terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Feliz Corinthians

Desejo a toda Nação, um 2014 repleto de paz, amor, saúde, prosperidade e muita alegria. E que com ele, tenhamos de volta o nosso Corinthians raçudo, aguerrido, valoroso e de muita garra. Que venham muitas vitórias, muitas conquistas e que sejam superadas todas as dificuldades de 2013.
Volta Corinthians!!!
Feliz Corinthians!!!

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Arte MAON
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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Feliz Natal!!!

Que os bons fluidos do Natal envolvam toda a Nação Corinthiana e que em 2014 tenhamos de volta o Corinthians aguerrido, lutador, guerreiro e ambicioso na luta por vitórias, títulos e conquistas.
Este é o presente que queremos e merecemos.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

2013, o ano para não esquecer - E para não repetir

O ano começou alvissareiro. Com muita alegria e cheio de esperança. Bi mundial, campeão invicto da Libertadores, elenco reforçado e em lua de mel com a torcida. Nação Corinthiana em estado de graça. Corinthians favorito pra ganhar tudo.
Veio o campeonato paulista com o elenco principal em férias devido ao mundial de clubes e com ele os primeiros tropeços do ano. Mas, tudo bem, começamos com time misto e até o Zizao, café com leite, foi escalado. Não tem problema, não... classificam 8 times. E assim, apesar de uma campanha sem brilho, onde perdemos até do Linense, conseguimos a classificação  e o 27º título do Paulistão. Saldo positivo do campeonato de um nível técnico baixíssimo: o troféu de campeão e um jogo e meio muito bons, a vitória sobre a Ponte Preta nas quartas de final e o 1º tempo da final contra o Santos, no Pacaembu.
Veio a Libertadores e com ela muitos dissabores. Começamos mal em campo e fora dele. Empatar com o San Jose é muito pouco para um campeão mundial. Mas, isso não foi o pior. A morte de Kevin Spada, a prisão, sem provas, de corinthianos, um processo mal conduzido e o mundo contra o Corinthians, incitado pela mídia e pelos ântis raivosos, o tropeço na grama sintética, jogos sem torcida e muito estresse, culminaram no péssimo jogo contra o Boca Juniors em Buenos Aires e deram oportunidade para a ação maldosa e orquestrada do Amarilla no Pacaembu roubar não só o jogo, mas nossos sonhos e nossas esperanças. A ação foi tão descarada e vergonhosa, que acabou ocultando nossa mal performance no campeonato continental.
Mas, logo nos consolamos, pois ganhamos a Recopa e nem nos demos conta de que tínhamos apenas empurrado bêbado no precipício. O adversário estava em péssima fase e vencê-lo foi tarefa fácil.
Assim, iludidos com dois títulos ganhos do "ninguém futebol clube" fomos para o Brasileirão, aspirando o hexacampeonato. Mas, mesmo com o elenco mais caro do país, com jogadores de bom nível técnico, com alguns novos jogadores contratados, os bons resultados rarearam e chegamos até a flertar com a zona de rebaixamento, de cuja ameaça só nos livramos na 34ª rodada.
E terminamos o campeonato em 10º lugar, com 11 vitórias, 17 empates, 10 derrotas, 27 gols marcados, 22 gols sofridos e há apenas 4 pontos do 1º time da zona de rebaixamento. E perdendo para o Náutico, o pior time do campeonato, o 1º a ser rebaixado.
E, como se isso não bastasse, ainda fomos eliminados da Copa do Brasil, nos pênaltis, pelo Grêmio. Num campeonato em que ninguém jogou nada, em que perdemos até do Luverdense, time da 3ª Divisão, a conta caiu no colo do Pato que, ridiculamente, desperdiçou um pênalti. Mas, não podemos esquecer que Edenílson e Danilo, também desperdiçaram suas cobranças e que nos dois jogos contra o Grêmio, todo o time foi mal. Apesar da mancada do Pato, que acabou livrando a comissão técnica, diretoria e demais jogadores da responsabilidade pelo fracasso, seria mais justo que, assim como numa chopada entre amigos, a conta fosse rachada entre todos.
Sei que não adianta chorar pelo leite derramado, mas, sei também que tem que limpar logo o fogão para o leite não grudar e ficar atento para não mais derramá-lo. Foi um ano frustrante, em que o time involuiu e teve uma péssima atuação no 2º semestre, sendo eliminado da Copa do Brasil, com seu rendimento despencando e no 2º turno do campeonato nacional, ocupando o 18º lugar na tabela, com apenas 20 pontos em 19 jogos disputados, com 4 vitórias, 8 empates, 7 derrotas, 8 gols marcados, 14 gols sofridos e com um saldo de gols negativo (-6).
Diante de tão fraco desempenho, já passou da hora de fazer um diagnóstico preciso das causas desse desastre do campeão mundial. E de buscar estratégias capazes de reverter essa situação.
Embora muitos tenham vontade de esquecer o que aconteceu em 2013, precisamos lembrar de tudo o que ocorreu para não repetir os seus erros. Diretoria, comissão técnica, jogadores e torcida, precisam abandonar as justificativas e as desculpas, assumindo seus erros e por eles se responsabilizando. 
Aprender com os erros para não repeti-los e para corrigi-los, eis o desafio para o Corinthians em 2014. Não será negando os erros cometidos que será possível recolocar o Corinthians no seu devido lugar, no topo do futebol mundial. É preciso ter maturidade suficiente para encarar a realidade, lembrando-se que não se deixa uma casa limpa, varrendo o lixo pra debaixo do tapete.

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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Vergonhabilidade



Não existe outro termo para descrever o último jogo do Corinthians no Brasileirão. Tomar gol do pior ataque do campeonato (22 gols, incluindo um contra nós) e não conseguir marcar na pior defesa (79 gols sofridos) é para envergonhar qualquer time que se preze. Se o clima era de fim de feira, nada se aproveitou da xepa. Estava tudo impróprio para consumo.
Com 10 jogadores de férias, o Timão entrou no gramado com a postura de um timinho. Desorganizado, desentrosado e desorientado em campo, sem criatividade, errando passes e sem pontaria, nada produziram de aproveitável. Até chutaram pro gol, mas das 20 finalizações, 12 foram para fora. 
E o técnico, a beira do gramado, estava muito mais focado nas homenagens da torcida que no próprio jogo em si, como ele próprio admitiu. 
Foi percebido por todos e comentado na imprensa que Tite não deu muita importância ao resultado da partida. Ao invés de lamentar a derrota por 1 a 0 para o Náutico, pior time do Campeonato Brasileiro, ele preferiu enaltecer as homenagens feitas a ele e ao lateral direito Alessandro, que se aposentou. 
“É claro que eu queria vencer, mas isso talvez valesse menos do que as homenagens que o Alessandro e eu tivemos, de uma maneira até surpreendente". 
Durante o jogo, ele não conseguiu repetir o seu ritual para empurrar o Corinthians ao ataque. Emocionado, preferiu ficar sentado durante boa parte do tempo, e não em pé, gesticulando e berrando com os jogadores. E admitiu estar sem energia no último embate.
“Foi uma das poucas vezes em que o banco de reservas foi meu parceiro. Deixei o Sylvinho (auxiliar de Tite) passar as orientações porque estava me faltando energia”.
Ao descrever as sensações do seu último dia como técnico do Corinthians, Tite concluiu com a frase "Confesso que vivi".
Mas, enquanto ele vivia, o futebol do Corinthians morria. E, assim, encerramos nossa participação no campeonato brasileiro pelas portas do fundo, perplexos diante de uma campanha medíocre, mesmo tendo o elenco mais caro e qualificado do país.
Terminamos em 10º lugar, com 11 vitórias, 17 empates, 10 derrotas, 27 gols marcados, 22 gols sofridos e há apenas 4 pontos do 1º time da zona de rebaixamento.
Por mais que eu tente, não consigo me conformar com este fraco desempenho no ano de 2013. Iniciando o ano como campeão mundial e como favorito à vários títulos, só conseguimos ganhar dois, um num campeonato de nível muito baixo e outro contra um time que estava em frangalhos. E, depois não jogamos quase nada e despencamos em queda livre.
Apesar dos percalços, espero que a diretoria tenha aprendido com os erros deste ano e tenha a coragem necessária para reformular o time, livrando-se dos jogadores que não têm mais condições de vestir nossa camisa, dando oportunidade aos que pouco jogaram e contratando reforços para as posições deficitárias. Mas, isso será objeto de um outro post.

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sábado, 7 de dezembro de 2013

Náutico X Corinthians

Melancolicamente, em ritmo de fim de feira, enquanto alguns desmontam as barracas, outros garimpam a xepa, na esperança de encontrarem algo que possam utilizar, o Corinthians foi para Recife para sua última participação no Brasileirão. Dez jogadores já receberam férias antecipadas, uns por lesão, outros por suspensão ou por desgaste. Entre eles, mesmo quem cavou cartões, levou vermelho e pode folgar em fins de semana prolongados. Só espero que alguns utilizem suas férias para procurarem outro time para jogar.
Ralf, mesmo tendo jogado, e bem, quase todo o campeonato, não teve férias antecipadas, ao contrário de outros que mais falaram e discursaram do que jogaram, ou que mais provocaram e arrumaram encrenca. Estranho merecimento...
 
Para alguns, que quase não tiveram oportunidade de jogar durante a temporada, será o jogo para mostrar ao novo técnico que têm condições de serem aproveitados no próximo ano.
Assim, numa partida sem pretensões no campeonato, contra o pior time da competição, vamos mesmo de mistão e seja o que Deus quiser. 
Depois do anúncio da saída, de Tite, o Corinthians não venceu nenhum jogo, perdeu 1 e empatou 2. Com o 2º pior ataque do campeonato, com apenas 27 gols, o Timão vai duelar com o pior ataque, com 21 gols e tentar presentear o técnico com uma vitória, joia rara nesta temporada. Os jogadores até se reuniram após o último treino e cobraram a vitória, que não será uma missão impossível, pois, a defesa do Náutico é pior que seu ataque e tomou 79 gols no campeonato brasileiro.
 
Ficha Técnica - Náutico X Corinthians
Local: Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata (PE)
Data: 7 de dezembro de 2013, sábado
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Elmo Resende Alves Cunha (GO)
Assistentes: Eberval Lodetti (SC) e Gean Carlos Menezes de Oliveira (RR)
Náutico: Ricardo Berna; Auremir, Alison, Leandro Amaro e Bruno Collaço; Gustavo Henrique, Elicarlos, Derley e Tiago Real; Diego Morales e Maikon Leite; Técnico: Marcelo Martelotte
Corinthians: Danilo Fernandes; Edenílson, Felipe, Cleber e Alessandro; Ralf e Guilherme; Danilo, Rodriguinho e Romarinho; Alexandre Pato; Técnico: Tite
O Corinthians terá no banco o goleiro Walter, os laterais Igor, Diego Macedo e Guilherme Andrade, o zagueiro Wanderson, os volantes Jocinei e Maldonado, o meia Ibson e o atacante Zizao.
De novidade, a volta de Alexandre Pato ao time titular, Danilo Fernandes no gol, uma zaga totalmente modificada, Rodriguinho como titular e Zizao no banco. 
E em sua despedida do Timão, Alessandro será o cobrador de pênalti.
No último treino, os holofotes não foram para o aspecto técnico nem para o esquema tático, mas para o comportamento do Tite, em sua despedida do CT Dr Joaquim Grava.
Vencer o jogo é não só uma obrigação, mas a oportunidade dos atletas despedirem-se do técnico, do Alessandro e do campeonato com um mínimo de dignidade. 
Se vamos a campo com um mistão desentrosado e com vários atletas sem ritmo de jogo, o Náutico tem vários desfalques e improvisos em diversos setores. O atacante Rogério contundiu-se durante treinamento e não joga, Morales é o provável substituto. O volante Martinez e o lateral direito Maranhão estão suspensos e serão substituídos por Elicarlos e Auremir.
Jogando em casa, o Náutico vai querer despedir-se da Série A com uma vitória. Apesar disso, nosso mistão é, tecnicamente superior e poderemos vencer o jogo. Ou, na pior das hipóteses, empatar.

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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

EmpaTITEbilidade - Episódio 17 - Muita festa, muita empolgação e pouco futebol

Era pra ser uma grande festa, mas, como festa no futebol é bola na rede, é gol, a festa programada ficou pela metade, pois apesar de toda badalação, o verdadeiro espetáculo não aconteceu. Num Pacaembu lotado pela torcida, com muita empolgação pelas despedidas de Tite e do Alessandro, o jogo começou com os jogadores sentados no gramado em volta do círculo central, em protesto organizado pelo Bom Senso Futebol Clube. E durante os 90 minutos seguintes, quem ficou sentado foi o futebol de ambos os times.
Dois times desorganizados em campo, muita correria, nenhuma objetividade, nenhuma criatividade e poucos jogadores comprometidos.
As homenagens e os agradecimentos contrastaram com o futebol apresentado. Erros de passes, finalizações para fora, provocações entre os jogadores, simulações de faltas... Aproveitável no jogo, só a atuação da defesa. No mais, o mesmo do mesmo e mais um empate sem gols.
Apesar do desrespeito aos torcedores, que mesmo após os ingressos terem sido vendidos para o jogo de domingo e o mesmo ter sido antecipado pela CBF para o sábado à noite, a torcida foi a única que não decepcionou, comparecendo em massa no Pacaembu e fazendo a festa nas arquibancadas. Apoiou o tempo todo, cantou, gritou, homenageou os operários mortos na Arena Corinthians, os profissionais que estão deixando o clube e o jogador Jorge Henrique, que teve seu 1º encontro com o time que sempre defendeu com muita garra.
No gramado, além do protesto do Bom Senso F C e das homenagens ao Tite e ao guerreiro Alessandro, apenas um futebol horrível de se ver. Futebol que pode ser comparado à Xepa de Feira Livre, onde por mais que se procure, pouco dá para aproveitar. A falta de capacidade física e técnica, bem como a desorganização tática e a falta de empenho de alguns jogadores, resultaram no 17º empate do campeonato, ou seja quase um turno inteiro, que somados às 9 derrotas e às 11 vitórias nos dão um aproveitamento no Brasileirão de apenas 45%.
Assim como o time tem feito em campo, também vou poupar-me de fazer os comentários técnicos e táticos, porque não dá para comentar aquilo que não aconteceu. E, diante do que presenciamos neste ano, principalmente neste 2º semestre, só me resta suplicar:
VOLTA CORINTHIANS
Ficha Técnica - Corinthians 0 X 0 Internacional
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 30 de novembro de 2013, sábado
Horário: 21 horas (de Brasília)
Árbitro: Felipe Gomes da Silva (RJ)
Assistentes: Bruno Boschilia (PR) e Fernanda Colombo Uliana (SC)
Público: 33.201 pagantes (total de 35.033)
Renda: R$ 1.149.973,50
Cartões amarelos: Guilherme, Alexandre Pato, Douglas e Gil (Corinthians); Willians, Leandro Damião e D’Alessandro (Internacional)
Cartão vermelho: Willians (Internacional)
Corinthians: Walter; Edenílson, Gil, Paulo André e Alessandro; Ralf, Guilherme (Diego Macedo), Romarinho, Danilo (Alexandre Pato) e Renato Augusto (Douglas); Emerson; Técnico: Tite
Internacional: Muriel; Ednei, Índio, Juan e Fabrício; Willians e Josimar; Jorge Henrique (João Afonso), D’Alessandro (Alan Patrick) e Otávio (Caio); Leandro Damião; Técnico: Clemer

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