirmou o experiente ex capitão William "O clássico é sempre diferente. Todo mundo espera um grande jogo por causa da boa fase dos dois times no ano. O Corinthians não pode deixar que os nervos falem mais alto que a razão. Essa é o meu conselho. O ideal é ter concentração total para não entrar na pilha de algum jogador ou da torcida."
No mais, é só jogar com a garra, a confiança e a determinação mostrada no último jogo e potencializar a energia e as vibrações da Fiel, dos mais de 30 mil torcedores que estarão no Pacaembu, bem como dos mais de 30 milhões espalhados pelo Planeta.

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sexta-feira, 23 de março de 2012

Era Cruz Azul, mas, no Pacaembu amarelou

Melhores lances
Apesar de termos marcado muito bem a saída de bola e quase não termos deixado o time do Cruz Azul jogar, a partida não foi nenhuma guacamole e tivemos que correr o jogo inteiro. Como diria o Tite, não faltou intensidade e fomos agudo, agredindo muito o adversário. Sobrou garra e o resultado magro não traduz o bom desempenho do nosso time, que foi muito superior ao adversário.
Ficha técnica - Corinthians 1 X 0 Cruz Azul-México
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 21 de março de 2012, quarta-feira
Horário: 22 horas (de Brasília)
Renda: R$ 1.889.112,50 
Público: 29.837 pagantes/31.477 no total 
Árbitro: Martín Vázquez (Uruguai)
Assistentes: Mauricio Espinoza e Marcelo Costa (ambos do Uruguai) 
Cartões Amarelos: Ralf, Danilo e Émerson (Corinthians); Pinto, Mariaca e Pereira (Cruz Azul)
Cartão Vermelho: Pinto (Cruz Azul) 
Gol: Corinthians: Danilo, aos 35 minutos do primeiro tempo. 
Corinthians: Júlio César; Edenílson, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Danilo e Alex (Élton); Jorge Henrique e Liedson (Émerson), Técnico: Tite 
Cruz Azul: Corona; Flores, Pereira, Mariaca e Pinto; Cortés, Castro (Maranhão), Gutiérrez e Giménez; Omar Bravo (Villa) e Perea (Vera). Técnico: Enrique Meza
           
         
Mesmo com alguns erros de passe, o Corinthians destacou-se pela marcação ofensiva e, com 55% de posse de bola, não teve muitos problemas para superar o seu adversário mais difícil nesta fase da Libertadores. Com uma marcação ofensiva, muita garra e empurrado pela Fiel, conseguiu controlar o jogo e só foi ameaçado pelo Cruz Azul nos momentos finais do 2º tempo. O Timão dominou a partida sem grandes sustos e com Jorge Henrique, Liedson, Alex e Danilo adiantados para marcar a saída de bola adversária, recuperava a bola rapidamente, chegava com facilidade na área adversária, mas errava muito as finalizações ou era parado pelo excelente goleiro Corona.
Das 23 finalizações do Timão, 10 foram para fora e 13 no alvo, sendo que destas, 12 foram defendidas pelo goleiro mexicano. Por sua vez, das 8 finalizações do Cruz Azul, uma foi na trave e 3 nas mãos do Júlio César.
Gol do Danilo
Apesar de dominar a partida desde o início, somente aos 35 minutos do 1º tempo o Corinthians conseguiu balançar as redes, quando Danilo, em cobrança de falta de Alex para a área, apareceu entre os zagueiros e desviou de cabeça, no canto direito de Corona, para alegria da Fiel, que incendiou o Pacaembu e de mais de 30 milhões de loucos espalhados pelo mundo. Frio, seguro e calculista, o meia vem se destacando na Libertadores e no Paulista. Alex, que fez o cruzamento para o gol, teve uma atuação melhor que nos jogos anteriores, embora ainda esteja muito longe do jogador que brilhou no Internacional.
Émerson entrou aos 23 minutos do segundo tempo e incendiou a torcida com arrancadas, chutes perigosos e o lance que causou a expulsão do mexicano Pinto. Sua entrada, como vem ocorrendo em todos os jogos, deu outra dinâmica ao time e pela sua técnica, garra e experiência, merece a titularidade. 
Ralf, o mesmo Monstro de sempre, foi o fiel cão de guarda da zaga e o responsável pela maioria dos desarmes e Edenilson, que de quebra galho emergencial vem se transformando num bom lateral,  ainda carece de maior efetividade nas finalizações. Aliás, não somente ele, mas todo o setor ofensivo. 
Apesar de termos feito um bom jogo, em se tratando de Corinthians, sempre queremos mais e não podemos nem devemos nos satisfazer com o mínimo, mas sempre almejar o máximo. Vamos vibrar e comemorar muito, porém, sem perder a objetividade. Nem tudo está perfeito, falhas precisam ser corrigidas e todo cuidado é pouco para um time que quer ser campeão de tudo que disputar. 
Das 21 faltas sofridas, só uma resultou em gol. Aliás, nossa jogada ensaiada de falta com o Chicão correndo e o Alex demorando pra chutar, além de muito manjada, esta sendo totalmente inócua.
Dos 21 cruzamentos realizados, erramos 17 e só acertamos 4.
Gol de escanteio parece que é proibido. Desperdiçamos todos os 7 que batemos.
Outra dificuldade é que não sabemos aproveitar um jogador a mais em campo. Parece que nessa situação, nossos jogadores ficam perdidos e afrouxam a marcação, não aproveitando o espaço que temos a nosso favor
Essas jogadas estão merecendo maior intensividade e repetitividade durante a treinabilidade. Se no jogo não faltou raça e empenho, a técnica ainda precisa ser aprimorada. 
Com a vitória no Pacaembu, o Corinthians assumiu a liderança do grupo 6 e se aproximou da classificação para a próxima fase.  Na conquista da vitória, a torcida, como sempre, foi o grande diferencial, A festa começou logo na chegada e continuou durante todo o jogo. Os jornalistas mexicanos ficaram extasiados com tamanha festa e nossa torcida foi notícia destacada pela imprensa daquele país. 
Infelizmente, parte da mídia local, que vive detonando nossa torcida e chamando os torcedores de vagabundos e até de bandidos, desmereceu a nossa vitória e, na entrevista coletiva, teve repórter que achincalhou nosso treinador, que perdeu a paciência e até abandonou sua postura de gentleman. Afinal, ninguém gosta de ser desrespeitado.
Enquanto o jornal mexicano “Esto”, admitiu que a atuação do goleiro Jesus Corona impediu uma goleada, comparou a paixão do torcedor pelo Corinthians a uma verdadeira “religião” e exaltou o fato de o estádio estar praticamente cheio, mesmo no horário da partida (22h) e com os abusivos preços praticados pelo clube,  o jornal esportivo Record declarou que o Cruz Azul escapou de uma goleada e só foi salvo pela atuação do goleiro Corona e o "La Aficion", suplemento esportivo do jornal "Milênio" chamou o Cruz Azul de "Máquina sem marcha," em alusão ao seu apelido, nossa vitória foi tratada pela mídia local como algo menor e sem valor, tornando evidente o anticorinthianismo dessa mídia elitista e tendenciosa.
Mas, nossa grandeza não diminui com a ação daqueles que nos odeiam e nos invejam. Temos luz própria e não dependemos de pseudo jornalistas nem de blogueiros tendenciosos. Temos hoje nossa própria mídia, rádio, canal de televisão, sites e blogs. Estamos crescendo e construindo canais diretos de comunicação com a Nação Corinthiana. Criticamos e aceitamos a crítica como um feedback para o aperfeiçoamento do time em suas diferentes modalidades, mas não vamos nos calar  diante de calúnias, achincalhes, difamações e agressões da anticorinhianada elitista, doente e tendenciosa. Sabem porque?
 Porque 

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